Participe da Semana da Solidariedade no Brasil

Participe da Semana da Solidariedade no Brasil

Em vista do Dia Mundial dos Pobres, em 19 de novembro, convocado pelo Papa Francisco, a Cáritas Brasileira promove em todo o Brasil a Semana da Solidariedade.

A Semana já é uma iniciativa tradicional da Cáritas, mas pela primeira vez ela coincidirá com a proposta do Pontífice.

O tema do Dia Mundial dos Pobres é “Não amemos com palavras, mas com obras”, e a data foi incluída no calendário no final do Ano Santo da Misericórdia, em 2016.

“Convido a Igreja inteira e os homens e mulheres de boa vontade a fixar o olhar, neste dia, em todos aqueles que estendem as suas mãos invocando ajuda e pedindo a nossa solidariedade. Este dia pretende estimular, em primeiro lugar, os crentes, para que reajam à cultura do descarte e do desperdício, assumindo a cultura do encontro. Ao mesmo tempo, o convite é dirigido a todos, independentemente da sua pertença religiosa, para que se abram à partilha com os pobres em todas as formas de solidariedade, como sinal concreto de fraternidade”, diz o Papa Francisco em um trecho da mensagem.

No Brasil, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) confiou o processo de animação do Dia à Cáritas Brasileira. O Diretor-Executivo, Luiz Cláudio Lopes, fala de duas propostas para a Semana da Solidariedade, que teve início no dia 12 de novembro: As Ruas Solidárias e as Rodas de Conversa.

 

Fonte: Radio Vaticano

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Saiba diferença entre Judas Tadeu e Judas Iscariotes

Saiba diferença entre Judas Tadeu e Judas Iscariotes

Ao falar destes dois apóstolos de Cristo, vale a pena ressaltar que Jesus chamou a ambos com o mesmo amor. Confiou a eles uma mesma missão. Dirigiu ao coração de ambos as mesmas palavras e dedicou a eles o mesmo carinho e atenção. A questão é como cada um acolheu a proposta de Jesus e como responderam a este chamado.

De fato o nome Judas, citado para estes dois apóstolos, acaba criando certa confusão. Mas olhando com atenção para os Evangelhos vamos perceber com clareza a diferença entre ambos.

Na lista dos apóstolos o nome de Judas Iscariotes aparece por último, isso mostra a má fama daquele que acabou traindo Jesus. Em Jo (12,5), o Evangelista vai mencionar quando Judas Iscariotes reclamou com Jesus do desperdício do dinheiro do perfume que Maria usou para ungir os pés de Jesus. “Por que não se vendeu este perfume por trezentos denários e não se deu aos pobres”. Mas já no versículo seguinte, João vai falar da índole deste apóstolo: “disse isso, não porque tivesse cuidado para com os pobres, mas porque era ladrão” (Jo 12,6).

Judas Tadeu vai aparecer no Evangelho de (Jo 14,22) questionando a Jesus: “Senhor, porque te manifestarás a nós e não ao mundo”. Judas era filho de Alfeu e de Maria de Cléofas e irmão do apóstolo Tiago, chamado o menor. Importante também ressaltar que no Novo Testamento há uma carta que traz como autoria Judas, chamado o irmão do Senhor. Esta carta é pequena, ocupa apenas duas páginas, e se encontra antes do livro do Apocalipse.

Judas Iscariotes, no momento da última ceia, assume ser o traidor de Cristo (Jo 13,27), e entrega Jesus por trinta moedas de prata. Depois se arrepende, joga as moedas no chão do templo, mas acaba não acreditando na misericórdia e se enforca (Mt 27,5).

Então compreendemos que Judas Tadeu e Judas Iscariotes, ambos foram discípulos de Cristo, porém um respondeu com fidelidade ao chamado do Mestre, outro traiu Jesus preferindo a proposta dos homens ao Reino que Jesus ofereceu para todos que perseverassem até o fim. Judas Iscariotes traiu o amor de Jesus, mas Judas Tadeu teve a coragem de entregar a vida por amor a Cristo e pela causa do Evangelho, e sua fidelidade foi o caminho para sua santidade.

