Como na Copa, na sociedade é preciso ter fidelidade nos objetivos, afirma Bispo

Como na Copa, na sociedade é preciso ter fidelidade nos objetivos, afirma Bispo

Em época de Copa do Mundo, quando muitos param para acompanhar a competição, o Arcebispo de Uberaba (MG), Dom Paulo Mendes Peixoto, recordou que assim como no Mundial é preciso ter fidelidade nos objetivos na sociedade, sobretudo nas eleições.

Dom Paulo observou como, “para ver o Brasil jogar tudo para, as pessoas torcem, vibram, às vezes ficam decepcionadas, falam mal, mas tudo é festa”. E, nesse contexto, “até os problemas e os políticos do país ficam de lado”.

Entretanto, questiona-se: “o futebol vai mudar o Brasil, alguma coisa nova deverá acontecer?”. “Pelo que vemos tudo não passa de competição, de euforia sem melhorar as condições de vida das pessoas”.

Em relação ao Brasil, o Prelado indicou que “o brasileiro vive incomodado com o estado das coisas no país”. “Existem muitas formas de infidelidade, de práticas imorais na administração pública causando prejuízo para a coletividade, legando um mundo que dificulta a vivência das pessoas”, assinalou.

“Mas – ressaltou – tudo pode ser diferente a partir da retomada de objetivos na construção do Estado Brasileiro”.

Segundo Dom Paulo, “no entender das Palavras de Jesus Cristo, vence quem joga com determinação e com esperança de conseguir vencer”. Nesse sentido, recordou que no “itinerário do Reino de Deus” uma “Boa Nova” é construída “com compromisso de fidelidade voltada para os seus objetivos”.

“É um caminho de libertação onde a alegria da vitória não é superficial e sem consequências positivas para a estabilidade da comunidade”, acrescentou.

No entanto, lembrou que “não é possível conseguir vitória sem sacrifício, seja no jogo de futebol, como também em qualquer outro tipo de enfrentamento”.

Além disso, indicou ser “interessante” que “as grandes conquistas podem vir de ‘fracos’ pequenos e simples”, como mostra Jesus, “Filho de Carpinteiro, da classe pobre, sem influência, mas dotado de postura, de determinação e consciente de sua missão”.

“Isso pode ser importante na vida de um jogador da Copa, porque joga com garra, mas também sabe sofrer numa possível derrota”, assinalou.

Por fim, o Arcebispo expressou que “é possível conquistar a vitória”. Porém, no Brasil, “muita coisa está por ser feita”.

“Podemos construir um país melhor, sem tanta pobreza e menos violência. Mas temos que atuar nos momentos de decisão. Um deles é o voto consciente, com nossas mentes fixadas na esperança. Nem tudo está perdido e muito progresso ainda pode acontecer”, completou.

Fonte: ACI Digital

O poderoso significado da medalha de São Bento

O poderoso significado da medalha de São Bento

O significado da medalha, as graças que você pode alcançar e uma poderosa oração a São Bento

 

A medalha de São Bento não é um “amuleto da sorte”. Trata-se de um sacramental, isto é, um sinal visível de nossa fé.

 

O uso habitual da medalha tem por efeito colocar-nos sob a especial proteção de São Bento, principalmente quando se tem confiança nos méritos de tão grande Santo e nas grandes virtudes da Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo! São numerosos os fatos maravilhosos atribuídos à esta medalha. Ela nos assegura poderoso socorro contra as ciladas do demônio e também para alcançar graças espirituais, como conversão, vitória contra as tentações, inimizades etc.

Contudo, a medalha não age automaticamente contra as adversidades, como se fosse um talismã ou vara mágica.

Todo cristão, a exemplo de Jesus Cristo, deve carregar a sua cruz. Pois é necessário que nossas faltas sejam expiadas; nossa fé seja ; provada; e nossa caridade purificada, para que aumentem nossos méritos.

O símbolo da nossa redenção, a cruz, gravada na medalha não tem por fim nos livrar da prova; no entanto, a virtude da cruz de Jesus e a intercessão de São Bento produzirão efeitos salutares em muitas circunstâncias, a medalha concede, também, graças especiais para hora da morte, pois, São Bento com São José são padroeiros da boa morte.

Para se ficar livre das ciladas do demônio é preciso, acima de tudo, estar na graça e amizade com Deus. Portanto, é preciso servi-lo e amá-lo, cumprindo, todos os deveres religiosos: Oração, Missa dominical, recepção dos Sacramentos, cumprimento dos deveres de justiça; em uma palavra, cumprimento de todos os mandamentos da lei de Deus e da Igreja. Nem o demônio, nem alguma criatura, tem o poder de prejudicar verdadeiramente uma alma unida a Deus.

Em resumo, o efeito da medalha de São Bento depende em grande parte das disposições da pessoa para com Deus e da observância dos requisitos acima mencionados.

