Halloween: mera diversão?

Halloween: mera diversão?

Das brincadeiras do Halloween para o ocultismo há só um pequeno passo, afirma o pe. Aldo Buonaiuto, da Comunidade Papa João XXIII. Ele é exorcista e coordenador de um serviço de ajuda a vítimas do ocultismo. Todo mês de outubro, a linha 0800 desse serviço toca sem parar.

Este é um relato de poucos dias atrás:

“Ligou uma mãe desesperada, que tinha descoberto as mentiras do filho, um rapaz excelente, sincero, que, de repente, mudou de círculo de amizades. Ela descobriu que o rapaz tinha profanado um cemitério… Eu falei com o rapaz. Por que você fez isso? E a primeira palavra foi Halloween. Chorando, ele me falou da forte persuasão dos novos amigos. No começo parecia tudo uma brincadeira, um jogo. Depois, ele descobriu que eles estavam agindo a sério; que todos eles acreditavam mesmo naquilo que estavam fazendo. E ele não conseguia se livrar deles”. O episódio quase banal revela como é fácil entrar nesses circuitos. Mas, “especialmente para um jovem, não é fácil sair deles, por vergonha, medo e tantas dinâmicas típicas dessa idade”.

O pe. Aldo Buonaiuto acaba de lançar, na Itália, o livro “Halloween: Lo scherzetto del diavolo” (A brincadeira do diabo – título livremente traduzido; a obra ainda não está disponível em português), que examina aspectos históricos e sociológicos desse fenômeno dito cultural.

Segundo ele, a famosa frase “doçura ou travessura?” vem de outra: “oferenda ou maldição?”, de origens celtas e usada em sacrifícios ao deus da morte, Samhain, para propiciar um bom inverno. Embora este significado mais recôndito fique escondido sob a pátina comercial, “o Halloween continua sendo a festa mais importante dos satanistas, envolvendo ocultismo, esoterismo, magia, bruxaria”. Por trás das máscaras, o pe. Aldo vê “a obra insidiosa do diabo, uma rasteira indireta para derrubar suas vítimas”. A mídia faz o resto: “As crianças de hoje nem sabem que existe a festa de Todos os Santos, mas sabem, porque isso é incutido até nas escolas, que existe o Dia das Bruxas – ou Halloween”.

E quanto à memória dos falecidos?

“Sequer é comparável. O Halloween exalta o espiritismo, o mundo invisível ligado às forças demoníacas. O Dia de Finados está ligado à crença na vida eterna, na ressurreição do corpo. As religiões têm respeito pelos mortos. O Halloween não tem. Ele ultraja os mortos”.

“Não se pode banalizar este fenômeno. Para muita gente, é só um momento de diversão, mas, para os satanistas, a participação indireta também conta: quem se fantasia está de certa forma exaltando o reino do mal. Que pai quer ver seu filho de rosto desfigurado, sem os olhos, gotejando sangue? Qual é a diversão nisso? O que se esconde de verdade por trás desse fenômeno que leva a considerar esse tipo de coisa como normal?”.

O exorcista está convicto:

“A nossa sociedade não precisa de Halloween, de monstruosidade, de imagens agressivas e violentas do macabro e do horror. Esta sociedade não precisa das trevas. Nossos filhos precisam da luz. Por que não oferecemos a eles a festa dos santos? Esta é que é uma beleza! É um grande desafio numa sociedade que se devota às coisas ruins para torná-las normais”.

Daí o convite: preparar festas temáticas sobre as vidas dos santos. E um apelo aos sacerdotes, professores e catequistas:

“Tenham a coragem de testemunhar a fé desses grandes heróis, os santos e beatos, que têm muito a transmitir para esta sociedade. Abram as portas das paróquias não para abóboras vazias, mas para festas belas! O Dia de Todos os Santos é uma grande oportunidade para sermos quem somos: filhos da luz!”.

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João Paulo II e O Evangelho do Sofrimento

João Paulo II e O Evangelho do Sofrimento

sao_Joaõ_Paulo_IIJoão Paulo II conheceu o sofrimento desde jovem e com ele conviveu de forma muito particular em seu pontificado

Desde a infância, o Santo Padre conheceu o sofrimento, encontrando-o, talvez pela primeira vez, de maneira intensa com a morte prematura da sua mãe. A Segunda Guerra Mundial e a pobreza, além das árduas vicissitudes do comunismo, então imperante na Polônia, formaram o jovem Karol na dura “escola do sacrifício e da dor” [1].

