A Teologia do abraço

A Teologia do abraço

Você sabe qual é o significado do abraço no contexto bíblico?

Já parou para pensar que dificilmente uma pessoa te abraça? Há quem se contente com um “tudo bem?”, outros com um “oi” e não passa disso. Já pensou se com todas as pessoas que encontrássemos tivéssemos a bondade de cumprimentá-la com um abraço ou, se preferir, um amasso?

No contexto bíblico, o abraço significa misericórdia. Vale recordar aqui o abraço do Pai no filho pródigo. As mazelas, as decepções, os pecados, a arrogância, a precariedade, a soberba, se dissolveran no abraço do Pai misericordioso.

Não tenho dúvida de que aquele sujeito sem nome (pode ser eu ou você) que pegou a parte da herança e partiu para o mundo contemplou a verdade interpretada por Martha Medeiros: “Tudo o que você pensa e sofre, dentro de um abraço se dissolve”. O abraço esmagante do Pai devolveu ao filho desgraçado o dom da vida, da eternidade.

O abraço, segundo alguns especialistas, faz bem para a saúde psíquica e física. Ele tem o poder de aumentar os níveis de uma substância chamada oxitocina, que tem a particularidade de reduzir os estados de stress e ansiedade, aumentando a felicidade e o bem estar das pessoas. Pessoas com um nível elevado de oxitocina têm a probabilidade de desenvolverem um comportamento maior de ligação entre as pessoas. Você sabia disto?

Mário Quintana faz questão de aludir o abraço a um laço. Diz ele: “Meu Deus! Como é engraçado! Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço… uma fita dando voltas. Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço. É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço”.

Penso que, nos tempos hodiernos, nossos casais precisam se abraçar. Precisam encostar um coração no outro (Rita Apoena). Já imaginou acalmar os corações atribulados por uma discussão, encostando um coração no outro? Corações atribulados se entendem e se acalmam no compasso da vida, que se renova dentro de um abraço.

Certa vez, havia um casal de idade mediana nas dependências de uma Praça. Eles viram quando ali estava uma menina, baixinha, com cabelos de fios dourados, muito pacífica. Passavam-se minutos e minutos, e ela ali persistia. Quando menos esperavam, salta de um ônibus um menino com trajes de viajante, mochilas nas costas, e apressadamente se direciona até a menina. Em fração de segundos, um atracou o outro num abraço, e os dois ficaram por um bom tempo sem trocar palavras. Certamente fazia muito tempo que o casal de namorados não se encontrava.

O normal seria que eles trocassem belas saudações, nobres palavras, ricas frases. Mas eles optaram pelo abraço. Pois o abraço permitia que eles se sentissem. Quando vemos uma sociedade (famílias, grupos, religiões) machucada, triste, sem rumo, sem esperança, nós podemos dizer que estamos vendo (e vivenciando) uma sociedade que perdeu a capacidade de se sentir. O poeta português Fernando Pessoa já dizia: “quem sente muito, cala; quem quer dizer quanto sente, fica sem alma nem fala, fica só, inteiramente”!

Já Drummond se atreve dizer que “se você sabe explicar o que sente, não ama, pois o amor foge de todas as explicações possíveis”.

Traduzindo: amar não é teoria, é sentir. Abraçar é amar. Abraçar é discursar sem palavras. Abraçar é poder entrar no outro sem pisar no seu terreno. Abraçar é ser mais gente. Abraçar é uma forma de teologar… pois até Deus quis morar no abraço!

Fonte: Aleteia via A12

 

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MENSAGEM DO PÁROCO (MAIO)

MENSAGEM DO PÁROCO (MAIO)

Maio: mês dedicado a Maria

 

O tempo passa tão rápido, quando damos conta já notamos que estamos às portas de Maio, onde somos convidados a contemplar o rosto materno de Deus.

Quero Aproveitar e fazer um especial agradecimento a todos voluntários do nosso Santuário, pessoas de fé que evangelizam no silêncio, recebam meu fraterno abraço por tudo que vem fazendo para que nossa vida em Angelina seja mais viva e eficaz na vivência do Santo Evangelho.

