Mensagem do Pároco mês de Outubro

Mensagem do Pároco mês de Outubro

Iniciamos o mês de outubro com a festa da Padroeira das Missões, Santa Teresinha do Menino Jesus.

 

Destes, 1 e 5 meses a frente da paróquia, tenho notado o desejo de todos para que possamos viver uma Igreja sempre viva e eficaz, fazendo de tudo para vivermos no seguimento de Jesus.

Desde que aqui cheguei, procurei fazer um planejamento, onde em todas as reuniões passando pelo CPC e CPP, foi possível compreender que precisamos fazer o esforço de o sentimento de pertença à paróquia. Sempre provoco a todos cominharem juntos e colaborar para não pesar para ninguém. Muitos foram os nossos desafios, acertos e até erros. Sempre precisamos vencer o comodismo. Agradeço e parabenizo a todos, as comunidades que abraçaram a restauração e pintura da Igreja; colaboração de 450 metros de corrimão no caminho da gruta; remodelação das lojinhas do Santuário e pintura do prédio do restaurante.

 

Despeço-me dando a benção do nosso Pai Seráfico São Francisco de Assis, que celebraremos seu dia em 04 de outubro.

 

“Que o Senhor vos abençoe, vos mostre sua face e compadeça de ti, volva o teu olhar para ti e tê conceda a paz”

 

 

Frei Paulo  Cézar Magalhães Borges, OFM.

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Bono, do U2, surpreende frequentadores de uma paróquia na Colômbia

Bono, do U2, surpreende frequentadores de uma paróquia na Colômbia

 O cantor foi à Missa em Bogotá e comungou como qualquer outro paroquiano

Imagine a cena: você está na Missa da sua paróquia e bem atrás de você, rezando em silêncio, está uma celebridade mundialmente conhecida. Você ficaria surpreso, né? E já pensou se o famoso se levantasse e se aproximasse da fila para comungar?

Foi o que aconteceu na Missa do meio-dia na paróquia do Ginásio Moderno em Bogotá, Colômbia. Os fiéis que participavam da celebração deram de cara com o vocalista da histórica banda U2, que no dia anterior tinha feito um show da  da turnê The Joshua Tree 2017 na cidade. Mesmo com a agenda apertada, o vocalista tirou um tempo para receber a Eucaristia.

De acordo com os assistentes da paróquia, Bono chegou à Missa acompanhado de algumas pessoas da sua equipe, ficou reservado na parte de trás do salão, rezou em silêncio e recebeu a comunhão. Era como se fosse mais um paroquiano na Eucaristia dominical.

Mas depois da comunhão, foi difícil deixar o cantor passar despercebido. Muitos quiseram tirar fotos, e ele atendeu todo mundo que estava ali, sem nenhum problema. Depois, Bono foi embora como chegou: sem causar barulhos ou confusão; com a única intenção de sentir a presença de Deus.

No show da noite anterior, Bono fez uma homenagem ao escritor colombiano Gabriel García Márquez e, durante a música One, pediu pela paz no país.

Agora, a banda irlandesa segue para a Argentina, Chile e desembarca no dia 19 de outubro no Brasil. Será que Bono também vai fazer uma surpresa dessa para os católicos de São Paulo?

Fonte: Aleteia

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Menino de 3 anos escolhe Nossa Senhora como tema de aniversário

Menino de 3 anos escolhe Nossa Senhora como tema de aniversário

 

“Minha Mãezinha!”. É desta forma carinhosa que o pequeno Gabriel Gonçalves Hanashiro, de 3 anos, da cidade de Aparecida (SP), se refere a Nossa Senhora Aparecida. A mãe, Luciana Mendes, conta que o pequeno devoto sempre gostou muito da Padroeira e que sua devoção acontece de maneira espontânea.

Para surpresa da família, Gabriel pediu que o aniversário de 3 anos tivesse como tema Nossa Senhora Aparecida, a Mãezinha, como ele diz.

O aniversário do Gabriel teve uma decoração feita especialmente para a ocasião, com os bonecos da Turma dos Devotos Mirins, projeto de Evangelização infantil do Santuário Nacional, e é claro, a imagem de Nossa Senhora Aparecida.