Contudo, o sofrimento nos anos juvenis do Santo Padre consolidou-se inclusive na sua força salvífica de realidade geradora de vida. Precisamente a propósito da sua opção vocacional, ele expressou-se com os seguintes termos: “…O meu sacerdócio, desde a hora do seu nascimento, inscreveu-se no grande sacrifício de muitos homens e mulheres da minha própria geração. A Providência poupou-me as experiências mais difíceis; por isso, é muito maior o sentido da minha dívida às pessoas que conheci, do mesmo modo que às muito mais numerosas que não conheci, sem distinção de nação e de língua que, com o seu sacrifício sobre o grandioso altar da história, contribuíram para a realização da minha vocação sacerdotal. De certa forma, elas introduziram-me neste caminho, indicando-me na dimensão do sacrifício a verdade mais profunda e essencial do sacerdócio de Jesus Cristo” [2].

Em linha de continuidade, o seu pontificado recebeu depressa uma característica muito particular. Por volta das 17 horas do dia 13 de maio de 1981, ao atravessar a praça de São Pedro para saudar os fiéis ali reunidos, do revólver do terrorista turco, Ali Agca, foi disparado um tiro que o feriu gravemente. Enquanto, de toda a Igreja se elevavam preces ao Senhor para obter a salvação da vida do Vigário de Cristo, na Polônia outro pastor, o Servo de Deus Cardeal Wyszynski jazia enfermo, quase no fim da sua vida. Ele tinha predito ao novo Sumo Pontífice que teria feito a Igreja entrar no novo milênio; precisamente no momento em que o Bispo de Roma se encontrava internado num leito hospitalar, o purpurado polaco morria, no dia 28 de maio de 1981.

Carta apostólica

Estes episódios marcaram profundamente o pontificado de João Paulo II, a tal ponto que, tendo-se restabelecido em boas condições de saúde, depressa lançou mãos à obra e projetou uma Carta Apostólica dedicada exatamente ao sentido cristão do sofrimento humano. Foi assim que apareceu a Carta Apostólica Salvifici Doloris, assinada pelo Sumo Pontífice, no dia 11 de fevereiro de 1984. Trata-se de um documento programático, esclarecedor, elaborado num período em que o consumismo e as doutrinas ateias corriam o risco de influenciar profundamente a vida dos fiéis e até mesmo o ensinamento daqueles que eram encarregados da formação do povo de Deus.

O sofrimento no ensinamento do Santo Padre: Salvifici doloris

Na introdução da Carta Apostólica Salvifici Doloris, o Santo Padre recordava a todos as palavras surpreendentes de São Paulo aos Colossenses: “Alegro-me nos sofrimentos suportados por vossa causa e completo na minha carne o que falta aos sofrimentos de Cristo pelo seu Corpo, que é a Igreja” [3].

Os sofrimentos de valor infinito de Cristo Homem-Deus não têm necessidade de outras dores para salvar, constituindo a única causa de salvação para todos. O poder ilimitado dos seus sofrimentos confere aquilo que falta aos sofrimentos de cada homem que sofre. Todavia, há que efetuar a fruição dos dons produzidos pela cruz de Jesus Cristo. Jesus, por assim dizer, preparou uma mesa, onde não falta qualquer bem, senão alguém que ocupe o lugar à mesa e se nutra com o alimento preparado também para ele. O convidado, revestido dos sofrimentos que o próprio Deus oferece a cada um como hábito, completa a mesa.

Cristo salva por intermédio da morte do seu corpo de carne; o homem é salvo e ajuda a salvar com os sofrimentos de Jesus Cristo, que oferece a cada um o privilégio de sofrer como Ele e juntamente com Ele, em ordem a continuar a salvar nele, também mediante o sofrimento da sua própria carne.

Os sofrimentos do cristão, vividos conjuntamente com os padecimentos de Jesus, permitem conceder os benefícios de Cristo ao seu Corpo místico. Por conseguinte, a Igreja não apenas é “Corpo de Cristo” que é salvo através dos sofrimentos do Homem-Deus, mas é também o seu “Corpo Místico” que continua a salvar o mundo mediante os padecimentos de cada um dos seus membros. Assim, eles completam por vocação recebida do Senhor, os mesmos sofrimentos de Jesus Cristo.

Impressionam profundamente as expressões do Santo Padre sobre o valor do sofrimento, quando afirma que “parece fazer parte da própria essência do sofrimento redentor de Cristo: o fato de ele solicitar a ser incessantemente completado” [4]. Deste modo, “todo o sofrimento humano, em razão da sua união com Cristo no amor, completa o sofrimento de Cristo. Completa-o como a Igreja completa a obra redentora de Cristo”… [5]

O sofrimento no Magistério vivo do Santo Padre

Durante a alocução do Angelus de 29 de maio de 1994, depois de uma hospitalização de algumas semanas na Policlínica “Gemelli” de Roma, o Santo Padre fez uma importante referência ao sofrimento, evocando os momentos de dor e de apreensão que tinham acompanhado o atentado de que fora vítima no dia 13 de maio de 1981.

