O Projeto de Deus

O Projeto de Deus

Quando  se diz “projeto de Deus”, muitos tendem logo a pensar que se está dizendo que Deus tem desde sempre um projeto sobre o mundo e sobre a história já definido, pensado e minuciosamente calculado, independente de tudo o que as pessoas possam fazer. Mas não é assim. Pelo contrário, desde o começo, o projeto de Deus conta com os homens, é um projeto compartilhado. É um projeto por e para nós, que não se leva a cabo sem nós.

Um dos aspectos mais originais e característicos do Deus dos cristãos é que Ele se revela e se manifesta na história, de modo progressivo, humano. E não se faz em forma de explicação ou de comunicação conceitual dirigida ao entendimento, senão em forma de doação, de acolhida gratuita, de convite a participar de sua vida, de sua plenitude, de seu gozo. É um mistério de amor e solidariedade. Convida a relacionar-se com Ele: “Eu serei teu Deus e tu serás meu povo” (Ex 6,8).

O projeto de Deus não é um conjunto de enunciados, programas e planos pré-concebidos. A Bíblia é o testemunho dos atos de Deus, da ação de Deus na história humana, que começa com a criação livre e amorosa do mundo, continua com o acompanhamento dos homens nas promessas, a aliança e os profetas e culmina com a intervenção definitiva do mesmo Deus feito homem. O projeto de Deus se constrói e se desenvolve em função dos homens. Jesus é a melhor resposta de Deus às perguntas, às interrogações, às buscas, aos anseios, aos sofrimentos e às esperanças dos homens. Ele é a palavra de Deus, próxima, íntima, compreensível, “o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14,6).

A liberdade é dom de Deus e tarefa do homem. Deus a faz possível criando o homem como um ser capaz de decidir e de eleger, chamado a realizar-se. Deus impulsiona, estimula, acompanha com sua presença sempre atuante; mas é o homem quem tem que realizar-se em liberdade. É uma dialética de “graça” e “liberdade”: a ação de Deus não anula a responsabilidade do homem, a possibilita e a estimula.

O projeto de Deus se realiza em Jesus, por seu Espírito (Ef 1,3-14). É um projeto de salvação, de realização plena do humano: corresponder ao amor livre e gratuito de Deus. É a realização plena do ser humano e se dá quando os homens reconhecem e acolhem o amor de Deus. É a plena comunhão de Deus com os homens.

O Antigo e o Novo Testamento mostram como Deus sai continuamente ao encontro do homem, busca ao que está perdido, se preocupa pelos mais pobres… É um Deus compreensivo e misericordioso. Um Deus apaixonado pelo homem, Um Deus que busca sua resposta livre e amorosa; um Deus paciente e confiado, fiel, comprometido até o final, que quer construir entre todos um mundo mais fraterno e solidário, um mundo no qual todos sejam e se sintam filhos e irmãos.

Ao comunicar-se como relação plena e como doação total, Deus dá origem a uma alteridade sem ruptura e a uma perfeita comunhão entre vida e missão. Aparece como a fonte, a referência  e a meta das possibilidades dos seres humanos, chamados a viver a plena comunhão com Deus e com os demais (Jo 17,21-23).

Pe. Horácio Penengo, sdb

Fonte: Revista A Palavra: O projeto de Deus. pág 13, ed.33, janeiro/2014.

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Ano Novo, Nova Vida

Ano Novo, Nova Vida

(Baseado no livro “Tecendo o fio de ouro”)

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Parece um tanto clichê, mas é comum que ao início de cada ano tenhamos uma necessidade de traçar metas e objetivos novos, marcando uma espécie de recomeço. Em contrapartida surge, às vezes, certo medo de encarar os novos desafios e até mesmo um desânimo pelos possíveis fracassos anteriores. Certa vez Carlos Drummond de Andrade escreveu:

“Para ganhar um ano-novo, que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo de novo. Eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente”.

Neste processo de planejamento, existe uma ferramenta que tem auxiliado muitas pessoas, que é o Projeto de Vida Pessoal – PVP. Este sistema favorece o autoconhecimento, norteia e orienta os passos na caminhada. Planejar, traçar novas metas e ter uma orientação para a vida é a maneira mais sólida para aliviar diminuir a distância entre o “eu atual” e o “eu ideal”.

