Maria, Mãe da Igreja é celebrada pela primeira vez

Maria, Mãe da Igreja é celebrada pela primeira vez

Neste dia 21 de maio, segunda-feira após o Domingo de Pentecostes, celebramos pela primeira vez a memória da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, data que foi estabelecida pelo Papa Francisco no início deste ano, por meio de um Decreto da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.

“Esta celebração ajudará a recordar que a vida cristã, para crescer, deve ser ancorada no mistério da Cruz, na oblação de Cristo no convite eucarístico e na Virgem oferente, Mãe do Redentor e dos redimidos”, afirma o documento.

O texto explica ainda que o Papa Francisco decidiu estabelecer esta memória da Virgem Maria, Mãe da Igreja, “considerando atentamente quanto à promoção desta devoção possa favorecer o crescimento do sentido materno da Igreja nos Pastores, nos religiosos e nos fiéis, como, também, da genuína piedade mariana”.

Com referência a este episódio evangélico, o decreto assinala que a Virgem Maria “aceitou o testamento do amor do seu Filho e acolheu todos os homens, personificado no discípulo amado, como filhos a regenerar à vida divina, tornando-se a amorosa Mãe da Igreja, que Cristo gerou na cruz, dando o Espírito”.

“Por sua vez, no discípulo amado, Cristo elegeu todos os discípulos como herdeiros do seu amor para com a Mãe, confiando-a a eles para que estes a acolhessem com amor filial”.

Além disso, continua o texto, “dedicada guia da Igreja nascente, Maria iniciou, portanto, a própria missão materna já no cenáculo, rezando com os Apóstolos na expectativa da vinda do Espírito Santo”.

Segundo o decreto, ao longo dos séculos, “a piedade cristã honrou Maria com os títulos, de certo modo equivalentes, de Mãe dos discípulos, dos fiéis, dos crentes, de todos aqueles que renascem em Cristo e, também, ‘Mãe da Igreja’, como aparece nos textos dos autores espirituais assim como nos do magistério de Bento XIV e Leão XIII”.

Leia também: Oração à Maria, Mãe de Deus

Assim, recorda que “o beato papa Paulo VI, a 21 de novembro de 1964, por ocasião do encerramento da terça sessão do Concílio Vaticano II, declarou a bem-aventurada Virgem Maria ‘Mãe da Igreja, isto é, de todo o Povo de Deus, tanto dos fiéis como dos pastores, que lhe chamam Mãe amorosíssima’ e estabeleceu que ‘com este título suavíssimo seja a Mãe de Deus doravante honrada e invocada por todo o povo cristão’”.

Além disso, a Sé Apostólica propôs uma Missa votiva em honra de Santa Maria, Mãe da Igreja, por ocasião do Ano Santo da Reconciliação em 1975. “A mesma deu a possibilidade de acrescentar a invocação deste título na Ladainha Lauretana (1980), e publicou outros formulários na Coletânea de Missas da Virgem Santa Maria (1986). Para algumas nações e famílias religiosas que pediram, concedeu a possibilidade de acrescentar esta celebração no seu Calendário particular”.

Agora, o Papa Francisco “estabeleceu que esta memória da bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, seja inscrita no Calendário Romano na Segunda-feira depois do Pentecostes, e que seja celebrada todos os anos”.

Fonte: Aleteia via ACI Digital

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Papa Francisco: não se intrometer na vida dos outros

Papa Francisco: não se intrometer na vida dos outros

Na capela da Casa Santa Marta, o Pontífice celebrou a missa comentando o trecho do Evangelho de João dedicado ao último diálogo entre o Senhor e Pedro.

“Amar, apascentar e preparar-se para a cruz”, mas sobretudo não cair na tentação de “se intrometer na vida dos outros”. Na missa celebrada na capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco traduz em comportamentos concretos o “segue-me” que Jesus dirige aos seus discípulos. O ponto de partida é o trecho do Evangelho de João, em que descreve o último diálogo entre o Senhor e Pedro. Um colóquio repleto de recordações de “Simão, filho de João”: desde que mudou o seu nome, passando por momentos de fraqueza até o “canto do galo”. Um itinerário mental que o Senhor quer para cada um de nós, para que “se faça memória do caminho realizado” com Ele.

