Mês das festas juninas, Corpo de Deus e Sagrado Coração de Jesus

Mês das festas juninas, Corpo de Deus e Sagrado Coração de Jesus

Dia 04 de junho, festa litúrgica de Corpus Christh, isto é, do Corpo de Cristo. É tradição nesta festa levar Jesus Sacramentado, em procissão pelas ruas de nossas cidades. É um momento forte de adoração pública de Jesus. Em muitos lugares as ruas são enfeitadas com tapetes coloridos para manifestar o carinho a Jesus; e também uma expressão cultural.

Dia 13 de junho, celebramos Santo Antônio. Santo Franciscano, que viveu na idade média. É chamado de: Santo Antônio de Pádua, ou de Lisboa, porque nasceu em Lisboa e mais tarde foi para a Itália, Pádua. É conhecido como Santo casamenteiro, ou intercessor pelas coisas perdidas. Tudo isso faz sentido na devoção popular, mas Santo Antônio foi um grande pregador do evangelho. Tinha um grande conhecimento das sagradas Escrituras. Pregava por palavra e vida.

Dia 24 de junho celebramos São João Batista. São João Batista teve a missão de preparar a chegada de jesus, o caminho de Jesus. Ele pregou um batismo de conversão dos pecados, batizou o próprio autor do batismo. Há muitas festas folclóricas em homenagem a São João, quadrilhas, danças, fogueiras, etc.

Dia 29 de junho Celebramos São Pedro e São Paulo. Pedro o Primeiro Papa, aquele que Jesus chamou de Pedra, pela qual fundou a Igreja. São Paulo foi um perseguidor dos cristãos, mudou de vida se encontrou com Jesus e passa a ser um grande missionário. Escreveu muitas cartas, reflexos de suas viagens missionárias.

Na segunda sexta-feira do mês, celebramos a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus. O Coração de Jesus é o centro da vida cristã. Com essa devoção, nasceu um movimento na Igreja chamado: Apostolado da Oração. Como o nome já diz: “Apóstolos da oração”. Tem também como missão rezar pelas vocações na Igreja, também visitam os doentes e tantos outros trabalhos apostólicos.

Pe. Frei Gentil de Lima Branco
Pároco e Reitor do Santuário

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Retiro Mundial de Sacerdotes reflete sobre nova evangelização

Retiro Mundial de Sacerdotes reflete sobre nova evangelização

Foto retiro Sacerdotes“Chamados à santidade para a nova evangelização”. Este será o tema do 3º Retiro Mundial de Sacerdotes, organizado pelo Serviço Internacional da Renovação Carismática Católica (ICCRS) e pela Fraternidade Católica (Catholic Fraternity), a ser realizado de 10 a 14 de junho, na Basílica São João de Latrão, em Roma. Durante o evento, o papa Francisco falará aos sacerdotes sobre o poder transformador do amor. São esperados mais de 900 participantes entre cardeais, arcebispos, bispos, sacerdotes e diáconos, oriundos de 90 países. Participarão cerca de 160 sacerdotes de 25 países africanos e outros 60 padres asiáticos. Os demais são provenientes das Américas, Europa e Oceania.

As reflexões serão guiadas pela exortação apostólica do papa Francisco, Evangelii Gaudium, e terão como tema: “Reunidos”, “Reconciliados”, “Transformados”, “Fortalecidos” e “Enviados” para a nova evangelização.

Programação

No dia 10, a missa de abertura será presidida pelo presidente do Pontifício Conselho para os Leigos, cardeal Stanislaw Rylko, e tratará do tema “Reunidos”.

Também no primeiro dia, o pregador da Casa Pontifícia, frei Raniero Cantalamessa, será o responsável pela reflexão do tema principal do retiro, “Chamados à santidade para a nova evangelização”.

No segundo dia, o presidente do Pontifício Conselho para a Justiça e a Paz, cardeal Peter Turkson, presidirá a missa e a reflexão sobre “Reconciliados com Deus”, enquanto no período da tarde será discutido “O preço da reconciliação”, sob orientação do padre Livio Tacchini. Em seguida, haverá o testemunho do arcebispo Georges Bacouni, da Igreja Greco-Católica Melquita da Galileia, e um momento de reconciliação dirigido pelo padre Daniel Ange.

