Álbum de família: São José, o homem que pegava Jesus no colo todos os dias!

Álbum de família: São José, o homem que pegava Jesus no colo todos os dias!

Pense num santo que beijava o rosto do Menino Jesus e sentia as suas mãozinhas lhe acariciando a testa, a barba, o nariz! Todos os dias!

São José, o esposo da Santíssima Virgem Maria, foi na terra o homem a quem o próprio Deus chamava “papai”!

Pense num santo que pegava o Menino Jesus no colo todos os dias!

Pense num santo que beijava o rosto do Menino Jesus e sentia as suas mãozinhas lhe acariciando a testa, a barba, o nariz! Todos os dias!

Pense num santo que ensinou o próprio Deus, feito menino, a rezar!

Pense num santo que acordava ouvindo o “bom dia” de Nossa Senhora em pessoa e se deitava ouvindo-a dizer “boa noite”!

Pense num santo que olhava nos olhos e segurava entre as mãos as mãos carinhosas de Maria Santíssima, a mais pura de todas as criaturas, sua esposa e Mãe do Filho Unigênito de Deus!

Pense num santo que protegia pessoalmente, com humildade e firmeza, o próprio Deus e a Sua Mãe Santíssima!

Pense em São José!

Muito pouco é dito nas Escrituras sobre o homem a quem o próprio Deus chamava de pai. Conhecemos a sua prova de fé quando o Arcanjo Gabriel anunciou a Maria e ela concebeu do Espírito Santo; sabemos que ele superou a prova com plena confiança em Deus e em Maria; conhecemos a sua fiel proteção à Santíssima Virgem e ao Menino Jesus, a ponto de largar tudo e fugir com eles até um país estranho, o Egito, a fim de salvar a vida deles; sabemos que o carpinteiro José sustentava a Deus e a Mãe de Deus com seu trabalho honesto e dedicado.

E sabemos que ele foi o mais privilegiado de todos os homens de todos os tempos, porque foi escolhido para ser o esposo de Maria, o pai adotivo do Menino Jesus e um dos mais poderosos intercessores com que sequer poderíamos sonhar! Santa Teresa de Ávila, por exemplo, que é Doutora da Igreja e uma das mais admiradas santas e místicas de toda a história do cristianismo, declara com toda a ênfase:

“Este meu pai e protetor me ajudou na necessidade em que me achava e em muitas outras mais graves, em que estava em jogo a minha honra e a salvação da minha alma. Vi claramente que a ajuda de São José me foi sempre maior do que eu pudesse esperar. Não me lembro de ter jamais lhe rogado uma graça sem a ter imediatamente obtido. A outros santos parece que Deus concedeu socorrer-nos nesta ou naquela precisão, mas experimentei que a todas o glorioso São José estende o seu patrocínio. O Senhor quer assim nos mostrar que, tal como esteve sujeito a ele na terra, onde ele podia comandá-lo como pai adotivo, assim também no céu atende tudo o que ele pede. E assim reconheceram, por experiência, ainda outras pessoas que a meu conselho se recomendaram ao seu patrocínio. Muitos outros se tornaram recentemente seus devotos por terem experimentado esta verdade” (Vida de Santa Teresa, VI, 5-8).

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O incansável trabalho da Igreja Católica em 7 anos de guerra na Síria

O incansável trabalho da Igreja Católica em 7 anos de guerra na Síria

Saiba como a a Igreja tem lutado para manter viva a fé dos cristãos no país e para oferecer ajuda material às vítimas da guerra

Em sete anos, a guerra na Síria deixou mais de 511 mil mortos e mais de seis milhões de deslocados.

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados revelou, em um relatório, que, atualmente, existem 13,1 milhões de pessoas necessitadas na Síria, das quais 5,3 milhões são crianças. Além disso, mais de 5 milhões e meio de sírios fugiram para o exterior.

Segundo informou a Cáritas italiana, cerca de três milhões de crianças não vão à escola devido à guerra.