Gabriel, com a camisa da Mãe Aparecida, acompanha a mãe na Igreja.
“Nunca induzimos Gabriel a escolher Nossa Senhora como tema de aniversário. Ele faz isso de forma muito espontânea”, afirmou Luciana.

Ainda segundo a mãe do pequeno Gabriel, o menino identifica a imagem de Nossa Senhora Aparecida por onde passa, assiste a TV Aparecida, desenha Nossa Senhora e gosta de brincar com a ‘Mãezinha’.

Gabriel faz parte do projeto de Evangelização infantil do Santuário, Devotos Mirins, e recebe mensalmente a Revista Devotos Mirins, como um presente da Casa da Mãe Aparecida para as crianças devotas de Nossa Senhora Aparecida.

Fonte: A12

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Tudo pronto para o Festival da Padroeira no Santuário

Durante as comemorações dos 300 anos no Santuário Nacional, os devotos poderão participar de uma programação especial de shows em homenagem a Nossa Senhora Aparecida.

Nos dias 10 e 12 de outubro a Mãe Aparecida será presenteada com canções marianas nas vozes de diversos padres cantores e grandes nomes da música nacional no Festival da Padroeira, em shows gratuitos na Tribuna Bento XVI.

No dia 10 de outubro a apresentação será com os padres Fábio de Melo, Antonio Maria, Reginaldo Manzotti, Juarez, Omar, padre Zezinho, Joãozinho, Marcos e pe. Periquito.

No dia 12 o Festival da Padroeira reúne nomes como Daniel, Michel Teló, Fafá de Belém, Chitãozinho e Xororó, Alcione, Paula Fernandes, Renato Teixeira, Elba Ramalho, Preta Gil, Agnaldo Rayol, Joana e pe. Fábio de Melo, para fechar as festividades dos 300 anos da Mãe Aparecida com canções que irão emocionar a todos os devotos.

O arranjo para cada uma das músicas foi preparado pelo diretor artístico e musical do Festival da Padroeira, Ruriá Duprat. Duprat é de uma família de musicistas e seu trabalho é de grande referência no mercado da música, tendo conquistado muitos prêmios importantes em sua carreira musical como maestro, compositor, produtor musical, arranjador e pianista.

Para ele participar das festividades dos 300 anos do encontro da imagem de Aparecida é recordar momentos especiais da sua vida. “Um honra enorme em poder participar e eu particularmente tenho uma história muito séria com Aparecida. Meu pai é o musicólogo Régis Duprat e ele fez muitas pesquisas aqui no Vale do Paraíba de compositores dos séculos XVII e XVIII, e eu vinha em todas as minhas férias para Aparecida, quando eu tinha 9/10 anos de idade e ficava em um convento, onde hoje é um hotel. Inclusive a minha madrinha é daqui de Aparecida”, relatou.

O diretor do Festival da Padroeira também explicou como tudo foi preparado para os shows e ressaltou a participação do PEMSA (Projeto de Educação Musical do Santuário de Aparecida), que irá acompanhar a apresentação dos cantores no dia 12 de outubro.

“Estar fazendo isso com a Orquestra do PEMSA é uma coisa linda, um projeto maravilhoso. Somos em quatro arranjadores e todos os arranjos foram pensados especialmente para essa orquestra, para essa ocasião, então tudo foi preparado para esse evento, e a gente fica muito feliz em ver que tudo funcionou maravilhosamente bem”, explicou Duprat.

Além do PEMSA, o Festival da Padroeira conta com uma banda base que será responsável por acompanhar o show com os padres cantores no dia 10 e no dia 12, participará da formação musical com o Projeto de Educação Musical do Santuário.

“Esses são músicos extremamente experientes, e para eles está sendo também uma coisa incrível, eles estão super animados.”

Essa é a segunda vez que o artista Ruriá Duprat dirige um show musical no Santuário, a sua primeira produção em Aparecida foi com o espetáculo do tenor Andrea Bocelli, em outubro de 2016.