Para falar sobre “Transformados”, no dia 12, o padre fundador da comunidade Canção Nova, monsenhor Jonas Abib, falará a partir da reflexão “Deixa que o amor de Deus nos transforme”. O momento da adoração eucarística e oração de cura interior serão conduzidos pela irmã Briege McKenna e pelo padre Kevin Scallon.

Também no dia 12 está previsto um dos momentos mais aguardados, o encontro com o papa Francisco, que conduzirá a meditação sobre o tema “Transformados pelo o amor e para o amor”. O pontífice terá um momento de diálogo com o clero e em seguida celebrará a missa com o envio dos missionários participantes.

O terceiro dia do retiro dará vez à palavra “Fortalecidos”, a partir da reflexão do frei Raniero Cantalamessa, “Fortalecidos para serem mais plenamente discípulos missionários”. Em seguida, haverá missa presidida pelo prefeito da Congregação para o Clero, cardeal Beniamino Stella. À tarde, o bispo de Marajó, no Pará, dom José Luis Azcona Hermoso, dará testemunho após a reflexão de dom Joseph Malagrega, “Viver o sacerdócio no poder do Espírito Santo”. A oração por uma nova efusão do Espírito Santo, com Patti Gallager Mansfiels e dom Antonio Taveria, concluirá as atividades do dia.

O evento terminará com celebração  eucarística, presidida pelo vigário da diocese de Roma, cardeal Agostino Vallini.

Fonte: CNBB

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Nova Encíclica do Papa sobre ecologia será publicada no dia 18

Nova Encíclica do Papa sobre ecologia será publicada no dia 18

ecoA Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou na quinta-feira (04/06) que a data da publicação da próxima Encíclica de Francisco sobre a ecologia será no dia 18 de junho. Proximamente, a Sala de Imprensa informará a modalidade com a qual a Encíclica será apresentada ao público e o título oficial do documento.

Antes da Semana Santa, no início de abril, o Papa Francisco reduziu seu ritmo de trabalho para se dedicar à revisão da última versão de sua Encíclica. O documento vai abordar as questões do cuidado com a Criação, da ecologia humana e da proteção do meio ambiente.

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No dia 15 de janeiro, no voo de volta do Sri Lanka e Filipinas, o Pontífice anunciou aos jornalistas que o acompanhavam que dedicaria a última semana de março a este importante documento: “Se tudo der certo, a Encíclica poderá ser publicada em junho ou julho. O importante é que haja tempo entre a publicação e a Cúpula de Paris, em dezembro, para que possam ocorrer contribuições”, explicou.

“É preciso cuidar da Terra para evitar sua autodestruição”, disse Francisco à comunidade internacional em novembro de 2014, durante a II Conferência sobre Nutrição da FAO, realizada em Roma. Em tuíte publicado sobre o tema, denunciou que “a questão ecológica é vital para a sobrevivência dos seres humanos e tem uma dimensão moral que atinge a todos”.

Esta será a primeira Encíclica a ser escrita exclusivamente pelo Papa Francisco, pois a primeira (“Lumen Fidei”, ou “Luz da Fé”), havia sido preparada por Bento XVI, antes de renunciar em 2013, e redigida a quatro mãos.
Fonte: Rádio Vaticano

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História da Solenidade de Corpus Christi

História da Solenidade de Corpus Christi

Corpus-Christi-02No final do século XIII surgiu em Lieja, Bélgica, um Movimento Eucarístico cujo centro foi a Abadia de Cornillon fundada em 1124 pelo Bispo Albero de Lieja. Este movimento deu origem a vários costumes eucarísticos, como por exemplo a Exposição e Bênção do Santíssimo Sacramento, o uso dos sinos durante a elevação na Missa e a festa do Corpus Christi.

Santa Juliana de Mont Cornillon, naquela época priora da Abadia, foi a enviada de Deus apra propiciar esta Festa. A santa nasceu em Retines perto de Liège, Bélgica em 1193. Ficou órfã muito pequena e foi educada pelas freiras Agostinas em Mont Cornillon. Quando cresceu, fez sua profissão religiosa e mais tarde foi superiora de sua comunidade. Morreu em 5 de abril de 1258, na casa das monjas Cistercienses em Fosses e foi enterrada em Villiers.