O primeiro passo no diálogo com o Senhor é o amor

Na homilia, o Pontífice recordou as três indicações que o Senhor dirige a Pedro: “ama-me, apascenta e prepara-te”. Antes de tudo, o amor, a gramática essencial para ser verdadeiros discípulos do Filho de Deus; e, depois, apascentar, cuidar, porque a verdadeira identidade do pastor é apascentar, “a identidade de um bispo, de um padre, é ser pastor”.

“‘Ama-me, apascenta e prepara-te. Ama-me mais do que os outros, ama-me como puder, mas me ama. É o que o Senhor pede aos pastores e também a todos nós. ‘Ama-me.’ O primeiro passo no diálogo com o Senhor é o amor”.

A bússola de um pastor

O Papa recordou que quem abraça o Senhor está destinado ao “martírio”, a “carregar a cruz”, a ser conduzido para onde não deseja. Esta é a bússola que orienta o caminho do pastor.

“Preparar-se para as provações, a deixar tudo para que venha outro e faça coisas diferentes. Prepare-se para esta aniquilação na vida. E o levarão na estrada das humilhações, talvez para a estrada do martírio. E aqueles que quando você era pastor o louvavam e falavam bem de você, agora falarão mal, porque o outro que vem parece melhor. Prepare-se. Prepare-se para a cruz quando o levarem para onde você não quer. ‘Ama-me, apascenta e prepara-te’. Esta é a rota de um pastor, a bússola”.

Não às alianças eclesiásticas

A última parte do diálogo permite a Francisco falar da última tentação, tão comum: o desejo de se intrometer na vida dos outros, sem se contentar em olhar para a própria vida.

“Coloque-se no seu lugar, não enfie o nariz na vida dos outros. O pastor ama, apascenta e se prepara para a cruz, para o despojamento e não enfia o nariz na vida dos outros, não perde tempo em alianças, em alianças eclesiásticas. Ama, apascenta e se prepara e não cai na tentação”.

Fonte: Vatican News

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Maternidade e devoção: conheça a novena em honra à gravidez de Nossa Senhora

Maternidade e devoção: conheça a novena em honra à gravidez de Nossa Senhora

No mês das mães, somos chamados  a uma reflexão – também espiritual – sobre o que é ser mãe. A maternidade é dom um concedido por Deus às mulheres. Nela a mulher encontra a definição de sua feminilidade: “ao conceber e dar à luz o filho, a mulher «se encontra por um dom sincero de si mesma». O dom da disponibilidade interior para aceitar e dar ao mundo o filho…”, explica o Papa João Paulo II (Mulieris Dignitatem, 18).

É na maternidade que a mulher se assemelha à Maria Santíssima e se encontra com sua verdadeira essência: seja a maternidade biológica, adotiva ou mesmo espiritual, como é o caso das celibatárias. O mesmo Santo Papa expõe: “As palavras de Maria na Anunciação: «Faça-se em mim segundo a tua palavra», significam a disponibilidade da mulher ao dom de si e ao acolhimento da nova vida”.

Nos desafios ordinários da maternidade, recorramos a Maria!

Maria viveu a alegria de criar e educar o Filho de Deus, mas teve seu coração traspassado por uma espada (cf. Lc 2,35) quando Cristo morreu para a redenção da humanidade. Quantas mães, apesar da alegria ímpar que a maternidade lhe traz, sofrem dores físicas e morais que essa mesma maternidade lhe causa ao ver as dores do filho!

Ao pé da Cruz, onde seu Filho se entregava ao Pai por nós, Ele mesmo deu a Maria uma missão que nunca teria fim: Jesus confiou a maternidade de Maria a todos nós quando disse ao discípulo “Eis aí tua mãe”, ao mesmo tempo em que confiou todos nós a ela afirmando:  “mulher eis aí teu filho” (Jo 19,26-27). Essa união maternal é indissolúvel.  

É pela profundidade desse elo que a vocação à maternidade deve ser consolidada em Maria. Se em algumas questões nossa mãe terrena nos inspira quanto aos cuidados e a educação de nossos filhos, sobre a educação moral e religiosa muito mais pode nos inspirar a Mãe do Céu que não fez outra coisa em sua vida senão em tudo fazer a vontade de Deus.

