5 dicas dos pais de Santa Terezinha de Lisieux para criar bons filhos!

5 dicas dos pais de Santa Terezinha de Lisieux para criar bons filhos!

Sim, eles foram santos e criaram santos, mas as suas técnicas eram incrivelmente simples, práticas e imitáveis

Seus filhos são difíceis de disciplinar? Eles copiam todos os seus maus hábitos? Você se preocupa com as suas birras e caprichos?

Bom, você não está só. São Louis e Santa Zelie Martinpais de Santa Terezinha de Lisieux, enfrentaram essas mesmas lutas e precisaram discernir o que fazer.

Sim, é verdade, eles eram pais santos de filhos santos, mas exercer a paternidade e a maternidade também foi desafiador para eles, que nem sempre sabiam as respostas mais claras. O que eles fizeram foi perseverar e lutar para atender às necessidades dos filhos num ambiente familiar de grande amor.

Aqui vão cinco dicas úteis inspiradas nesses pais santos:

1 – Reconheça desde o início que cada filho é de Deus e dedique-o a Ele

Zelie tinha o costume de, imediatamente após o nascimento de cada filho, dedicá-lo a Deus com a seguinte oração:

“Senhor, concedei-me a graça de que esta criança seja consagrada a Vós e que nada possa manchar a pureza de sua alma”.

Os frutos dessa dedicação a Deus não eram imediatamente visíveis, é claro, mas ela revela o estilo intencional da sua maternidade. Ela queria que os seus filhos fossem santos aos olhos de Deus e sabia que “agora mesmo” é o melhor momento para começar a viver em santidade – e não “mais tarde”.

 2 – Ame seus filhos com carinho superabundante

É fácil esquecer o quanto nossos filhos precisam de amor – de muito amor. Louis e Zelie amavam seus filhos com imenso carinho e se certificavam de que eles soubessem desse grande amor. Celine Martin, uma das filhas, escreveu sobre seu pai:

“Mesmo sendo duro consigo mesmo, ele sempre foi afetuoso conosco. Seu coração era excepcionalmente tenro para conosco. Ele viveu só para nós. Nenhum coração de mãe poderia superar o dele”.

Louis demonstrava afeto inclusive em gestos pequenos e aparentemente insignificantes, como apelidar as crianças com elogios: Marie era “o diamante”; Pauline, “a pérola fina”; Celine, “a intrépida”; Léonie, “o bom coração”; e Thérèse, ou Santa Terezinha, era “a pequena rainha” ou “o buquê de flores”.

3 – Não desista quando o seu filho é difícil

Zelie tranquilizou seu irmão em uma carta recomendando não se preocupar se um dos filhos pequenos fosse “difícil de administrar”.

O temperamento desafiador de uma criança não a impedirá de se tornar excelente mais tarde e de vir a ser o maior amparo dos pais. Pauline, conforme a mãe recordava, exigiu muita paciência dos pais até os dois anos de idade, mas se tornou a filha mais exemplar. Zelie observa, porém, que não a “estragou com mimos”: por menorzinha que ela fosse, seus caprichos raramente eram atendidos.

E Pauline não foi a única filha da família Martin a criar estresse para os pais. Terezinha e a irmã Léonie também foram fonte de grandes angústias para Zelie. Ela e Louis, no entanto, não desistiram sequer quando seus esforços pareciam infrutíferos.

4 – Seja exemplo de caridade para seus filhos

Nossos filhos são influenciados e tendem a imitar cada um dos nossos movimentos, tanto para o bem quanto para o mal. Louis e Zelie fizeram tudo o que podiam para dar o exemplo de como tratar bem as pessoas. Celine testemunhou em seus escritos o quanto o pai era paciente com os outros, mesmo sendo duro consigo mesmo.

5 – Brinque com seus filhos

Hoje em dia é muito fácil e tentador sentar seu filho diante de uma tela e quase nunca brincar com ele. Mas, muitas e muitas vezes, o que os nossos filhos precisam mesmo é da nossa atenção, inclusive para brincar. Celine escreveu sobre sua mãe:

“Ela brincava conosco de bom grado, apesar do risco de ter de prolongar seus trabalhos até a meia-noite ou mais tarde ainda”.

Louis também se juntava às brincadeiras e muitas vezes produzia pequenos brinquedos para as crianças, além de inventar atividades e cantar junto com elas.