Desta forma é essencial que se tenha, acima de tudo, coragem. Encarar a verdade, a realidade, para tomar as rédeas da vida nas mãos e dar a ela o rumo que se deseja. Coragem de olhar para o passado e clareza para enxergar ali os erros e acertos, o que deve permanecer como é e o que precisa ser modificado.

Mas como saber o que é realmente necessário mudar em nossa vida? O que, de fato, está atrapalhando os planos? Estas são questões difíceis de serem respondidas e fazer isso é uma tarefa que exige disposição, pois requer aprofundamento.  Fazer uma reflexão é essencial, colocar-se diante de Deus e pedir a Ele que dê clareza e discernimento e que ilumine seu coração com a luz divina.

Confira o vídeo e saiba mais

De maneira mais prática, pode-se anotar algumas perguntas, num papel ou no computador, e respondê-las com objetividade e sinceridade. São elas: 

Quais áreas da vida preciso modificar?

Familiar, profissional, afetiva, espiritual… 

Como estou atualmente?

Que pessoas quero perdoar? Como estão meus relacionamentos em casa, no trabalho? Que situações da minha história ainda trazem ressentimentos no meu coração? Que traumas e medos preciso vencer? Como concretamente estou vivendo esta situação na minha vida, que respostas estou dando?

Como gostaria de ser /estar?

Responda com aquilo que você deseja alcançar, aonde quer chegar.

O que meios preciso para isso?

No PVP é muito importante ser concreto, objetivo. Então, pense que meios lhe ajudarão a chegar ao ideal na área em questão.

Quando farei isso?

Defina dia, horários, frequência na qual você irá desenvolver a ação proposta na pergunta anterior.

Fonte: Revista A Palavra

Paróquia São Luís Gonzaga de Brusque, SC

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Papa Francisco: Cristo e a sua Mãe, Cristo e a Igreja são inseparáveis

Papa Francisco: Cristo e a sua Mãe, Cristo e a Igreja são inseparáveis

Papa_e _N_SenhoraCom uma Basílica de S. Pedro repleta de fiéis, o Papa Francisco celebrou esta manhã a santa missa por ocasião da Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus e do quadragésimo oitavo Dia Mundial da Paz – 01 de janeiro de 2015.

Na sua homilia, o Papa Francisco iniciou dizendo que <<hoje voltam à mente as palavras com que Isabel pronunciou a sua bênção sobre a Virgem Santa: «Bendita és Tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. E donde me é dado que venha ter comigo a mãe do meu Senhor?» (Lc 1, 42-43). Esta bênção disse o Santo Padre, está em continuidade com a bênção sacerdotal que Deus sugerira a Moisés para que a transmitisse a Aarão e a todo o povo: «O Senhor te abençoe e te guarde! Por conseguinte, ao celebrar a solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus, a Igreja recorda-nos que Maria é a primeira destinatária desta bênção. N’Ela tem a sua realização perfeita: na verdade, mais nenhuma criatura viu brilhar sobre si a face de Deus como Maria, que deu uma face humana ao Verbo eterno, para que todos nós O pudéssemos contemplar.

E, para além de contemplar a face de Deus, podemos também louvá-Lo e glorificá-Lo como os pastores, que regressaram de Belém com um cântico de agradecimento depois de ter visto o Menino e a sua jovem mãe (cf. Lc 2, 16). Estavam juntos, como juntos estiveram no Calvário, porque Cristo e sua Mãe são inseparáveis: há entre ambos uma relação estreitíssima, como aliás entre cada filho e sua mãe.

Maria está assim tão unida a Jesus, porque recebeu d’Ele o conhecimento do coração, o conhecimento da fé, alimentada pela experiência materna e pela união íntima com o seu Filho. A Virgem Santa é a mulher de fé, que deu lugar a Deus no seu coração, nos seus projectos; é a crente capaz de individuar no dom do Filho a chegada daquela «plenitude do tempo» (Gl 4, 4) na qual Deus, escolhendo o caminho humilde da existência humana, entrou pessoalmente no sulco da história da salvação. Por isso, não se pode compreender Jesus sem a sua Mãe.