Para os shows desse Ano Jubilar, Duprat reforça a sua expectativa e satisfação em participar pelo segundo ano consecutivo de uma celebração em homenagem a Nossa Senhora Aparecida.

“A expectativa é enorme, inclusive a gente tá esperando um público grande, eu tava aqui há um ano, no show do Andrea Bocelli, então é um experiência incrível estar aqui dois anos seguidos.”

No total, 28 arranjos foram feitos para o Festival da Padroeira, sendo 14 canções em cada dia de show.

Fonte: A12

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Últimos preparativos para a Novena e Festa dos 300 anos de Nossa Senhora Aparecida

Últimos preparativos para a Novena e Festa dos 300 anos de Nossa Senhora Aparecida

O Portal oficial do Santuário Nacional de Aparecida publicou nesta quinta-feira, 28 de setembro, números interessantes sobre a festa do próximo dia 12 de outubro na qual se celebra 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora no Rio Paraíba do Sul, interior de São Paulo. Serão 26 carros andor para a Novena e Festa da Padroeira. As peças estão sendo preparadas pelos 50 colaboradores das equipes de serralheria, carpintaria, pintura, elétrica, manutenção e enfeites; a previsão é de que 200 mil hóstias para a celebrações; cerca de 2.500 colaboradores, como são chamados os funcionários do Santuário Nacional, estarão direta ou indiretamente envolvidos nos trabalhos da Festa de Nossa Senhora Aparecida e o Santuário dispõe de mais de 900 banheiros masculino e feminino, 75 sanitários para atender aos deficientes, 30 fraldários e 156 bebedouros.

Peças sacras e coreografias na festa

Os redatores do Portal também informam que desde o mês de agosto, uma equipe se desdobra para realizar a confecção do mobiliário sacro para a festa do dia 12 de outubro. Serão apresentadas, 10 peças: o ambão, local de onde são feitas as leituras; sete banquetas para os concelebrantes; a sedia, cadeira do presidente da celebração e a mesa da eucaristia. Todo o mobiliário foi produzido em mogno maciço e atualmente recebe o acabamento em marchetaria e azulejo, conforme o projeto pensado pelo padre Marcelo Magalhães, diretor do Portal A12, responsável pelo desenho dos objetos litúrgicos.

Durante a novena preparatória e no dia da festa da Padroeira serão apresentadas diversas coreografias. O Portal A12 informa que cerca de 200 voluntários se dedicam , há dois meses, aos ensaios dessas coreografias. O grupo conta com a participação de bebês, crianças, jovens, adultos e idosos de até 80 anos. Dentre os voluntários, estão os colaboradores do Santuário de Aparecida e muitos moradores das cidades vizinhas, que dedicam parte do seu tempo para homenagear a Mãe Aparecida. As coreografias representarão um pouco da história de Nossa Senhora Aparecida nesses 300 anos, lembrando as pessoas que fizeram parte do tricentenário, as diversas congregações religiosas atuantes na difusão da devoção, o crescimento da devoção, a ação intercessora da Mãe Aparecida e a presença dos missionários redentoristas no Santuário.

 

Cúpula e TV

Outra atração da festa: inauguração da Cúpula Central do Santuário. Iniciada em 2012, a obra tem 34 metros de diâmetro, 109 metros de circunferência e 72 metros de altura, a Cúpula é ponto para onde tudo converge na Basílica, o Altar Central. A arte da Cúpula Central foi concebida pelo artista sacro Cláudio Pastro e a obra foi um grande desafio para toda a equipe de engenharia. Todo o mosaico da Cúpula foi preparado na Itália, onde pedrinha por pedrinha as artes foram montadas. Para revestir os 2 mil metros quadrados, foram utilizadas mais de 5 milhões de tésseras e foram necessários mais de 2 mil dias de trabalho. A obra da Cúpula Central será inaugurada no dia 11 de outubro, às 19h, durante a Coroação Solene.