Outro fato importante, por ocasião da XIV Missa dos Motociclistas que ocorreu aqui no dia 01, sentimos que o nosso campo missionário é grande e o Santuário está atingindo sua meta, a de levar a todos a ´Boa Nova´ de Cristo. Também, lançamos a rifa paroquial: A Campanha dos devotos e benfeitores de Angelina, a partir de agora, todos são convidados a fazer parte da família do santuário, com sua contribuição mensal, poderemos melhorar cada vez mais nossa realidade eclesial nesse torrão Angelinense.

Realmente, é um tempo de Graças, para nós que a temos como nossa advogada e intercessora fiel diante de Deus, numa Gruta dedicada à Nossa senhora de Lourdes.

Beato João Paulo II, afirmou: “Se não sabeis como rezar, pedi-Lhe para vos ensinar e pedi à Mãe do Céu para rezar convosco e por vós. A oração do Rosário pode ajudar-vos a aprender a arte de rezar com a simplicidade e profundidade de Maria”.

Neste mês, também iremos celebrar a vinda do Espírito Santo sobre a comunidade cristã e renovar em nós Sua força para continuarmos nossa caminhada: a festa de Pentecostes. Santo Agostinho nos ensinou que: ¨O Espírito Santo é a alma da Igreja¨. E em seguida a festa de Corpus Christi, que será nossa manifestação pública do nosso amor à Eucaristia, centro e ápice de nossa fé cristã, presença viva de Jesus Cristo, sacramento de amor e vida.

E assim, caminhamos na fé, que Deus na sua infinita misericórdia abençoe a todos (as) vocês. Despeço-me com minha bênção sacerdotal a você e sua família +

Frei Paulo Cézar Magalhães Borges, ofm

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Papa: o amor é a atitude fundamental do coração

Papa: o amor é a atitude fundamental do coração

“É importante tomar consciência de que o amor de Cristo não é um sentimento superficial”

O Papa Francisco rezou a oração mariana do Regina Coeli, neste domingo (06/05), com os fiéis e peregrinos de várias partes do mundo, reunidos na Praça São Pedro.

Na alocução que precedeu a oração, o Pontífice ressaltou que “neste tempo pascal a Palavra de Deus continua nos indicando estilos de vida coerentes para ser a comunidade do Senhor Ressuscitado”.

Dentre esses estilos, “Evangelho de hoje apresenta a entrega de Jesus: «Permaneçam no meu amor», permanecer no amor de Jesus.”

“Viver na corrente do amor de Deus, estabelecer a morada, é a condição para que o nosso amor não perca pelas ruas o seu ardor e a audácia. Nós também, como Jesus e Nele, devemos acolher com gratidão o amor que vem do Pai e permanecer neste amor, tentando não nos separar dele com o egoísmo e o pecado. É um programa exigente mas não impossível.”

Segundo o Papa, “primeiramente, é importante tomar consciência de que o amor de Cristo não é um sentimento superficial, mas uma atitude fundamental do coração, que se manifesta no viver como Ele quer. De fato, Jesus afirma: «Se vocês obedecem aos meus mandamentos, permanecerão no meu amor, assim como eu obedeci aos mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor.»

“O amor se realiza na vida cotidiana, nos comportamentos, nas ações; caso contrário é apenas algo ilusório. São palavras, palavras, palavras: isso não é amor. O amor é concreto todos os dias. Jesus nos pede para observar os seus mandamentos, que se resumem nisso: “Amem-se uns aos outros, assim como eu amei vocês.”

E Francisco perguntou: “Como fazer para que esse amor que o Senhor Ressuscitado nos doa possa ser partilhado pelos outros? Muitas vezes, Jesus indicou quem é o outro a amar, não com palavras, mas com fatos. É aquele que encontro em meu caminho e  me interpela com o seu rosto e sua história; é aquele que, com a sua presença, me impulsiona a sair de meus interesses e minhas seguranças; é aquele que espera a minha disponibilidade de acolher e caminhar juntos na mesma estrada.”

“Disponibilidade a todo irmão e irmã, quem quer que seja e em qualquer situação se encontre, começando com aquele que está próximo a mim na família, na comunidade, no trabalho, na escola. Desta forma, se eu permaneço unido a Jesus, o seu amor pode alcançar o outro e atraí-lo a si, para sua amizade”, sublinhou o Santo Padre.