Igualmente inseparáveis são Cristo e a Igreja, e não se pode compreender a salvação realizada por Jesus sem considerar a maternidade da Igreja. Mas também não é possível «amar a Cristo, mas sem amar a Igreja, ouvir Cristo mas não a Igreja, ser de Cristo mas fora da Igreja» (Ibid., 16) recordou o Papa Francisco citando o beato Papa Paulo VI. Na verdade, é precisamente a Igreja, a grande família de Deus, que nos traz Cristo. A nossa fé não é uma doutrina abstracta nem uma filosofia, mas a relação vital e plena com uma pessoa: Jesus Cristo, o Filho unigénito de Deus que Se fez homem, morreu e ressuscitou para nos salvar e que está vivo no meio de nós. Onde podemos encontrá-Lo? Encontramo-Lo na Igreja. É a Igreja que diz hoje: «Eis o Cordeiro de Deus»; é a Igreja que O anuncia; é na Igreja que Jesus continua a realizar os seus gestos de graça que são os sacramentos.

<<Esta acção e missão da Igreja exprimem a sua maternidade. Na verdade, ela é como uma mãe que guarda Jesus com ternura, e O dá a todos com alegria e generosidade. Nenhuma manifestação de Cristo, nem sequer a mais mística, pode jamais ser separada da carne e do sangue da Igreja, da realidade histórica concreta do Corpo de Cristo. Sem a Igreja, Jesus Cristo acaba por ficar reduzido a uma ideia, a uma moral, a um sentimento. Sem a Igreja, a nossa relação com Cristo ficaria à mercê da nossa imaginação, das nossas interpretações, dos nossos humores>>.

<<Amados irmãos e irmãs! Jesus Cristo é a bênção para cada homem e para a humanidade inteira. Ao dar-nos Jesus, a Igreja oferece-nos a plenitude da bênção do Senhor. Esta é precisamente a missão do povo de Deus: irradiar sobre todos os povos a bênção de Deus encarnada em Jesus Cristo. E Maria, a primeira e perfeita discípula de Jesus, modelo da Igreja em caminho, é Aquela que abre esta estrada de maternidade da Igreja e sempre sustenta a sua missão materna destinada a todos os homens. O seu testemunho discreto e materno caminha com a Igreja desde as origens. Ela, Mãe de Deus, é também Mãe da Igreja e, por intermédio dela, é Mãe de todos os homens e de todos os povos>>.

Que esta Mãe concluiu o Papa, doce e carinhosa nos obtenha a bênção do Senhor para a família humana inteira! Hoje, Dia Mundial da Paz, invoquemos de modo especial a sua intercessão para que o Senhor dê paz a estes nossos dias: paz nos corações, paz nas famílias, paz entre as nações. Este ano, a mensagem especial para o Dia Mundial da Paz reza: «Já não escravos, mas irmãos». Todos somos chamados a ser livres, todos chamados a ser filhos; e cada um chamado, segundo as próprias responsabilidades, a lutar contra as formas modernas de escravidão. Nós todos, de cada nação, cultura e religião, unamos as nossas forças. Que nos guie e sustente Aquele que, para nos tornar irmãos a todos, Se fez nosso servo!

Fonte: Rádio Vaticano

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Sagrada Família: a mensagem do modelo familiar de Deus.

Sagrada Família: a mensagem do modelo familiar de Deus.

sagrada_famíliaApós celebrar o Natal do Senhor, a Liturgia da Igreja Católica do último domingo deste ano (29/12) oferece-nos a possibilidade de olhar e contemplar o ambiente em que Jesus foi acolhido e educado, ao entrar neste mundo: a Sagrada Família de Nazaré – José, Maria e Jesus. Quem apresenta-nos a ela é o evangelista e catequista Lucas, no Evangelho a ele atribuído, sobretudo, nos três capítulos iniciais, tidos e estudados como o “Evangelho da Infância”. Sem dúvida, aí está contida a própria experiência de Maria de Nazaré, que Lucas, segundo a Tradição, conheceu e até conviveu com ela.

Neste “Evangelho da Infância”, Lucas não tem a pretensão de historiar fatos, eventos estritamente históricos, mas está fazendo relato teológico, catequético, apresentando a Sagrada Família, como modelo para toda família que quer servir ao Senhor e aos irmãos. Lucas tenta acentuar as virtudes familiares, domésticas, próprias de uma família temente a Deus.

Todavia, à primeira vista, tal pretensão parece estar fora do alcance da grande maioria das famílias. Pois, se pensarmos que Maria foi concebida sem pecado, José era um homem justo, perfeitamente ajustado à vontade de Deus e Jesus, o filho de Maria e também Filho de Deus. Como traduzir este modelo em nossas famílias?