“…Gostaria que hoje, através de Maria, se expressasse a minha gratidão por esta dádiva do sofrimento, novamente ligado ao mês mariano de maio. Desejo dar graças por este dom. Compreendi que se trata de um dom necessário. (…) Encontrei ao meu lado a grande figura do Cardeal Wyszynski… No início do meu Pontificado, ele disse-me: ‘Se o Senhor te chamou, tu deves introduzir a Igreja no Terceiro Milênio’… Então, compreendi que devo introduzir a Igreja de Jesus Cristo neste Terceiro Milênio com a oração e com diversas iniciativas, mas entendi que não basta: era necessário introduzi-la com o sofrimento, com o atentado há treze anos e com este sacrifício.”.

Esta alocução do Papa tem realmente o teor de uma profecia! O Evangelho do sofrimento no Magistério de João Paulo II não foi simplesmente o capítulo de uma Carta Apostólica, não representou apenas um parágrafo de um documento oficial. Foi muito mais: ele tornou-se carne e sangue na própria pessoa do Sumo Pontífice, tornou-se o Magistério vivo. Ele anunciou-o nos seus anseios pelo mundo repleto de guerras e surdo aos seus indefessos apelos de paz; nele, tornou-se uma tarefa missionária em contacto com os dramas do povo de Deus, ao qual ele soube falar de esperança.

Contudo, o Evangelho “superior” do sofrimento foi proclamado clara e fortemente pelos seus próprios padecimentos físicos, pela cruz da doença vivida com coragem e de maneira incondicional no seu mandato de Pastor da Igreja universal, “usque ad sanguinis effusionem”… [6]. Somente hoje, talvez, compreendemos a linguagem arcana a que Deus recorre, do tanto o anúncio do Papa de uma nova “argumentação do sofrimento.

“O Papa devia sofrer”, disse João Paulo II no dia 29 de maio de 1994, talvez porque quando todas as palavras se esgotam, quando todos os apelos resultam ineficazes, somente a cruz consegue penetrar na obstinação do coração humano, corroído pelo ódio e pelo egoísmo. Para introduzir e acompanhar a Igreja no Terceiro Milênio, não são suficientes as iniciativas, até as mais geniais, e nem mesmo a oração: é necessário o sofrimento dos filhos de Deus, os padecimentos dos Santos, a dor do Vigário de Cristo e de “todos aqueles que sofrem com Cristo, unindo os próprios sofrimentos humanos ao seu sofrimento salvífico” [7].

O sofrimento e o santo Rosário

No final do ano de 2003, que o Santo Padre dedicou à recitação do Rosário, tão caro a Maria, não podemos deixar de recordar que o Rosário constitui o instrumento indefectível de quem quer aprender “o sentido do sofrimento salvífico” [8]. Em Oristano, no dia 18 de outubro de 1985, o Papa afirmava:

“Exorto-vos profundamente, doentes… a rezar todos os dias a Nossa Senhora com o santo Rosário. Dado que a saúde é um bem que faz parte do projeto primitivo da criação, recitar o Rosário pelos doentes, a fim de que possam ser curados ou pelo menos obter o alívio para os seus males, é obra singularmente humana e cristã…”. [9]

Através do Rosário, o cristão coloca-se na escola de Maria, grande mestra na cátedra da cruz. Por conseguinte, o Rosário, o sofrimento e a inocência tornam-se termos constantemente solidários nas biografias dos apaixonados de Deus e nas atenções pastorais do Papa João Paulo II.

Notas

[1] Padre Pio de Pietrelcina, Epistolário, vol. III San Giovanni Rotondo 1987, pág. 106.

[2] João Paulo II, Dom e Mistério, Cidade do Vaticano 1996, pág. 47.

[3] Cf. Cl 1, 24.

[4] João Paulo II, Salvifici doloris, 24.

[5] Ibidem.

[6] Cf. João Paulo II, Discurso proferido no dia 22 de Outubro de 2003, em: ed. quot. deL’Osservatore Romano de 23.10.2003, n. 4.

[7] João Paulo II, Salvifici doloris, 26.

[8] João Paulo II, Rosarium Virginis Mariae, 25.

[9] João Paulo II, O Evangelho do Sofrimento (sob os cuidados de L. Sapienza), Roma 1983, pp. 136-137.

Card. José SARAIVA M., c.m.f. Prefeito da Congregação para a Causa dos Santos

Fonte: Apostolado Sociedade Católica. Trecho de “O Evangelho do Sofrimento no Magistério e na Vida do Papa João Paulo II”.