Fonte: Aleteia

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5 coisas que São João Batista nos ensina sobre evangelizar

5 coisas que São João Batista nos ensina sobre evangelizar

São João Batista é um dos santos mais conhecidos no Brasil, em especial na região nordeste do país, onde os moradores dedicam praticamente o mês de junho inteiro às festividades em honra  ao santo.

Ele nasceu em 24 de junho, em Ain Karim, a oeste de Jerusalém, em uma família sacerdotal, ou seja, que servia ao Senhor no Templo e que foi educada nos princípios bíblicos. Seus pais, Zacarias e Isabel, prima de Maria, a Mãe de Jesus, conceberam na velhice e na condição de esterilidade de sua mãe. Seu nome significa “filho da misericórdia” e já designava o que ele seria quando crescesse.

Por volta do 15º ano de Tibério (28-29 d.C.), João assume sua missão de pregar e batizar os discípulos nas águas do rio Jordão. É a partir daí que ele vive uma intensa evangelização que perdura até a chegada de Jesus, a quem batizou e revelou como o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Cf. Jo 1, 29).

Veja o que João Batista nos ensina sobre a evangelização e como evangelizar.

1 – Preparar os caminhos do Senhor

Antes mesmo de João Batista encontrar-se com Jesus para batizá-lo ele já preparava os discípulos para que seguissem os passos do Mestre. Isso causou um certo estranhamento nas autoridades da época, mas ao ser interrogado se ele era o Cristo, respondeu ser uma voz que clama no deserto “Endireitai o caminho do Senhor” (Cf. Jo 1, 23).

O discípulo e missionário de Jesus deve saber inserir nos caminhos do Senhor todos aqueles que estão sendo evangelizados. Isto é necessário para que a pessoa evangelizada não confunda a ação de Deus em sua vida como a ação do evangelizador e, assim, Cristo seja o protagonista de toda a obra.

João aplainava os caminhos, também nós, devemos abrir os caminhos da fé àqueles que estão perdidos no mundo, que estão presos ao pecado e não conseguem perceber a ação misericordiosa de Cristo que está à sua volta.

2 – Evangelizar com humildade

Ainda diante da pergunta feita a João Batista, descrita no ítem acima, percebemos que ele nos ensina outra via de evangelização, a da humildade.

Um cristão deve trazer dentro de si a graça da humildade para exercer bem a sua missão de evangelizar sem trazer para si próprio sentimentos de orgulho, de prepotência e de auto satisfação pelos resultados positivos alcançados com a evangelização.

O profeta chegou a obter êxito em sua missão porque viveu muito bem o reconhecimento de quem ele era e a quem anunciava, o Cristo, que viria libertar  a humanidade das amarras do pecado.

3 – Batizar na evangelização

Sabemos que o batismo pregado por João se dava nas águas do Jordão e convocava todos à conversão. E na evangelização, qual seria o batismo que teríamos que pregar? É o próprio João quem nos responde: “Eu vos batizei com água; ele, porém, vos batizará no Espírito Santo” (Mc 1, 8). Somente o batismo no Espírito tem poder para transformar o coração do homem de hoje.

É urgente o apelo de Deus à conversão, a mudança de atitudes e de vida. Contudo,  essa transformação não ocorrerá mediante a imposição de regras e de valores. A conversão se dá pela vivência particular do amor misericordioso de Deus. É pela via da misericórdia que devemos evangelizar, assim como nos ensinou São João Paulo II: “o mundo será evangelizado pela misericórdia”.

4 – Evangelizar e partilhar

Além de preparar os caminhos e batizar os discípulos, o profeta os ensinou sobre a necessidade da partilha. Diante da pergunta “Que devemos fazer?”, feita pela multidão que o ouvia falar o apelo de conversão, relata que “quem tem duas túnicas dê uma ao que não tem; e quem tem o que comer, faça o mesmo” (Lc 3, 10-11).

Com esse ensino, João Batista nos apresenta uma proposta de evangelização muito clara: a partilha. Quem quer seguir Jesus e anunciá-lo deve desprender-se do que tem e dar aos pobres. Foi essa a proposta feita por Jesus ao jovem rico que já vivia todos os mandamentos, mas estava limitado pela posse de bens (Cf. Mt 19,16-30), algo que também João já pregava.

