Dia do Padre

O Dia do Padre é comemorado no dia 4 de agosto. Dia de rezarmos especialmente por alguém que se faz presente em nossas vidas, que sempre tem uma palavra amiga, uma mensagem de encorajamento, um abraço afetivo, olhar afetuoso e mãos estendidas para nos oferecer. Um amigo singular, designado por Deus para nos conduzir pelo caminho mais correto e mais seguro. Um pai amoroso que nos aconselha e orienta nos momentos mais difíceis. Um médico dedicado que nos ajuda a curar nossas feridas e nos receita o melhor remédio para aliviar nossas dores. O Padre é visto há muitos e muitos séculos como um representante de Deus na Terra. Cabe a ele, entre outras atribuições, a celebração de eventos como missas, dar a comunhão para os seus fiéis e também é ele quem celebra momentos importantes como batizados e casamentos. Para aqueles que creem na Igreja Católica Apostólica Romana, a figura do padre se equivale e se assemelha muito a de um pai (“pai”, que inclusive é traduzido como “padre” em diversos idiomas). O padre na igreja é aquele que é capaz de interceder com sua autoridade por seus “filhos”, ou melhor, fiéis, para que Deus e Jesus Cristo seja com eles. Um pai espiritual dado pelo Senhor para nos guiar no caminho da salvação. Ser padre não é uma tarefa fácil! Deixar tudo é entregar-se completamente nas mãos do Senhor. Isso pede vocação, força e fé. O padre é um ser humano sujeito a tentações, fraquezas e também emoções e sentimentos. É claro que, em alguns casos, nem sempre os limites humanos são superados, mas a graça divina e a oração constante são a melhor ajuda para os momentos de dificuldade.

Feliz Dia do Padre em Especial, Frei João Maria, Frei Luís Antônio, Frei Nestor e Frei Paulo.

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Mês de Agosto, Mês das Vocações

 

Mês de Agosto, mês das Vocações:

Em cada um dos próximos domingos rezaremos por uma determinada vocação

 

Em 1981, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na 19ª Assembleia Geral, instituiu agosto como o Mês Vocacional. De lá para cá, cada domingo do mês de agosto é dedicado à celebração de uma determinada vocação. No primeiro, celebra-se sacerdócio e os ministérios ordenados; no segundo, o matrimônio junto à semana da Família; no terceiro, a vida consagrada, e por fim, no quarto, a vocação dos Leigos.

O coordenador nacional da Pastoral Vocacional da CNBB, padre Elias Aparecido da Silva, explica o motivo deste mês especial:

“O objetivo principal é animar e reanimar as comunidades, paróquias e dioceses que rezem pelas vocações de forma especial incentivando as orações e promovendo as vocações em cada realidade e da sua maneira”.

Padre Elias ainda convida os fiéis a celebrar esse mês vocacional na sensibilidade da oração, colocá-lo como intenção no seu terço, no grupo de oração. Segundo o padre, cada um pode rezar do seu modo e promover a vocação em suas comunidades.

Fonte: https://pt.aleteia.org/2018/08/01/agosto-o-mes-das-vocacoes/
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Festa da Assunção de Nossa Senhora, dia 15, 18 e 19/08

Cronograma:

Dia 15/08 – 10:00: Missa na Igreja Matriz. Logo após completo serviço de bar e cozinha.

Dia 16/08 – 19:00: Adoração e Bênção do Santíssimo Sacramento na Igreja Matriz.

Dia 17/08 – 19:00: Procissão luminosa com a oração do Terço para a gruta. Encerramento das Missões da Semana da Família.

Dia 18/08 – 19:00: Missa na Igreja Matriz. Às 20:00, Sorteio de prêmios no galpão de festas e completo serviço de bar e cozinha.

Dia 19/08 – 10:00: Missa Festiva na Igreja Matriz com a presença dos Senhores Festeiros, animação com o Coral Municipal de Angelina e do Bispo Auxiliar Emérito de Florianópolis, Dom Vito Schlickmann. Às 14:00 Animação no galpão de festas com Som Angel. Durante todo o dia haverá completo serviço de bar e cozinha.

 

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Aniversariantes do Mês de Agosto

Aniversariantes:

 

01/08 – Alexandro Leopoldo Eli;

01/08 – Neri Laudelino Andrade;

03/08 – Antônio Eli;

03/08 – Oscar Schmitt;

04/08 – Iracema de Moraes;

09/08 – Maria Madalena F. Eli;

09/08 – Salésia Gorges Petry;

11/08 – Gervásio Antônio Sens;

18/08 – Nelito Schmitt;

21/08 – Luiz Carlos Gazziero;

25/08 – Antônio Mulmelstt;

26/08 – Claudete Terezinha Kretzer;

27/08 – Francisco Solano Schappo;

27/08 – Salute Cancelier Fuck;

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A Teologia do abraço

A Teologia do abraço

Você sabe qual é o significado do abraço no contexto bíblico?