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FCC promove II Seminário de Conservação de Igrejas e Arte Sacra

FCC promove II Seminário de Conservação de Igrejas e Arte Sacra

Igreja BJAA Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Regional Sul da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e Arquidiocese de Florianópolis promovem o II Seminário de Conservação de Igrejas e Arte Sacra de Santa Catarina. O evento ocorrerá no dia 22 de outubro de 2015, das 8h às 18h, na Paróquia Senhor Bom Jesus dos Aflitos, no município de Porto Belo.

O Seminário tem o objetivo de difundir a importância da preservação das obras de arte sacras a bispos, párocos, vigários, padres, administradores, fiéis e comunidades, que buscam capacitação para salvaguardar, de forma adequada, esses bens tão valiosos. A partir do esforço mútuo, a iniciativa visa garantir a segurança dos espaços, dos bens móveis e integrados, resguardando-os dos diversos fatores que concorrem para a deterioração, desvalorização, perda parcial ou total do riquíssimo patrimônio religioso. Com isso, será possível preservar seu valor patrimonial, monetário e, sobretudo, cultural, herança preciosa para as gerações futuras.

Interessados em participar devem enviar e-mail com nome, endereço, paróquia que representa, função na paróquia/profissão, telefone e e-mail para seminariosacro@fcc.sc.gov.br. A primeira edição do Seminário foi realizada em outubro de 2014, na Igreja Matriz de São José, com a participação de cerca de 90 pessoas.

Confira a programação completa do evento:

08:00 – 08:30h: Credenciamento

08:30 – 09:00h: Abertura

09:00 – 09:40h: A preservação do patrimônio religioso – Arq. Lilian Mendonça

09:40 – 10:00h: Coffee Break

10:00 – 10:40h: É importante: “conservar para não restaurar” – Esp. Marcelino Donizeth de Melo Correia – Conservador-restaurador do ATECOR – FCC

10:40 – 11:20h: Atuação do Ministério Público na defesa do patrimônio cultural sacro – Dr. Marcos Paulo de Souza Miranda – Promotor do Ministério Público de Minas Gerais

11:20 – 12:00h: Fontes estaduais apoiadoras do Patrimônio Cultural Catarinense – Técnico a definir – Seitec/SOL

12:00 – 14:00h: Almoço

14:00 – 14:40h: A perspectiva do Ministério Público na defesa do patrimônio cultural e sua atuação na região do planalto serrano catarinense – Dr. Renee Cardoso Braga – Promotor do Ministério Público de Santa Catarina

14:40 – 15:20h: Conservação de Arte Sacra: Bens Móveis – M.Sc. Karen Kremer – Conservadora e Restauradora de Bens Culturais Móveis do ATECOR – FCC

15:20h – 15:40h: Coffee Break

15:40h – 16:20h: Conservação de Arte Sacra: Bens Imóveis – Arq. Sílvia Maia – Arquiteta da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da FCC

16:20 – 17:00h: Restauração e conservação da Igreja Bom Jesus dos Aflitos de Porto Belo – Arq. Roseana S. Lunghard

Serviço:

O quê: II Seminário de Conservação de Igrejas e Arte Sacra de Santa Catarina

Quando: 22 de outubro de 2015, das 8h às 18h

Onde: Paróquia Senhor Bom Jesus dos Aflitos – Av. Governador Celso Ramos, 1445 – Centro – Porto Belo/SC

Inscrições: pelo e-mail seminariosacro@fcc.sc.gov.br, com informações de nome, endereço, paróquia que representa, função na paróquia/profissão, telefone e e-mail do interessado.

Participação gratuita

Informações: (48) 3664-2616

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/483153355199986/

Fonte: Assessoria de Comunicação FCC

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Nova etapa do Sínodo: discernimento

Nova etapa do Sínodo: discernimento

Cidade do Vaticano (RV) – Depois da pausa dominical, os padres sinodais retomaram os trabalhos nesta segunda-feira (12/10) nos círculos menores, para analisar a segunda parte do Instrumento de Trabalho: “O discernimento da vocação familiar”.
É sobre isto que nos fala o Arcebispo de São Paulo, Card. Odilo Pedro Scherer:
“Depois de termos visto as várias situações e os desafios da família, chegou a hora de se perguntar: ‘Afinal, para onde vai a família, qual é a indicação que a Igreja deve dar para as diversas situações?’ Para nós, o discernimento se faz a partir da luz da fé, dos critérios da fé. Por isso, justamente esta semana, nós vamos olhar para as questões da família a partir da Palavra de Deus, do ensinamento da Igreja, a partir do discernimento da fé. E nos perguntar o que Deus quer com tudo isso, onde Deus está indicando, onde Deus está dizendo para a Igreja atuar, como atuar e assim por diante. Para depois, na próxima semana, nós chegarmos ao “agir”, para as orientações pastorais. Esta semana será, certamente, bastante rica no sentido de buscarmos as fundamentações da Palavra de Deus sobre as orientações que deverão ser dadas depois para a Pastoral da família.”