5 – Evangelizar é enfrentar provações e perseguições

O martírio na vida de João se fez notória desde que ele foi morar no deserto. Era claro que sua vida seria marcada por grandes provas. Lá ele se alimentava de mel silvestre e gafanhotos. Mais tarde, sua morte é caracterizada por um martírio cruel. Herodes, por ocasião de seu aniversário, ofereceu um banquete aos grandes da corte da Galileia. Convida a filha de Herodíades, sua mulher, para dançar para os convidados. Após a dança, ele lhe faz uma promessa de conceder-lhe o que ela pedisse. Influenciada pela mãe a jovem pede a cabeça de João Batista em uma bandeja. (Cf. Mc 6,17- 29)

O que aconteceu com São João Batista, ocorre atualmente com muitos cristãos, obviamente, não da mesma maneira. Nos deparamos, quase que diariamente, com notícias sobre cristãos perseguidos. De acordo com o Documento Perseguidos e esquecidos – Relatório sobre os cristãos oprimidos por causa da fé entre 2015 e 2017”, elaborado pela Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), nos últimos dois anos houve um aumento expressivo em países do Oriente Médio como Iraque e Síria, onde têm acontecido um verdadeiro genocídio aos cristãos.

Há também outras mazelas que martirizam toda a Igreja, como os  crescentes investimentos em  filosofias que tendem a diminuir e a menosprezar o gênero humano ou com claras  ideologias que abertamente dizem “não” ao evangelho e ao cristianismo.

Para nós, os “João Batistas” de hoje, resta-nos nos deixarmos martirizar em nome de Cristo. Esse martírio significa viver amando mais a Deus do que a si próprio e dar-se mais ao outro em amor, misericórdia e perdão. E, como São João Batista, dizer: “Importa que ele cresça e que eu diminua” (Jo 3, 30).

Agora que você conheceu um pouco mais sobre São joão Batista e sua forma de evangelizar, que tal partir para a evangelização? Peça a intercessão deste grande santo e anuncie o evangelho.

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Fotos para sensibilizar o rico país que… aborta quase 100% dos bebês Down

Fotos para sensibilizar o rico país que… aborta quase 100% dos bebês Down

Riqueza, segurança, qualidade de vida… e preconceito, eugenia e “exemplo de erradicação” de seres humanos

A fotógrafa islandesa Sigga Ella tem uma tia com síndrome de Down. Isto é muito significativo num país em que o índice de abortos de bebês diagnosticados com a condição se aproxima de 100%.

Para combater o preconceito e a eugenia de que os portadores da síndrome têm sido alvos na rica Islândia, Sigga Ella resolveu produzir uma série de retratos chamada First and foremost I am – “Antes de tudo e mais do que tudo, eu sou”.

síndrome de Down IslândiaSigga Ella – Divulgação

A fotógrafa clicou 21 portadores de síndrome de Down com idades entre 9 meses e 60 anos. O número 21 é simbólico, já que a condição se origina de uma trissomia no cromossomo 21. Ela espera que as fotos ajudem a destacar “a beleza e a diversidade da humanidade” e façam pensar: será que um futuro sem essa diversidade é mesmo desejável?

síndrome de Down IslândiaSigga Ella – Divulgação

O título da série veio de um artigo escrito por Halldora Jonsdottir, uma portadora da síndrome, publicado em um jornal do país. Jonsdottir, de 30 anos, aparece em uma das fotos de Ella. As fotos foram tiradas em 2013 e 2014, estiveram em exposição num museu da capital islandesa, Reykjavik, e depois foram apreciadas em outros museus da Europa.

síndrome de Down IslândiaSigga Ella – Divulgação

Exportando o horror eugenista

O caso islandês chegou a ser citado como “exemplo” num país relativamente vizinho e de nome parecido: a Irlanda. Em janeiro de 2017, o obstetra Peter McParland, diretor do National Maternity Hospital, elogiou a Islândia por alcançar uma quase “erradicação” da síndrome de Down através do aborto e declarou que esse é o “futuro” que aguarda também a Irlanda.

A espantosa e indignante declaração foi feita durante uma conferência na Assembleia Cidadã, um órgão consultivo que produz informes para uso do Parlamento.

Pouco mais de um ano após essa aberrante exposição de eugenia e preconceito, que passou impune e quase indolor, a Irlanda ampliou o assim chamado “direito” ao aborto há poucas semanas, em maio de 2018, mediante referendo popular.

Fonte: Aleteia via Sempre Família

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A história do católico que fundou a Copa do Mundo da FIFA

A história do católico que fundou a Copa do Mundo da FIFA

A Copa do Mundo da FIFA é um dos eventos esportivos internacionais mais esperados e estima-se que dezenas de milhões de telespectadores assistam a edição de 2018. O que poucos sabem é que um católico francês fundou este campeonato.