Já parou para pensar que dificilmente uma pessoa te abraça? Há quem se contente com um “tudo bem?”, outros com um “oi” e não passa disso. Já pensou se com todas as pessoas que encontrássemos tivéssemos a bondade de cumprimentá-la com um abraço ou, se preferir, um amasso?

No contexto bíblico, o abraço significa misericórdia. Vale recordar aqui o abraço do Pai no filho pródigo. As mazelas, as decepções, os pecados, a arrogância, a precariedade, a soberba, se dissolveran no abraço do Pai misericordioso.

Não tenho dúvida de que aquele sujeito sem nome (pode ser eu ou você) que pegou a parte da herança e partiu para o mundo contemplou a verdade interpretada por Martha Medeiros: “Tudo o que você pensa e sofre, dentro de um abraço se dissolve”. O abraço esmagante do Pai devolveu ao filho desgraçado o dom da vida, da eternidade.

O abraço, segundo alguns especialistas, faz bem para a saúde psíquica e física. Ele tem o poder de aumentar os níveis de uma substância chamada oxitocina, que tem a particularidade de reduzir os estados de stress e ansiedade, aumentando a felicidade e o bem estar das pessoas. Pessoas com um nível elevado de oxitocina têm a probabilidade de desenvolverem um comportamento maior de ligação entre as pessoas. Você sabia disto?

Mário Quintana faz questão de aludir o abraço a um laço. Diz ele: “Meu Deus! Como é engraçado! Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço… uma fita dando voltas. Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o laço. É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de braço”.

Penso que, nos tempos hodiernos, nossos casais precisam se abraçar. Precisam encostar um coração no outro (Rita Apoena). Já imaginou acalmar os corações atribulados por uma discussão, encostando um coração no outro? Corações atribulados se entendem e se acalmam no compasso da vida, que se renova dentro de um abraço.

Certa vez, havia um casal de idade mediana nas dependências de uma Praça. Eles viram quando ali estava uma menina, baixinha, com cabelos de fios dourados, muito pacífica. Passavam-se minutos e minutos, e ela ali persistia. Quando menos esperavam, salta de um ônibus um menino com trajes de viajante, mochilas nas costas, e apressadamente se direciona até a menina. Em fração de segundos, um atracou o outro num abraço, e os dois ficaram por um bom tempo sem trocar palavras. Certamente fazia muito tempo que o casal de namorados não se encontrava.

O normal seria que eles trocassem belas saudações, nobres palavras, ricas frases. Mas eles optaram pelo abraço. Pois o abraço permitia que eles se sentissem. Quando vemos uma sociedade (famílias, grupos, religiões) machucada, triste, sem rumo, sem esperança, nós podemos dizer que estamos vendo (e vivenciando) uma sociedade que perdeu a capacidade de se sentir. O poeta português Fernando Pessoa já dizia: “quem sente muito, cala; quem quer dizer quanto sente, fica sem alma nem fala, fica só, inteiramente”!

Já Drummond se atreve dizer que “se você sabe explicar o que sente, não ama, pois o amor foge de todas as explicações possíveis”.

Traduzindo: amar não é teoria, é sentir. Abraçar é amar. Abraçar é discursar sem palavras. Abraçar é poder entrar no outro sem pisar no seu terreno. Abraçar é ser mais gente. Abraçar é uma forma de teologar… pois até Deus quis morar no abraço!

Fonte: Aleteia via A12

 

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MENSAGEM DO PÁROCO (MAIO)

MENSAGEM DO PÁROCO (MAIO)

Maio: mês dedicado a Maria

 

O tempo passa tão rápido, quando damos conta já notamos que estamos às portas de Maio, onde somos convidados a contemplar o rosto materno de Deus.

Quero Aproveitar e fazer um especial agradecimento a todos voluntários do nosso Santuário, pessoas de fé que evangelizam no silêncio, recebam meu fraterno abraço por tudo que vem fazendo para que nossa vida em Angelina seja mais viva e eficaz na vivência do Santo Evangelho.

Outro fato importante, por ocasião da XIV Missa dos Motociclistas que ocorreu aqui no dia 01, sentimos que o nosso campo missionário é grande e o Santuário está atingindo sua meta, a de levar a todos a ´Boa Nova´ de Cristo. Também, lançamos a rifa paroquial: A Campanha dos devotos e benfeitores de Angelina, a partir de agora, todos são convidados a fazer parte da família do santuário, com sua contribuição mensal, poderemos melhorar cada vez mais nossa realidade eclesial nesse torrão Angelinense.