O Cardeal Mario Zenari, Núncio Apostólico na Síria, expressou recentemente que, devido à guerra naquele país, vive-se “o inferno” na terra, “especialmente para crianças vulneráveis”.

Durante todo esse tempo, a Igreja tem lutado para manter viva a fé dos cristãos deste país, que são perseguidos pelos extremistas ou que foram afetados pelo conflito, e para oferecer ajuda material a todos os que sofrem.

Além disso, em diversas ocasiões, o Papa Francisco fez um apelo à paz na Síria e pediu a proteção dos inocentes, especialmente das crianças.

Durante esses anos, também conhecemos o testemunho de religiosos que acompanharam a população e os missionários estrangeiros, aos quais foi oferecida a oportunidade de voltar para os seus países quando começou o conflito, mas preferiram ficar.

Em uma entrevista concedida ao Grupo ACI, disse que os cristãos são os “mártires de nossos tempos”, que “estão dispostos entregar a própria vida e a dar suas vidas e a que suas cabeças sejam cortadas para testemunhar Jesus Cristo”.

O IVE tem duas casas em Aleppo, cidade que foi libertada do controle dos terroristas em dezembro de 2016 e é uma das mais atingidas pelo conflito. Em ambas, são acolhidas dezenas de estudantes de diferentes lugares do país. Também receberam famílias, cujas casas foram destruídas pelos bombardeios.

Em Aleppo, os salesianos têm um oratório, onde atendem cerca de 750 crianças. Sacerdote salesiano,  Pe. Pier Jabloyan explicou ao Grupo ACI que o objetivo é ajudar as crianças em sua educação e “gerar um ambiente pacífico”, a fim de que conheçam Cristo.

“Esta é a missão dos salesianos com as pessoas em Aleppo. Somos tantos religiosos que decidimos permanecer como os franciscanos, jesuítas, as missionárias da caridade e tantas congregações que estão empenhadas em socorrer o maior número possível de pessoas que não podem viver sem ajuda”, expressou Pe. Jabloyan.

Outro sacerdote salesiano que decidiu permanecer na Síria é o Pe. Alejandro León, originário da Venezuela. O presbítero contou ao Grupo ACI que se dedica a trabalhar com jovens, ajuda-os na formação para que possam ajudar a reconstruir o seu país.

Outra religiosa que trabalhou em favor dos cristãos é a Madre Agnes, originária do Líbano. Depois que a guerra começou, a religiosa de 66 anos salvou o patrimônio cultural dos cristãos da destruição. Retirou os ícones, manuscritos e pinturas do mosteiro de São Tiago, o Mutilado, localizado a 60 quilômetros ao norte de Damasco.

Ela também foi intermediária na libertação dos cristãos sequestrados. Em 2014, negociou por telefone com o líder do Al Qaeda na fronteira com o Líbano a libertação de nove religiosas greco- ortodoxas sequestradas.

Durante o ano de 2017, também ficou conhecido o trabalho das organizações humanitárias, como o SOS Chrétiens d’Orient e a Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN), que colaborou na reconstrução das igrejas destruídas durante os confrontos ou ataques terroristas.

Alguns templos são a Catedral Católica Grego Melquita de Nossa Senhora da Paz, na cidade de Homs, e a Igreja greco-ortodoxa de Santo Elias, em Maalula.

Na cidade de Aleppo, os franciscanos da Custódia da Terra Santa, que administram a Igreja Latina de São Francisco de Assis, assistiram dezenas de famílias que voltaram do exterior para a cidade e vários casais de noivos que decidiram se casar.

Pe. Ibrahim Alsabagh, pároco da igreja de São Francisco de Assis, explicou ao Grupo ACI que a crise econômica no país é tão grave que, “embora a mãe e o pai trabalhem, é impossível seguir em frente sem a ajuda da Igreja. São muitos os necessitados e nós confiamos na providência divina”.

