Domingo de Ramos: não existe humildade sem humilhação

domingo de ramos PapaNão existe humildade sem humilhação: no dia em que a Igreja celebra o Domingo de Ramos, que marca o início da Semana Santa, o Papa Francisco presidiu à celebração eucarística na Praça S. Pedro, com a participação de milhares de fiéis.

A cerimônia teve início com a bênção dos ramos, seguida da procissão. Os ramos recordam a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. E no centro desta celebração tão festiva, disse o Papa em sua homilia, está a palavra contida no hino da Carta aos Filipenses: “Humilhou-Se a Si mesmo”.

O caminho da humildade

Para Francisco, esta palavra desvenda o estilo de Deus e do cristão: a humildade. “Um estilo que nunca deixará de nos surpreender e pôr em crise: jamais nos habituaremos a um Deus humilde! Humilhar-se é, antes de mais nada, o estilo de Deus: Deus humilha-Se para caminhar com o seu povo, para suportar as suas infidelidades.”

Esta Semana que nos leva à Páscoa, acrescentou o Pontífice, só será Santa se caminharmos por esta estrada da humilhação de Jesus. Nestes dias, ouviremos o desprezo dos chefes do seu povo e as suas intrigas para O fazerem cair. Assistiremos à traição de Judas. Veremos o Senhor ser preso, condenado à morte, flagelado e ultrajado. Ouviremos que Pedro, a “rocha” dos discípulos, O negará três vezes. Ouviremos os gritos da multidão, que pedirá a Sua crucificação. E O veremos coroado de espinhos.

“Este é o caminho de Deus, o caminho da humildade. É a estrada de Jesus; não há outra. E não existe humildade sem humilhação”, destacou o Papa, explicando que humildade quer dizer serviço, significa dar espaço a Deus despojando-se de si mesmo, “esvaziando-se”. “Esta é a maior humilhação.”

O caminho do mundanismo

Contudo, frisou Francisco, há outro caminho, contrário ao de Cristo: o mundanismo.

“O mundanismo oferece-nos o caminho da vaidade, do orgulho, do sucesso… É o outro caminho. O maligno o propôs também a Jesus, durante os quarenta dias no deserto. Mas Ele rejeitou-o sem hesitação. E, com Cristo, também nós podemos vencer esta tentação, não só nas grandes ocasiões mas também nas circunstâncias ordinárias da vida.”

O Papa deu o exemplo de tantos homens e mulheres que cada dia, no silêncio e escondidos, renunciam a si mesmos para servir os outros: um familiar doente, um idoso sozinho, uma pessoa deficiente, um sem-teto. E citou ainda a humilhação daquelas pessoas que, por sua conduta fiel ao Evangelho, são discriminadas e perseguidas, definindo-as os mártires de hoje, pois suportam com dignidade insultos e ultrajes para não renegar Jesus.

“Durante esta semana, emboquemos também nós decididamente esta estrada, com tanto amor por Ele, o nosso Senhor e Salvador. Será o amor a guiar-nos e a dar-nos força. E, onde Ele estiver, estaremos também nós.”

Fonte: Rádio Vaticano

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Jornada Arquidiocesana da Juventude supera expectativa de público

Jornada Arquidiocesana da Juventude supera expectativa de público

Missa79No dia 28 de março, todos os caminhos levaram a juventude da Arquidiocese para um único lugar: Paróquia São Cristóvão, bairro Cordeiros, em Itajaí. Local escolhido para a Jornada Arquidiocesana da Juventude que terminou com gostinho de quero mais.

Juventude é vida, segundo palavras do Arcebispo durante o evento. No bate papo com a juventude, Dom Wilson falou que espera dos jovens da Arquidiocese que “sejam de Cristo, vivam como Igreja e caminhemos juntos”. Organizado pelo Setor Juventude, da Arquidiocese, reuniu 1.200 jovens de 13 municípios. As Novas Comunidades estiveram presentes com estandes vocacionais.