Desde jovem, Santa Juliana teve uma grande veneração ao Santíssimo Sacramento. E sempre esperava que se tivesse uma festa especial em sua honra. Este desejo se diz ter intensificado por uma visão que teve da Igreja sob a aparêncai de lua cheia com uma mancha negra, que significada a ausência dessa solenidade.

Juliana comunicou estas aparições a Dom Roberto de Thorete, o então bispo de Lieja, também ao douto Dominico Hugh, mais tarde cardeal legado dos Países Baixos e Jacques Pantaleón, nessa época arquidiácolo de Lieja, mais tarde o Papa Urbano IV.

O bispo Roberto focou impressionado e, como nesse tempo os bispos tinham o direito de ordenar festas para suas dioceses, invocou um sínodo em 1246 e ordenou que a celebração fosse feita no ano seguinte, ao mesmo tempo o Papa ordenou, que um monge de nome João escrevesse o ofócio para essa ocasão. O decreto está preservado em Binterim (Denkwürdigkeiten, V.I. 276), junto com algumas partes do ofício.

Dom Roberto não viveu para ser a realização de sua ordem, já que morreu em 16 de outubro de 1246, mas a festa foi celebrada pela primeira vez no ano seguinte a quinta-feira posterior à festa da Santíssima Trindade. Mais tarde um bispo alemão conheceu os costume e a o estendeu por toda a atual Alemanha.

O Papa Urbano IV, naquela época, tinha a corte em Orvieto, um pouco ao norte de Roma. Muito perto desta localidade está Bolsena, onde em 1263 ou 1264 aconteceu o Milagre de Bolsena: um sacerdote que celebrava a Santa Missa teve dúvidas de que a Consagração fosse algo real., no momento de partir a Sagrada Forma, viu sair dela sangue do qual foi se empapando em seguida o corporal. A venerada relíquia foi levada em procissão a Orvieto em 19 junho de 1264. Hoje se conservam os corporais -onde se apóia o cálice e a patena durante a Missa- em Orvieto, e também se pode ver a pedra do altar em Bolsena, manchada de sangue.

O Santo Padre movido pelo prodígio, e a petição de vários bispos, faz com que se estenda a festa do Corpus Christi a toda a Igreja por meio da bula “Transiturus” de 8 setembro do mesmo ano, fixando-a para a quinta-feira depois da oitava de Pentecostes e outorgando muitas indulgências a todos que asistirem a Santa Missa e o ofício.

Em seguida, segundo alguns biógrafos, o Papa Urbano IV encarregou um ofício -a liturgia das horas- a São Boa-ventura e a Santo Tomás de Aquino; quando o Pontífice começou a ler em voz alta o ofício feito por Santo Tomás, São Boa-ventura foi rasgando o seu em pedaços.

A morte do Papa Urbano IV (em 2 de outubro de 1264), um pouco depois da publicação do decreto, prejudicou a difusão da festa. Mas o Papa Clemente V tomou o assunto em suas mãos e, no concílio geral de Viena (1311), ordenou mais uma vez a adoção desta festa. Em 1317 é promulgada uma recopilação de leis -por João XXII- e assim a festa é estendida a toda a Igreja.

Nenhum dos decretos fala da procissão com o Santíssimo como um aspecto da celebração. Porém estas procissões foram dotadas de indulgências pelos Papas Martinho V e Eugênio IV, e se fizeram bastante comuns a partir do século XIV.

A festa foi aceita em Cologne em 1306; em Worms a adoptaram em 1315; em Strasburg em 1316. Na Inglaterra foi introduzida da Bélgica entre 1320 e 1325. Nos Estados Unidos e nos outros países a solenidade era celebrada no domingo depois do domingo da Santíssima Trindade.

Na Igreja grega a festa de Corpus Christi é conhecida nos calendários dos sírios, armênios, coptos, melquitas e os rutínios da Galícia, Calábria e Sicília.

Finalmente, o Concílio de Trento declara que muito piedosa e religiosamente foi introduzida na Igreja de Deus o costume, que todos os anos, determinado dia festivo, seja celebrado este excelso e venerável sacramento com singular veneração e solenidade; e reverente e honorificamente seja levado em procissão pelas ruas e lugares públicos. Nisto os cristãos expressam sua gratidão e memória por tão inefável e verdadeiramente divino benefício, pelo qual se faz novamente presente a vitória e triunfo sobre a morte e ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Fonte: ACI Digital

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