Numerosos são os benefícios atribuídos ao crucifixo de São Bento; de fato, se usado com fé e com o Patrocínio do Santo; protege:

Das epidemias;
Dos venenos;
De alguns tipos de doenças especiais;
Dos malefícios;
Dos perigos espirituais e materiais que possam causar o Demônio;
A Santa Sé a enriqueceu com numerosas indulgências: indulgência plenária em ponto de morte; indulgência parcial.

Significado da medalha

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Na frente da medalha são apresentados uma cruz e entre seus braços estão gravadas as letras C S P B, cujo significado é, do latim: Cruz Sancti Patris Benedicti – “Cruz do Santo Pai Bento”.

Na haste vertical da cruz lêem-se as iniciais C S S M L: Crux Sacra Sit Mihi Lux – “A cruz sagrada seja minha luz”.

Na haste horizontal lêem-se as iniciais N D S M D: Non Draco Sit Mihi Dux – “Não seja o dragão meu guia”.

No alto da cruz está gravada a palavra PAX (“Paz”), que é lema da Ordem de São Bento. Às vezes, PAX é substituído pelo monograma de Cristo: I H S.

A partir da direita de PAX estão as iniciais: V R S N S M V: Vade Retro Sátana Nunquam Suade Mihi Vana – “Retira-te, satanás, nunca me aconselhes coisas vãs!” e S M Q L I V B: Sunt Mala Quae Libas Ipse Venena Bibas – “É mau o que me ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos!”.

Nas costas da medalha está São Bento, segurando na mão esquerda o livro da Regra que escreveu para os monges e, na outra mão, a cruz. Ao redor do Santo lê-se a seguinte jaculatória ou prece: EIUS – IN – OBITU – NRO – PRAESENTIA – MUNIAMUR – “Sejamos confortados pela presença de São Bento na hora de nossa morte”.

É representado também a imagem de um cálice do qual sai uma serpente e um corvo com um pedaço de pão no bico, lembrando as duas tentativas de envenenamento, das quais São Bento saiu, milagrosamente, ileso.

Oração para alcançar alguma graça

Ó glorioso Patriarca São Bento, que vos mostrastes sempre compassivo com os necessitados, fazei que também nós, recorrendo à vossa poderosa intercessão, obtenhamos auxílio em todas as nossas aflições, que nas famílias reine a paz e a tranquilidade; que se afastem de nós todas as desgraças tanto corporais como espirituais, especialmente o mal do pecado. Alcançai do Senhor a graça … que vos suplicamos, finalmente, vos pedimos que ao término de nossa vida terrestre possamos ir louvar a Deus convosco no Paraíso. Amém.

 

Fonte: Aleteia via Mosteiro de São Bento e São Miguel Arcanjo

Dia do papa: como celebrar

Dia do papa: como celebrar

O líder da Igreja Católica é o Papa. Segundo a tradição bíblica, o primeiro a exercer essa função foi instituído pelo próprio Jesus, quando disse ao apóstolo Pedro: “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” (Mt 16,18). O pescador ancião aceitou o desígnio de Deus, e tornou-se chefe da Igreja de Cristo. É certamente por esse motivo que a Igreja escolheu o dia da memória litúrgica de São Pedro, 29 de junho, para celebrar o dia do Papa. Juntamente comemora-se a memória de são Paulo, sendo a celebração, a solenidade das duas colunas da Igreja primitiva: Pedro e Paulo.

Como Francisco gostaria que celebrássemos esse dia?

O atual sucessor de Pedro, o Papa Francisco, iniciou seu pontificado em 2013. Por sua vez, desde então, tem se revelado ao mundo como um líder humilde, predisposto à caridade e de muita espiritualidade.
Se tivéssemos a oportunidade de perguntar diretamente a Francisco – “Santidade, como devemos celebrar o dia do Papa?” – não é difícil de imaginar sua resposta: “Celebre esse dia com oração por vosso Papa e com a prática de obras de misericórdia”. Podemos concluir essa resposta por dois motivos.

Primeiramente, porque já na sua primeira aparição pública ao ser eleito chefe da Igreja, o Papa Francisco fez um apelo a todos que lhe ouviam. Antes de proferir a Bênção Apostólica Urbi Et Orbi, a bênção para a cidade de Roma e para o mundo, ele pediu que todos rezassem por ele. E seguidamente ao longo do seu pontificado, sempre que encontra uma oportunidade, pede que rezemos por ele.

Depois, por seu testemunho de humildade e caridade fraterna para com os necessitados. São frequentes as notícias de que o Papa se encontrou com os mais pobres ou motivou alguma obra caritativa. Certa vez, abriu as portas da Capela Sistina aos pobres da região. Ao completar 80 anos de vida, foi junto de um grupo de moradores de rua que se reuniu para comemorar seu aniversário, e assim ofereceu um dia especial para aquelas pessoas. E em Roma ele mandou instalar chuveiros, alguns banheiros, uma barbearia e até uma lavanderia para os mais carentes. A distribuição de alimentos também é uma prática constante do pontífice argentino.