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Caminhada da Paz 2015

Caminhada da Paz 2015

O ano de 2015 foi proclamado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), como o Ano da Paz. Iniciou no primeiro domingo do Advento, 30 de novembro de 2014, e encerrará no Natal de 2015.

As paróquias e comunidades da Arquidiocese de Florianópolis se preparam para uma grande mobilização para bem viver este evento. Toda programação da celebração do Ano da Paz está concentrada para o dia 04 de outubro, onde várias cidades vão promover a “Caminhada da Paz”.

Programação para o dia 04 de outubro

– Beira Mar de São José, às 08h:SESI Corridas e Caminhada do Bem. O evento, promovido pela FIESC/SESI, em parceria com a Ação Social Arquidiocesana (ASA), pretende auxiliar as instituições sociais, já que parte do valor da inscrição será revertida para esta finalidade. Reunirá as Foranias da Arquidiocese de Palhoça, Santo Amaro da Imperatriz, São José e Biguaçu;

– Estádio Hercílio Luz (sede do Marcílio Dias), 08h30, Itajaí: Toda Forania de Itajaí, que reúne as oito paróquias, estará concentrada no Estádio;

– Parque de Coqueiros, 09h: Reunirá a Forania Florianópolis Continente. Todos saem em procissão do Balneário do Estreito até o Parque de Coqueiros, onde acontecerá uma Missa campal às 10h;

– Forania de Brusque: caminhada com saída da Igreja Matriz São Luiz Gonzaga (centro), a partir das 14h até o Santuário de Azambuja, onde será celebrada uma Missa;

– Forania de Tijucas, 16h: caminhada com saída da Concha Acústica, centro de Tijucas. Chegada na Igreja Matriz, onde será realizada a Celebração Eucarística;

– Paróquia do Divino Espírito Santo, Camboriú, 09h30: Missa na Praça das Figueiras, com bênção de 16 oliveiras, árvore símbolo da paz. Estas oliveiras serão plantadas em cada uma das 16 comunidades da Paróquia. Após a Missa haverá a caminhada pela paz, nas ruas centrais de Camboriú.

– Paróquia Santo Antônio, Itapema, 18h: Os fiéis saem em procissão da localidade Alto São Bento, passam por outras comunidades até a Praça da Paz, onde será celebrada uma Missa às 19h30.

 

Fonte: Site Arquidiocese de Florianópolis

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PASCOM do Regional Sul 4 da CNBB  promove  III Seminário Novas Mídias, Novas Tecnologias

PASCOM do Regional Sul 4 da CNBB promove III Seminário Novas Mídias, Novas Tecnologias

PASCOM REGIONAL SUL IV - IV SEMINARIO - Capa BLOG (4)A cidade de Joinville, no Estado de Santa Catarina, recebe de 16 a 18 de outubro o 3º Seminário Novas Mídias e Novas Tecnologias. Promovido pela Pastoral da Comunicação (Pascom) do Regional Sul IV da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o evento está com inscrições abertas até o dia 9 de outubro.

Com o tema “Novas Mídias e Novas Tecnologias” e o lema “Investir na comunicação para ganhar na Evangelização”, o encontro terá início na sexta-feira, dia 16, às 19h30, com a acolhida aos participantes. Na sequencia, às 20h, ocorrerá a palestra de abertura “Redes Sociais + Mídias Sociais ambiente privilegiado do encontro”. Às 21h, será realizado um coquetel festivo.

No segundo dia de encontro, no sábado, dia 17, haverá uma Santa Missa, às 7h30. Depois da celebração acontece a  acolhida do Bispo de Joinville Dom Irineu Roque Scherer ( Bispo Referencial da Comunicação Regional Sul 4).Logo depois, às 9h, o Padre Rafael Uliano, diretor eclesiástico da Pascom de Tubarão, falará sobra as ações da Pastoral da Comunicação. Mais tarde, às 10h30, será realizada a palestra “A importância do gerenciamento nas redes sociais”, com Darlan, da Agência Arcanjo, de Joinville. Às 11h30, haverá uma mesa com palestrantes.

No turno da tarde, a partir das 14h, ocorrerá mais uma palestra, proferida por Anselmo, coordenador da Pascom da Diocese de Tubarão, sobre a utilização dos vídeos na evangelização. Em seguida, às 15h, acontecerá um plenário. A palestra sobre “A importância da Assessoria de Comunicação para os projetos sociais paroquiais e diocesanos” será dada por Olga Oliveira, que é coordenadora da Pascom da Arquidiocese de Florianópolis, às 15h30.