A banda Ministério Glória Eterna, de Florianópolis, abriu o evento. Em seguida, bênção e procissão de Ramos, com Missa presidida pelo Arcebispo Dom Wilson Tadeu Jönck, scj, e concelebrada por padres da Arquidiocese. Na sequência, a animação continuou com Amados do Eterno, de Camboriú, e bate-papo do Arcebispo com os jovens.

“Este evento foi importante para criar união entre os diversos ministérios, movimentos e comunidades. Para viver em unidade com Cristo, louvando ao Senhor de um modo santo”, afirmou Juliana Pereira, 29, da Comunidade Transfiguração, de Itajaí.

Um dos momentos mais fortes da Jornada Arquidiocesana da Juventude foi adoração ao Santíssimo Sacramento. “Achei que os jovens que vieram estão aproveitando bastante. Deveriam ter mais eventos destes, pois fortalece a caminhada”, constatou a jovem Janaina Elenir Marcelino, da Paróquia de Paulo Lopes.

Kamila Neves, 18 anos, da Paróquia Senhor Bom Jesus, de Camboriú, vê “como a juventude da nossa Arquidiocese é grande. Mesmo com chuva estão aqui, é forte”.

O cantor Diego Fernandes encerrou o evento e levou os participantes a total animação. “Foi maravilhoso, o horário ótimo, programação bem elaborada, conheci todas as expressões jovens diferentes, pessoal rezando junto, a expressão da Igreja e da juventude estavam aqui. A presença do bispo, o jeito que ele nos trata, nos impulsiona a continuar a ser de Deus”, expressou Jéssica Alves Jeremias, da Paróquia Santa Cruz, de São José.

O coordendador do Setor Juventude, João Augusto de Farias, destacou “que o evento superou as expectativas e reacendeu em nossos jovens, a chama do primeiro Amor. De agora para frente, vamos nos empenhar mais para manter a unidade entre as mais diferentes expressões”.

O próximo evento será um encontro formativo nos dias 06, 07 e 08 de junho, no Centro de Evangelização Angelino Rosa, em Governador Celso Ramos.

 

Desde 1986, por instituição do então Papa São João Paulo II, a Igreja celebra no Domingo de Ramos, o Dia Mundial da Juventude. Todas as dioceses do mundo são chamadas a organizar uma concentração com os jovens das paróquias, movimentos, pastorais e novas comunidades da região, a fim de realizar as Jornadas Diocesanas da Juventude.

As jornadas diocesanas e arquidiocesanas acontecem nos anos em que não há Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que acontece a cada três anos.

Em 2013, a Igreja no Brasil sediou entre os dias 23 a 28 de julho, no Rio de Janeiro, a Jornada Mundial da Juventude que acolheu aproximadamente 4,5 milhões de jovens dos mais diversos países. A próxima JMJ será em Cracóvia, em 2016.

Fonte: Arquidiocese de Florianópolis

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Domingos de Ramos e da Paixão do Senhor

Domingos de Ramos e da Paixão do Senhor

As testemunhas da Paixão

domingo-de-ramos20130324-0007-size-598No ciclo do Ano litúrgico B a Liturgia proclama no Domingo de Ramos e da Paixão a narração da Paixão de Jesus segundo Marcos. Ela distingue-se pelas testemunhas oculares da Paixão. São cinco vezes três testemunhas (cf. Mc 14,1-15,47). A narração da Paixão como tal é precedida, na forma mais longa, pela unção na casa de Simão, a última Ceia, a agonia no Getsêmani, a prisão de Jesus e a negação de Pedro.

A história da Paixão e Morte de Jesus Cristo não é algo distante ou sem interesse. Toda a humanidade e cada indivíduo estão envolvidos nela, dela participam de alguma maneira e dela são chamados a darem testemunho.