O que podemos fazer concretamente?

Você pode organizar na sua paróquia um momento especial de oração pelo Papa Francisco. Pode ser a oração do terço, celebrar esta solenidade em ação de graças pelo seu pontificado, ou convidar os fiéis para um momento de adoração diante do Santíssimo Sacramento, pedindo que o Papa seja sempre a luz de Deus para a sua Igreja.
Para a prática de obras de misericórdia, a comunidade pode arrecadar alimentos ou roupas que podem ser destinados a entidades beneficentes ou às famílias mais carentes da paróquia. No momento da distribuição dos donativos, instrua aos que farão esta tarefa a pedirem àqueles que agradecerem por esse gesto que rezarem uma prece pelo Papa.

Diante das atitudes do Papa Francisco certamente o presente mais valiosos que podemos oferecer a ele neste dia é a nossa oração. E a homenagem que mais lhe agrada, sem dúvida, é a realização de uma obra de misericórdia em favor dos necessitados.

Que tal motivar ainda mais pessoas a celebrar esse dia tão especial?
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7 chaves para entender por que São Pedro e São Paulo são celebrados juntos

7 chaves para entender por que São Pedro e São Paulo são celebrados juntos

Hoje, 29 de junho, a Igreja celebra a Solenidade de São Pedro e São Paulo, entretanto, há algumas dúvidas sobre as verdadeiras razões do motivo da festa de ambos os apóstolos ser celebrada no mesmo dia.

A seguir, 7 chaves que permitem entender isso:

1. Santo Agostinho de Hipona expressou que eram “um só”

Em um sermão do ano 395, o Doutor da Igreja, Santo Agostinho de Hipona, expressou que São Pedro e São Paulo, “na realidade, eram como um só. Embora tenham sido martirizados em dias diferentes, deram o mesmo testemunho. Pedro foi à frente; Paulo o seguiu. Celebramos o dia festivo consagrado para nós pelo sangue dos apóstolos. Amemos a fé, a vida, os trabalhos, os sofrimentos, os testemunhos e as pregações destes dois apóstolos”.

2. Ambos padeceram em Roma

Foram detidos na prisão Mamertina, também chamada Tullianum, localizada no foro romano na Roma Antiga. Além disso, foram martirizados nessa mesma cidade, possivelmente por ordem do imperador Nero.

São Paulo foi preso e levado a Roma, onde foi decapitado no ano 67. Está enterrado em Roma, na Basílica de São Paulo Extramuros.

3. São fundadores da Igreja de Roma

Na homilia de 2012 na Solenidade de São Pedro e São Paulo, o Papa Bento XVI assegurou que “a sua ligação como irmãos na fé adquiriu um significado particular em Roma. De fato, a comunidade cristã desta Cidade viu neles uma espécie de antítese dos mitológicos Rómulo e Remo, o par de irmãos a quem se atribui a fundação de Roma”.

4. São padroeiros de Roma e representantes do Evangelho

Na mesma homilia, o Santo Padre chamou esses dois apóstolos de “padroeiros principais da Igreja de Roma”.

“Desde sempre a tradição cristã tem considerado São Pedro e São Paulo inseparáveis: na verdade, juntos, representam todo o Evangelho de Cristo”, detalhou.

5. São a versão contrária de Caim e Abel

O Santo Padre também apresentou um paralelismo oposto com a irmandade apresentada no Antigo Testamento entre Caim e Abel.

“Enquanto nestes vemos o efeito do pecado pelo qual Caim mata Abel, Pedro e Paulo, apesar de ser humanamente bastante diferentes e não obstante os conflitos que não faltaram no seu mútuo relacionamento, realizaram um modo novo e autenticamente evangélico de ser irmãos, tornado possível precisamente pela graça do Evangelho de Cristo que neles operava”, relatou o Santo Padre Bento XVI.

6. Porque Pedro é a “rocha”

Esta celebração recorda que São Pedro foi escolhido por Cristo – “tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” – e humildemente aceitou a missão de ser “a rocha” da Igreja e apascentar o rebanho de Deus, apesar de suas fragilidades humanas.

Os Atos dos Apóstolos ilustram seu papel como líder da Igreja depois da Ressurreição e Ascenção de Cristo. Pedro dirigiu os apóstolos como o primeiro Papa e assegurou que os discípulos mantivessem a verdadeira fé.

Como explicou em sua homilia o Sumo Pontífice Bento XVI, “na passagem do Evangelho de São Mateus (…), Pedro faz a sua confissão de fé em Jesus, reconhecendo-O como Messias e Filho de Deus; fá-lo também em nome dos outros apóstolos. Em resposta, o Senhor revela-lhe a missão que pretende confiar-lhe, ou seja, a de ser a ‘pedra’, a ‘rocha’, o fundamento visível sobre o qual está construído todo o edifício espiritual da Igreja”.