Dando continuidade às atividades, às 16h30, será realizado mais um plenário. O encerramento dos momentos formativos se dará às 17h30. A partir das 20h, ocorrerá a Noite Cultural, organizada pela Pascom da Diocese de Joinville.

No último dia do seminário, em 18 de outubro, as atividades do domingo começarão às 8h, com a Celebração Eucarística. Depois, às 9h30, mais uma palestra: “A Igreja e as mídias digitais”. O plenário acontecerá às 10h30. Logo em seguida, às 11h, será realizado um momento de motivação para o Muticom, motivação da Pascom Regional, com o estudo do Diretório, e a entrega dos certificados. O encerramento do evento acontecerá às 12h30.

As inscrições já estão no segundo lote de vendas.

Faça sua caravana e venha para o III Seminário Novas Mídias, Novas Tecnologias.

 

Serviço: III Seminário Novas Mídias, Novas Tecnologias

Data: 16 a 18 de Outubro

Onde: Joinville/SC

Inscrições: http://www.seminarionovasmidiasenovastecnologias.blogspot.com.br/

Contato:  pascomregionalsul4@gmail.com

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Bem estar e solidariedade animam participantes da Corrida do Bem em Florianópolis

Bem estar e solidariedade animam participantes da Corrida do Bem em Florianópolis

O dia ensolarado favoreceu o entusiasmo dos mais de 700 participantes da Corrida e Caminhada do Bem, na manhã deste domingo, 13, na Beira Mar de Florianópolis. O evento é uma promoção da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), através do SESI – Serviço Social da Indústria –, que neste ano estava em parceria com a Arquidiocese de Florianópolis.

“Para a Ação Social Arquidiocesana (ASA) o evento é algo que veio agregar como uma atividade diferenciada. Além de apoiar financeiramente o trabalho desenvolvido com as pastorais e entidades sociais, também promoveu o cuidado com a saúde”, observou o secretário executivo da ASA, Fernando Anísio.

A largada foi dada por volta das 08h da manhã, após os competidores participarem do “aulão” de alongamento. Quem se inscreveu, ainda podia contar com massagens ou comer frutas a vontade, em um ambiente propício para o bem estar e o bom êxito da atividade física.

Idosos, crianças, jovens, adultos, deficientes, todos estavam representados na corrida. Destaque para o segundo colocado da prova geral masculina, o deficiente visual Jarbas Pereira da Silva. “Estava muito boa a organização do evento, todo competidor para-atleta depende muito da organização e tudo estava de parabéns”, avaliou. Ele veio de São Joaquim (SC) e, auxiliado por um guia, concluiu os 05 km da competição em 18’37”, apenas 20 segundos após o primeiro colocado.

Quem não quis correr, participou da Caminhada “em clima de convivência e alegria”, destacou a paroquiana do Santuário de Fátima, em Florianópolis, Lorena Terezinha Zillioto. Com 65 anos, ela realizou o percurso em 45 minutos e considera um tempo bom. “Adoro caminhar, então ir para lá com os amigos foi mais uma motivação, além de podermos ajudar a projetos sociais”, enfatizou.

A próxima Corrida e Caminhada do Bem acontece na Beira Mar de São José, no dia 04 de outubro. As inscrições podem ser feitas através do site corridasdobem.com.br, até o dia 28 de setembro. Outra etapa ainda acontece em Itajaí, no dia 29 de novembro.

Serviço

SESI CORRIDAS DO BEM 2015

Etapa São José – 04 de outubro
Etapa Itajaí – 29 de novembro
Inscrições: www.corridasdobem.com.br

Fonte: Site Arquidiocese de Florianópolis

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80º Aniversário da Revelação do Terço da Divina Misericórdia

80º Aniversário da Revelação do Terço da Divina Misericórdia

Terço da Divina Misericórdia.

Os dias 13 e 14 de setembro deste ano marcam o 80º aniversário da revelação do terço da Divina Misericórdia. É uma oração traduzida para vários idiomas e é rezada por pessoas de todo o mundo. 80 anos atrás o Senhor Jesus a narrou em polonês para a Santa Irmã Faustina.

Como foi o início do Terço da Divina Misericórdia?