É evidente que, em plenitude, jamais família humana alguma terá força ou chance de reproduzir em si este modelo. Porém, não se trata de imitar, no sentido de reproduzir fielmente o modelo proposto ou, dito em outras palavras, reproduzir fielmente em mesma intensidade as virtudes vivenciadas pela Sagrada Família. Então, Lucas nos apresenta a Família de Nazaré como “inspiração” para toda família que se dispõe a acolher Jesus como seu fundamento e centro de vida. Ou dito de outra forma, a toda família que quer viver, em si, a proposta da Boa Nova do Reino de Deus, trazida por Jesus da parte do Pai, aos seres humanos.

Nesta perspectiva, a Família de Nazaré, portanto, seguramente poderá ser luz para toda família que se dispõe a realizar a vontade de Deus. Poderá, por exemplo, inspirar toda a família a ser assídua na escuta da Palavra de Deus, criando o bom e salutar hábito de frequentar, diária ou assiduamente, a leitura, meditação, contemplação e oração da Palavra de Deus. Poderá, também, ser inspiradora na fidelidade aos compromissos com o Senhor e a comunidade. Por exemplo, como José e Maria frequentavam o Templo e participavam dos cultos, cumpriam o preceito das oferendas, do dízimo; da mesma forma, a família que se diz cristã será assídua na participação das liturgias e cumprirá seus deveres com o Senhor e com a comunidade.

Será, também, inspiração para a vivência do serviço solidário e da caridade, principalmente com os mais necessitados, assim como Maria, certamente, com a anuência de José fez com Isabel, permanecendo três meses servindo-a em suas necessidades. Sem dúvida, a família que se propõe a viver a proposta da Boa Nova do Reino de Deus, não pode se fechar sobre si mesma, mas terá que cultivar este espírito de abertura para pessoas e famílias necessitadas.

Ligeiramente, foram apresentadas algumas possíveis “inspirações” que a Família Sagrada de Nazaré, como modelo de vida para uma família cristã pode servir como ponto de referência. Claro que há muito mais possibilidades que podem e devem ser, não só meditadas, mas, sobretudo, experimentadas por toda a família que verdadeiramente quer ser seguidora e construtora, em seu seio e na comunidade, do Reino de Deus. Para estas famílias, com certeza, não lhe faltará a graça de Deus e a interseção de Jesus, Maria e José, a Família de Nazaré.

P. Adilson José Colombi scj

Fonte: Revista A Palavra: natal tempo de rever nossos valores, págs 10-13, ed. 32, dezembro de 2013.

 

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A História do Presépio de Natal

A História do Presépio de Natal

Imagem_presépioAo lado do pinheirinho e dos presentes, o presépio é talvez uma das mais antigas formas de caracterização do Natal. A palavra presépio significa “um lugar onde se recolhe o gado; curral, estábulo”. Porém, esta também é a designação dada à representação artística do nascimento do Menino Jesus num estábulo.

Os cristãos já celebravam a memória do nascimento de Jesus desde o finaldo século III, mas a tradição do presépio, na sua forma atual, tem as suas origens no século XVI. Antes dessa época, o nascimento e a adoração ao Menino Jesus eram representadas de outras maneiras. As primeiras imagens do que hoje conhecemos como presépio de Natal foram criadas em mosaicos no interior de igrejas e templos no século VI e, no século seguinte, a primeira réplica da gruta no Ocidente foi construída em Roma.

O início da tradição

No ano de 1223, no lugar da tradicional celebração do natal na igreja, São Francisco, tentando reviver a ocasião do nascimento do Menino Jesus, festejou a véspera do Natal com os seus irmãos e cidadãos de Assis na floresta de Greccio. São Francisco começou então a divulgar a ideia de criar figuras em barro que representassem o ambiente do nascimento de Jesus.

De lá para cá, não há dúvidas que a tradição do presépio natalino se difundiu pelo mundo criando uma ligação com a festa do Natal. Já no século XVIII, a recriação da cena do nascimento de Jesus estava completamente inserida nas tradições de Nápoles e da Península Ibérica. Neste mesmo século, vindo de Nápoles, o hábito de manter o presépio nas salas dos lares com figuras de barro ou madeira difundiu-se por toda a Europa e de lá chegou ao Brasil.          Hoje, nas igrejas e nos lares cristãos de todo o mundo, são montados presépios recordando o nascimento do Menino Jesus, com imagens de madeira, barro ou plástico, em tamanhos diversos. Atualmente, tradições natalinas antigas como a árvore de natal, o Papai Noel, a ceia de natal, o presépio e as músicas natalinas dão forma à celebração do Natal ao redor do mundo.