Realmente, é um tempo de Graças, para nós que a temos como nossa advogada e intercessora fiel diante de Deus, numa Gruta dedicada à Nossa senhora de Lourdes.

Beato João Paulo II, afirmou: “Se não sabeis como rezar, pedi-Lhe para vos ensinar e pedi à Mãe do Céu para rezar convosco e por vós. A oração do Rosário pode ajudar-vos a aprender a arte de rezar com a simplicidade e profundidade de Maria”.

Neste mês, também iremos celebrar a vinda do Espírito Santo sobre a comunidade cristã e renovar em nós Sua força para continuarmos nossa caminhada: a festa de Pentecostes. Santo Agostinho nos ensinou que: ¨O Espírito Santo é a alma da Igreja¨. E em seguida a festa de Corpus Christi, que será nossa manifestação pública do nosso amor à Eucaristia, centro e ápice de nossa fé cristã, presença viva de Jesus Cristo, sacramento de amor e vida.

E assim, caminhamos na fé, que Deus na sua infinita misericórdia abençoe a todos (as) vocês. Despeço-me com minha bênção sacerdotal a você e sua família +

Frei Paulo Cézar Magalhães Borges, ofm

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Papa: o amor é a atitude fundamental do coração

Papa: o amor é a atitude fundamental do coração

“É importante tomar consciência de que o amor de Cristo não é um sentimento superficial”

O Papa Francisco rezou a oração mariana do Regina Coeli, neste domingo (06/05), com os fiéis e peregrinos de várias partes do mundo, reunidos na Praça São Pedro.

Na alocução que precedeu a oração, o Pontífice ressaltou que “neste tempo pascal a Palavra de Deus continua nos indicando estilos de vida coerentes para ser a comunidade do Senhor Ressuscitado”.

Dentre esses estilos, “Evangelho de hoje apresenta a entrega de Jesus: «Permaneçam no meu amor», permanecer no amor de Jesus.”

“Viver na corrente do amor de Deus, estabelecer a morada, é a condição para que o nosso amor não perca pelas ruas o seu ardor e a audácia. Nós também, como Jesus e Nele, devemos acolher com gratidão o amor que vem do Pai e permanecer neste amor, tentando não nos separar dele com o egoísmo e o pecado. É um programa exigente mas não impossível.”

Segundo o Papa, “primeiramente, é importante tomar consciência de que o amor de Cristo não é um sentimento superficial, mas uma atitude fundamental do coração, que se manifesta no viver como Ele quer. De fato, Jesus afirma: «Se vocês obedecem aos meus mandamentos, permanecerão no meu amor, assim como eu obedeci aos mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor.»

“O amor se realiza na vida cotidiana, nos comportamentos, nas ações; caso contrário é apenas algo ilusório. São palavras, palavras, palavras: isso não é amor. O amor é concreto todos os dias. Jesus nos pede para observar os seus mandamentos, que se resumem nisso: “Amem-se uns aos outros, assim como eu amei vocês.”

E Francisco perguntou: “Como fazer para que esse amor que o Senhor Ressuscitado nos doa possa ser partilhado pelos outros? Muitas vezes, Jesus indicou quem é o outro a amar, não com palavras, mas com fatos. É aquele que encontro em meu caminho e  me interpela com o seu rosto e sua história; é aquele que, com a sua presença, me impulsiona a sair de meus interesses e minhas seguranças; é aquele que espera a minha disponibilidade de acolher e caminhar juntos na mesma estrada.”

“Disponibilidade a todo irmão e irmã, quem quer que seja e em qualquer situação se encontre, começando com aquele que está próximo a mim na família, na comunidade, no trabalho, na escola. Desta forma, se eu permaneço unido a Jesus, o seu amor pode alcançar o outro e atraí-lo a si, para sua amizade”, sublinhou o Santo Padre.

Para Francisco, “esse amor pelos outros não pode ser reservado a momentos excepcionais, mas deve se tornar a constante de nossa existência. É por isso que somos chamados, por exemplo, a proteger os idosos como um tesouro precioso e com amor, mesmo que criem problemas econômicos e inconvenientes, devemos protegê-los. É por isso que aos doentes, mesmo no último estágio, devemos prestar toda a assistência possível. É por isso que os nascituros devem ser sempre acolhidos. É por isso que, em última análise, a vida deve ser sempre protegida e amada desde a concepção até a morte natural. Isso é amor.”