Anote a programação de TV para a festa: A TV Aparecida, em parceria com o History Channel, exibe nos dias 11 e 12 de outubro, o docudrama inédito e exclusivo “Aparecida do Brasil”. Segundo a coordenadora de programação da TV, Malu Veiga, “o telespectador pode esperar uma produção totalmente inédita de excelente qualidade, na qual é retratado o contexto histórico e devocional de Nossa Senhora Aparecida, desde a pesca da imagem, os primeiros milagres que a consagraram como santa, até a chegada dos Missionários Redentoristas e a construção do maior santuário mariano do mundo”. Um dos destaques do documentário, apresentado pelo jornalista da TV Globo, Rodrigo Alvarez, é a parte das dramatizações reconstruindo passagens históricas – entre elas, a do atentado contra a imagem de Nossa Senhora em 1978 – e a narrativa do ponto de vista histórico e investigativo trazendo a construção de um dos maiores símbolos católicos devocionais do Brasil.

Fonte: CNBB

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Papa: a evangelização é obra de todo Povo de Deus

Papa: a evangelização é obra de todo Povo de Deus

O Papa Francisco concluiu sua série de audiências esta sexta-feira (29/09) recebendo os participantes da Plenária do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização.

O dicastério foi o responsável em organizar o Ano Santo da Misericórdia e, agora, em promover seus frutos deste Jubileu na comunidade eclesial.

“Não podemos nos permitir que tanto entusiasmo seja diluído ou esquecido. (…) A Igreja tem a grande responsabilidade de continuar sem cessar a ser instrumento de misericórdia”, afirmou o Papa.

O anúncio da misericórdia, acrescentou, pertence intrinsecamente ao compromisso de todo evangelizador, a todo o Povo de Deus. A propósito do tema da evangelização, Francisco destacou dois aspectos.

O primeiro é a contribuição que os povos e as respectivas culturas oferecem ao caminho do Povo de Deus. “A riqueza que provém da multiplicidade de boas tradições é preciosa para vivificar a ação da graça”, recordou o Pontífice.

O segundo aspecto é o chamado à profunda unidade e humanidade da comunidade dos fiéis, que transcende a disponibilidade pessoal.

E isso vale de modo especial num período como o nosso, em que uma nova cultura está em evolução, fruto da tecnologia, mas que deixa de lado a relação interpessoal e o interesse pelo outro. Portanto, “é importante que saibamos entrar no coração das pessoas, para descobrir o sentido e o amor de Deus, que nos leva a olhar avante com serenidade”, derrotando a indiferença.

 

O Papa então concluiu:

“Queridos irmãos e irmãs, a nova etapa da evangelização que somos chamados a percorrer certamente é obra de toda a Igreja, “povo em caminho rumo a Deus”. Redescobrir este horizonte de significado e de concreta práxis pastoral poderá favorecer o impulso da própria evangelização, sem esquecer o valor social que lhe pertence para uma genuína promoção humana integral.
Francisco fez votos de bom trabalho aos membros do dicastério, em especial em preparação para o primeiro Dia Mundial dos Pobres, que será celebrado em 19 de novembro.

Fonte: RadioVaticano

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Papa à Família Vicentina: a caridade sabe transformar o presente

Papa à Família Vicentina: a caridade sabe transformar o presente

O Papa Francisco enviou uma mensagem de gratidão e encorajamento à Família Vicentina, nesta quarta-feira (27/09), por ocasião do quarto centenário do carisma que deu origem aos institutos e associações que a compõe.

Em agosto de 1617, São Vicente de Paulo fundou as Damas da Caridade, hoje conhecidas como Associação Internacional de Caridades. Ele “viveu sempre a caminho, aberto para a busca de Deus e de si. Num encontro forte com Jesus, nas pessoas dos pobres, sentiu o chamado a não viver mais para si mesmo, mas a servi-Lo sem reservas nos pobres”.

São Vicente de Paulo “fundou as Caridades para que cuidassem dos mais pobres, vivendo em comunhão. Um grão de mostarda, semeado em 1617, que se tornou, ao longo do tempo, uma árvore grande”, escreve o Papa.
“No coração da Família Vicentina está a busca pelos pobres e abandonados”, destaca Francisco, recomendando aos seus membros de “olharem sempre para rocha que deu origem a tudo”, a fim de continuar levando, hoje, às periferias da condição humana, o mesmo frescor das origens.