Outro projeto dos franciscanos é a reconstrução das casas dos cristãos destruídas durante os bombardeios e ajuda para pagar as hipotecas das famílias mais pobres. Desde 2016, mais de 470 casas foram reconstruídas.

Também entre junho e julho organizaram oficinas recreativas para 860 crianças e atualmente desenvolvem uma iniciativa educacional em benefício das 150 crianças mais atingidas pela guerra.

Em março de 2017, a vice-diretora da Sala de imprensa da Santa Sé, Paloma García Ovejero, informou que o Papa Francisco enviou 100 mil euros para ajudar os pobres de Aleppo, na Síria.

No país também é desenvolvido o projeto “Hospitais abertos”, idealizado pela organização AVSI em 2016, junto com a Fundação Gemelli e o Pontifício Conselho Cor Unum. O objetivo é oferecer assistência médica às pessoas que vivem na pobreza e apoiar as atividades de quatro hospitais sem fins lucrativos no país.

Por sua parte, este ano a ACN doou novos pares de sapatos a 450 idosos pobres que vivem em Aleppo, bens que não podiam conseguir devido à inflação. A Irmã Annie Demerjian, que participou do projeto, disse que “dependem de Deus e da ajuda de emergência que lhes dão. Seus filhos foram embora da cidade ou permaneceram nela, mas são tão pobres que não podem ajudá-los”.

Além disso, a Cáritas italiana destacou, em um relatório, qu,e durante a guerra na Síria, as organizações eclesiásticas, as congregações e as dioceses conseguiram cerca de 5 mil voluntários para distribuir ajuda humanitária.

 

(ACI Digital)

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Santuário acolherá ato inter-religioso nesta semana

Santuário acolherá ato inter-religioso nesta semana

Representantes de diversas confissões se encontrarão na Capital Mariana da Fé para rezar pela paz

 

Aparecida é o coração católico do Brasil. Mas na próxima quinta-feira (15), representantes de diversas religiões e filosofias visitarão o Santuário Nacional para participar de um ato inter-religioso. Intitulado de Momento de Oração Pela Paz, o encontro quer promover a cultura da paz, da reconciliação e da justiça.

A principal atividade acontecerá às 14h30 na Basílica Velha de Aparecida, quando os representantes de diversas confissões elevarão suas preces pela paz e superação da violência. Logo após, ás 16h, um café para a imprensa e convidados vai encerrar as celebrações. Neste momento, os religiosos concederão entrevistas.

Para o momento, foram convidados representantes de confissões afros, protestantes, espíritas, muçulmanas, judaicas e budistas, além de cristãos armênios e ortodoxos. A organização está sendo realizada pelo Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, juntamente com a Comissão de Ecumenismo e Diálogo Inter-Religioso do Regional Sul 1, da CNBB, e a Casa da Reconciliação.

O momento se insere nas ações promovidas durante a Campanha da Fraternidade, que neste ano tem como tema a superação da violência e lema “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8). Além disso, a celebração atende ao pedido realizado diversas vezes pelo Papa Francisco, que convida os católicos a se unirem com outras confissões religiosas em orações conjuntas pela paz.

Fonte: Santuário Nacional

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7 dicas práticas para viver bem a semana santa com as crianças

7 dicas práticas para viver bem a semana santa com as crianças

A Semana Santa é o tempo mais importante para a Igreja Católica. É a semana em que vivemos a Paixão, a morte e a Ressurreição de Jesus Cristo. É um tempo triste, pelos sofrimentos de Cristo, mas também de alegria, pois a vida venceu a morte.

É importante que as famílias procurem viver a Semana Santa com as crianças com toda devoção e respeito que lhe cabe. E, sim, elas podem e devem participar desses momentos para que aprendam o seu significado e a sua importância. Mas como podemos transmitir para os pequenos os ensinamentos desse tempo litúrgico? Veja 7 dicas práticas que irão te ajudar a viver a Semana Santa com as crianças.