Trata-se de Jules Rimet, nascido em 14 de outubro de 1873 na aldeia francesa de Theuley. Quando era criança, serviu como coroinha na igreja local e, aos dez anos, mudou-se a Paris, pois a sua família estava procurando uma oportunidade de ter uma melhor qualidade de vida em meio à crise econômica.

Segundo informou o ‘Catholic Herald’, quando em 1891 o Papa Leão XIII lançou a sua encíclica “Rerum Novarum”, o jovem Rimet e seus amigos se sentiram questionados pela preocupação do Pontífice ante a miséria na qual viviam as classes trabalhadoras e pela falta de reformas trabalhistas.

Inspirados pelo texto, o rapaz e seus companheiros fundaram uma organização para oferecer assistência social e médica aos mais pobres. Mesmo já tendo se tornado um exitoso advogado, Rimet continuou fazendo obras de caridade.

O jovem francês também adorava os esportes e tinha a firme convicção de que eles uniam as pessoas, independente da raça e da classe social. Aos 24 anos, fundou um clube esportivo chamado “Red Star”, aberto a qualquer pessoa, independentemente da sua situação econômica.

“Os homens poderão se reunir com confiança, sem ódio em seus corações e sem insultos em seus lábios”, costumava dizer quando compartilhava a sua visão dos esportes.

Naquela época, o futebol ainda era desprezado, pois era considerado um esporte da classe baixa e dos ingleses. Entretanto, Rimet decidiu incluí-lo no seu clube.

Em 1904, o advogado francês ajudou a fundar a Fédération Internationale de Football Association (Federação Internacional de Futebol ou FIFA). Quis organizar um campeonato internacional, mas o início da Primeira Guerra Mundial atrasou os seus planos.

Rimet participou da frente de batalha durante quatro anos e foi premiado com a Cruz de Guerra, uma condecoração militar francesa concedida àqueles que se destacaram por seus atos de heroísmo.

Após o fim da guerra, Rimet se tornou presidente da FIFA em 1921 e permaneceu durante 33 anos no cargo, o período de mandato mais longo na história da federação.

 

Seus ideais sobre o esporte o motivaram a criar em 1928 a Copa do Mundo, que foi disputada dois anos depois pela primeira vez no Uruguai. Jules Rimet levou à América do Sul o troféu que recebeu o seu nome até 1970, quando o desenho da taça foi modificado pelo que é entregue atualmente.


Taça Jules Rimet / Foto: Flickr Revolweb (CC BY-SA 2.0)

O advogado católico liderou a FIFA até 1954 e, em 1956, foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz, por ter fundado a Copa do Mundo.

Rimet faleceu na França em 1956, aos 83 anos.

No livro “Uma História do Futebol em 100 Objetos”, Yves Rimet, seu neto, recordava-o como um “humanista e idealista, que acreditava que o esporte podia unir o mundo. Comparado com as pessoas da sua época, ele percebeu que para ser realmente democrático e envolver as massas, o esporte internacional deveria ser profissional”.

Em entrevista ao jornal ‘The Independent’ em 2006, Yves afirmou que o seu avô “ficaria decepcionado ao ver que, atualmente, o futebol se converteu em um negócio dominado pelo dinheiro. Essa não era a sua visão”.

Fonte: ACI Digital

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Esta equipe da Igreja pode ganhar a “Copa do Mundo” da solidariedade

Esta equipe da Igreja pode ganhar a “Copa do Mundo” da solidariedade

Com o início da Copa do Mundo Rússia 2018, na qual seleções de 32 países buscarão a vitória, a Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN) decidiu apresentar sua própria equipe com objetivo de alcançar um triunfo da solidariedade.

Enquanto “todos os olhos estão na Rússia”, indicou ACN, “decidimos criar nosso próprio time”.

“São homens e mulheres que representam muitos outros ‘jogadores’ dos 140 países onde a ACN apoia os seus projetos pastorais – profissionais que dedicaram as suas vidas, longe dos holofotes ou aplausos das multidões, e lutam com todo o coração para ganhar um troféu ainda mais importante e que consiste em trazer felicidade àqueles confiados aos seus cuidados”.

A “equipe” mundialista da ACN é encabeçada pela “treinadora” Irmã Christine Joseph, que atende as pequenas comunidades cristãs na Índia. “No total, são cerca de 85 mil pequenas comunidades locais com 200 mil animadores ou líderes leigos”, assinala a Fundação pontifícia.