“Esta rocha é Jesus pobre que pede para ser reconhecido em quem é pobre e sem voz. Uma rocha à qual todos somos chamados a sorver para matar a sede do mundo com a caridade que brota Dele. A caridade está no coração da Igreja. É o motivo de seu agir, a alma de sua missão.”
São Vicente de Paulo continua falando à Igreja. “O seu testemunho nos convida a estar sempre a caminho, nos pede a pequenez do coração, plena disponibilidade e humildade, nos impele à comunhão fraterna entre nós e à missão corajosa no mundo. O seu testemunho nos pede para nos libertar de linguagens complexas, de retóricas autorreferenciais e do apego às seguranças materiais que podem dar uma tranquilidade imediata, mas não infundem a paz de Deus e muitas vezes criam obstáculo para a missão.”

O testemunho desse santo, “nos exorta a investir na criatividade do amor, com «um coração que vê»”, ressalta Francisco citando um trecho da Encíclica Deus caritas est do Papa emérito Bento XVI.
“A caridade não se contenta de bons hábitos do passado, mas sabe transformar o presente. Isso é muito necessário hoje, na complexidade mutável da sociedade globalizada, onde certas formas de esmolas e ajuda, não obstante motivadas por intenções generosas, correm o risco de alimentar formas de exploração e ilegalidade, e não trazer benefícios reais e duradouros”, frisa ainda o Papa.

Que o exemplo de São Vicente de Paulo nos estimule “a dar espaço e tempo aos pobres, aos novos pobres de hoje e aos muitos pobres de hoje, a fazer nossos os seus pensamentos e seus desconfortos, pois um cristianismo sem contato com quem sofre torna-se um cristianismo desencarnado, incapaz de tocar a carne de Cristo. Portanto, encontrar os pobres, dar preferência e voz aos pobres para que a sua presença não seja silenciada pela cultura do efêmero”.
O Papa conclui a mensagem, desejando que o II Dia Mundial dos Pobres, a ser celebrado, em 19 de novembro próximo, ajude a Igreja na “vocação de seguir Jesus pobre”, tornando-se “cada vez mais e melhor um sinal concreto da caridade de Cristo para os últimos e necessitados”, e reagindo contra a “cultura do descarte e do desperdício”.

Fonte: Radio Vaticano

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Imagem de Nossa Senhora terá coroa e mantos especiais para os 300 anos de Aparecida

Imagem de Nossa Senhora terá coroa e mantos especiais para os 300 anos de Aparecida

Já estão prontos os mantos especiais que serão colocados na imagem da padroeira do Brasil durante as comemorações dos 300 anos de Aparecida. Eles foram belamente confeccionados por religiosas do Carmelo de Santa Teresinha, que também fica na cidade de Aparecida, São Paulo.

Depois de rezarem a oração jubilar dos 300 anos, as irmãs entregaram dois mantos ao prefeito de Igreja do Santuário Nacional, Pe. Eduardo Ribeiro.

A confecção dos mantos levou 30 dias e foi feito por três religiosas. O resultado não poderia ser melhor. Os bordados fazem referências aos pescadores que encontraram a imagem da Virgem no Rio Paraíba do Sul, em 1717.

A Irmã Teresa Margarida do Coração de Jesus contou ao portal A12 que, para fazer o bordado, inspirou-se em uma canção de Nossa Senhora, cuja letra diz “nas curvas de um M, no rio brasileiro, Maria aparece à luz do Cruzeiro”.

Para as religiosas, é motivo de alegria poder colaborar todos os anos na festa da Padroeira com a confecção dos mantos. “É um pouquinho de nós, do nosso trabalho que a gente oferta para Nossa Senhora”, completou Ir. Teresa.

A Coroa Jubilar

A Coroa Jubilar de Nossa Senhora Aparecida, que também será usada na festa dos 300 anos, foi desenvolvida pela joalheria H.Stern e apresenta, além das cores da bandeira do Brasil, símbolos que remetem à natureza brasileira e também a Nossa Senhora Aparecida.

