INCRÍVEL: Cura acontece na Gruta de Angelina pela intercessão de Nossa Senhora!

Só sei que depois do dia em que subi a gruta rezando e pedindo com fé para Nossa Senhora me livrar desse sofrimento, e depois que bebi da água que corre debaixo dos pés dela, não sofri mais com amigdalites.


Imagem2 (2)Meu nome é Isabel Cristina Pitz Espíndola, tenho 29 anos, moro em São José/SC e sempre tive um carinho especial por Nossa Senhora. 
Sempre que peço algo à ela, se é a vontade de Deus, acontece em meu benefício e/ou em benefício de outras pessoas, pelas quais pedi.
 
Ela sempre me protege e ilumina meus passos.
 
Meu nascimento foi uma graça que minha mãe recebeu das mãos dela. Minha mãe, assim como meus tios e avós, descendentes de alemães, sempre foram muito devotos à Nossa Senhora e respeitosos com os mandamentos de Deus. Uma familia temente a Deus. Esse temor foi passado de pai para filho e, mesmo diante de tantas investidas negativas que a sociedade empreende contra cada um de nós, muitos de nós ainda continuam com a vivência da fé católica e o seguimento de seus preceitos evangélicos: tudo à Jesus por Maria.
 
No meu quarto eu tenho até mesmo um quadro de Nossa Senhora com o menino Jesus no colo, que veio há quase duzentos anos da Alemanha com meus antepassados. Era de minha trisavó, foi passada para minha bisavó, avó, mãe e, agora, está comigo.
 
Esse quadro me ajuda sempre a entrar em intimidade com Nossa Senhora por meio da oração, pedindo e agradecendo as graças recebidas.
 

Imagem 3Nasci num sábado (dia dedicado à Nossa Senhora), no mês de Maio (mês dedicado à Nossa Senhora) e no horário das 18hs (horário que comumente rezamos o terço, e chamamos de “Hora da Ave-Maria”). Meu nascimento aconteceu exatos seis dias após o Dia das Mães. Minha mãe ficou desde a noite de sexta-feira, até o sábado às 18hs sofrendo com as contrações. Estavam apenas ela e Nossa Senhora no quarto. Minha mãe não tinha condições de dar à luz, pois eu era um bebê muito grande. E uma cesárea não poderia ser feita, pois eu já estava encaixada. A solução seria utilizar o fórceps. Eu e minha mãe estávamos em sofrimento. O fórceps seria a melhor solução, se não trouxesse consigo um problema: eu poderia nascer deformada. A força que iriam empreender para me puxar, faria com que minha cabeça e face sofressem danos.
 
A médica também não cooperava: deixava minha mãe cada vez mais aflita. Diante da situação, minha mãe, mesmo com dores, se pôs a rezar para Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Ela pediu muito. E algum tempo antes do fórceps entrar na sala, eu nasci em parto normal, sem sequelas, nem para minha mãe, nem para mim.
 
Mas essa foi a primeira demonstração de amor de Nossa Senhora por mim. A primeira graça recebida. Recebi várias bênçãos direto das mãos dela, e uma em especial, é que venho aqui testemunhar.
 
Antes de escrever esse email, fiquei preocupada em como escrevê-lo. Confesso a vocês que, agora, diante do computador, as palavras estão fluindo leves e simples.
 
Eu tinha mais ou menos uns dois anos de idade quando comecei a sofrer com constantes amigdalites. Cerca de duas ou três vezes por ano, que duravam até duas semanas, eu ficava doente. Febre, garganta fechada. Placas grossas de pus se formavam na minha garganta, que me impediam de comer. Tomei vários antibióticos que pouco ajudavam. Não podia tomar um sorvete, ou brincar com os primos na rua a tardinha, ou ir à praia ou piscina, que no dia seguinte já ficava de cama.
 