Para Francisco, “esse amor pelos outros não pode ser reservado a momentos excepcionais, mas deve se tornar a constante de nossa existência. É por isso que somos chamados, por exemplo, a proteger os idosos como um tesouro precioso e com amor, mesmo que criem problemas econômicos e inconvenientes, devemos protegê-los. É por isso que aos doentes, mesmo no último estágio, devemos prestar toda a assistência possível. É por isso que os nascituros devem ser sempre acolhidos. É por isso que, em última análise, a vida deve ser sempre protegida e amada desde a concepção até a morte natural. Isso é amor.”

“Somos amados por Deus em Jesus Cristo, que nos pede para amar uns aos outros como Ele nos ama. Mas nós não podemos fazer isso se não tivermos o seu próprio coração em nós.”

“A Eucaristia, à qual somos chamados a participar todos os domingos, tem como objetivo formar em nós o Coração de Cristo, de modo que toda a nossa vida seja guiada por suas atitudes generosas.”

“Que a Virgem Maria nos ajude a permanecer no amor de Jesus e a crescer no amor por todos, especialmente os mais vulneráveis, a fim de corresponder plenamente à nossa vocação cristã”, concluiu o Papa.

Fonte: Aleteia/Vatican News

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6 coisas que Santa Gianna Beretta Molla ensina sobre a família

6 coisas que Santa Gianna Beretta Molla ensina sobre a família

Para quem está acostumado apenas com santos que vestem hábitos e véus, o exemplo de Santa Gianna Beretta Molla, uma das poucas mulheres casadas proclamadas santas pela Igreja, é de chamar atenção. Ela, que tinha amor pela vida, pelas coisas simples e, principalmente por Deus e sua família, viveu intensamente o mandado de Jesus: dar a vida para que outros tenham vida!

Outro ponto que chamava atenção era o amor apaixonado que nutriu pelo esposo, Pietro Molla, com quem teve quatro filhos, durante os anos em que estiveram juntos. Foram dezenas de cartas de amor escritas e enviadas durante as viagens que ele fazia a trabalho.

Santa Gianna Beretta Molla nasceu em 4 de outubro de 1922 na cidade de Magenta, na Itália, em uma família composta por treze filhos. Vivia em um lar cristão desde os primeiros anos de vida. Mais tarde, Gianna – que tinha gosto por moda e esportes – formou-se em medicina e especializou-se em pediatria com a finalidade de ser missionária no Brasil.

Gianna faleceu em 28 de abril de 1962, dias após o nascimento de Gianna Emanuela, sua última filha. Confira o que ela nos ensina sobre a vida familiar em direção à santidade.

1 – Harmonia entre a missão profissional e familiar

Em tudo harmonizava a vida profissional com a familiar. Ela dedicava tempo para cada realidade de acordo com as necessidades que se apresentavam a cada tempo. Além dos compromissos de fé, adorava esquiar na neve, pintar e ouvir uma boa música. Sobre sua missão profissional relatou: “quem toca o corpo de um paciente, toca o corpo de Cristo”.

2 – Cultivo do romantismo, carinho e amor apaixonado pelo esposo

O relacionamento familiar era sempre alimentado com muito amor, carinho e romantismo ao esposo. Quando Pietro viajava a trabalho e ficava um tempo fora de casa, sempre se comunicavam por meio de cartas amorosas, onde expressavam o quanto se amavam. Confira um trecho: “Pietro, pense em nosso ninho, aquecido pelo nosso amor e alegrado pelas crianças que o Senhor nos dará! É certo que também passaremos por dificuldades, mas se nos amarmos sempre como nos amamos agora, com o auxílio de Deus, saberemos juntos suportá-los. Não é?

 

3 – Vida espiritual intensa e priorizada

Santa Gianna priorizava a vida espiritual de toda a família. Ela possuía o hábito da vida cristã que consistia em oração, missa, eucaristia e participação de retiros espirituais. Era tudo com a devida intensidade. Não abria mão da vida cristã.

4 – Martírio pela vida

Como já foi dito, Santa Gianna abriu mão da própria vida para que sua filha nascesse. Estando grávida do quarto filho, descobriu que tinha um fibroma no útero e que precisaria retirar o órgão, mas caso isso acontecesse provocaria o aborto da criança, fato que em nenhuma hipótese quis submeter-se. Mesmo contrária a opinião de outras pessoas da família, levou a gestação até o final. Passados alguns dias, após o nascimento de Gianna Emanuela, seu martírio se concretizou com sua morte.