Fonte: Revista A Palavra: a história do presépio de natal, págs 8- 9, ed. 32, dezembro/2013.

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35 ideias para viver a misericórdia no dia a dia

35 ideias para viver a misericórdia no dia a dia

  1. Resista ao sarcasmo, que é o oposto da misericórdia.
  2. Compartilhe algum bem com os mais necessitados.
  3. Telefone para uma pessoa solitária, sobretudo se você conhece a razão da sua solidão.
  4. Escreva e envie uma carta de perdão a alguém.
  5. Planeje uma mini peregrinação.
  6. Adote um comportamento responsável na internet.
  7. Seja generoso o bastante para permitir que alguém o ajude. As pessoas precisam se sentir úteis.
  8. Ofereça-se para ajudar alguém a cuidar das crianças ou na cozinha.
  9. Segure sua língua.
  10. Ofereça-se para fazer as compras para alguém que não pode sair de casa.
  11. Ajude uma pessoa carente (uma refeição, uma doação etc.).
  12. Ao compartilhar uma refeição, escolha o menor pedaço para você.
  13. Ofereça-se para levar um idoso à missa.
  14. Desligue um pouco o celular e preste mais atenção nas pessoas à sua volta.
  15. Aproveite alguma liquidação para comprar algo útil para alguém que precise.
  16. Leia a encíclica “Dives in Misericordia”, de João Paulo II.
  17. Peça perdão a alguém pessoalmente.
  18. Faça a lista dos seus “inimigos” e reze por eles diariamente.
  19. Sorria, diga “bom dia” e puxe um papo agradável com desconhecidos.
  20. Ofereça algo de que você realmente gosta a alguém que vá valorizar isso.
  21. Responda às provocações com o respeito que você gostaria de testemunhar.
  22. Faça uma visita a Jesus Eucaristia durante a semana.
  23. Quando uma conversa baixar de nível, procure mudar de assunto.
  24. Visite um asilo para ler, cantar ou simplesmente fazer companhia aos idosos.
  25. Visite um cemitério e reze um terço pelos defuntos.
  26. Faça um retiro espiritual ou dedique uma tarde ao recolhimento interior.
  27. Faça uma boa confissão.
  28. Convide alguém para rezar com você.
  29. Abençoe alguma pessoa.
  30. Participe de alguma atividade organizada pela sua paróquia.
  31. Compartilhe sua história de fé com alguém.
  32. Ofereça sua hospitalidade a alguém que você não convidaria espontaneamente.
  33. Pague o estacionamento ou pedágio para quem estiver atrás de você na fila.
  34. Leia Bento XVI e surpreenda-se.
  35. Reze pelas almas do purgatório.
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Madre Teresa de Calcutá será canonizada

Madre Teresa de Calcutá será canonizada

Milagre aprovado pelo Papa para a canonização de Madre Teresa aconteceu no Brasil

Madre Teresa de Calcutá será canonizada. O Papa Francisco aprovou o milagre atribuído à intercessão da madre, beatificada por São João Paulo II em 2003. A data da canonização ainda deverá ser confirmada, mas é possível que seja incluída nas celebrações do Jubileu da Misericórdia.

O decreto da Congregação da Causa dos Santos foi divulgado pelo Vaticano no fim da tarde desta quarta-feira, 17. O órgão concluiu o processo de investigação em julho deste ano no Brasil, sobre o milagre para a cura inexplicável de um homem em Santos (SP), em meados de 2008.

O caso da cura milagrosa chegou ao Vaticano no início de 2015 e logo foi considerado válido por apresentar elementos contundentes para a instauração de um processo.

O Promotor de Justiça no processo local, padre Caetano Rizzi, afirmou que tudo aconteceu muito rapidamente porque os fatos são evidentes.

“Ouvimos diversas testemunhas, ouvimos o possível miraculado. Foi um processo longo, intenso, com muitas audiências e muito trabalho. Mas a graça de Deus nos faz chegar à conclusão de que não temos aqui uma palavra para explicar o que aconteceu. Está sendo um processo muito rápido porque os fatos são evidentes”, explicou.