Até meus onze anos de idade (idade em que recebi a graça), as amigdalites eram constantes. Entrei para a escola e perdia muitos dias de aula. Fiquei internada por conta de uma forte pneumonia que me atacou devido a isso, e que deixou uma mancha escura, logo abaixo, no meu pulmão esquerdo. Diante de tantos antibióticos, desenvolvi alergias a corantes e penicilina. Nada mais continha o aparecimento das amigdalites.
 
O pior de tudo eram as brincadeiras e as aulas que eu perdia. Minha turma fazia passeios e eu não pudia ir quando estava doente. Principalmente no inverno. E dias após o pior do problema, enquanto eu ainda convalescia, a professora me impedia de cantar e brincar com meus colegas, pois isso poderia me prejudicar. Eu vivia frustrada com a situação. Criança nenhuma gosta de ficar barrada diante das brincadeiras. Todos os meus irmãos iam para a escola, saíam com nossos colegas da rua para brincar, e eu sempre ficava em casa. 
 
Minha familia tem o costume de visitar a gruta de Nossa Senhora em Angelina desde muitos anos. Tenho uma tia que ainda vive em Angelina e, além de visitá-la, passar na gruta para rezar era uma das “obrigações” do roteiro de viagem.
 
Meus avós maternos iam de vez em quando para lá e até mesmo uma foto de uma dessas visitas nós temos. Participávamos da festa da Imaculada Conceição sempre no final de cada ano e isso fortalecia a fé de todos.
 
Em 1998, já com 11 anos de idade, um de meus primos se casou em Brusque/SC, e na semana e no dia de seu casamento, eu estava novamente com amigdalite. Minha mãe tinha dúvidas em ir no casamento por causa de mim. Eu tive recomendações para ficar de repouso, mas todos em casa queriam ir. A familia também insistia para irmos. Então, meus pais se prepararam, me agasalharam até o último fio de cabelo, levaram todos os meus remédios e viajamos de carro para Brusque.
 
Após o casamento, minha tia nos convidou para descer o Garcia e ir até Angelina para pernoitar. O restante da familia permaneceu em hotéis em Brusque. Eu me sentia mal e não gostava da situação de ter que ser sempre a “diferente”, de não poder brincar e fazer o que meus primos faziam. Sempre a amigdalite me prejudicava. Não era só na questão física, de ter que ficar de repouso e resguardada, mas também na psicológica. Era muito “chato”.
 
Era inverno, a temperatura estava a 0º e havia uma forte cerração. Chegamos em Angelina quase as três da manhã e a primeira coisa que fizeram foi me por na cama, abarrotada de cobertores. Tomei os remédios e fui dormir.
 
Passamos o domingo na casa da tia e, no final da tarde, meus pais, antes de ir embora para Florianópolis/SC, quiseram passar na gruta.
 
Foi aí que tomei a decisão:
 
“Vou subir a gruta rezando o rosário e vou pedir para Nossa Senhora me livrar desse sofrimento.” Subi ao lado de meu pai, minha mãe e irmãos vinham logo atrás. Ninguém sabia o que eu pedia e que eu rezava em silêncio. Chegando lá em cima, meu pai jogou um pouco da água que corre debaixo dos pés de Nossa Senhora nas pernas do meu irmão, que tinha dificuldades para andar, e meu deu um pouco da água para beber. Minha mãe disse que a água estava gelada demais e que me faria mal para a garganta. Mesmo assim eu disse: “Dá pra mim”. E bebi com fé. Bebi a água gelada, mesmo com a gargante fechada e com um pouco de febre.
Detalhe das Fontes de água
Detalhe das Fontes de água
 
Descemos até o carro, e durante a viagem fui pensando nisso: “Eu vou ficar boa! Eu vou ficar boa!” Eu tinha certeza do que estava dizendo.
Eu pedi para ela e ela intercedeu por mim junto a Jesus! Só ela sabe o quão difícil foi para mim, ter que sofrer dos dois anos de idade até os onze anos com constantes amigdalites. Quando eu tinha oito anos, logo após a minha internação, a esposa de um primo meu recomendou à minha mãe que minhas amígdalas fossem retiradas, mas a cirurgia só poderia ser feita depois dos dezoito anos. Assim o médico explicou na época.
 