7. São Paulo também é coluna do edifício espiritual da Igreja

São Paulo foi o apóstolo dos gentios. Antes de sua conversão, era chamado Saulo, mas depois de seu encontro com Cristo e conversão, continuou seguindo para Damasco, onde foi batizado e recuperou a visão. Adotou o nome de Paulo e passou o resto de sua vida pregando o Evangelho sem descanso às nações do mundo mediterrâneo.

“A iconografia tradicional apresenta São Paulo com a espada, e sabemos que esta representa o instrumento do seu martírio. Mas, repassando os escritos do Apóstolo dos Gentios, descobrimos que a imagem da espada se refere a toda a sua missão de evangelizador. Por exemplo, quando já sentia aproximar-se a morte, escreve a Timóteo: ‘Combati o bom combate’ (2Tm 4,7); aqui não se trata seguramente do combate de um comandante, mas daquele de um arauto da Palavra de Deus, fiel a Cristo e à sua Igreja, por quem se consumou totalmente. Por isso mesmo, o Senhor lhe deu a coroa de glória e colocou-o, juntamente com Pedro, como coluna no edifício espiritual da Igreja”, expressou Bento XVI em sua homilia.

Fonte: ACI Digital

Hoje é celebrada Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Hoje é celebrada Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Neste dia 27 de junho é celebrada a Festa de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, padroeira dos Padres Redentoristas e cujo ícone original está no altar principal da Igreja de Santo Afonso, em Roma.

Esta imagem recorda o cuidado da Virgem por Jesus, desde a concepção até a morte, e que hoje continua a proteger os seus filhos que recorrem a Ela.

Diz-se que no século XV, um comerciante rico do Mar Mediterrâneo tinha a pintura do Perpétuo Socorro, embora se desconheça como chegou a suas mãos. Para proteger o quadro de ser destruído, decidiu levá-lo para a Itália e na travessia aconteceu uma terrível tempestade.

O comerciante pegou o quadro, pediu socorro e o mar se acalmou. Estando já em Roma, ele tinha um amigo, a quem mostrou o quadro e lhe disse que um dia todo o mundo renderia homenagem a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

Depois de um tempo, o comerciante ficou doente e, antes de morrer, fez seu amigo prometer que colocaria a pintura em uma igreja ilustre. No entanto, a esposa do amigo se encantou com a imagem e ele não concretizou a promessa.

Nossa Senhora apareceu ao homem em várias ocasiões pedindo-lhe que cumprisse a promessa, mas por não querer desagradar sua esposa, ficou doente e morreu. Mais tarde, a Virgem falou com a filha de seis anos e lhe deu a mesma mensagem de que desejava que o quadro fosse colocado em uma igreja. A pequena foi e contou à sua mãe.

A mãe se assustou e a uma vizinha que zombou do ocorrido surgiram dores tão fortes que só aliviaram quando invocou arrependida a ajuda da Virgem e tocou o quadro.

Nossa Senhora apareceu novamente para a menina e lhe disse que a pintura devia ser colocada na igreja de São Mateus, que estava entre as basílicas de Santa Maria Maior e São João de Latrão. Finalmente, assim foi feito e se realizaram grandes milagres.

Séculos depois, Napoleão destruiu muitas igrejas, incluindo a de São Mateus, mas um padre agostiniano conseguiu secretamente tirar o quadro e, mais tarde, a pintura foi colocada em uma capela agostiniana em Posterula.

Os Redentoristas construíram a Igreja de Santo Afonso sobre as ruínas da Igreja de São Mateus e, em suas investigações, descobriram que antes havia ali o milagroso quadro do Perpétuo Socorro e que estava com os Agostinianos, graças a um sacerdote jesuíta que conhecia o desejo da Virgem de ser honrada nesse lugar.

Assim, o superior dos Redentoristas solicitou ao Beato Pio IX, que ordenou que a pintura fosse devolvida à Igreja entre Santa Maria Maior e São João de Latrão. Do mesmo modo, encarregou os Redentoristas de fazer com que Nossa Senhora do Perpétuo Socorro fosse conhecida.

Os Agostinianos, uma vez que souberam da história e do desejo do Papa, de bom grado devolveram a imagem mariana para agradar a Virgem.

Hoje em dia, a devoção a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro tem se expandido por vários lugares, construindo-se igrejas e santuários em sua honra. Seu retrato é conhecido e reverenciado em todo o mundo.

Fonte: ACI Digital

Adoção: a fecundidade do casal para além dos aspectos biológicos

Adoção: a fecundidade do casal para além dos aspectos biológicos

A paternidade e a maternidade vão muito além do conceber e gerar biologicamente um filho. No entanto, essa compreensão nem sempre é alcançada pelas famílias. Ou por já terem gerado ou por passarem pela angústia da infertilidade, muitos casais não chegam a considerar a possibilidade da adoção como uma experiência real para si.