1 – As crianças precisam também participar das celebrações litúrgicas da Semana Santa, que começa no Domingo de Ramos. Para esse dia, incentive seus filhos a também levarem um ramo para ser abençoado durante a celebração. É importante também que as crianças participem da missa de lava-pés na Quinta-Feira Santa, da celebração da Paixão na Sexta-Feira Santa e da Missa da Ressurreição no sábado à noite, além da missa do Domingo de Páscoa.

2 – Aproveite esse período para contar para as crianças como se deu a paixão, a morte e a ressurreição de Jesus. Caso tenha em casa uma bíblia infantil, leiam juntos essa história. Mas, se não tiver, leiam juntos um dos evangelhos que narram essa trajetória de Cristo.

3 – Passar a semana santa com crianças sem ver TV (o que poderia ser uma penitência) é um tanto difícil. Então, porque não aproveitar um dos dias da Semana Santa para assistir em família desenhos sobre a Paixão de Cristo?

4 – Aproveite essa semana para desenvolver com as crianças algumas atividades educativas sobre a Paixão. Que tal usar a massinha de modelar para montar o cenário do Monte Calvário – onde seu deu a crucificação de Jesus, e o sepulcro no qual o seu corpo foi colocado? Lembre-se de fazerem o sepulcro vazio e aberto – sinal da Ressurreição.

5 – A partir da Sexta-Feira Santa, ensine seus filhos a fazerem genuflexão ao passarem diante de um crucifixo. Tanto na Igreja quanto em casa. Como um símbolo visível, repita o gesto que se faz nas Igrejas, de serem cobertas todas as imagens e crucifixos até a Vigília Pascal. Escolha a melhor forma de viver isso em sua casa.

6 – Na Sexta-Feira Santa, vivam juntos a abstinência de carne (de gado, porco e aves). Ensine isso a seus filhos.

7 -No almoço do Domingo de Páscoa tenha uma imagem ou ícone de Jesus Ressuscitado sobre a mesa e rezem antes da refeição agradecendo a Jesus por sua morte redentora e por sua ressurreição que nos demonstra que o amor, a paz e a verdade hão de triunfar. É um dia de festa! Prepare a casa, o almoço festivo, flores. Jesus terá ressurgido das trevas! E não deixem de ir à missa, esta deve ser a principal ocasião do dia.

Por Dominus Comunicação

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MENSAGEM DO PÁROCO (MARÇO)

MENSAGEM DO PÁROCO (MARÇO)

Caríssimos(as)

A demanda é grande e precisamos nos situar sempre em Deus, jamais perder o ¨foco¨: Deus conosco!. O Tempo Quaresmal nos convida a vivermos uma vida de Jejum, caridade e oração. Olhando para Março, vem a pessoa de São José, São Paulo Apóstolo e outros, nos incentiva a viver tudo isto rumo à Páscoa do Senhor. A Ressurreição como Caminho, Verdade e Vida. Rezemos e defendamos a família, “célula da sociedade”, “santuários da vida”. Família tão atacada e desvalorizada… A Palavra de Deus e a Igreja sempre defenderam e defendem a família. Infelizmente estamos vivendo um período de desorientação em todos os sentidos da vida. Os valores sendo invertidos e cada vez mais as pessoas se perdendo nos caminhos do mundo. Observem a programação de confissões de sua comunidade. Também, não deixam de participar da via-sacra de sua igreja. Na Matriz de Angelina, todas as Quintas, Terço das Mãos ensanguentadas de Cristo juntamente com a adoração ao Santíssimo e nas primeiras Quintas com Benção.

Novamente, venho lembrar a todos que o Dízimo (e, não centésimo) deve ser entendido como uma graça e não como uma dívida para com a paróquia, dízimo e consciência. Como afirma o Documento da CNBB 106: ¨O dízimo é uma contribuição sistemática e periódica dos fiéis, por meio da qual cada comunidade assume corresponsavelmente sua sustentação e a da Igreja. Ele pressupõe pessoas evangelizadas e comprometidas com a evangelização¨. Peço que todos contribuem mensalmente e não anualmente. Sei que é difícil superar essa mentalidade , com o desejo de melhorar em todos os níveis nossa vida cristã, peço que escutem esse meu pedido,temos despesas mensais e não anual somente.