 

Fonte: A12

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Aborto, um direito? Candidata a Miss Peru dá resposta retumbante em favor da vida!

Aborto, um direito? Candidata a Miss Peru dá resposta retumbante em favor da vida!

Ela recebeu muitas mensagens de apoio e gratidão via redes sociais pela coragem de defender a vida inocente

A jovem peruana Jessica McFarlane tem 26 anos de idade, é modelo, concorreu ao título de Miss Peru 2017 e deu uma resposta retumbante em favor da vida quando lhe perguntaram se uma mulher vítima de estupro teria o direito de abortar.

Quem lhe fez esta pergunta em 29 de outubro, dia do concurso no país andino, foi Débora de Souza, a Miss Peru do ano de 1993:

“No caso lamentável de uma mulher que fosse vítima de estupro, ela tem o direito de abortar?”
Jessica foi clara: não! Para ela, a primeira coisa que uma mulher deveria fazer ao engravidar em decorrência de um estupro “é procurar ajuda” e ser “muito forte”.

“Eu não acredito que o aborto seja uma solução, porque provoca traumas subsequentes, não só psicológicos, mas também físicos”.

A jovem recebeu mensagens de apoio e gratidão em seu perfil oficial do Facebook. Algumas delas:

 

“Olá Jessica, estou escrevendo para parabenizar você pela coragem de defender a vida e dizer não ao aborto. Isso mostra que você não é só bonita por fora, mas também por dentro. Continue sendo corajosa para defender a vida. Para muitos, você é a vencedora! Deus abençoe você e guie os seus passos”.

 

“Jessica, obrigado pelas suas palavras corajosas e claras (durante o Miss Peru 2017) em favor da vida numa sociedade complacente diante da ameaça aos mais indefesos. Hoje você representa milhares de nós que procuram a saúde integral do ser humano. Como diz o provérbio, a boca fala do que o coração está cheio. Você foi a melhor!”

 

Precedente

 

Em junho de 2014, a Miss Pensilvânia e candidata a Miss Estados Unidos Valerie Gatto revelou que foi concebida em um estupro.

Este episódio trágico na vida de sua mãe, no entanto, lhe deu coragem para transformar o horror em sentido de vida – para a mãe e para ela própria. Valerie declarou na época ao site Today.com:

“Eu acredito que Deus me colocou aqui por um motivo: para inspirar as pessoas, para encorajá-las, para lhes dar a esperança de que tudo é possível e que você não pode deixar que essas circunstâncias definam a sua vida”.

 

Fonte: Aleteia
A partir de matéria da ACI Digital

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VIRAL: Esta é a história do Homem-Aranha com a emocionante súplica de uma criança a Deus

VIRAL: Esta é a história do Homem-Aranha com a emocionante súplica de uma criança a Deus

Na semana passada, uma professora da escola primária em Guayaquil, Equador, encontrou um boneco do Homem-Aranha em cima do altar da capela do colégio onde ela trabalha, que tinha embaixo do braço um pedido comovente escrito por um menino que rapidamente se tornou viral. 

“Deusinho, te entrego o meu Homem-Aranha, mas cura o meu avô do câncer”, diz o bilhete encontrado na quarta-feira, 25 de outubro, pela professora de religião Sol Yturralde, que tirou uma foto do boneco e compartilhou nas redes sociais.

“Toda quarta e sexta-feira, temos Missa no colégio. Um dia entrei na capela para deixar tudo pronto para o sacerdote. Ao entrar, vi este Homem-Aranha no altar. A minha primeira reação foi dizer: ‘Essas crianças!’. Eu me aproximei e debaixo do braço tinha um papelzinho. Eu li, me comovi tanto que cheguei a chorar”, disse a professora em 2 de novembro em declarações ao Grupo ACI.

Sol assegurou que nunca imaginou que esta foto se tornaria viral. Quando começou a ler os milhares de comentários das redes sociais, ficou surpreendida ao ver quantas pessoas se comoveram com a nobreza deste menino.