Para além dos aspectos biológicos, adotar é gerar um filho primeiramente na própria alma. É conceber a partir da compaixão pelo outro (a criança adotada), correspondendo o movimento próprio do amor conjugal: a abertura à vida! Sabiamente, São João Paulo II expressou: “Adotar crianças, sentindo-as e tratando-as como verdadeiros filhos, significa reconhecer que as relações entre pais e filhos não se medem somente pelos parâmetros genéticos” (Discurso aos participantes no Encontro Jubilar das Famílias Adotivas promovido pelas Missionárias da Caridade em 05 de setembro de 2000).

Na mesma ocasião o Papa mencionou que na adoção “há uma ‘geração’ que vem através do acolhimento, da atenção, da dedicação”. E que “a relação que daí brota é tão íntima e duradoura, que de maneira nenhuma é inferior à que se funda na pertença biológica”.

Adotar é também uma obra de misericórdia

O Catecismo da Igreja Católica, falando diretamente aos casais que não conseguem ter filhos biológicos, aconselha: “Os esposos a quem Deus não concedeu ter filhos podem, no entanto, ter uma vida conjugal cheia de sentido, humana e cristãmente. Seu Matrimônio pode irradiar uma fecundidade de caridade, acolhimento e sacrifício” (CIC n. 1654).

A adoção responde a pelo menos três ações práticas de obras de misericórdia indicadas pela Igreja: Dar de comer a quem tem fome; dar de beber a quem tem sede; e vestir os nus. “O verdadeiro amor paterno e materno sabe ir além dos laços da carne e do sangue para acolher também crianças de outras famílias, oferecendo-lhes quanto seja necessário para a sua vida e o seu pleno desenvolvimento”, mais uma vez atestou João Paulo II (Encíclica Evangelium Vitae, 93).

Um importante documento que tem orientado os cristãos católicos em diversos âmbitos, reforça: “O amor fraterno se expressa de mil maneiras, mas a adoção é um gesto de profundo humanismo, sensibilidade, coragem e, portanto, uma alta forma de caridade, um gesto de fineza e profundidade humanitária” (Artigo “Família e Questões Relevantes” no Documento de Aparecida).

Os dados da adoção no Brasil

Estima-se que em todo o país há cerca de 8.700 crianças e adolescentes disponíveis para a adoção, e mais de 43 mil famílias cadastradas para adotar. Os dados são do Cadastro Nacional de Adoção (CNA), divulgados no mês de maio de 2018.

O CNA aponta que nos últimos 10 anos mais de 9 mil adoções foram realizadas no Brasil, e que neste ano, entre janeiro e maio, 420 crianças ganharam o direito de entrar para uma família.

O Estado com maior número de adoções é o Paraná (desde 2016) com 125 adoções de janeiro a maio de 2018, seguido do Estado de São Paulo, em segundo lugar no ranking com 69 crianças adotadas no mesmo período.

Quero adotar. O que devo fazer?

O processo de adoção ganhou agilidade desde 2008 quando o Conselho Nacional de Justiça lançou o Cadastro Nacional de Adoção (CNA), uma ferramenta digital que auxilia os juízes das Varas da Infância e da Juventude na condução dos procedimentos dos processos de adoção em todo o Brasil. Cinco minutos é o tempo necessário para que os magistrados realizem o cadastro de crianças para adoção bem como de familiares adotantes.

No entanto, o processo de adoção segue alguns passos:

1) Procure a Vara de Infância e Juventude do seu município. Lá você terá o conhecimento da documentação necessária para abrir um processo de adoção. Inicialmente leve consigo seus documentos pessoais (RG, CPF) e um comprovante de residência;

2)  Com a ajuda de um defensor público ou de um advogado particular, você terá que preencher uma petição para dar início ao processo;

3)  Na terceira etapa, o casal, obrigatoriamente, deve fazer um curso de preparação psicossocial e jurídica para adoção. Após o término do curso, os futuros pais serão submetidos à avaliação psicossocial com entrevistas e visitas domiciliar. Nessa fase, você pode escolher o perfil de crianças que pretende adotar (sexo, faixa etária, com ou sem irmãos, estado de saúde, etc). O resultado dessas avaliações será encaminhado ao Ministério Público e ao juiz da Vara de Infância;

4)  A partir do laudo da equipe técnica da Vara e do parecer emitido pelo Ministério Público, o juiz dará a sentença. Se o seu pedido for acolhido, seu nome será inserido nos cadastros (estadual e nacional), válidos por dois anos em todo o país. Isso significa que, a qualquer momento, você conhecerá seu filho. O tempo de espera depende muito do perfil de criança escolhido;

5)  A Vara de Infância entra em contato com a família candidata à adoção assim que surgir uma criança com as características predeterminadas. Primeiramente é apresentado ao casal o histórico de vida da criança. Havendo interesse, é agendado um encontro para que todos se conheçam. Depois do encontro, a criança é entrevistada (se for capaz de responder, devido a idade) para dizer se quer ou não conhecer melhor a família.