De forma intuitiva, muitas mães têm recorrido Àquela que gerou em seu ventre o Salvador, não apenas para crescer na amizade espiritual com ela, mas para que essa Boa Mãe lhes ajude a superar todas as questões da maternidade. Também aquelas mulheres que encontram dificuldades em sua gestação, ou para engravidar, recorrem à Maria para alcançar a graça da maternidade. Uma oração que tem se tornado cada vez mais conhecida é a “Novena em honra à gravidez de Maria”. Por meio dela muitas mães têm recorrido a Maria e alcançado os benefícios que essa Boa Mãe tem lhes conseguido de Deus.

Todas as mães se encontram diante de desafios e limites – próprios da condição humana – em que se percebem necessitadas de recorrerem à graça de Deus.  Deixamos como sugestão esta belíssima oração para as mães e para aquelas que desejam gerar filhos. Confira!

Novena em honra a gravidez da Virgem Maria

Ó Maria, Virgem Imaculada, Porta do Céu e Causa da Nossa Alegria, respondendo com generosidade ao Anúncio do Arcanjo São Gabriel, Vós pudestes dar curso ao plano de Deus para a minha salvação. Vós fostes, pela Providência Santíssima desde toda a eternidade, constituída morada digna do Filho de Deus Encarnado. Pelo vosso sim e fidelidade ao Pai celeste, o Espírito Santo teceu em vosso ventre Jesus, nosso Senhor e Salvador.

Eis que desejando que o Filho de Deus que quis nascer em Vós, nasça também em meu coração e conceda-me o perdão de meus pecados, prostro-me aos vossos pés e vos imploro, com todo o fervor de minha alma, que vos digneis alcançar-me, do vosso Filho, a graça que tanto necessito…  (diga a graça que você precisa).

Ouvi minha súplica, ó Virgem Santíssima, Vós que, perante o trono da Graça, sois a Onipotência Suplicante, enquanto vou meditando, com reverência e filial afeto, todos os momentos de dor e de alegria, de desolação e de providência, que vos acompanharam em vossa bendita e singular Gestação, na qual trouxestes em vosso ventre por nove meses o Filho do Deus Altíssimo. Amém.

Reze 9 Ave-Marias, em honra de cada um dos 9 meses em que Jesus esteve no ventre de Nossa Senhora, acompanhadas da seguinte jaculatória:  Benditas sejam a Santa Gravidez e a Imaculada Conceição da Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, Mãe de Deus e Nossa Mãe.

(A Novena em honra à gravidez de Nossa Senhora pode ser rezada a qualquer tempo.)

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Lançada versão em português do Hino da JMJ Panamá 2019

Lançada versão em português do Hino da JMJ Panamá 2019

Foi lançada na segunda-feira, 14 de maio, a versão em português do Hino da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Panamá 2019 e o clipe, intitulado “Faça-se em mim segundo a Tua Palavra”.

Os trabalhos estiveram sob coordenação da cantora Ziza Fernandes, que foi convidada pela direção artística do Comitê de Organização Local (COL) da JMJ Panamá 2019 para escrever a versão em português, e da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Veja o clipe oficial do Hino da JMJ 2019 em Português:

Em declarações a Vatican News, Ziza Fernandes ressaltou que o hino em português é “uma versão fiel, direta e feita com muita honestidade, respeito e também com um espírito humilde, querendo que, mais do que uma versão bem feita, seja realmente uma palavra de Deus vivida em forma de hino”.

“Todos nós podemos ter uma experiência linda de ânimo, de força através do hino da Jornada. Esse em especial, que leva o tema ‘Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim a tua palavra’, é um convite à vida missionária, à vida real de serviço e de amor a Deus através da Igreja”, declarou a cantora católica que, em 2013, foi diretora musical dos Atos Centrais da JMJ no Rio de Janeiro.

Segundo ela, esta canção é, “especialmente, um convite aos jovens de tantos continentes, de tantos lugares do mundo, que estarão como peregrinos, buscando a Palavra de Deus”.

“O hino traz essa história do jovem que vai à Jornada em busca do Deus verdadeiro, através do nosso pastor, desse encontro mundial da Igreja com seu pastor”, o Papa, referiu-se.

Além disso, Ziza indicou que o hino da JMJ Panamá 2019 “traz um convite à juventude a ser como Maria, a Mãe de Deus, que disse ‘sim’ e que foi chamada a um projeto de vida, fiel, entregue, completamente devoto e voltado ao desejo de Deus”.