“Fiquei surpreendida de ver como o Senhor pode agir através das crianças”, destacou.

Yturralde também comentou que nunca deixa de surpreender-se com a “capacidade de sacrificar-se, de entregar-se pelo outro, de entregar um tesouro por amor ao próximo”, assim como “a simplicidade do amor das crianças”.

“Quantas vezes imploramos a Deus por muitas coisas e não estamos dispostos a oferecer nada! Quando há um ato como este, vê-se a capacidade de renunciar a si mesmo, inclusive renunciar aquilo que uma pessoa mais gosta, por amor ao outro”, concluiu a professora.

 

Fonte: Acidigital

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Papa reflete sobre a relação entre a morte e a esperança

Papa reflete sobre a relação entre a morte e a esperança

Nesta sexta-feira chuvosa em Roma, o Papa presidiu uma missa na Basílica de São Pedro em sufrágio pelos cardeais e bispos falecidos durante o ano. De outubro de 2016 a outubro de 2017, a Igreja no mundo perdeu 14 cardeais e 137 bispos.

Cardeais, Patriarcas, Arcebispos, Bispos, presbíteros e colaboradores da Cúria participaram da cerimônia. Em sua homilia, o Papa refletiu sobre a relação entre a morte, com a dor pela separação das pessoas que viveram conosco, e a esperança.

A Primeira Leitura, extraída do livro do Deuteronômio, exprime a forte esperança na ressurreição dos justos: “A morte torna definitiva a ‘encruzilhada’ que já aqui, neste mundo, está diante de nós: o caminho da vida, isto é, com Deus, ou o caminho da morte, isto é, longe Dele”.

O Evangelho de João, lembrou o Papa, evoca o sacrifício de Cristo e suas palavras na cruz: “Eu sou o pão vivo, o que desceu do Céu: se alguém comer deste pão, viverá eternamente”

“Com o seu amor, Jesus despedaçou o jugo da morte e abriu-nos as portas da vida. Quando nos alimentamos do seu corpo e sangue, unimo-nos ao seu amor fiel, que encerra nele a esperança da vitória definitiva do bem sobre o mal, o sofrimento e a morte”.

Ou seja, “a fé que professamos na ressurreição leva-nos a ser homens de esperança e não de desespero, homens da vida e não da morte, porque nos consola a promessa da vida eterna, radicada na união a Cristo ressuscitado”.

“Esta esperança, reavivada em nós pela Palavra de Deus, ajuda-nos a adotar uma atitude de confiança frente à morte: realmente Jesus demonstrou-nos que a morte não é a última palavra, mas o amor misericordioso do Pai transfigura-nos e faz-nos viver a comunhão eterna com Ele”.

Concluindo o Papa convidou a dar graças pelo serviço que os falecidos prestaram generosamente ao Evangelho e à Igreja, reiterando:

“A esperança não engana! Deus é fiel e a nossa esperança Nele não é vã”.

 

A Igreja no Brasil, no último ano, perdeu:

 

Paulo Evaristo Arns, Cardeal-arcebispo emérito de São Paulo

Redovino Rizzardo, bispo emérito de Dourados

Diógenes Matthes, bispo emérito de Franca

Lélis Lara, bispo emérito de Itabira-Fabriciano

Albano Cavallin, Bispo emérito de Londrina

Antônio Ribeiro de Oliveira, bispo emérito de Goiânia

Marcelo Cavalheira, bispo emérito da Paraíba

Clóvis Frainer, bispo emérito de Juiz de Fora

Newton Gurgel, bispo emérito de Crato

José Carlos Melo, bispo emérito de Maceió

João Oneres Marchiori, bispo emérito de Lages

Luis Vicente Bernetti, bispo emérito de Apucarana

José Maria Pires, bispo emérito da Paraíba

Dom Isidoro Kosinski, bispo emérito de Três Lagoas

Dom Geraldo Verdier, bispo emérito de Guajará-Mirim

 

 

Fonte: Radio Vaticano

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5 coisas que você pode fazer no Dia de Finados

5 coisas que você pode fazer no Dia de Finados

O dia de Finados, 2 de novembro, é um dia para visitar os cemitérios, – um lugar de oração e de esperança – onde encontram-se as sepulturas de muitos familiares e amigos. O calendário oficial do Brasil dedica a essa data um feriado, devido a importância e tradição dos cristãos em se dirigirem aos cemitérios para rezar pelos entes queridos no decorrer desse dia.