6) Caso a criança aceite, inicia-se o “estágio de convivência” com visitas monitoradas, visita ao abrigo onde ela mora e pequenos passeios para que possam interagir e criar uma proximidade.

7)  Com uma relação estabelecida positivamente entre a criança e os pretendentes da adoção, inicia-se o processo de guarda provisória, que terá validade até a conclusão da ação. A criança passa a morar com seus pais adotivos enquanto que uma equipe técnica continua monitorando a nova família com visitas periódicas.

8)  Após uma avaliação conclusiva, o juiz profere a sentença de adoção. Um novo registro de nascimento da criança é feito, contendo o sobrenome da família. O filho adotivo passa a ter os mesmo direitos de um filho biológico.

“As famílias cristãs saberão viver uma maior disponibilidade em favor da adoção e do acolhimento de órfãos ou abandonados: enquanto estas crianças, encontrando o calor afetivo de uma família, podem fazer uma experiência da carinhosa paternidade de Deus, testemunhada pelos pais cristãos, e assim crescer com serenidade e confiança na vida, a família inteira enriquecer-se-á dos valores espirituais de uma mais ampla fraternidade”. (João Paulo II. Familiaris Consortio, 41)

5 dicas dos pais de Santa Terezinha de Lisieux para criar bons filhos!

5 dicas dos pais de Santa Terezinha de Lisieux para criar bons filhos!

Sim, eles foram santos e criaram santos, mas as suas técnicas eram incrivelmente simples, práticas e imitáveis

Seus filhos são difíceis de disciplinar? Eles copiam todos os seus maus hábitos? Você se preocupa com as suas birras e caprichos?

Bom, você não está só. São Louis e Santa Zelie Martinpais de Santa Terezinha de Lisieux, enfrentaram essas mesmas lutas e precisaram discernir o que fazer.

Sim, é verdade, eles eram pais santos de filhos santos, mas exercer a paternidade e a maternidade também foi desafiador para eles, que nem sempre sabiam as respostas mais claras. O que eles fizeram foi perseverar e lutar para atender às necessidades dos filhos num ambiente familiar de grande amor.

Aqui vão cinco dicas úteis inspiradas nesses pais santos:

1 – Reconheça desde o início que cada filho é de Deus e dedique-o a Ele

Zelie tinha o costume de, imediatamente após o nascimento de cada filho, dedicá-lo a Deus com a seguinte oração:

“Senhor, concedei-me a graça de que esta criança seja consagrada a Vós e que nada possa manchar a pureza de sua alma”.

Os frutos dessa dedicação a Deus não eram imediatamente visíveis, é claro, mas ela revela o estilo intencional da sua maternidade. Ela queria que os seus filhos fossem santos aos olhos de Deus e sabia que “agora mesmo” é o melhor momento para começar a viver em santidade – e não “mais tarde”.

 2 – Ame seus filhos com carinho superabundante

É fácil esquecer o quanto nossos filhos precisam de amor – de muito amor. Louis e Zelie amavam seus filhos com imenso carinho e se certificavam de que eles soubessem desse grande amor. Celine Martin, uma das filhas, escreveu sobre seu pai:

“Mesmo sendo duro consigo mesmo, ele sempre foi afetuoso conosco. Seu coração era excepcionalmente tenro para conosco. Ele viveu só para nós. Nenhum coração de mãe poderia superar o dele”.

Louis demonstrava afeto inclusive em gestos pequenos e aparentemente insignificantes, como apelidar as crianças com elogios: Marie era “o diamante”; Pauline, “a pérola fina”; Celine, “a intrépida”; Léonie, “o bom coração”; e Thérèse, ou Santa Terezinha, era “a pequena rainha” ou “o buquê de flores”.

3 – Não desista quando o seu filho é difícil

Zelie tranquilizou seu irmão em uma carta recomendando não se preocupar se um dos filhos pequenos fosse “difícil de administrar”.

O temperamento desafiador de uma criança não a impedirá de se tornar excelente mais tarde e de vir a ser o maior amparo dos pais. Pauline, conforme a mãe recordava, exigiu muita paciência dos pais até os dois anos de idade, mas se tornou a filha mais exemplar. Zelie observa, porém, que não a “estragou com mimos”: por menorzinha que ela fosse, seus caprichos raramente eram atendidos.

E Pauline não foi a única filha da família Martin a criar estresse para os pais. Terezinha e a irmã Léonie também foram fonte de grandes angústias para Zelie. Ela e Louis, no entanto, não desistiram sequer quando seus esforços pareciam infrutíferos.