“A maioria dos católicos indianos pertencem às classes mais baixas da sociedade”, destaca. Por isso, a religiosa “percorre milhares de quilômetros” para “os ensinar, para os encorajar, dando o melhor de si”.

Como “goleira”, ACN convocou a Irmã Annie Demerjian. “Assim como a missão básica do goleiro é não permitir que aconteça gols, o dever vital da Irmã Annie é também ser ágil e flexível para afastar centenas de famílias dos ataques em Aleppo, Hasake e Damasco”.

“A sua missão principal é evitar que a fome, a solidão ou a doença ultrapassem a sua defesa e marque um gol, uma vez que ela é a última na linha de defesa”.

Um “zagueiro” é o Arcebispo de Bangui, na República Centro-Africana, Cardeal Dieudonné Nzapalainga. Trata-se, indicou ACN, de uma “posição essencial”, pois o Purpurado “é aquele que devota todas as suas energias para neutralizar a oposição”.

“Onde o ódio e a incompreensão procuram controlar o campo de jogo na República Centro-Africana, um dos países mais pobres do mundo, o Cardeal e Arcebispo de Bangui, capital do país, vai para o campo disposto a pôr a vida em risco e a responder aos ataques violentos dos rebeldes Seleka e Anti-Balaka – grupos radicais que inflamam o conflito inter-religioso no país”.

Outro “zagueiro” da equipe da ACN é o Bispo de Maidiguri (Nigéria), Dom Oliver Doeme.

“O Bispo de Maiduguri é sustentáculo da fé no norte da Nigéria, onde tem defendido e cuidado do seu rebanho. A sua diocese foi uma das que mais sofreu com os ataques do Boko Haram”.

Como “ponta esquerda” está Madre Maria Luján, religiosa argentina que trabalha no Paraguai e, com as irmãs da Congregação de Jesus Verbo e Vítima, “enfrenta todas as espécies de dificuldades. Preparadas para entrar e preencher todas as lacunas, elas respondem de todas as maneiras possíveis – a cavalo, de automóvel, de trator ou bicicleta – nada consegue impedi-las de chegar aos cantos mais remotos e inóspitos onde mais ninguém consegue chegar”.

“Rápidas e engenhosas, inspiradas pela Graça e pela Fé, de olho sempre na bola, seja a 4 mil metros de altura nas montanhas ou a mil quilômetros rio abaixo na floresta”.

Como “ponta direita”, ACN tem Pe. James Channan, um sacerdote dominicano “criativo, com uma grande capacidade de trabalhar em equipe e de driblar os seus rivais”.

“E isso não é fácil num país como o Paquistão, onde os cristãos enfrentam a discriminação e a marginalização. Pe. James é um jogador habilidoso com o objetivo de proteger a minoria cristã assediada no país”, assinalou a Fundação Pontifícia.

Como “volante”, ACN convocou para sua equipe Pe. Georges Jahola, que tem um papel “importante” na “organização da reconstrução das aldeias e cidades cristãs da Planície de Nínive”. O sacerdote “está lidando com a situação com grande destreza, preparado para entrar em campo como construtor, arquiteto, encanador ou eletricista… Como qualquer bom jogador do meio-campo, precisa fazer a jogada fluir bem”.

O “meia atacante” é Pe. Walter Coronel, que realiza seu ministério como missionário na Amazônia Equatoriana.

“Missionário na região da Amazônia, em áreas distantes da civilização e ameaçadas pelas cheias, Padre Walter recebeu a missão de seu bispo em coordenar a ajuda a milhares de vítimas do terremoto de 2 anos atrás. Agora que o pior passou está a dedicar-se à recuperação e reconstrução de capelas e igrejas, que são sempre o foco de nova esperança perante tamanho sofrimento”.

Na posição de “meia atacante”, ACN colocou também Dom Franjo Komarica, Bispo de Banja Luka (Bósnia e Herzegovina). “Ele se dedica a fortalecer a dimensão vertical, o contato com Deus (espiritual), mas também trabalha na dimensão horizontal, na caridade com os irmãos (ação), a fim de manter a presença católica do país viva. Um jogo complicado, difícil, mas que ele está disposto a fazer de tudo pela vitória. Dom Franjo não tem medo de falar a verdade ou ir à luta quando se joga de forma desigual”.

O “atacante” de Ajuda à Igreja que Sofre é Pe. Shields, um missionário norte-americano que “é o único sacerdote católico na Sibéria Oriental”.