O fato de ser um feriado, que este ano cai numa quinta-feira, abrindo a possibilidade de um “feriadão”, sugere momentos de lazer e passeios. No entanto, por ser um dia santo, a Igreja orienta que os fiéis reservem a data e destinem orar pelos fiéis defuntos. Mesmo que você escolha fazer algo para relaxar, não deixe de rezar por aqueles que tanto precisam de nossa oração.

Conheça agora cinco coisas que você pode realizar neste dia santo.

1 – Participe da missa

Em algum momento do dia, dedique-se a participar da Celebração Eucarística com muita piedade e oração pelos fiéis defuntos e pelas almas do purgatório. A missa é um momento de comunhão com Deus e com as coisas divinas. Isso se dá pela proclamação da Palavra e pela participação do banquete eucarístico. Durante o Dia de Finados, acontecem Celebrações nos cemitérios em vários horários no decorrer do dia. Àqueles que desejarem e tenham a possibilidade, incluam o nome dos seus falecidos nas intenções da celebração.

2 – Visite o cemitério e reze pelas almas

Ir ao cemitério e dedicar orações pelas almas dos falecidos além de ser um ato de amor para com eles é, também, uma obra de misericórdia. A Igreja aponta que “rogar a Deus por vivos e mortos” é uma obra de misericórdia espiritual que contribui para que as almas que se encontram no purgatório possam, o mais breve possível, gozar das alegrias do Reino dos Céus.

3 – Zele pelo túmulo dos entes queridos

A Palavra de Deus mostra-nos o quanto o zelo pela casa de Deus deve consumir o coração e a vida dos cristãos. Isso é visível no momento em que Jesus expulsa os vendedores do Templo (Cf. Mt 21, 12). No caso dos fiéis defuntos, o túmulo é o templo santo onde estão depositados seus corpos que esperam pelo dia da ressurreição dos mortos, prometida pelo Senhor. Por isso, quem se dirige ao cemitério deve zelar pelos túmulos mantendo para com eles um respeito e realizando ali uma boa limpeza, que não deve ser restrita ao Dia de Finados.

4 – Dedique devoções em favor dos mortos

As devoções são muitas. Pode iniciar com o acendimento de uma vela diante dos túmulos e culminar em orações intercedendo pelos que estão sepultados. Essa é uma prática muito comum entre os católicos, mas vale destacar que, a oração pelas almas não tem como finalidade a invocação dos mortos, e sim, a purificação de suas faltas cometidas em vida para que cheguem ao céu de forma pura e santa. Essas práticas devem ser realizadas em espírito de piedade e simplicidade.

5 – Realize obras de misericórdia

Como já foi mencionado acima, rezar pelos mortos é um ato de misericórdia. Mas esse ato não deve ser restrito apenas em favor dos parentes e amigos falecidos, deve-se estender aos desconhecidos, àqueles que foram sepultados como indigentes e que talvez nem recebam visitas, muito menos orações. Por isso, é importante que a visita ao cemitério seja também para rezar pelos indigentes e esquecidos da sociedade.

 

Aqui, colocamos também, uma breve explicação sobre as indulgências para este período na Igreja.

 

Indulgências Plenárias

As pessoas que rezarem pelos fiéis defuntos poderá receber Indulgências Plenárias. O Papa Paulo VI, na “Constituição das Indulgências”, de 1967, estabeleceu indulgências parciais e plenárias pelas almas do purgatório, e determinou a semana de 1 a 8 de novembro como a semana das almas, em que podemos lucrar indulgências plenárias a elas mediante uma visita ao cemitério para rezar por elas, tendo se confessado, comungado e rezado pelo Papa (Pai Nossa, Ave Maria, Glória ao Pai). As almas, por elas mesmas não podem conseguir sua purificação; dependem de nossas orações, missas, esmolas, penitências, etc., por elas. Tais atos demonstram a importância de rezar pelos mortos.