5 – O espírito de sacrifício

Após a morte de Santa Gianna, o seu marido, Pietro Molla, descobriu alguns escritos que a santa fazia antes de participar dos retiros onde relatavam a unidade de seu coração com o amor, o sacrifício e  a fé inabalável. Isso demonstrava que ela estava consciente da escolha que fazia em relação à gestação de risco que trazia.

6 – Milagres brasileiros

A canonização de Santa Gianna aconteceu em 16 de maio de 2004, por São João Paulo II, no Vaticano, de quem recebeu o título de “Mãe de Família”. Os milagres para sua beatificação e canonização ocorreram no Brasil. Um em 1977, em Grajau (MA), para onde ela queria ter vindo como missionária com o seu irmão e o outro na cidade de Franca (SP), em 2000.

 

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Jornada de solidariedade na Alemanha contra nova onda de antissemitismo

Jornada de solidariedade na Alemanha contra nova onda de antissemitismo

O debate foi estimulado pelo avanço da extrema direita e pelas preocupações com o aumento no fluxo de refugiados

A Alemanha foi palco nesta quarta-feira (25) de ações solidárias com a comunidade judaica, depois de uma série de incidentes que reforçaram o temor de um ressurgimento do antissemitismo no país, 70 anos depois do Holocausto.

Organizou-se uma concentração sob o lema “Berlim usa kipá”, convocada pela comunidade judaica. Outras cidades, como Colônia, Potsdã, Erfurt e Madeburgo, anunciaram sua adesão ao movimento.

Para aqueles que não têm um kipá, o solidéu usado pelos judeus, o jornal berlinense TAZ publica em sua edição de hoje instruções para fazer um em casa, com um modelo em papel.

Ontem, o presidente do Conselho Central de Judeus da Alemanha, Joseph Schsuter, causou polêmica ao aconselhar os judeus a não usarem o kipá nas grandes cidades alemãs por questão de segurança.

Para a ministra da Justiça, Katarina Barley (socialdemocrata), a manifestação é um sinal importante de solidariedade.

“Os judeus não devem ter medo de mostrar que são judeus na Alemanha”, declarou hoje.

Em entrevista ao “Tagesspiegel”, o ministro das Relações Exteriores, Heiko Maas, considerou que qualquer ataque contra um judeu é um ataque contra a sociedade alemã como um todo.

Essa mobilização acontece uma semana depois de um refugiado sírio ter agredido dois jovens que usavam kipá em um bairro nobre de Berlim. Gravado e postado nas redes sociais, o incidente causou comoção em um país atormentado por seu passado nazista.

A chanceler Angela Merkel denunciou um “incidente terrível” e prometeu “reagir”.

O episódio parece ter sido a gota d’água, depois que, alguns dias antes, os rappers Kollegah e Farid Bang, autores de letras bastante polêmicas, foram agraciados com o prestigioso prêmio musical alemão ECHO de álbum de hip hop mais vendido.

O antissemitismo tem várias facetas na Alemanha, diz o TAZ, em editorial publicado hoje.

“Pode se expressar de forma amável, teórica, ou às vezes grosseira. E, às vezes, brutalmente, como na semana passada”, acrescenta, considerando que “chegou o momento” de reagir.

O debate foi estimulado pelo avanço da extrema direita e pelas preocupações com o aumento no fluxo de refugiados, sobretudo, de árabes – mais de um milhão desde 2015 na Alemanha.

O centro Simon Wiesenthal alerta que é preciso ter cuidado, porém, para não atribuir o recente aumento do antissemitismo apenas à população muçulmana, ou árabe.

 

Fonte: Aleteia

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Sacramento da Reconciliação: como se preparar bem?

Sacramento da Reconciliação: como se preparar bem?

Para fazer uma boa confissão é necessário antes fazer uma boa preparação. Não sabe por onde começar? Calma, nós vamos te ajudar.

Mas, antes, para te motivar a se preparar bem para o sacramento da reconciliação, conheça os frutos de uma boa e sincera confissão: reconciliação com Deus e com a Igreja, paz interior, serenidade em sua consciência, consolo espiritual, cura emocional e espiritual.