O Terço da Divina Misericórdia é a única oração – além da oração do Pai Nosso – cujas palavras foram ditadas pelo próprio Jesus. Isso aconteceu em 13 de setembro, sexta-feira, em 1935 em Vilnius.
“À noite, quando eu estava na minha cela, vi um anjo, executor da ira divina. Ele estava vestindo uma túnica branca, o rosto radiante e uma nuvem sob seus pés, e saiam da nuvem trovões e relâmpagos para as suas mãos, e delas só então atingiam a terra. (…) Eu senti em minha alma o poder da graça de Jesus, que habita em minha alma; (…) Comecei a implorar a Deus pelo mundo com palavras ouvidas no meu interior. ” (Diário, 474)
Essas “palavras ouvidas internamente” foram apenas as palavras do Terço.
“Quando assim rezava, vi a impossibilidade do anjo em poder executar aquele justo castigo, merecido por causa dos pecados. Nunca tinha rezado com tanta força interior como naquela ocasião”. (Diário, 475)

Como rezar o Terço da Divina Misericórdia?

Primeiro de tudo, com confiança. O Terço é como “uma ligação telefônica para o Pai”, que se importa conosco e pode tudo. Nós pedimos, como crianças pequenas quando querem algo e repetem insistentemente “Por favor! Por favor! Por favor!”. Podemos falar sobre tudo com o Pai Misericordioso, sobre as grandes e pequenas coisas, como Santa Faustina que rezou o Terço para salvar a alma de uma pessoa morta (Diário, 810), mas também pedindo que a chuva parasse (Diário, 1731).

A que horas alguém deve rezar o Terço?

A qualquer hora do dia ou da noite. Jesus nunca disse a que horas nós deveríamos rezar o Terço. Ao invés disso Ele pediu à Faustina para rezá-lo frequentemente.

Existem promessas específicas de Jesus conectadas com o Terço?

Jesus prometeu que quando nós rezamos o Terço da Divina Misericórdia podemos receber tudo o que é bom e está de acordo com a vontade de Deus. Ele também prometeu a graça de uma morte feliz àqueles que recitam o Terço, mas também para as pessoas que estão morrendo e por quem alguém mais irá rezar a oração. O Terço é como uma “bóia salva-vidas” dada a alguém que está se afogando. Jesus até mesmo disse que “mesmo que houvesse um pecador mais endurecido, se uma vez só digo isto Terço, irá receber a graça de misericórdia infinita …” (Diário, 687)

Na Polônia ao rezar o Terço da Divina Misericórdia na igreja ou na capela você pode obter uma indulgência plenária.
Então o Terço parece ser a oração favorita de Jesus. Quase todos os dias pessoas de várias partes do mundo enviam ao Santuário da Divina Misericórdia em Lagiewniki o testemunho de graças alcançadas e até milagres realizados em suas vidas quando elas rezaram o Terço. O poder desta oração depende do poder da sua confiança. Portanto, confie, e reze!

Fonte: Site Oficial Jornada Mundial da Juventude 2016

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Estação da Igreja destes últimos anos é uma grande primavera

Estação da Igreja destes últimos anos é uma grande primavera

A Igreja de hoje é cada vez mais a “Igreja do discernimento”: foi o que disse o pesquisador da Fundação para as ciências religiosas João XXIII de Bolonha – norte da Itália –, Riccardo Saccenti, no segundo dia da Semana Teológica do Meic (Movimento Eclesial de Empenho Cultural), em andamento na localidade italiana de Camaldoli.
Segundo o pesquisador, “a estação da Igreja destes últimos anos é, certamente, uma grande ‘primavera’, e nessa primavera o discernimento da comunidade eclesial em seu conjunto voltou a ter um valor central”.
Isso é testemunhado pelo “dúplice Sínodo sobre a família e o Jubileu extraordinário da Misericórdia”, os quais “foram pensados como verdadeiras ocasiões de discernimento para a Igreja, com um envolvimento concreto do povo de Deus e, consequentemente, com um impacto direto sobre a própria forma da Igreja”.
De fato, segundo Saccenti “no centro do Sínodo está, de modo claro, a vontade de tratar da questão do anúncio do Evangelho aos homens do nosso tempo e de investir na sinodalidade como traço distintivo da Igreja contemporânea, ao passo que o Jubileu será o espaço para fazer discernimento sobre o tema da misericórdia e de sua relação com a Igreja e com a história”.
Essa renovada atenção à dimensão do discernimento, explicou ainda o pesquisador, se insere “no sulco da grande tradição da Igreja, a partir da Escritura” até o “Séc. XX, quando com o Concílio o discernimento se tornou um dos eixos do modo como a Igreja pensa a si mesma e vive a sua dimensão missionária”.
Ainda hoje, concluiu o estudioso, “essa permanece sendo a dimensão na qual a Igreja realiza a sua capacidade de anunciar a verdade do Evangelho, seja para dar cumprimento à própria missão, seja para receber dos homens e das culturas uma riqueza que a torna sempre mais filha de seu Senhor e sempre mais consciente da capacidade própria do Evangelho de inculturar-se e de falar as línguas dos homens do nosso tempo”.
A Semana Teológica do “Movimento Eclesial de Empenho Cultural” continua seus trabalhos de aprofundamento sobre o tema do discernimento, sobretudo na ótica da elaboração de uma contribuição própria em vista, proximamente, do Simpósio Eclesial de Florença.
Na tarde do primeiro dia coube ao camaldolense Emmanuele Bordello evidenciar o valor do discernimento na grande tradição monástica. Nesta quinta e na sexta-feira cabe ao biblista Michele Marcato e ao magistrado Vito D’Ambrosio tratarem da questão, respectivamente, no campo bíblico e no campo do engajamento sócio-político. (RL)