 

Por: Dominus Comunicação

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Papa: sem o amor, vida e fé permanecem estéreis

Papa: sem o amor, vida e fé permanecem estéreis

Sem o amor, quer a vida quer a fé permanecem estéreis”. Ao encontrar neste XXX Domingo do Tempo Comum os milhares de fiéis e turistas presentes na Praça São Pedro para a Oração mariana do Angelus, o Papa Francisco refletiu sobre o Evangelho de Mateus proposto pela liturgia  do dia.

Eis a sua alocução na íntegra:

“Queridos irmãos e irmãs, bom dia!

Neste domingo a liturgia nos apresenta uma passagem do Evangelho breve, mas muito importante (cf. Mt, 22,34-40). O evangelista Mateus conta que os fariseus se reúnem para colocar à prova Jesus.

Um deles, um doutor da Lei, lhe dirige esta pergunta: “Mestre, na Lei, qual é o maior mandamento?” (v.36). É uma pergunta insidiosa, porque na Lei de Moisés são mencionados mais de 600 preceitos. Como distinguir, entres estes, o grande mandamento?

Mas Jesus não tem nenhuma hesitação em responder: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento”. E acrescenta: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”.

Esta resposta de Jesus não é algo que se deduz automaticamente, porque entre os múltiplos preceitos da lei judaica, os mais importantes eram os dez mandamentos, comunicados diretamente por Deus a Moisés, como condição do pacto de aliança com o povo. Mas Jesus quer fazer entender que sem o Amor por Deus e pelo próximo não existe verdadeira fidelidade a esta aliança com o Senhor. Tu podes fazer coisas boas, cumprir todos os preceitos, tantas coisas boas, mas se tu não tens amor, isto não serve.

Confirma isto um outro texto do Livro do Êxodo, chamado “código da aliança”, onde se diz que não se pode estar em Aliança com o Senhor e maltratar aqueles que desfrutam de sua proteção. E quem são estes que desfrutam de sua proteção? Diz a Bíblia: a viúva, o órfão, o estrangeiro, o migrante, isto é, as pessoas mais sozinhas e indefesas (cf. Ex 22,20-21).

Respondendo aos fariseus que o haviam interrogado, Jesus procura também ajudá-los a colocar ordem na sua religiosidade, a restabelecer aquilo que realmente é importante e aquilo que é menos importante. Diz: “Toda a Lei e os profetas dependem desses dois mandamentos” (Mt 22,40). São os mais importantes e os outros dependem destes dois.

E Jesus viveu exatamente assim a sua vida: pregando e fazendo aquilo que realmente é importante e é essencial, isto é, o amor. O amor dá impulso e fecundidade à vida e ao caminho de fé: sem o amor, quer a vida quer a fé permanecem estéreis.

O que Jesus propõe nesta página do Evangelho é um ideal estupendo, que corresponde ao desejo mais autêntico de nosso coração. De fato, nós fomos criados para amar e ser amados. Deus, que é amor, nos criou para tornar-nos partícipes da sua vida, para sermos amados por Ele e para amá-lo, e para amar com Ele todas as outras pessoas.

Este é o “sonho” de Deus para o homem. E para realizá-lo temos necessidade da sua graça, temos necessidade de receber em nós a capacidade de amar que provém do próprio Deus. Jesus se oferece a nós na Eucaristia justamente para isto. Nela, nós recebemos o seu Corpo e o seu sangue, isto é, recebemos Jesus na expressão máxima de seu amor, quando Ele ofereceu a si mesmo ao Pai para a nossa salvação.

Que a Virgem Santa nos ajude a acolher em nossa vida “o grande mandamento” do amor de Deus e do próximo. De fato, se também o conhecemos desde quando éramos crianças, nunca iremos deixar de nos converter a ele e de colocá-lo em prática nas diversas situações em que nos encontramos”.