A gravidade do pecado

Todo pecado é uma atitude contrária ao amor de Deus por nós. A Igreja ensina, por meio do Catecismo, que existem duas classes de pecado: os mortais e os veniais.

O pecado mortal atenta gravemente contra o amor de Deus. O catecismo explica: “O pecado mortal requer pleno conhecimento e pleno consentimento. Pressupõe o conhecimento do caráter pecaminoso do ato, de sua oposição à lei de Deus” (CIC 1859). Explicando com palavras mais simples, isso quer dizer que se eu tenho conhecimento de que tal ato é um pecado, que é algo que fere a Deus, que insulta seu amor por mim, e ainda assim o cometo, estou praticando um pecado mortal.

Já o pecado venial é aquele que não nos afasta de Deus, mas que fere nossa comunhão com Ele. São os chamados pecados do cotidiano. Mas precisamos estar atentos também a estes. Uma sequência de pecados veniais podem nos impulsionar ao pecado mortal.

São João Paulo II, quando papa, nos lembrou também da dimensão devocional do sacramento da reconciliação: “o âmbito de utilização do sacramento da Reconciliação não pode reduzir-se apenas às situações de pecado grave: afora as considerações de ordem dogmática que poderiam ser feitas a este respeito, recordamos que a confissão periodicamente renovada, assim chamada «de devoção», acompanhou sempre na Igreja a ascensão à santidade.” (Carta Apostólica sobre o Sacramento da Penitência, 1997).

São muitas as graças, não é mesmo?! Saiba, então, como se preparar para a confissão.

Peça a unção do Espírito Santo

Busque um local silencioso, onde você possa permanecer a sós com Deus. Faça uma oração ao Espírito Santo e, em seguida, peça a Ele que te mostre a verdade sobre si mesmo. Busque olhar para dentro de si e examine sua consciência cuidadosamente.

Faça uma lista

Muitos reclamam que chegam diante do padre e se esquecem dos pecados que cometeram, para evitar isso, no momento em que estiver examinando sua consciência, faça uma lista com seus pecados. Mas seja objetivo, anote algumas palavras, em tópicos. A lista é para facilitar sua confissão garantindo que você não se esqueça de nenhum pecado.

Peça a Deus a graça do arrependimento

Não basta reconhecer seus pecados, é preciso arrepender-se de tê-los cometido. Sem o arrependimento a confissão não é válida. Por isso peça a Deus a graça do arrependimento.

Antes ou depois de pôr em prática esses 3 passos  – bem simples, por sinal – verifique em sua paróquia quais os horários da confissão. E não esqueça de levar sua listinha.

Antes de entrar no confessionário, mais uma vez peça o auxílio do Espírito Santo para se manter sereno. Com o coração contrito conte, de maneira objetiva e sem justificativas, os seus pecados. Ouça atentamente o que o sacerdote lhe disser – lembre-se, nesse momento é Jesus quem fala por meio dele – e pratique a penitência que ele te indicar.

 

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Bispo italiano relata o comovente encontro do Papa com Thomas, o pai de Alfie

Bispo italiano relata o comovente encontro do Papa com Thomas, o pai de Alfie

Francisco, emocionado, expressou toda a sua admiração pela coragem do jovem pai inglês de 21 anos que batalha pela vida do filho

A notícia surpreendeu e comoveu o mundo: Thomas Evans, o pai do bebê Alfie, chegou na manhã desta quarta-feira ao Vaticano para se encontrar com o Papa Francisco.

Quem organizou esse encontro emocionante foi dom Francesco Cavina, bispo da diocese de Carpi, no centro da Itália (não confundir com a ilha de Capri, que fica no sul do país).

O bispo de Carpi esteve presente no encontro e testemunhou as emoções e a intensidade do colóquio, no qual o Papa expressou toda a sua admiração pela coragem do jovem pai inglês de 21 anos.

Thomas, também chamado apenas de Tom, vem lutando bravamente, junto com a mulher, Kate, pela vida do pequeno Alfie, o bebê de quase 2 anos internado no Alder Hey Children’s Hospital de Liverpool. Alfie sofre de uma doença neurodegenerativa desconhecida e os médicos britânicos pedem a suspensão do tratamento para, segundo eles, “melhor defender o seu interesse” – o que soa perfeitamente absurdo para quem entende que ser morto não é do “melhor interesse” de ninguém.