 

Fonte: Rádio Vaticano

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Arcebispo Auza: voz de Francisco cada vez mais ouvida na Onu

Arcebispo Auza: voz de Francisco cada vez mais ouvida na Onu

Papa ONU 02Falta pouco mais de um mês para a visita do Papa Francisco à sede das Nações Unidas, em Nova Iorque. Um evento que se tornou ainda mais significativo com o grande impacto que a Encíclica “Laudato si” tem tido na comunidade internacional. Entrevistado pela Rádio Vaticano, o observador permanente da Santa Sé na Onu, Dom Bernardito Auza, parte justamente desse fato em sua reflexão:

Dom Bernardito Auza:- “Fiquei bastante contente com as reações muito positivas em relação à Encíclica: todos falavam sobre ela já antes de sua publicação e, sobretudo, depois. Como dizia o diplomata de um grande país durante as negociações sobre o desenvolvimento sustentável: “Estamos aqui negociando duramente e dedicamos tanto tempo sobre o documento quadro para o desenvolvimento sustentável e, no entanto, parece que somente poucos se interessam realmente, mas todos, ou quase todos, sabem alguma coisa sobre a Encíclica!” Penso que isso resume um pouco o interesse que a Encíclica suscitou, inclusive no âmbito da Onu. Posso dizer que estou muito contente porque também durante essas recentes negociações intergovernamentais sobre a “Agenda pós-2015 sobre o desenvolvimento sustentável” muitas delegações citaram a “Laudato si”. Portanto, posso dizer que, no âmbito da Onu, a Encíclica foi muito bem acolhida.”

RV: A Encíclica pede um novo modelo de desenvolvimento econômico, mais atento aos pobres e à defesa do ambiente: une as duas coisas. Houve quem criticasse esse pedido do Papa…

Dom Bernardito Auza:- “No âmbito de meu trabalho junto às Nações Unidas, ouvindo os pronunciamentos oficiais dos países membros da organização – sobretudo dos países em desenvolvimento – e os das grandes organizações internacionais que lidam com a economia e com o comércio, creio ter entendido e percebido uma crescente tomada de consciência sobre a importância da compreensão de uma economia mais integral, como, propriamente, disse o Papa. Esse apelo a distanciar-se da obsessão de um desenvolvimento econômico baseado somente no Pib – essa não é uma economia que defende um desenvolvimento sustentável –, eis a força desse apelo por uma economia mais atenta aos pobres, mais atenta à ecologia, é justamente esse o espírito que a Onu quer colocar no centro da Agenda sobre o desenvolvimento sustentável até 2030.”

RV: Em novembro próximo se realizará, em Paris, a Conferência sobre o clima: o senhor acredita que a palavra do Papa Francisco possa desempenhar um papel nas decisões que serão tomadas nesse importante evento?

Dom Bernardito Auza:- “Diria que sim. A meu ver, a influência inspiradora da Encíclica é muito evidente já nas negociações para o desenvolvimento. A Conferência de Paris de novembro-dezembro próximos será, certamente, sobretudo técnica. Mas creio, inclusive falando com as delegações, que a inspiração e – até mesmo, diria – a filosofia, a teologia moral que impele os Estados, homens e mulheres a alcançar um acordo, o Papa já as tenha dado nessa Encíclica.”

RV: Daqui a pouco mais de um mês o Papa Francisco falará na sede das Nações Unidas: qual a expectativa que se respira, quais são as expectativas para esse grande evento?

Dom Bernardito Auza:- “O primeiro indicador dessa grande expectativa para a visita do Papa são os milhares de pedidos de ingressos que, infelizmente, não poderemos dar! Na Onu falamos todos os dias sobre isso e já tive encontros com o Protocolo para ver como responder da melhor maneira possível às muitas expectativas e pedidos para poder ver o Santo Padre, mesmo de longe. Com certeza, esperamos viver essa experiência, um grande vento, inclusive para a Onu.”

Fonte: Rádio Vaticano

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