Esse ano teremos uma programação especial para Semana Santa, com a presença Frei Oswaldo Lino de Forquilhinhas,seja bem vindo Frei Oswaldo em nosso meio.

Faça uma boa preparação pessoal e comunitária. Como católicos devemos estar atentos, defender e aprender cada vez mais sobre a nossa fé e, acima de tudo, colocá-la em prática, a começar de nossas casas, dando o testemunho de Cristo e dos valores cristão. Portanto meus amigos (as), rezemos e façamos nossa parte como cristãos católicos, sejamos sinais de Deus onde quer que estejamos e assim possamos espalhar o amor de Deus e sua justiça.

Neste caminho quaresmal em que vivemos, peçamos a Deus que transforme o nosso coração e peçamos também a força e a coragem de sermos luz no mundo a partir da Sua Palavra.

Feliz Páscoa!

Despeço-me com minha bênção sacerdotal a você e sua família +.

Frei Paulo Cézar Magalhães Borges, OFM

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3 coisas que podemos aprender com São José

3 coisas que podemos aprender com São José

São José foi aquele a quem Deus “confiou a guarda dos seus tesouros mais preciosos” – Jesus e a Virgem Maria; foi  “chamado a proteger o Redentor”, assim definiu o Papa João Paulo II. Reconhecendo a missão de São José, o Papa Pio IX o declarou Padroeiro da Igreja Universal.

No dia 19 de março a Igreja pausa a liturgia quaresmal para celebrar a Festa de São José; troca o roxo de suas vestes que simbolizam o tempo de penitência e de conversão, pelo branco que representa a pureza, a inocência e glória dos que alcançaram a vida eterna.

Foi São José o escolhido para dar nome ao Redentor. Em sonho, o Anjo lhe deu essa missão: “Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados” (Mt 1,21). O pai adotivo de Jesus viveu em plenitude o amor a Deus, sem isso não teria realizado a missão que lhe foi confiada.

João Paulo II deixou-nos como conselho: “todo o povo cristão não só recorrerá a São José com maior fervor e invocará confiadamente o seu patrocínio, mas também terá sempre diante dos olhos o seu modo humilde e amadurecido de servir”.

Motivados por essas palavras do Santo Padre, identificamos 3 coisas que todo cristão pode aprender com o exemplo de São José.

A obediência de São José

A toda ordem dos Céus, São José foi obediente. “Despertando, José fez como o anjo do Senhor lhe havia mandado” (Mt 1,24). E para proteger Jesus, diante da ordem de Deus, expressa a si por meio de um Anjo em sonho, José “levantou-se durante a noite, tomou o menino e sua mãe e partiu para o Egito” (Mt 2, 14). E quando aquele que infligia perigo ao Deus Menino havia morrido, mais uma vez São José obedeceu: “Tomou o menino e sua mãe e foi para a terra de Israel. Ao ouvir, porém, que Arquelau reinava na Judeia, em lugar de seu pai Herodes, não ousou ir para lá. Avisado divinamente em sonho, retirou-se para a província da Galileia e veio habitar na cidade de Nazaré para que se cumprisse o que foi dito pelos profetas: Será chamado Nazareno” (Mt 2,21-23).

Em nenhum momento São José questionou as ordens que recebia. Aceitava-as em seu coração e se empenhava por obedecê-las.

O valor do silêncio

A vida de São José foi discreta. Na bíblia há poucos registros sobre ele e não existe registro de palavra alguma que tenha saído da boca daquele que educou Jesus no amor e na humildade.

Disso aprendemos que para servir a Deus, para compreender o que Ele quer de nós precisamos silenciar. Se não calarmos nossa voz diante do Senhor, dificilmente conseguiremos ouvir o que Deus tem a nos dizer.