O Santuário coletou terra em todos os estados brasileiros e colocou pequenas porções do material dentro da coroa.

“Nós queremos lembrar todo o povo brasileiro, que somos feitos da terra, por isso somos frágeis, e se somos frágeis precisamos de cuidados, somos cuidados por Deus. Ele coloca mediações para cuidar de nós e Maria é uma dessas mediações”, disse o missionário redentorista, Pe. Rodrigo Arnoso.

Fonte : Aleteia

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Bispos do México anunciam coleta por danificados por terremoto

Bispos do México anunciam coleta por danificados por terremoto

Os Bispos da Conferência Episcopal Mexicana (CEM) anunciaram a realização de uma coleta nacional em 23 e 24 de setembro, a favor das vítimas do terremoto de magnitude 7, 1, que provocou a morte de mais de 200 pessoas.

Em um comunicado publicado em seu site, os prelados mexicanos incentivaram a solidariedade, “através de uma coleta econômica, que podemos promover em nossas dioceses e comunidades. Sugerimos que se realize no fim de semana, nos dias 23 e 24 de setembro”.

Os bispos assinalaram que, com a atitude de generosidade dos últimos dias, pode-se constatar que “sem dúvidas que, quando tiramos de um mal a oportunidade de fazer um bem, o nosso coração se renova e cresce”.

“Nós, membros da Igreja Católica que peregrina no México, continuamos em oração e ação em favor das vítimas dos terremotos ocorridos em 7 e 19 de setembro, assim como pelas inundações provocadas pelos furacões e que atingiram fortemente grande parte do país , principalmente os Estados de: Morelos, Tlaxcala, Puebla, Guerrero, Oaxaca, Chiapas, Baixa Califórnia Sul, Estado do México e Cidade do México”.

 

Os prelados recordam que a prioridade permanece sendo “o resgate das pessoas presas sob os escombros. Não há dúvida que é belo constatar o apreço pela vida humana, especialmente quando se valoriza e respeita sempre e em todas as suas etapas”.

O trabalho de serviço da Igreja

Os bispos explicaram que “o trabalho coordenado e vinculado da Igreja é muito importante e está sendo realizado com todo o seu empenho, em duas formas”.

Nas dioceses afetadas: bispos, sacerdotes e leigos se organizam para atender de maneiras diferentes a emergência, disponibilizando paróquias e seminários como refúgios e centros de coleta, além de mobilizar outros recursos diocesanos para o cuidado das pessoas e, posteriormente, a reabilitação dos locais eclesiais.

Nas outras dioceses: diversos irmãos bispos de toda a República se solidarizaram, emitindo comunicados diocesanos, encorajando seus fiéis a apoiarem de várias formas, com oração, fazendo coletas especiais nas paróquias e canalizando tudo através de Cáritas Nacional (Mexicana).

“Os sacerdotes e as religiosas, junto com suas comunidades, estão acompanhando espiritualmente e atendendo psicologicamente os necessitados, assim como oferecendo apoio material nos lugares onde há a maior necessidade”, indicaram.

Além disso, os bispos recordaram que, em 19 de setembro, criaram um centro de operações em conjunto com a equipe da Cáritas Nacional para atender esta emergência.

“Continuamos encomendando a Santa Maria de Guadalupe, a quem invocamos como refúgio e auxílio de nosso povo, conscientes de que o seu Filho jamais nos abandona”, concluíram.

Fonte: Acidigital

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Os santos mártires da Coreia e sua impactante lição aos católicos leigos

Os santos mártires da Coreia e sua impactante lição aos católicos leigos

É graças aos leigos que a fé em Cristo se implantou e resiste no povo coreano apesar de perseguições devastadoras

A Igreja celebra no dia 20 de setembro os santos André Kim e seus 102 companheiros mártires da Coreia.

Sim, você leu certo: nada menos que 103 mártires, que foram canonizados por São João Paulo II em 1984, durante a sua viagem apostólica à Coreia do Sul.