Tom e Kate querem transferir o filho ao Hospital Bambino Gesù, do Vaticano, que se declarou disposto a acolhê-lo para assisti-lo com humanidade e dignidade enquanto a sua vida puder durar. A transferência para Roma, no entanto, foi negada pelos médicos e pelos juízes britânicos. Está sendo aguardado agora o último pronunciamento da Corte Suprema do Reino Unido.

A entrevista com dom Francesco

Dom Francesco relatou ao site informativo oficial Vatican News os detalhes do encontro de Tom com o Papa Francisco. Eis a conversa:

Dom Francesco: O encontro foi decidido na manhã de ontem, depois que eu recebi um pedido de Liverpool questionando se era possível o Santo Padre receber o pai de Alfie, Thomas, pois havia a sentença da Corte de Apelação que reafirmou a decisão do Tribunal de Primeira Instância, de que a ventilação artificial deveria ser desligada, deixando a criança morrer. Devo dizer que, 20 minutos depois, o Santo Padre expressou o seu desejo de encontrar-se com Thomas.

Vatican News: Como foi este encontro de hoje?

Este encontrou durou cerca de 20 minutos e foi de grande emoção. O Santo Padre era consciente do que o pai de Alfie relatou e, a certo ponto, disse: “Eu o admiro pela coragem que o senhor tem, é jovem, mas tem muita coragem para defender a vida do seu filho”. E disse que, de certa forma, a coragem desse pai é semelhante ao amor de Deus, que não se resigna a nos perder. Penso que foi o momento mais comovente.

Vatican News: E as palavras de Thomas?

Ele contou a sua dor, porque este era o desejo dele, dividir com o Santo Padre essa dor. E depois explicou o que está se passando com o hospital que deveria dar os cuidados a Alfie e que não permite que a família dê um tratamento em outro hospital. E ainda relatou ao Santo Padre coisas que ele certamente já conhecia, o que dizem os juízes, ou seja, que a vida do menino seria “inútil”. Thomas rebateu dizendo que “Alfie é filho de Deus e, porque é filho de Deus, tem direitos. Se foi Deus quem lhe deu esta vida, que seja também Deus quem a tire no momento certo“. É exatamente por isso que ele está lutando e está pronto para combater até o fim.

Vatican News: Então o Papa reiterou o apoio ao pai de Alfie. Mas o que saiu desta reunião?

Desta reunião saiu que o Santo Padre me instruiu a manter relações com a Secretaria de Estado para que o Hospital Bambino Gesù faça todo o possível para acolher Alfie nos seus serviços de saúde. E é isso o que estamos tentando fazer agora. Existem grandes dificuldades do ponto de vista legislativo e jurídico. Vamos ver se é possível superá-las.

Vatican News: Quais são as esperanças do pai de Alfie?

O pai de Alfie, devo dizer, saiu muito revigorado. No final da reunião, quando estávamos sozinhos, ele ficou muito emocionado e disse: “Eu não acredito! Não acredito no que o Santo Padre me disse!“, só pela emoção que ele experimentou. Para chegar aqui, hoje, eles fizeram uma viagem absurda: tiveram que ir a Atenas e, depois, de Atenas a Roma: eles praticamente viajaram toda a noite. Estavam fisicamente cansados. Penso que nem tudo está resolvido. Temos que dizer assim.

Se não encontrarmos uma disposição por parte dos juízes e dos hospitais britânicos, tudo ficará muito mais difícil e correremos o risco de permanecer num impasse, como o que já estamos vivendo agora. Nós temos que continuar a orar. Acredito que tudo o que foi alcançado neste período, mesmo a mobilização que ocorreu envolvendo muitas pessoas, é fruto da oração. Temos que dizer, realmente, que o poder da oração é capaz de superar todos os obstáculos que podem ser colocados, para que a dignidade da pessoa seja respeitada.

Vatican News: Como o senhor vê este assunto?

Humanamente falando, é uma coisa inacreditável. Do ponto de vista do bom senso, me parece que estamos além de toda lógica humana. Dois pais estão pedindo para transferir o filho de um hospital para outro, eu não entendo por que isso deveria ser evitado: se não é na Itália, que seja em qualquer outro hospital na própria Inglaterra. É difícil entender uma coisa dessas.