“Está a cerca de 1.300 km da missão católica mais próxima e tem dedicado a sua vida à luta pelos mais esquecidos”.

“Ordenado no Alasca, o Pe. Shields trabalha nos últimos vinte anos na Rússia e a sua estratégia de jogo baseia-se na oração contemplativa diante do Santíssimo. Uma vez por semana, permanece um dia inteiro em oração no seu pequeno eremitério”, assinala ACN.

Como segunda “atacante”, ACN tem a Irmã Catarina, que, “na Papua-Nova Guiné, juntamente com as outras quatro religiosas da sua comunidade, “não só joga, como é uma notável finalizadora”.

“No coração da floresta tropical, na Diocese de Bereina, ela criou uma equipe de especialistas na educação de crianças e de jovens adultos. Muitos já aprenderam a ler, a escrever e a fazer contas graças ao trabalho incansável destas religiosas, que sabem armar contra o adversário e finalizar o jogo de forma limpa. Elas já estão ali há bastante tempo, mas não se deixam abater pelo trabalho duro e pelo cansaço”.

Finalmente, Ajuda à Igreja que Sofre assegurou que o “centro avante” são os “benfeitores”.

“Sem uma equipe equilibrada e unida, ninguém pode ganhar o jogo. E enquanto o resto da equipe prepara o plano de jogo, trabalha a sua estratégia e resiste aos ataques do time adversário, há mais uma coisa que é necessária – a sua ajuda!”.

“A sua oração, o seu conhecimento dos nossos projetos e o seu apoio podem ser, muitas vezes, o toque final necessário para o sucesso. Por isso, vamos jogar juntos! Junte-se à ACN nesta Copa do Mundo e ajude-nos a vencer!”, incentiva ACN.

Para colaborar com Ajuda à Igreja que Sofre e suas diversas iniciativas em todo o mundo, pode acessar AQUI.

Fonte: ACI Digital

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Conheça 13 craques católicos que estão na Copa da Rússia

Conheça 13 craques católicos que estão na Copa da Rússia

Eles fazem questão de demonstrar a fé para o mundo inteiro

A Copa do Mundo 2018 já está aí. E muita gente quer escalar o time dos sonhos – com alguns substitutos, por via das dúvidas – que vai entrar em campo para colocar sua nação no caminho da glória do futebol.

Além do talento no campo, alguns jogadores se destacam pela fé que eles demostram e o desejo de compartilhá-la com o mundo inteiro. E são várias as formas de que eles se utilizam para fazer isso: em declarações públicas, fazendo peregrinações ou ajudando instituições de caridade. Em qualquer uma delas, esses jogadores sabem quem é a verdadeira fonte de inspiração (em campo e fora dele).

Veja as fotos abaixo para conhecer esses atletas talentosos e o papel que a religião tem em suas vidas.

NOTA: Embora a Itália não tenha chegado à Copa da Rússia, estamos dando uma menção especial ao notável goleiro Gianluigi Buffon, por sua participação em cinco Copas do Mundo consecutivas – de certa forma, ele “está” na Copa da Rússia também, já que o povo italiano é tão apaixonado por futebol quanto o brasileiro! Forza Italia!

Lionel Messi, Argentina

O atacante disse que, se a Argentina ganhar a Copa, ele fará uma peregrinação de 50 quilômetros até o Santuário de San Nicolás, em sua terra natal. O jogador tem uma grande tatuagem de Jesus em seu braço direito.

 

 

Sergio Aguero, Argentina

O atacante vai se juntar a Messi na peregrinação, mas acrescentou um desafio: ambos vão correr a distância até San Nicolas.

 

 

Manuel Neuer, Alemanha

O goleiro apoia um grupo católico que ajuda a combater a pobreza infantil e um grupo de jovens liderado por frades capuchinhos.

 

 

James Rodriguez, Colômbia

O meia-atacante tem uma tatuagem de Jesus em sua canela e sempre compartilha nas redes sociais que seu sucesso é dedicado a Deus.

 

 

Jakub Błaszczykowski, Polônia

Quando criança, a tragédia atingiu este meia. O pai dele assassinou a sua mãe, mas ele permanece firme na fé e foi embaixador da Jornada Mundial da Juventude em 2016.

 

 

Cristiano Ronaldo, Portugal

O craque costuma rezar antes dos jogos, coleciona rosários enviados pelos fãs e, ao contrário de muitos jogadores, não faz tatuagens porque é um exímio doador de sangue.