Na época, o homem que recebeu o milagre tinha 35 anos e, à beira da morte por causa de uma grave doença cerebral, de forma inexplicável, recuperou-se. O delegado episcopal vaticano para o tribunal local, Monsenhor Robert Sarno, explicou em julho como foi a última parte do processo.

A vida da santa
Madre Teresa nasceu em 1910 em Skopje, território albanês, atualmente capital da Macedônia, e morreu em 1997 em Calcutá, na Índia. Anjezë Gonxhe Bojaxhiu recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1979 por sua atuação missionária.

A futura santa deixou sua terra natal aos 18 anos, podendo retornar somente décadas mais tarde, quando iniciava a derrocada do regime comunista de Enver Hoxha.

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Arcebispo abre oficialmente o Jubileu Extraordinário da Misericórdia na Arquidiocese

Arcebispo abre oficialmente o Jubileu Extraordinário da Misericórdia na Arquidiocese

Abertura da Porta Santa (52)
Porta Santa se abriu também no Santuário de Angelina

 

O sol forte na tarde do domingo, 13 de dezembro, não impediu que centenas de fiéis saíssem de suas casas com destino ao centro da Capital do Estado, na Igreja São Francisco de Assis, para a celebração de abertura do Jubileu Extraordinário da Misericórdia.

Todo rito de abertura foi presidido pelo Arcebispo, Dom Wilson Tadeu Jönck, scj. Estiveram presentes religiosas, seminaristas, diáconos e aproximadamente 20 padres. “Vamos colocar nossa melhor disposição para este ano. Todos unidos, façamos transparecer a face misericordiosa de Deus”, disse Dom Wilson ao iniciar a Celebração do Ano Santo na Arquidiocese.

Ao iniciar a procissão rumo à Catedral Metropolitana, o Arcebispo falou que “a vida é um constante caminhar ao encontro com Deus. É sair de uma situação de pecado, não boa convivência com os outros, para uma relação de amor e amizade. Esse caminho faremos a vida toda. É no lado aberto de Cristo que queremos entrar, para nos tornar sinal do amor misericordioso”.

Ao chegar em frente à Catedral, Dom Wilson proferiu as palavras do rito oficial: “Abri as portas da justiça, nelas entraremos para dar graças ao Senhor”. Enquanto a porta da Igreja Jubilar era aberta, o Arcebispo prosseguiu: “Esta é a porta do Senhor. Por ela entramos para alcançar misericórdia e perdão”. E assim, com o Evangeliário em mãos, Dom Wilson entra, seguido do Bispo Emérito, Dom Vito Schlickmann, os sacerdotes, diáconos e todos os fiéis.

Para Claudete Vieira, consagrada de uma Nova Comunidade, este momento “é adentrar no coração de Deus, para ali experimentar esse amor e transbordá-lo para as pessoas”.

Na homilia, Dom Wilson motivou as pessoas à visitarem os doentes, aproximarem-se das famílias dos encarcerados, ajudarem os imigrantes, ou seja, exercitarem pelo menos uma das obras de misericórdia. “É possível fazer, basta ter determinação. Outra atitude é a do perdão. Se eu tenho a quem perdoar, não pode passar deste ano. Procuremos o Sacramento da Reconciliação”, finalizou.

“Participar da abertura da Porta da Misericórdia me trouxe o sentimento de dever cumprido, de como cristão testemunhar e viver esse momento da Igreja Católica, atendendo o convite que o Papa Francisco fez a todos nós. Além disso, assumir o compromisso de ser igreja com o coração aberto a acolher e reconhecer as minhas próprias fraquezas”, destacou o administrador, Erlon Ricardo da Costa.

Santuários também abriram as Portas da Misericórdia

No domingo, cinco Santuários abriram as Portas da Misericórdia: Santuário Nossa Senhora da Imaculada Conceição, em Angelina; Bom Jesus da Santa Cruz, em São Pedro de Alcântara; Nossa Senhora de Fátima, no Estreito, Florianópolis; Santa Paulina, Nova Trento e Nossa Senhora de Azambuja, em Brusque. Na segunda, 14, a última porta a ser aberta na Arquidiocese será na cidade de Itajaí, na Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento.