“Somos amados por Deus em Jesus Cristo, que nos pede para amar uns aos outros como Ele nos ama. Mas nós não podemos fazer isso se não tivermos o seu próprio coração em nós.”

“A Eucaristia, à qual somos chamados a participar todos os domingos, tem como objetivo formar em nós o Coração de Cristo, de modo que toda a nossa vida seja guiada por suas atitudes generosas.”

“Que a Virgem Maria nos ajude a permanecer no amor de Jesus e a crescer no amor por todos, especialmente os mais vulneráveis, a fim de corresponder plenamente à nossa vocação cristã”, concluiu o Papa.

Fonte: Aleteia/Vatican News

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6 coisas que Santa Gianna Beretta Molla ensina sobre a família

6 coisas que Santa Gianna Beretta Molla ensina sobre a família

Para quem está acostumado apenas com santos que vestem hábitos e véus, o exemplo de Santa Gianna Beretta Molla, uma das poucas mulheres casadas proclamadas santas pela Igreja, é de chamar atenção. Ela, que tinha amor pela vida, pelas coisas simples e, principalmente por Deus e sua família, viveu intensamente o mandado de Jesus: dar a vida para que outros tenham vida!

Outro ponto que chamava atenção era o amor apaixonado que nutriu pelo esposo, Pietro Molla, com quem teve quatro filhos, durante os anos em que estiveram juntos. Foram dezenas de cartas de amor escritas e enviadas durante as viagens que ele fazia a trabalho.

Santa Gianna Beretta Molla nasceu em 4 de outubro de 1922 na cidade de Magenta, na Itália, em uma família composta por treze filhos. Vivia em um lar cristão desde os primeiros anos de vida. Mais tarde, Gianna – que tinha gosto por moda e esportes – formou-se em medicina e especializou-se em pediatria com a finalidade de ser missionária no Brasil.

Gianna faleceu em 28 de abril de 1962, dias após o nascimento de Gianna Emanuela, sua última filha. Confira o que ela nos ensina sobre a vida familiar em direção à santidade.

1 – Harmonia entre a missão profissional e familiar

Em tudo harmonizava a vida profissional com a familiar. Ela dedicava tempo para cada realidade de acordo com as necessidades que se apresentavam a cada tempo. Além dos compromissos de fé, adorava esquiar na neve, pintar e ouvir uma boa música. Sobre sua missão profissional relatou: “quem toca o corpo de um paciente, toca o corpo de Cristo”.

2 – Cultivo do romantismo, carinho e amor apaixonado pelo esposo

O relacionamento familiar era sempre alimentado com muito amor, carinho e romantismo ao esposo. Quando Pietro viajava a trabalho e ficava um tempo fora de casa, sempre se comunicavam por meio de cartas amorosas, onde expressavam o quanto se amavam. Confira um trecho: “Pietro, pense em nosso ninho, aquecido pelo nosso amor e alegrado pelas crianças que o Senhor nos dará! É certo que também passaremos por dificuldades, mas se nos amarmos sempre como nos amamos agora, com o auxílio de Deus, saberemos juntos suportá-los. Não é?

 

3 – Vida espiritual intensa e priorizada

Santa Gianna priorizava a vida espiritual de toda a família. Ela possuía o hábito da vida cristã que consistia em oração, missa, eucaristia e participação de retiros espirituais. Era tudo com a devida intensidade. Não abria mão da vida cristã.

4 – Martírio pela vida

Como já foi dito, Santa Gianna abriu mão da própria vida para que sua filha nascesse. Estando grávida do quarto filho, descobriu que tinha um fibroma no útero e que precisaria retirar o órgão, mas caso isso acontecesse provocaria o aborto da criança, fato que em nenhuma hipótese quis submeter-se. Mesmo contrária a opinião de outras pessoas da família, levou a gestação até o final. Passados alguns dias, após o nascimento de Gianna Emanuela, seu martírio se concretizou com sua morte.

5 – O espírito de sacrifício

Após a morte de Santa Gianna, o seu marido, Pietro Molla, descobriu alguns escritos que a santa fazia antes de participar dos retiros onde relatavam a unidade de seu coração com o amor, o sacrifício e  a fé inabalável. Isso demonstrava que ela estava consciente da escolha que fazia em relação à gestação de risco que trazia.

6 – Milagres brasileiros

A canonização de Santa Gianna aconteceu em 16 de maio de 2004, por São João Paulo II, no Vaticano, de quem recebeu o título de “Mãe de Família”. Os milagres para sua beatificação e canonização ocorreram no Brasil. Um em 1977, em Grajau (MA), para onde ela queria ter vindo como missionária com o seu irmão e o outro na cidade de Franca (SP), em 2000.

 

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