“Então, é um convite a viver essa mesma alegria, essa mesma exultação que houve no céu pelo ‘sim’ de Maria, que possa existir essa exultação, essa alegria imensa por todo jovem que vá a Jornada e que possa ter essa experiência de entrega e de vida missionária por amor, conhecendo a sua vocação, dizendo ‘sim’ de uma maneira livre, alegre, criativa e cheia de vida”, completou.

A gravação em português do hino da JMJ aconteceu nos dias 26 e 27 de março, reunindo 25 cantores católicos do Brasil: Adriana Arydes, Aline Venturi, Aline Souza, Ana Lúcia, Davidson Silva, Débora Pires, Diego Contiero, Diego Fernandes, Eliana Ribeiro, Fátima Souza, Gil Monteiro, Larissa Viana, Olívia Ferreira, Padre Fábio de Melo, Pitter di Laura, Thiago Brado, Polyana Demori, Aline Souza, Colo de Deus (Hugo e Mayara), Missionário Shalom, Polyana Demori, André Leite, Raquel Carpejani e Walmir Alencar.

“Eu fiquei muito feliz em ter a oportunidade de cantar agora o hino da Jornada do Panamá, com muitos amigos. É uma honra e também uma alegria participar de um projeto tão bonito, onde a gente conhece muitos jeitos diferentes de ser igreja”, disse o cantor Diego Fernandes ao site ‘Jovens Conectados’, da Comissão para a Juventude da CNBB.

A seguir, a letra da versão em português do Hino da JMJ Panamá 2019:

Faça-se em mim a Tua Palavra
Ziza Fernandes

Somos peregrinos que chegamos hoje aqui,
De tantos continentes e cidades
Queremos ser missionários do Senhor
Levar sua palavra e mensagem

Ser como Maria, que um dia disse: SIM.
Quando foi chamada a Seu projeto
Todo céu se alegra e canta de alegria.
E toda terra louva ao Deus Eterno

Eis aqui a serva do Senhor,
faça-se em mim a tua palavra.

Tua serva eu sou.
Tua filha, eu sou.
Teu filho, eu sou.

Ser como Maria, disponíveis a sair
Igreja peregrina do Amor
Jovens testemunhas e discípulos
Com alegria, fé e vocação

Eis aqui a serva do Senhor,
faça-se em mim a tua palavra

Não tenham medo, não
Não tenham medo
De levar o amor de Deus
Comprometidos, sim, como Maria
Que soube ser a serva do Senhor

Eis aqui a serva do Senhor,
faça-se em mim a tua palavra

 

Fonte: ACI Digital

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A oração do Papa pela Indonésia depois de ataques contra igrejas

A oração do Papa pela Indonésia depois de ataques contra igrejas

O Papa Francisco lançou um apelo, depois da oração do Regina Coeli neste domingo (13/05) para que cessem as ações violentas na Indonésia. São palavras que chegam depois dos graves ataques contra algumas igrejas católicas no país que causaram a morte de pelo menos 10 pessoas e mais de 40 feridos.

Queridos irmãos e irmãs, estou particularmente próximo do querido povo da Indonésia, especialmente das comunidades cristãs da cidade de Surabaya, que foram gravemente atingidas pelo grave ataque contra locais de culto. Elevo minha oração pelas vítimas e seus parentes. Juntos, invoquemos o Deus da paz para que faça cessar essas violentas ações, e no coração de todos encontrem espaço não sentimentos de ódio e violência, mas de reconciliação e de fraternidade.

Reivindicação do EI

O chamado Estado Islâmico (EI) reivindicou os ataques suicidas contra as três igrejas na Indonésia. O presidente do país, Joko Widodo, falou de “ato bárbaro” e pediu à polícia que encontre imediatamente os responsáveis pelas ações violentas.

Entre os agressores também uma mulher com filhos pequenos

Segundo a polícia indonésia, entre os agressores havia também uma mulher que se fez explodir com seus dois filhos pequenos. Outras fontes também falam do envolvimento de uma segunda mulher em outra das três explosões, enquanto em um vídeo se pode ver um homem em uma motoneta entrando em um pátio da igreja e depois explodir. Fontes oficiais informaram que os “Kamikazes” pertenciam todos à mesma família.