Os dois principais pedidos do Papa para o Ano Santo

Papa Francisco propôs na Bula de proclamação do Jubileu, a prática das obras de misericórdia. São duas:

Obras de misericórdia corporais: dar de comer aos famintos, dar de beber aos sedentos, vestir os nus, acolher os peregrinos, dar assistência aos enfermos, visitar os presos, enterrar os mortos.

Obras de misericórdia espirituais: aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as pessoas molestas, rezar a Deus pelos vivos e defuntos.

O Ano Santo marca as celebrações do 50º aniversário do encerramento do Concílio Vaticano II. Terminará no dia 20 de novembro de 2016, na Solenidade de Cristo Rei.

Confira aqui como foi a abertura do Santuário de Angelina

Fonte: Assessoria de Imprensa Arquidiocese

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Porta Santa da Misericórdia se abre domingo, no Santuário de Angelina

Porta Santa da Misericórdia se abre domingo, no Santuário de Angelina

O Santuário de Angelina abrirá, no domingo (08), a Porta Santa, dando início ao Jubileu Extraordinário da Misericórdia. A abertura oficial ocorrerá às 14h45.

Confira a programação:

14h: Acolhida [Jovens da Forania de Santo Amaro]

14h45: Abertura da Porta Santa

15h: “Misericordiosos como o Pai”

  • Celebração Penitencial [Paróquia Santo Amaro]
  • Confissões [convidamos todos os padres presentes]
  • Adoração ao Santíssimo [Forania Palhoça]

16h: Santo Terço [Forania de Biguaçu]

17h: Santa Missa [Pe. Vitor Galdino Feller – Vigário Geral]

O Pároco, Frei Gentil, convida todos os fiéis para participar.

 

Saiba mais sobre os jubileus

A celebração dos jubileus começou com os hebreus. O jubileu era um ano declarado santo e que acontecia a cada 50 anos, no qual se devia restituir a igualdade a todos os filhos de Israel.

A Igreja católica iniciou a tradição do Ano Santo com o Papa Bonifácio VIII em 1300. Ele planejou um jubileu por século. A partir de 1475, para possibilitar que cada geração vivesse pelo menos um Ano Santo, o jubileu ordinário passou a acontecer a cada 25 anos. Um jubileu extraordinário pode ser realizado em ocasião de um acontecimento de particular importância.

Até hoje, foram 26 Anos Santos ordinários. O último ordinário foi o Jubileu de 2000.

Quanto aos jubileus extraordinários, o último foi o de 1983, instituído por João Paulo II pelos 1950 anos da Redenção.

A Igreja deu um significado mais espiritual aos jubileus, consistindo em um perdão geral, uma indulgência aberta a todos, uma possibilidade de renovar a relação com Deus e com o próximo. Assim, o Ano Santo é sempre uma oportunidade para aprofundar a fé e viver com renovado empenho o testemunho cristão.

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Festa da Padroeira reúne fiéis de toda a região

P1110508A Padroeira Nossa Senhora da Imaculada Conceição foi celebrada nos dias 05, 06 e 08 de dezembro, no Santuário de Angelina. Os fiéis marcaram presença, vindo de diferentes cidades da região, para as festividades.

A abertura oficial ocorreu no sábado (05) com Missa e bênção do presépio na Igreja, seguida de procissão luminosa até a gruta. A celebração foi presidida pelo vigário Paroquial, Frei Cid, e concelebrada pelo Frei Osvaldo Lino, da fraternidade de Forquilhinha, cidade do Sul de Santa Catarina.

No domingo (06), a Missa da Festa da Imaculada Conceição foi às 10h na Matriz, com a participação dos 15 casais de festeiros e de
Dom Wilson Tadeu, Arcebispo Metropolitano de Florianópolis.

A liturgia foi animada pelos corais municipais de Angelina, Rancho Queimado e pela Associação Coral de São Bonifácio, sob a regência do maestro Sr. Vanderlei Jochen.

Na terça-feira (08), dia oficial de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, os peregrinos se reuniram ao pé do morro que leva à gruta, onde iniciaram a oração do Santo terço.

Na gruta foi celebrada a Missa Solene pelo Padre Frei Gentil de Lima Branco, Pároco e reitor do Santuário, e concelebrada pelos Freis paroquiais. Após a celebração os padres deram a bênção da saúde.

Confira as fotos em nossa galeria

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