 

 

Andres Iniesta, Espanha

Antes da Copa do Mundo de 2010, o meia prometeu que, se a sua equipe vencesse, ele faria uma peregrinação pelo Caminho de Santiago de Compostela.

 

 

Sergio Ramos, Espanha

O zagueiro e capitão da seleção espanhola tem uma tatuagem da Virgem Maria no braço esquerdo.

 

 

Gianluigi Buffon, Itália

O goleiro de 40 anos fez uma peregrinação a Medjugorje, na Bósnia, depois da Eurocopa 2012.

 

 

Radamel Falcao, Colômbia

O atacante é muito devoto, estuda a Bíblia e reza antes de cada jogo. Costuma envolver os companheiros nestes estudos.

 

 

Olivier Giroud, França

O atacante católico tem uma tatuagem do Salmo 23 (em latim): “O Senhor é meu pastor, nada me faltará”. Ele já disse várias vezes que religião lhe traz paz.

 

 

Vedran Corluka, Croácia

Fugindo de sua terra natal, a Bósnia, durante a guerra, o meia voltou ao seu país para ajudar a financiar e reconstruir a igreja da vila em que ele morava. Ele também usa uma pulseira com ícones católicos.

 

Edinson Cavani, Uruguai

Em uma entrevista, o atacante disse que se considera “um atleta de Cristo”. Ele explicou “Eu jogo para Ele, para dar-lhe glória, para agradecer a Ele por me dar a habilidade de jogar futebol”.

 

 

Fonte: Aleteia

 

 

 

 

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Hoje é festa de Santo Antônio de Pádua, o “santo de todo o mundo”

Hoje é festa de Santo Antônio de Pádua, o “santo de todo o mundo”

Em 13 de junho, a Igreja celebra a festa de um dos santos mais conhecidos e venerados no mundo, Santo Antônio de Pádua, também chamado Santo Antônio de Lisboa, cidade onde nasceu, e que segundo a tradição é invocado para encontrar objetos perdidos, o que se deve a um problema que teve com um noviço, e ainda como o santo casamenteiro, devido à ajuda dada a uma jovem pobre.

Foi declarado Doutor da Igreja por Pio XII em 1946, ficando conhecido como o “Doutor do Evangelho”.

 

Santo Antônio nasceu em Portugal em 1195 em uma família nobre. Desde criança, consagrou-se à Santíssima Virgem. Em sua juventude, foi atacado por paixões sensuais, mas com a ajuda de Deus as dominou, encontrando sua força nas visitas ao Santíssimo Sacramento.

Foi admitido nos franciscanos no início de 1221, participou em Assis do capítulo geral da ordem desse ano e, mais tarde, foi enviado para pregar em várias cidades, obtendo um grande êxito na conversão dos hereges.

Como as pessoas procuravam estar perto dele e alguns arrancavam pedaços de seu hábito, foi designado um grupo de homens para protegê-lo após os sermões. Às vezes, pregava em praças e mercados. Bastava sua presença para que os pecadores caíssem de joelhos a seus pés.

Mudou-se para Pádua, onde havia trabalhado anteriormente. Denunciou e combateu o vício da usura, mas gradualmente a saúde de Santo Antônio foi se deteriorando e se retirou para descansar na floresta. Sentindo que sua vida estava chegando ao fim, pediu para voltar para Pádua, mas só chegou aos limites da cidade.

Em 13 de junho de 1231, recebeu os últimos sacramentos, entoou um canto à Virgem e antes de partir para a Casa do Pai, disse sorrindo: “Vejo vindo Nosso Senhor”.

Foi canonizado pelo Papa Gregório IX, sem que tivesse transcorrido um ano de sua morte. E foi declarado Doutor da Igreja pelo Papa Pio XII.

 

Um homem desafiou Santo Antônio a provar que Jesus estava na Eucaristia e deixou sem comer por três dias sua mula. Levou o animal ao templo e mostrou-lhe um pasto fresco, mas a mula escolheu ir com o santo, que estava ao lado com uma hóstia consagrada, e ajoelhou-se.

Santo casamenteiro e dos objetos perdidos

 

Muitos fiéis recorrem a Santo Antônio quando querem encontrar um marido ou uma esposa. Segundo consta, o título de santo casamenteiro se deve a um episódio, no qual uma jovem pobre teria pedido a bênção do então Frei Antônio porque não conseguia realizar o casamento por causa da baixa condição financeira de sua família, a qual não teria dinheiro para pagar o dote, as vestimentas e o enxoval. O frei abençoou a moça e pediu que confiasse; passados alguns dias, a mulher recebeu tudo o que precisava e conseguiu se casar.