4 – Seja exemplo de caridade para seus filhos

Nossos filhos são influenciados e tendem a imitar cada um dos nossos movimentos, tanto para o bem quanto para o mal. Louis e Zelie fizeram tudo o que podiam para dar o exemplo de como tratar bem as pessoas. Celine testemunhou em seus escritos o quanto o pai era paciente com os outros, mesmo sendo duro consigo mesmo.

5 – Brinque com seus filhos

Hoje em dia é muito fácil e tentador sentar seu filho diante de uma tela e quase nunca brincar com ele. Mas, muitas e muitas vezes, o que os nossos filhos precisam mesmo é da nossa atenção, inclusive para brincar. Celine escreveu sobre sua mãe:

“Ela brincava conosco de bom grado, apesar do risco de ter de prolongar seus trabalhos até a meia-noite ou mais tarde ainda”.

Louis também se juntava às brincadeiras e muitas vezes produzia pequenos brinquedos para as crianças, além de inventar atividades e cantar junto com elas.

Fonte: Aleteia

5 coisas que São João Batista nos ensina sobre evangelizar

5 coisas que São João Batista nos ensina sobre evangelizar

São João Batista é um dos santos mais conhecidos no Brasil, em especial na região nordeste do país, onde os moradores dedicam praticamente o mês de junho inteiro às festividades em honra  ao santo.

Ele nasceu em 24 de junho, em Ain Karim, a oeste de Jerusalém, em uma família sacerdotal, ou seja, que servia ao Senhor no Templo e que foi educada nos princípios bíblicos. Seus pais, Zacarias e Isabel, prima de Maria, a Mãe de Jesus, conceberam na velhice e na condição de esterilidade de sua mãe. Seu nome significa “filho da misericórdia” e já designava o que ele seria quando crescesse.

Por volta do 15º ano de Tibério (28-29 d.C.), João assume sua missão de pregar e batizar os discípulos nas águas do rio Jordão. É a partir daí que ele vive uma intensa evangelização que perdura até a chegada de Jesus, a quem batizou e revelou como o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Cf. Jo 1, 29).

Veja o que João Batista nos ensina sobre a evangelização e como evangelizar.

1 – Preparar os caminhos do Senhor

Antes mesmo de João Batista encontrar-se com Jesus para batizá-lo ele já preparava os discípulos para que seguissem os passos do Mestre. Isso causou um certo estranhamento nas autoridades da época, mas ao ser interrogado se ele era o Cristo, respondeu ser uma voz que clama no deserto “Endireitai o caminho do Senhor” (Cf. Jo 1, 23).

O discípulo e missionário de Jesus deve saber inserir nos caminhos do Senhor todos aqueles que estão sendo evangelizados. Isto é necessário para que a pessoa evangelizada não confunda a ação de Deus em sua vida como a ação do evangelizador e, assim, Cristo seja o protagonista de toda a obra.

João aplainava os caminhos, também nós, devemos abrir os caminhos da fé àqueles que estão perdidos no mundo, que estão presos ao pecado e não conseguem perceber a ação misericordiosa de Cristo que está à sua volta.

2 – Evangelizar com humildade

Ainda diante da pergunta feita a João Batista, descrita no ítem acima, percebemos que ele nos ensina outra via de evangelização, a da humildade.

Um cristão deve trazer dentro de si a graça da humildade para exercer bem a sua missão de evangelizar sem trazer para si próprio sentimentos de orgulho, de prepotência e de auto satisfação pelos resultados positivos alcançados com a evangelização.

O profeta chegou a obter êxito em sua missão porque viveu muito bem o reconhecimento de quem ele era e a quem anunciava, o Cristo, que viria libertar  a humanidade das amarras do pecado.

3 – Batizar na evangelização

Sabemos que o batismo pregado por João se dava nas águas do Jordão e convocava todos à conversão. E na evangelização, qual seria o batismo que teríamos que pregar? É o próprio João quem nos responde: “Eu vos batizei com água; ele, porém, vos batizará no Espírito Santo” (Mc 1, 8). Somente o batismo no Espírito tem poder para transformar o coração do homem de hoje.

É urgente o apelo de Deus à conversão, a mudança de atitudes e de vida. Contudo,  essa transformação não ocorrerá mediante a imposição de regras e de valores. A conversão se dá pela vivência particular do amor misericordioso de Deus. É pela via da misericórdia que devemos evangelizar, assim como nos ensinou São João Paulo II: “o mundo será evangelizado pela misericórdia”.

4 – Evangelizar e partilhar

Além de preparar os caminhos e batizar os discípulos, o profeta os ensinou sobre a necessidade da partilha. Diante da pergunta “Que devemos fazer?”, feita pela multidão que o ouvia falar o apelo de conversão, relata que “quem tem duas túnicas dê uma ao que não tem; e quem tem o que comer, faça o mesmo” (Lc 3, 10-11).