Minha mãe assistia as missas na Rede Vida e eu as acompanhava doente, pedindo à Deus a minha cura. Na cama da minha mãe eu dormia durante esses períodos, olhava para o crucifixo que ficava pendurado na parede e falava com Jesus para Ele me curar. Falava até mesmo com Santa Paulina, que ainda era Beata na época. Meu pai tinha achado na rua um pacotinho com a relíquia do hábito de Santa Paulina. No verso tinha a oração, e ele me deu aquilo com essa intenção, de que eu pedisse para ser curada. Carrego na carteira até hoje esse pacotinho.
 
Só sei que depois do dia em que subi a gruta rezando e pedindo com fé para Nossa Senhora me livrar desse sofrimento, e depois que bebi da água que corre debaixo dos pés dela, não sofri mais com amigdalites. Até mesmo meu irmão passou a andar com facilidade. Não precisei retirar as amígdalas, a mancha no pulmão cicatrizou e não me prejudicou em nada. As placas grossas de pus que se formavam nas laterais da minha garganta nunca mais apareceram. Eu pude voltar a engolir. Pude tomar sorvetes, entrar no mar, piscina, tomar banho de chuva. Nunca mais tive amigdalite. Nunca mais. Daquela época para cá, tive raramente alguma febre. Nem lembro mais da última vez que fiquei de cama por causa de amigdalite. Pude viver minha vida normalmente. 
 
Sei que com fé e abrindo o coração para Deus, nós recebemos a graça, se for da vontade Dele.
 
Ás vezes pode demorar anos… Deus é devagar. E durante esse tempo temos a oportunidade de aprender, de se abrir mais a Ele. Ás vezes nos frustramos, parece que perdemos a fé. Pensamos em desistir, até mesmo palavras injustas saem da nossa boca. Mas se o nosso coração tem Deus e está conectado com Ele, se a nossa fé permanece maior do que tudo, nós conseguimos com que Ele se compadeça de nós.
 
É difícil agradar a Deus. Ele é exigente. Seu Amor é exigente.
Ás vezes Ele pede algo simples, como uma flor colhida no campo. Em outras, Ele exige que façamos mais. É como aquela parte da Bíblia em que Jesus conversa com um moço rico. O moço diz para Jesus, que sempre fora muito bom para com seus pais, que sempre fora justo, que sempre fizera tudo o que Deus mandou, e perguntou o que faltava para ele seguir Jesus. Então, Jesus disse: “Vai e dá tudo o que tu tens para os pobres”. 
 
Sei que isso tem outra interpretação, relacionada à dificuldade que os ricos têm de se desfazer dos bens materiais em detrimento da caridade, mas eu também interpreto essa parte assim, como Deus exigindo um pouco mais para que recebamos a graça que tanto queremos.
 
Confiar também é preciso. Mesmo diante das investidas ruins que muitos ao nosso redor tentam contra nós, que a sociedade tenta contra nós, com a finalidade de diminuir ainda mais a nossa fé e de nos por para baixo, Mesmo assim devemos permanecer firmes. Deixar as coisas irem, e permanecer firmes na fé, mesmo que venham ventos contrários. 
 
Assim dizia Santa Paulina.
 
Eu recebi esta graça, que para um ou outro pode soar como algo sem valor. Mas para mim, recebê-la teve muito significado. Só eles sabem o quão difícil era sofrer com as amigdalites.
 
Recebi e ainda recebo bençãos e proteção da Nossa Mãezinha.
Tenho um amor especial por ela. Fui formada e trabalhei dos treze até os vinte e dois anos de idade com uma congregação que era dedicada à ela. O amor filial que tinha dentro de mim por ela, crescia ainda mais.
 
Ave, Maria… Ave Cheia de Graça!
Peço à ela que jamais me deixe sozinha.
Fica sempre comigo, Mãezinha.
 
Isabel Cristina Pitz Espíndola.
São José/Santa Catarina.
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