A justiça

O evangelista Mateus qualifica o Esposo de Maria como “homem justo” (Mt 1,19). Diante da situação embaraçosa de encontrar aquela que lhe foi prometida em casamento grávida, São José não difamou Maria. José era justo. Na bíblia,  ser justo significa ser puro diante de Deus. O justo alcança o céu (cf. Sl 37,29).

Naquela época, a mulher que engravidasse antes do casamento poderia ser condenada a morrer por apedrejamento. No entanto, José, como homem justo “não querendo difamá-la, resolveu rejeitá-la secretamente” (Mt 1,19).  Nesse seu gesto expressou toda a sua pureza diante de Deus. Ele preferiu guardar o silêncio para poupar Maria. Foi, então, que, como sabemos, o Anjo apareceu-lhe em sonho para revelar-lhe que o Filho que sua amada esperava era obra do Espírito Santo – o prometido salvador – e que ele era o escolhido para ser para Jesus a presença de Deus Pai.

Que o exemplo de São José nos ajude a sermos justos, obedientes e a silenciarmos quando preciso. Atendamos ao pedido de João Paulo II, recorrendo a todo o momento a São José para alcançarmos as virtudes que necessitamos. Busquemos crescer na espiritualidade e na amizade com esse santo que além da Virgem Maria contribuiu na obra da Salvação.

 

Por Dominus Comunicação

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Você poderá participar do Sínodo dos Bispos pelo Facebook

Você poderá participar do Sínodo dos Bispos pelo Facebook

Mais uma vez o Papa Francisco quer ouvir sua voz! Jovens de todo o mundo poderão utilizar as redes sociais para expressar suas opiniões e ideias e ajudar os bispos no direcionamento do Sínodo dos Bispos. Entre os dias 19 e 24 de março acontecerá uma reunião pré-sinodal, em Roma que tem como objetivo oferecer aos jovens a possibilidade de apresentar aos Padres Sinodais – que se reunirão em outubro para o Sínodo dos Jovens – um documento com as suas propostas.

Junto aos cerca de 300 jovens dos 5 continentes que participarão desta reunião, a Secretaria do Sínodo dos Bispos decidiu envolver a juventude por meios das redes sociais, em particular o Facebook. Todos os jovens, não somente católicos, são convidados a participar dos grupos Facebook e assim poderão manifestar-se, como é o desejo do Papa Francisco.

Os grupos são em seis línguas: inglês, espanhol, francês, português, italiano e alemão.

Requisitos e participação

Para inscrever-se é preciso ter entre 16 e 29 anos. O perfil deve ser “real e pessoal” (não grupos ou paróquias) e é preciso entrar no site do Sínodo sobre os Jovens www.synod2018.va ou diretamente na página www.facebook.com/synod2018.

Os debates na página serão moderados por jovens colaboradores da Secretaria do Sínodo de diversas nacionalidades.As perguntas que serão apresentadas durante a reunião pré-sinodal, serão publicadas nos Grupos Facebook na segunda-feira, 12 de março, e a partir daquele momento os jovens inscritos serão convidados a responder com um comentário.

Para favorecer a síntese, as respostas devem conter no máximo 200 palavras e não serão aceitos anexos. A síntese de todas as respostas dos Grupos Facebook será inserida no grupo de redação das conclusões finais, que serão entregues ao Santo Padre.

Para a ocasião, alguns jovens prepararam uma carta e um vídeo de convite para participar do evento no Facebook. A carta de convite nas diversas línguas dos grupos contém 15 hashtags, que servirão como o fio condutor da reflexão. À cada hashtag – como #Igreja, #futuro, #linguagem – será associado um módulo para auxiliar no caminho de reflexão.

Fonte: A12

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Papa Francisco pede o fim da violência na Síria

Papa Francisco pede o fim da violência na Síria

O papa Francisco pediu neste domingo o fim imediato da violência na Síria para para permitir a chegada de ajuda humanitária, em particular no reduto rebelde de Ghuta Oriental.