Com esse ensino, João Batista nos apresenta uma proposta de evangelização muito clara: a partilha. Quem quer seguir Jesus e anunciá-lo deve desprender-se do que tem e dar aos pobres. Foi essa a proposta feita por Jesus ao jovem rico que já vivia todos os mandamentos, mas estava limitado pela posse de bens (Cf. Mt 19,16-30), algo que também João já pregava.

5 – Evangelizar é enfrentar provações e perseguições

O martírio na vida de João se fez notória desde que ele foi morar no deserto. Era claro que sua vida seria marcada por grandes provas. Lá ele se alimentava de mel silvestre e gafanhotos. Mais tarde, sua morte é caracterizada por um martírio cruel. Herodes, por ocasião de seu aniversário, ofereceu um banquete aos grandes da corte da Galileia. Convida a filha de Herodíades, sua mulher, para dançar para os convidados. Após a dança, ele lhe faz uma promessa de conceder-lhe o que ela pedisse. Influenciada pela mãe a jovem pede a cabeça de João Batista em uma bandeja. (Cf. Mc 6,17- 29)

O que aconteceu com São João Batista, ocorre atualmente com muitos cristãos, obviamente, não da mesma maneira. Nos deparamos, quase que diariamente, com notícias sobre cristãos perseguidos. De acordo com o Documento Perseguidos e esquecidos – Relatório sobre os cristãos oprimidos por causa da fé entre 2015 e 2017”, elaborado pela Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), nos últimos dois anos houve um aumento expressivo em países do Oriente Médio como Iraque e Síria, onde têm acontecido um verdadeiro genocídio aos cristãos.

Há também outras mazelas que martirizam toda a Igreja, como os  crescentes investimentos em  filosofias que tendem a diminuir e a menosprezar o gênero humano ou com claras  ideologias que abertamente dizem “não” ao evangelho e ao cristianismo.

Para nós, os “João Batistas” de hoje, resta-nos nos deixarmos martirizar em nome de Cristo. Esse martírio significa viver amando mais a Deus do que a si próprio e dar-se mais ao outro em amor, misericórdia e perdão. E, como São João Batista, dizer: “Importa que ele cresça e que eu diminua” (Jo 3, 30).

Agora que você conheceu um pouco mais sobre São joão Batista e sua forma de evangelizar, que tal partir para a evangelização? Peça a intercessão deste grande santo e anuncie o evangelho.

Fotos para sensibilizar o rico país que… aborta quase 100% dos bebês Down

Fotos para sensibilizar o rico país que… aborta quase 100% dos bebês Down

Riqueza, segurança, qualidade de vida… e preconceito, eugenia e “exemplo de erradicação” de seres humanos

A fotógrafa islandesa Sigga Ella tem uma tia com síndrome de Down. Isto é muito significativo num país em que o índice de abortos de bebês diagnosticados com a condição se aproxima de 100%.

Para combater o preconceito e a eugenia de que os portadores da síndrome têm sido alvos na rica Islândia, Sigga Ella resolveu produzir uma série de retratos chamada First and foremost I am – “Antes de tudo e mais do que tudo, eu sou”.

síndrome de Down IslândiaSigga Ella – Divulgação

A fotógrafa clicou 21 portadores de síndrome de Down com idades entre 9 meses e 60 anos. O número 21 é simbólico, já que a condição se origina de uma trissomia no cromossomo 21. Ela espera que as fotos ajudem a destacar “a beleza e a diversidade da humanidade” e façam pensar: será que um futuro sem essa diversidade é mesmo desejável?

síndrome de Down IslândiaSigga Ella – Divulgação

O título da série veio de um artigo escrito por Halldora Jonsdottir, uma portadora da síndrome, publicado em um jornal do país. Jonsdottir, de 30 anos, aparece em uma das fotos de Ella. As fotos foram tiradas em 2013 e 2014, estiveram em exposição num museu da capital islandesa, Reykjavik, e depois foram apreciadas em outros museus da Europa.

síndrome de Down IslândiaSigga Ella – Divulgação

Exportando o horror eugenista

O caso islandês chegou a ser citado como “exemplo” num país relativamente vizinho e de nome parecido: a Irlanda. Em janeiro de 2017, o obstetra Peter McParland, diretor do National Maternity Hospital, elogiou a Islândia por alcançar uma quase “erradicação” da síndrome de Down através do aborto e declarou que esse é o “futuro” que aguarda também a Irlanda.

A espantosa e indignante declaração foi feita durante uma conferência na Assembleia Cidadã, um órgão consultivo que produz informes para uso do Parlamento.

Pouco mais de um ano após essa aberrante exposição de eugenia e preconceito, que passou impune e quase indolor, a Irlanda ampliou o assim chamado “direito” ao aborto há poucas semanas, em maio de 2018, mediante referendo popular.

Fonte: Aleteia via Sempre Família