Novo atentado

Entretanto, na manhã desta segunda-feira dez pessoas ficaram feridas em um novo ataque a bomba na cidade indonésia de Surabaya, após os ataques de ontem contra três igrejas: os agressores explodiram uma moto-bomba contra a sede da polícia local, ferindo 4 agentes e seis civis, segundo o porta-voz das forças de segurança.

A bomba foi detonada por duas pessoas, um homem e uma mulher, que estavam a bordo de uma
moto. As imagens das câmeras de segurança mostram a polícia que para a moto em frente à entrada da central de polícia, antes da explosão. Segundo notícias não confirmadas, as duas pessoas na moto tinham consigo também uma criança.

O Presidente indonésio Joko Widodo pediu ao parlamento para aprovar uma revisão da lei antiterrorismo em vigor, após a série de ataques que ensanguentou o país. “Peço à Câmara dos Representantes e ao Ministérios responsáveis que revejam as medidas de combate ao terrorismo,
apresentadas em fevereiro de 2016, e concluir o processo o quanto antes”. “Esta lei é um importante guarda-chuva legal que permite à polícia adotar medidas fortes para evitar ações terroristas”, afirmou. O presidente também anunciou a intenção de promulgar um decreto em caso da não aprovação da lei até junho.

Fonte: Vatican News

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MENSAGEM DO PÁROCO (MAIO)

MENSAGEM DO PÁROCO (MAIO)

Maio: mês dedicado a Maria

 

O tempo passa tão rápido, quando damos conta já notamos que estamos às portas de Maio, onde somos convidados a contemplar o rosto materno de Deus.

Quero Aproveitar e fazer um especial agradecimento a todos voluntários do nosso Santuário, pessoas de fé que evangelizam no silêncio, recebam meu fraterno abraço por tudo que vem fazendo para que nossa vida em Angelina seja mais viva e eficaz na vivência do Santo Evangelho.

Outro fato importante, por ocasião da XIV Missa dos Motociclistas que ocorreu aqui no dia 01, sentimos que o nosso campo missionário é grande e o Santuário está atingindo sua meta, a de levar a todos a ´Boa Nova´ de Cristo. Também, lançamos a rifa paroquial: A Campanha dos devotos e benfeitores de Angelina, a partir de agora, todos são convidados a fazer parte da família do santuário, com sua contribuição mensal, poderemos melhorar cada vez mais nossa realidade eclesial nesse torrão Angelinense.

Realmente, é um tempo de Graças, para nós que a temos como nossa advogada e intercessora fiel diante de Deus, numa Gruta dedicada à Nossa senhora de Lourdes.

Beato João Paulo II, afirmou: “Se não sabeis como rezar, pedi-Lhe para vos ensinar e pedi à Mãe do Céu para rezar convosco e por vós. A oração do Rosário pode ajudar-vos a aprender a arte de rezar com a simplicidade e profundidade de Maria”.

Neste mês, também iremos celebrar a vinda do Espírito Santo sobre a comunidade cristã e renovar em nós Sua força para continuarmos nossa caminhada: a festa de Pentecostes. Santo Agostinho nos ensinou que: ¨O Espírito Santo é a alma da Igreja¨. E em seguida a festa de Corpus Christi, que será nossa manifestação pública do nosso amor à Eucaristia, centro e ápice de nossa fé cristã, presença viva de Jesus Cristo, sacramento de amor e vida.

E assim, caminhamos na fé, que Deus na sua infinita misericórdia abençoe a todos (as) vocês. Despeço-me com minha bênção sacerdotal a você e sua família +

Frei Paulo Cézar Magalhães Borges, ofm

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5 lições que mulheres só aprendem depois que viram mães

5 lições que mulheres só aprendem depois que viram mães

Mesmo sem querer, os filhos têm muito a ensinar às mães sobre virtudes, habilidades e sentimentos que elas carregam.

Os pais são os principais educadores de uma criança, mas há coisas que somente um filho é capaz ensinar, mesmo sem querer. Por isso, a maternidade é um caminho de aprendizado e vivências únicas, pois há coisas que as mulheres só compreendem após se tornarem mães. Estas são algumas delas:

1. Conhecer o verdadeiro significado do amor

O amor por um filho é inexplicável. É um amor transparente, sem egoísmo ou ambição pessoal. Por causa desse amor, uma mãe desafia suas próprias capacidades e pode realizar atos heroicos para proteger seus filhos.