“Faço um apelo urgente para que termine imediatamente a violência, permita o acesso à ajuda humanitária, comida e medicamentos, e se retire os feridos e os enfermos”, disse o papa na Praça de São Pedro após tradicional oração do Angelus dos domingos.

O regime sírio bombardeou novamente neste domingo a região de Ghuta Oriental, apesar de uma resolução aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU a favor de uma trégua “o mais rápido possível”. Mais de 500 civis morreram em uma semana de ataques contra o reduto rebelde cercado.

No texto, aprovado por unanimidade no sábado após longas negociações, o Conselho de Segurança exige um cessar-fogo de 30 dias na Síria para permitir a entrada de ajuda humanitária e a retirada de feridos.

“Nestes dias, penso muito na Síria, amada e atormentada, onde a guerra voltou a explodir, especialmente em Ghuta Oriental”, destacou o pontífice.

 

 

Fonte: Aleteia

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Ano do Laicato: conheça os quatro campos do apostolado do leigo na sociedade

Ano do Laicato: conheça os quatro campos do apostolado do leigo na sociedade

 ano-do-laicatoAo silenciarmos nosso interior, podemos dar voz a um chamado específico dentro de cada um de nós, isto é, um convite para irmos além e realizarmos algo que dê sentido para a nossa existência. Essa é a voz de Deus que nos move rumo a missão pessoal que recebemos neste mundo, para que o Reino Dele seja propagado.

    E aí cabe uma pergunta: corresponder a essa missão e nossa vocação específica é restrita somente aos padres e religiosos? A resposta é não, todos os leigos batizados são responsáveis pela tarefa de ser “Sal na terra e luz no mundo”, conforme o lema do Ano do Laicato, que teve início em 26 de novembro de 2017, pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

O desafio de ser “Sal na terra e luz no mundo”

    O compromisso de cada leigo passa pela necessidade de descobrir e inventar meios para impregnar, com as exigências da doutrina e da vida cristã, as realidades sociais, políticas e econômicas (cf. Catecismo da Igreja Católica, 899). Se pensarmos em um exército, podemos imaginar que cada leigo é a linha de frente da batalha, como verdadeiros soldados, saindo em missão.

    Assim ressaltou o papa Francisco, na saudação da abertura do Ano Nacional do Laicato, na qual ele exorta sobre a nova saída missionária: “Não podemos ficar encerrados na nossa instituição paroquial ou na nossa instituição diocesana, quando há tanta gente esperando o Evangelho!”

Como corresponder a essa responsabilidade?

    O papa também apontou caminhos para que cada leigo possa cumprir o seu papel, especialmente neste momento histórico que o Brasil vive, “onde a corrupção e a desigualdade deem lugar à justiça e solidariedade”.

   Trata-se de um apelo antigo, cujo marco histórico se deu com  o Decreto Apostolicam actuositatem (Sobre o apostolado dos leigos), proclamado pelo papa Paulo VI (1965). O documento descreve a missão do leigo na sociedade, em suas diversas formas e modalidades de apostolado na Igreja, que consiste em “atuar como verdadeiros cooperadores de Cristo”, (…) “para que a mensagem da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens da terra”.

Confira os 4 campos de apostolado dos leigos, segundo o Decreto:

Na família –
“Foi a própria família que recebeu de Deus a missão de ser a primeira célula vital da sociedade. Cumprirá essa missão se se mostrar, pela piedade mútua dos seus membros e pela oração feita a Deus em comum, como que o santuário doméstico da Igreja”;

Os jovens –
“Eles mesmos devem ser os primeiros e imediatos apóstolos da juventude e exercer por si mesmos o apostolado entre eles, tendo em conta o meio social em que vivem”;

O apostolado social
“Nesse campo do trabalho, da profissão, do estudo, da residência, do tempo livre ou da associação, são eles (os leigos) os mais aptos para ajudar os seus irmãos”