Fonte: Rádio Vaticano

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8 características para se aproximar de Nossa Senhora Aparecida

8 características para se aproximar de Nossa Senhora Aparecida

A Igreja viveu em 2017 o Ano Mariano. Um dos motivos desse tempo especial de graça para o cristão é o jubileu dos 300 anos de Nossa Senhora Aparecida – a Santa Mãe de Jesus – cuja imagem foi encontrada por dois humildes pescadores no Rio Paraíba do Sul, em 1717.

Atualmente, Nossa Senhora da Conceição Aparecida é honrada pelos brasileiros que a têm por Padroeira do Brasil. Além disso, em Aparecida (SP) está o maior santuário no mundo dedicado a Ela.

Passado a data comemorativa do Jubileu – 12 de outubro – seguimos pela via da confiança buscando em Maria o amparo que necessitamos para a nossa vida. E para continuar vivendo este tempo de graça, listamos oito características para ajudar você se aproximar ainda mais da Virgem Aparecida.

Mãe Amável

Nossa Senhora Aparecida é nossa mãe amável. Atrai nosso afeto enquanto que também somos atraídos por sua bondade, por seu amor maternal que cuida e que zela pelos seus filhos. Busquemos ser amáveis como Maria para que saibamos tratar com amabilidade aqueles que nos cercam.

Mãe admirável

Como serva humilde de Deus, Maria nunca se colocou à frente de Jesus, à frente da graça. Quando no episódio do primeiro milagre de Jesus, em Cannã, Maria, sabendo que aquele era o momento, disse: “façam tudo o que Ele vos disser”. Mas ela não tomou à frente, apenas intercedeu para que Jesus resolvesse a situação. Ela esteve ao seu lado como Mãe, dando o seu apoio em oração e a graça da providência agiu ali. Sejamos como Maria, que não toma à frente dos problemas e situações que nos atormentam, mas, como ela, permaneçamos em oração. Sejamos intercessores que suplicam a graça de Deus com confiança. Admiremos Maria como nosso modelo de fidelidade a Deus.

Mãe da Divina Graça

Foi por meio de Maria que Jesus – a graça divina – nos foi dado e é por meio de Cristo que obtemos a graça do amor e da Misericórdia Divina. É por intermédio de Nossa Senhora que nos aproximamos cada vez mais do Coração de Jesus. E, por sua intercessão, podemos ser fiéis ao Senhor.

Mãe do bom conselho

Maria é a “Sede da Sabedoria” pois abrigou em seu ventre a própria Sabedoria Divina: Jesus. Ela Cuidou, educou e orientou Jesus no decorrer de sua vida terrena. Que Nossa Senhora Aparecida seja aquela a quem recorremos num momento de especial decisão a fim de que, por Ela, obtenhamos a graça do bom êxito.

Mãe da Igreja

Como mãe de Cristo, Maria é mãe da Igreja. No seu papel de mãe, Ela quer quer nos proteger. Peçamos sempre a intercessão de Nossa Senhora para que Ela venha em nosso auxílio, para que saibamos viver a Palavra de Deus e para que o cristão seja fiel à vontade do Senhor.

Nossa Senhora é o refúgio dos pecadores

A santa Igreja nos aconselha a recorrermos a Maria sob o título de Refúgio dos Pecadores. Debaixo do manto de Maria, todos encontram abrigo, seja qual for o pecado cometido, desde que a Ela recorra implorando por misericórdia, a fim de arrancá-lo dessa condição. Nossa Senhora Aparecida é Mãe de misericórdia, amável, admirável e benigna.

Consoladora dos aflitos

Cada um de nós já sentiu, sente ou ainda há de sentir o peso da própria cruz – que, às vezes, lhe parece demasiado para suas forças. É um período em que a esperança desaba sob nossos pés e não temos forças para seguir adiante, não enxergamos solução. Assim como um dia Maria esteve aos pés da cruz vendo a aflição de seu filho, ela também vem ao nosso auxílio, nos momentos de dor, trazendo a nós o consolo, basta que a Ela nos entreguemos com confiança.