2. Ser forte

Há dias difíceis, cansativos, em que a mãe não tem um minuto para pensar em si mesma. Mesmo assim, ela não se rende, porque a maternidade a faz mais forte e lhe dá a capacidade de lutar pela família e a ensina a buscar forças onde parece impossível, a perdoar, a aceitar e a seguir adiante, porque um filho merece o melhor e por ele a mãe faz o impossível.

3. Dar tudo sem esperar nada

Desde a gravidez a mulher se entrega àquela vida em formação e, quando o filho, nasce a mãe passa a viver por ele. Ela passa noites em claro, cuida do bebê, ajuda o filho nas tarefas escolares, está ao lado dele quando chora por ter perdido seu primeiro amor. O amor materno sempre se entrega de forma desinteressada.

4. O valor das pequenas coisas

Não há dúvida de que um filho faz a mulher ver a vida de um modo diferente. A mãe valoriza mais um simples olhar, um abraço, um sorriso, a brincadeira com o filho, uma tarde ensolarada de domingo com os pequenos. Todos esses momentos dão sentido à vida da mãe. Para ela, chegar em casa todos os dias e ser recebida pelo filho, estar presente em seus momentos de vitórias e conquistas ou simplesmente receber um ligação de um filho que está longe de casa são motivos de felicidade.

5. Descobrir habilidades desconhecidas

Paciência, autocontrole, criatividade. A maternidade faz as mulheres descobrirem que são mais capazes do que julgavam ser e as ajuda a desenvolver outras habilidades que estavam escondidas. Em outras palavras, a maternidade faz as mulheres serem pessoas melhores.

Fonte: Aleteia via Sempre Família

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Vidente de Fátima: O Rosário é a arma dos últimos tempos

Vidente de Fátima: O Rosário é a arma dos últimos tempos

A mensagem de Nossa Senhora de Fátima sobre o poder do Santo Rosário foi revelado no primeiro dia das aparições, em 13 de maio de 1917.

Naquela ocasião, Lúcia perguntou se ela e Jacinta iriam ao céu e a Virgem confirmou que sim, mas quando perguntou por Francisco, a Mãe de Deus respondeu: “Também irá, mas tem que rezar antes muitos rosários”.

A Virgem de Fátima, naquela ocasião, abriu suas mãos e comunicou aos três uma luz divina muito intensa. As crianças caíram de joelhos e adoraram a Santíssima Trindade e o Santíssimo Sacramento. Depois, a Virgem assinalou: “Rezem o Rosário todos os dias para alcançar a paz no mundo e o fim da guerra”.

Na segunda aparição, a Virgem Maria apareceu depois que eles rezaram o Santo Rosário. E na terceira ocasião, Nossa Senhora lhes disse: “Quando rezarem o Rosário, digam depois de cada mistério: ‘Meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o céu, especialmente as mais necessitadas’”.

Para a quarta aparição, muitos já sabiam das aparições da Virgem aos pastorinhos. Então, Jacinta perguntou à Mãe de Deus o que queria que se fizesse com o dinheiro que as pessoas deixavam na Cova de Iria. A Virgem lhes indicou que o dinheiro era para a Festa de Nossa Senhora do Rosário e que o restante era para uma capela que se devia construir.

Mais adiante, tomando um aspecto muito triste, a Virgem lhes manifestou: “Rezem, rezem muito e façam sacrifícios pelos pecadores, porque muitas almas vão ao inferno por não ter quem se sacrifique e reze por elas”.

Ao chegar o dia da quinta aparição, as crianças conseguiram chegar à Cova de Iria com dificuldade, devido às milhares de pessoas que lhes pediam que apresentassem suas necessidades para Nossa Senhora. Os pastorinhos rezaram o Rosário com as pessoas e a Virgem, ao aparecer-lhes, incentivou novamente as crianças a continuar rezando o Santo Rosário para alcançar o fim da guerra.

Na última aparição, antes de produzir o famoso milagre do sol, no qual o astro pareceu se desprender do céu e cair sobre a multidão, a Mãe de Deus pediu que fizessem naquele lugar uma capela em sua honra e apresentou-se como a “Senhora do Rosário”.