Fonte: Aleteia

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Santuário de Angelina realiza Missa e Encontro de Motociclistas

Santuário de Angelina realiza Missa e Encontro de Motociclistas

O Santuário de Angelina realiza no dia 1º de maio a 14ª Missa e Encontro de Motociclistas de Santa Catarina. O encontro começa às 8h30 com a concentração dos participantes em frente ao Centro de Distribuição do Supermercado Imperatriz, localizado na BR 282 – km 5, próximo ao posto Boca da Serra, Palhoça/SC. Às 9h30 ocorre a saída dos motoqueiros rumo a Angelina.
Ao chegarem ao destino, por volta das 11h, terá início a Santa Missa em ação de graças, seguida de um delicioso almoço que será oferecido no restaurante do Santuário, por apenas R$ 23,00 reais. O cardápio será churrasco, galeto e outras delícias.
Os organizadores do encontro, com apoio da Moto Panther, pede a doação de 1Kg de alimento não perecível como contribuição.

SERVIÇO

Data: 1º de maio de 2018
Local: Santuário de Angelina
Horários: 08h30 – início da concentração, em frente ao CD do Supermercado Imperatriz, em Palhoça/SC. Às 09h30, saída rumo a Angelina. Às 11h, Missa, seguida de almoço.
Valor do almoço: R$23,00
Ingressos: Entrada franca e colaboração com 1kg de alimento não perecível
Informações: (48) 3274-1185

Assista o vídeo!

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Arrepiante! O Papa abraça o menino em prantos: “Meu papai ateu está no céu?”

Arrepiante! O Papa abraça o menino em prantos: “Meu papai ateu está no céu?”

O pequeno de 10 anos levou a Itália e o mundo às lágrimas neste domingo ao perguntar ao Papa sobre o destino de seu papai ateu, falecido recentemente

Emanuele, ou Manuel em italiano, é um menino de 10 anos que comoveu um país inteiro quando, de voz embargada, começou a chorar diante do Papa Francisco neste domingo, 15 de abril de 2018, durante uma visita do Santo Padre à paróquia de São Paulo da Cruz, na periferia de Roma.

Ao ver o pranto do menino, o Papa pediu com afeto que ele fizesse a sua pergunta ao seu ouvido. As imagens que mostram pontífice vestido de branco recordam mais do que nunca um avô que abraça e consola. Francisco então pediu permissão ao menino para revelar às pessoas o que ele tinha lhe perguntado ao ouvido.

“Meu papai ateu está no céu?”

O papa explicou que Emanuele chorava porque seu pai tinha morrido recentemente; o menino contou que, apesar de ateu, ele o havia levado à igreja para ser batizado, assim como aos seus outros quatro filhos. E, depois de contar isso a Francisco, o pequeno perguntou ao Papa se o seu papai estava no céu.

O Papa compartilhou o relato com as pessoas ali presentes e comentou:

“Que bonito quando um filho diz que o seu papai era bom! Um bonito testemunho sobre aquele homem, quando os seus filhos podem dizer que ele era um homem bom! Se esse homem foi capaz de ter filhos assim, é verdade que era um grande homem!”

Muitos dos fiéis seguravam o nó na garganta. O Pontífice então destacou a misericórdia de Deus, “que tem um coração de papai”, inclusive em relação a esse homem que “não tinha o dom da fé, que não era crente”, mas levou “os seus filhos para serem batizados”.

E, olhando para Emanuele, disse ao menino:

“Quem diz quem vai para o céu é Deus! Mas como será o coração de Deus diante de um pai assim? (…) Será que Deus abandona os seus filhos quando eles são bons?”

E o coro dos fiéis respondeu em alta voz: “Não!

Francisco acrescentou:

“Bom, Emanuele, esta é a resposta. Deus certamente estava orgulhoso do seu papai, porque é mais fácil batizar os filhos quando se acredita do que quando não se tem o dom da fé. E sem dúvida Deus gostou muito de ver isso”.

O Papa ainda convidou Emanuele a rezar a Deus e recordar sempre o seu papai:

“Fale com o seu papai, reze ao seu papai. Obrigado, Emanuele, pela sua valentia”.

Fonte: Aleteia

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