Maria é a Porta do Céu

As graças do Céu têm por finalidade nos levar um dia para a Glória de Deus. E, sendo Maria nossa Mãe, nosso refúgio, nossa intercessora e consoladora, Ela é também a porta pela qual entraremos no Céu. Por isso busquemos hoje e sempre uma íntima união com a Virgem Maria – por meio da oração que nos purifica e santifica – para que assim sejamos íntimos do nosso Deus.

Por Agência Dominus Comunicação

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Reflexões do Papa sobre o Pai Nosso na TV dos bispos italianos

Reflexões do Papa sobre o Pai Nosso na TV dos bispos italianos

“Pai Nosso” é o nome do programa que vai ao ar no canal dos bispos italianos entre este 25 de outubro e 21 de novembro.

Trata-se de conversas entre o Capelão da Prisão de Pádua, Padre Marco Pozzo e diversos convidados  que falam sobre a Oração do Pai Nosso. A novidade, é a presença do Papa Francisco.

“É preciso coragem para rezar o Pai Nosso, é preciso coragem!” – começa dizendo o Pontífice – “acreditar que há um Pai que me acompanha, que me perdoa, que me dá o Pão, que está atento a tudo o que eu peço, que me veste melhor ainda do que as flores do campo”.

E para acreditar nisto, é preciso “ousar, mas todos juntos”,  por isto a importância de “rezar todos juntos, pois um ajuda o outro e ousamos”.

“Dizemos ser cristãos, dizemos ter um Pai, mas vivemos como… – não digo como animais – mas como incrédulos, sem fé e vivemos também fazendo o mal. Não no amor, mas no ódio, na competição, ou nas guerras”.

O Papa pergunta se o nome de Deus é santificado “nas jovens sequestradas pelo Boko Haram, se é santificado nos cristãos que lutam entre eles pelo poder, é santificado na vida daqueles que contratam um matador de aluguel para resolver uma situação? É santificado na vida daqueles que não cuidam dos próprios filhos? Não, Deus não é santificado ali”.

Francisco recorda os tempos de sua infância em que o pão jamais era colocado fora, pois o pão “é o símbolo desta unidade da humanidade, é símbolo do amor de Deus”. As mães, as avós, reaproveitavam de alguma forma ou outra o pão, mas jamais era jogado fora.

O Papa também conta que quando era Bispo em Buenos Aires, a imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima visitou a capital argentina e foi celebrada uma Missa para os doentes em um grande estádio.

Ele atendia às confissões, quando ao final chegou uma senhora pequenina, portuguesa, muito simples, com “os olhos esplêndidos”. Ele disse a ela que ela que não tinha pecados e ela respondeu que todos pecamos, e que “Deus perdoa tudo”.

“E como a senhora sabe isto?”, perguntou Bergoglio. “Se Deus não perdoasse, o mundo não existiria!”, respondeu ela.

“Naquele momento tive vontade de dizer: “Mas a senhora estudou na Gregoriana?””.

Um presente inesperado!

“Quando falamos sobre isto a primeira vez – conta o Diretor da TV2000, Paolo Ruffini – ficamos fascinados com a ideia, e assustados. Fazer um programa sobre o Pai Nosso, sobre a oração com a qual Jesus respondeu aos discípulos que pediam a ele para “ensinar-nos a rezar””.

“Procurar restituir àquelas palavras, que conhecemos todos, o valor original. Tentar pela televisão refletir sobre esta oração, e redescobrir a beleza escondida, a profundidade, a atualidade. Buscar, por meio de uma série de encontros, de narrativas e histórias, os traços perdidos do Pai Nosso. Um caminho difícil. Mas sobre esta estrada temos encontros surpreendentes. E o mais surpreendente de todos foi aquele com o Santo Padre. Inesperado! Um verdadeiro presente”, disse por sua vez Padre Marco Pozza.

 

Fonte: Radio vaticano

 

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