Além disso, o santo é invocado para encontrar objetos perdidos, talvez porque certo dia um noviço fugiu do convento com um saltério que ele usava. Santo Antônio orou para recuperar o seu livro e o noviço se viu diante de uma aparição terrível e ameaçadora que o obrigou a regressar e devolver o que roubou.

Diz-se também que em uma ocasião, enquanto orava, apareceu-lhe o menino Jesus e o santo segurou-o em seus braços e por esta razão, até hoje, é representado sustentando o menino Deus. Santo Antônio é patrono das mulheres estéreis, dos pobres, dos viajantes, dos pedreiros, dos padeiros, entre outros. Devido à sua caridade com os pobres, com frequência se representa Santo Antônio oferecendo pão a indigentes. Santo Antônio também é considerado um dos doutores da Igreja, sendo chamado de “Doutor do Evangelho”, pela riqueza da sua pregação.

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Papa: por que a inveja é um veneno mortal

Papa: por que a inveja é um veneno mortal

“Fiquem atentos, vocês, porque este comportamento destrói famílias, amizades, comunidades e até mesmo a sociedade”

 

“Pode acontecer que a forte inveja pela bondade ou pelas boas ações de alguém leve uma pessoa a acusar falsamente outra. Este é o verdadeiro veneno mortal: a malícia premeditada que destrói a boa fama do outro”.

Diante da Praça São Pedro completamente tomada por fiéis, romanos e turistas, o Papa Francisco fez a sua reflexão deste domingo (10/06) comentando o Evangelho de Marcos. Como explicou, a liturgia do dia apresenta dois tipos de incompreensão que Jesus enfrentou: a dos escribas e a de seus próprios familiares, uma “advertência para todos nós”.

“Deus nos liberte desta terrível tentação… e se examinando nossa consciência, percebermos que esta semente maligna esta germinando dentro de nós, corramos a confessá-lo no sacramento da Penitência, antes que cresça e produza efeitos ruins. Isso é incurável”.

Francisco recordou que os escribas eram homens instruídos na lei e nas Sagradas Escrituras e encarregados de explicá-las ao povo. Alguns deles foram enviados à Galileia, onde a fama de Jesus começava a se alastrar, “para desacreditá-lo, serem fofoqueiros e destruí-lo”.

“Estes escribas chegaram com uma acusação terrível. Diziam que Jesus estava possuído por Belzebu e que expulsava os demônios pelo príncipe dos demônios. Isto queria dizer mais ou menos ‘este homem é um endiabrado’. De fato, Jesus curava muitos doentes… mas queriam fazer crer que Ele o fazia com o Espírito de Satanás”.

Jesus não tolerou isso e reagiu com palavras fortes, pois os escribas, talvez sem se dar conta, estavam caindo no pecado mais grave: negar e blasfemar o Amor de Deus que existe e atua em Jesus.

“O pecado contra o Espírito Santo é o único pecado imperdoável, porque parte do fechamento do coração à misericórdia de Deus que age em Jesus”.

Acrescentando espontaneamente, o Papa exortou:

“Fiquem atentos, vocês, porque este comportamento destrói famílias, amizades, comunidades e até mesmo a sociedade”.

 

Em seguida, Francisco evidenciou outra incompreensão sofrida por Jesus: a de seus familiares, “que estavam preocupados porque a sua nova vida de itinerante lhes parecia uma loucura e ele não tinha nem tempo para comer”. Quando o procuram para levá-lo de volta a Nazaré, Jesus olha para as pessoas que estavam à sua volta e afirma: “Eis minha mãe e meus irmãos!”. “Aquele que faz a vontade de Deus é irmão, irmã e mãe para mim”.

“Jesus formou uma nova família, não mais baseada em relações naturais, mas na fé Nele, em seu amor que nos acolhe e nos une, no Espírito Santo. Todos aqueles que acolhem a palavra de Jesus são filhos de Deus e irmãos entre si”, destacou Francisco, segundo quem “aquela resposta de Jesus não foi uma falta de respeito por sua mãe e seus parentes; ao contrário. Para Maria, foi o maior reconhecimento, porque precisamente ela é a perfeita discípula que obedeceu totalmente à vontade de Deus”.

Fonte: Aleteia via Vatican News

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