A peculiar história da fé cristã na Coreia
Hoje estamos tristemente acostumados com a existência de duas Coreias, mas nem sempre foi assim. O país já foi um só. E, na sua história religiosa, a Coreia constitui uma interessantíssima peculiaridade quanto à “modalidade” de evangelização que recebeu: os primeiros missionários do país não eram membros do clero, mas sim leigos!

Enquanto a maior parte do Oriente começou a ser evangelizada por sacerdotes e religiosos enviados em missão pelas suas respectivas ordens, a Coreia viveu um processo diferente. No século XVII, membros da nobreza coreana entraram em contato com o catolicismo durante viagens à China e ao Japão. A fé já tinha criado raízes em ambos aqueles países. Com base no que tinham observado e aprendido sobre o catolicismo em livros escritos em chinês, aqueles nobres coreanos tentaram praticar essa mesma fé recém-descoberta ao retornarem à Coreia. Um deles, Yi Seung-hun, foi batizado em Pequim e voltou para casa em 1784 para fundar uma comunidade cristã. Este é o evento que marca o estabelecimento da Igreja católica na Coreia.

Mas o catolicismo não teve um começo fácil no país. O governo, influenciado pela ideologia do neoconfucionismo, se opôs à fé cristã. A crença católica de que todos os seres humanos possuem dignidade igual era vista como uma ameaça para o sistema hierárquico social. Além disso, era considerado crime ter contato com estrangeiros. Esta lei significava, portanto, que as comunicações entre os católicos coreanos e o vigário apostólico de Pequim eram nada menos que “criminosas”.

As consequências dessa hostilidade a Cristo são fáceis de imaginar – afinal, esse quadro se repete na história desde o próprio Cristo… Estima-se que cerca de 10.000 católicos foram martirizados na Coreia só durante aquela perseguição, que durou mais de 100 anos. Demorou até 1895 para que o país finalmente reconhecesse a liberdade de religião – e ela voltaria a ser suprimida brutalmente na atual Coreia do Norte assim que o regime comunista foi imposto ao sofrido povo daquela nação, persistindo essa realidade até hoje (e com um número de católicos assassinados que ainda não é possível conhecer ao certo).

Foi nesse contexto de perseguição e martírio que nasceu André.

Santo André Kim Tae-Gon
Santo André Kim Tae-Gon nasceu em Solmoe em 1821, de família nobre. Quando ainda era criança, sua família se mudou para Kolbaemasil a fim de fugir da perseguição. Seu pai, Santo Inácio Kim, foi martirizado em 1839.

André foi batizado aos 15 anos e, algum tempo depois, entrou no seminário de Macau, na China. Foi ordenado sacerdote em 1845 em Xangai, tornando-se o primeiro sacerdote católico nascido na Coreia.

Quando voltou à sua terra para tentar facilitar a entrada de missionários no país, reencontrou a mãe mendigando por comida.

Apesar do quadro de extrema adversidade, André se dedicou a difundir a fé cristã na Coreia pregando o Evangelho e batizando as pessoas que se convertiam por intermédio das suas palavras e do seu testemunho.

Por mais que fosse prudente visando não ser descoberto, André acabou preso quando tentou levar missionários franceses da China para a Coreia. Depois de alguns meses no cárcere, ele enfrentou a pena de morte por decapitação em 1846. Enquanto entregava a alma às mãos de Deus e partia rumo ao Seu abraço eterno, Santo André Kim Tae-Gon declarou:

“Minha vida imortal está em seu ponto inicial. Convertam-se ao cristianismo se desejarem a felicidade depois da morte”.
Com ele, os perseguidores ainda executaram outros 102 cristãos, também canonizados pela Igreja por terem morrido mártires em nome de Cristo.

E não são os únicos: em agosto de 2014, durante a sua viagem apostólica à Coreia do Sul, o Papa Francisco ainda beatificaria mais 124 mártires do país: o beato Paulo Yun Ji-chung e seus 123 companheiros.

A história insiste em não aprender que, desde os primórdios da Igreja, “o sangue dos mártires é semente de cristãos“.

 

Fonte: Aleteia

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