Posteriormente, tomando um aspecto mais triste, disse: “Que não se ofenda mais a Deus Nosso Senhor, que já é muito ofendido”. Isto aconteceu em 13 de outubro de 1917.

Fonte: REDAÇÃO CENTRAL da ACI Digital

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Papa: o amor é a atitude fundamental do coração

Papa: o amor é a atitude fundamental do coração

“É importante tomar consciência de que o amor de Cristo não é um sentimento superficial”

O Papa Francisco rezou a oração mariana do Regina Coeli, neste domingo (06/05), com os fiéis e peregrinos de várias partes do mundo, reunidos na Praça São Pedro.

Na alocução que precedeu a oração, o Pontífice ressaltou que “neste tempo pascal a Palavra de Deus continua nos indicando estilos de vida coerentes para ser a comunidade do Senhor Ressuscitado”.

Dentre esses estilos, “Evangelho de hoje apresenta a entrega de Jesus: «Permaneçam no meu amor», permanecer no amor de Jesus.”

“Viver na corrente do amor de Deus, estabelecer a morada, é a condição para que o nosso amor não perca pelas ruas o seu ardor e a audácia. Nós também, como Jesus e Nele, devemos acolher com gratidão o amor que vem do Pai e permanecer neste amor, tentando não nos separar dele com o egoísmo e o pecado. É um programa exigente mas não impossível.”

Segundo o Papa, “primeiramente, é importante tomar consciência de que o amor de Cristo não é um sentimento superficial, mas uma atitude fundamental do coração, que se manifesta no viver como Ele quer. De fato, Jesus afirma: «Se vocês obedecem aos meus mandamentos, permanecerão no meu amor, assim como eu obedeci aos mandamentos do meu Pai e permaneço no seu amor.»

“O amor se realiza na vida cotidiana, nos comportamentos, nas ações; caso contrário é apenas algo ilusório. São palavras, palavras, palavras: isso não é amor. O amor é concreto todos os dias. Jesus nos pede para observar os seus mandamentos, que se resumem nisso: “Amem-se uns aos outros, assim como eu amei vocês.”

E Francisco perguntou: “Como fazer para que esse amor que o Senhor Ressuscitado nos doa possa ser partilhado pelos outros? Muitas vezes, Jesus indicou quem é o outro a amar, não com palavras, mas com fatos. É aquele que encontro em meu caminho e  me interpela com o seu rosto e sua história; é aquele que, com a sua presença, me impulsiona a sair de meus interesses e minhas seguranças; é aquele que espera a minha disponibilidade de acolher e caminhar juntos na mesma estrada.”

“Disponibilidade a todo irmão e irmã, quem quer que seja e em qualquer situação se encontre, começando com aquele que está próximo a mim na família, na comunidade, no trabalho, na escola. Desta forma, se eu permaneço unido a Jesus, o seu amor pode alcançar o outro e atraí-lo a si, para sua amizade”, sublinhou o Santo Padre.

Para Francisco, “esse amor pelos outros não pode ser reservado a momentos excepcionais, mas deve se tornar a constante de nossa existência. É por isso que somos chamados, por exemplo, a proteger os idosos como um tesouro precioso e com amor, mesmo que criem problemas econômicos e inconvenientes, devemos protegê-los. É por isso que aos doentes, mesmo no último estágio, devemos prestar toda a assistência possível. É por isso que os nascituros devem ser sempre acolhidos. É por isso que, em última análise, a vida deve ser sempre protegida e amada desde a concepção até a morte natural. Isso é amor.”

“Somos amados por Deus em Jesus Cristo, que nos pede para amar uns aos outros como Ele nos ama. Mas nós não podemos fazer isso se não tivermos o seu próprio coração em nós.”

“A Eucaristia, à qual somos chamados a participar todos os domingos, tem como objetivo formar em nós o Coração de Cristo, de modo que toda a nossa vida seja guiada por suas atitudes generosas.”

“Que a Virgem Maria nos ajude a permanecer no amor de Jesus e a crescer no amor por todos, especialmente os mais vulneráveis, a fim de corresponder plenamente à nossa vocação cristã”, concluiu o Papa.

Fonte: Aleteia/Vatican News

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