O apostolado na ordem nacional e internacional
“Os católicos sintam-se obrigados a promover o bem comum na dedicação à pátria e no fiel cumprimento dos deveres civis, e façam valer o peso da sua opinião de modo a que o poder civil se exerça com justiça e as leis correspondam aos preceitos morais e ao bem comum. (…) Lembrem-se todos aqueles que trabalham em nações estrangeiras ou lhes prestam auxílio, que as relações entre os povos devem ser um verdadeiro convívio fraterno. (..) Aqueles, porém, que viajam ou por causa de obras internacionais, ou por negócios ou por motivo de descanso, lembrem-se que são também, em toda a parte, pregoeiros itinerantes de Cristo e procedam como tais”.

E aí, vai encarar o desafio? Busque orientação espiritual e coloque seus dons a serviço de Deus!

Por Dominus Comunicação

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Homens “invadem” o Santuário de Aparecida

Homens “invadem” o Santuário de Aparecida

Romaria do Terço dos Homens reuniu mais de 70 mil pessoas

Foi mais um dia histórico para o Santuário Nacional de Aparecida, que mais parecia um mar de homens. Por todos os cantos deste lugar sagrado, era possível ver jovens, senhores, padres, religiosos e pais de família com terços nas mãos (ou no pescoço) e muita fé no coração. Todos participaram da Romaria da 10.ª Romaria do Terço dos Homens. Segundo os organizadores, o evento reuniu mais de 70 mil pessoas no dia 17 de fevereiro de 2018. O evento já se tornou a maior romaria recebida pelo Santuário, reflexo de um movimento de oração que cresce a cada dia no Brasil.

O arcebispo de Juiz de Fora, MG, Dom Antônio Moreira, bispo referencial do movimento, disse ao portal A12 que esse crescimento mostra a força da fé e da ação dos leigos. “Na primeira romaria nós tínhamos seiscentos homens e agora, depois de dez anos, nós temos essa multidão que não cabe mais dentro do Santuário. É uma multidão incalculável. Então, esse crescimento é uma grande bênção para a Igreja no Brasil. É um movimento que nasceu no meio dos leigos com o apoio da Igreja”, assinalou.

A programação da Romaria começou com uma Missa Campal, que lotou a área em frente à Tribuna Bento XVI. No meio da multidão, gente como Erado de Souza, que segurava um grande terço. Ele viajou mais de 2 mil quilômetros de uma cidade no interior do Piauí até Aparecida, no interior de São Paulo. E não veio sozinho: a excursão tinha mais de 140 homens. “Eu entrei no Terço dos Homens por meio de um amigo. Quando eu cheguei no grupo eu achei tão maravilhoso que fiquei, e agora já faz cinco anos que venho aqui em Aparecida”, disse Souza ao A12.

A romaria seguiu no período da tarde com a oração do Santo Terço no Altar Central. Os mais de 70 mil homens lotaram o Santuário para fazer um gesto que se repete sempre nos grupos, mas dessa vez de uma forma toda especial: aos pés da Mãe Aparecida. Na contemplação dos mistérios gozosos, depoimentos eram dados por representantes de grupos do Terço dos Homens. Relatos de bênçãos, curas, conversão e confiança mostraram a força da oração.

 

Por que essa oração está transformando a vida dos homens?

Todo mundo já conhece o grande poder do terço. Mas o fato é que essa oração tem transformado a vida de muitos homens, tirado muitos dos vícios, pornografia, adultério e seitas secretas; devolvendo-os à companhia da família e à frequência dos sacramentos da Igreja.

Uma das explicações para isso está no livro “Terço dos Homens e a grande missão masculina”, em que Sandro Arquejada relata que “todo homem precisa ter por que lutar. O prêmio final, a vitória será a consequência do que adquirirmos durante a batalha. Portanto, a grande missão masculina é sermos acolhedores, condutores e paternos, enfrentarmos o mundo como linha de frente. A partir da oração simples, mas feita com o coração, ele pode revelar e autenticar todas essas características que Deus já depositou em nós”.

 

Fonte: Aleteia

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