Cada pessoa humana pode representar a mulher que tinge o corpo de Jesus, praticando uma obra boa, merecendo sua ação ser recordada onde se proclame o Evangelho (cf. Mc 14,9). Poderá exercer o papel de Judas que se desespera ou o de Pedro que nega o Mestre, mas se deixa atingir pelo olhar misericordioso de Cristo (cf. 14,72). Pode acontecer que façamos o papel de Pedro, Tiago e João. Em vez de vigiarem, adormecem enquanto o Mestre sofre a agonia da sua hora. Seremos talvez, em certas circunstâncias da vida, as testemunhas falsas, os sumos sacerdotes, os anciãos e os escribas,
que não reconhecem nele o Filho de Deus bendito nem o Filho do Homem que verão sentado à direita do Poderoso. Quantas vezes, em vez de ungir o corpo do Senhor, n’Ele cuspimos, cobrimos-lhe o rosto e o esbofeteamos como se não o conhecêssemos.

De repente se manifesta em nós a figura de Pilatos. Ficamos impressionados com a figura de Jesus Cristo, mas, por covardia, acabamos por condená-lo. Seremos ainda o povo, preferindo Barrabás a Cristo. Quantas vezes a humanidade cobre o Filho do Homem de zombarias como os carrascos no interior do pátio do Pretório, não reconhecendo n’Ele o Filho de Deus. Por vezes, talvez contra a vontade, fazemos o papel de Simão Cireneu, ajudando a carregar a cruz de Cristo, pesando nos ombros da humanidade injustiçada e sofrida hoje. Em vez de água, oferecemos-lhe vinho com mirra.

Cada pessoa já terá sentido em si o conflito entre o personagem que faz o Cristo sofrer mais e aquele que se solidariza e procura aliviar os seus sofrimentos. Importa que no Filho do Homem, em cada pessoa humana, reconheçamos como o Centurião: “De fato, este homem era Filho de Deus”. Importa que permaneçamos com o Cristo mesmo no alto da cruz como aquelas mulheres fiéis e corajosas, que prestemos o serviço ao corpo morto de Cristo, como José de Arimatéia, para que, ungido, possa nascer nova vida da terra.

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Oficial: Papa encontrará Obama em 23 de setembro

papa e obamaO porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest, confirmou quinta-feira, 26, que o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e sua esposa, Michelle, receberão o Papa Francisco na Casa Branca em 23 de setembro, durante a visita do Pontífice ao país.

Segundo antecipado, Obama espera dar continuidade no encontro ao diálogo iniciado com o Papa quando esteve no Vaticano em março de 2014. Na agenda do Presidente, os “valores e compromissos compartilhados” em uma ampla gama de temas, incluindo a atenção aos marginalizados e aos pobres, a proteção das minorias religiosas e da liberdade religiosa no mundo, assim como a integração dos imigrantes e refugiados e o cuidado com o meio-ambiente.

Em sua visita ao Vaticano no ano passado, Obama informou Francisco sobre as negociações secretas iniciadas em meados de 2013 entre as delegações dos Estados Unidos e de Cuba para uma aproximação.

O Pontífice desempenhou um papel fundamental no processo de normalização das relações entre os dois países, como reconheceram em dezembro Obama e o Presidente cubano, Raúl Castro, ao anunciar, em dezembro, o acordo histórico para a restauração das relações diplomáticas bilaterais, que estavam rompidas desde 1961.

Durante sua visita aos Estados Unidos, haverá ainda outro acontecimento inédito: na capital, o Pontífice discursará no Congresso em uma sessão conjunta das duas câmaras programada para 24 de setembro. Ainda em Washington, Francisco deve canonizar o missionário espanhol Junípero Serra, fundador de várias missões na Califórnia.

Está também programada uma passagem por Nova York, à sede das Nações Unidas, na Assembleia Geral, e principalmente a participação no Encontro Mundial das Famílias (22 a 27 de setembro), em Filadélfia, o fulcro da viagem.

Fonte: Rádio Vaticano

Audiência geral: “Crianças nos ensinam a sorrir e a chorar”

Milhares de pessoas participaram na manhã desta quarta-feira, 18, da audiência geral. O sol reapareceu após dias de chuva e o público lotou a Praça São Pedro para ver o Papa e ouvir suas palavras. Depois do tradicional giro de jipe para cumprimentar os fiéis de perto, Francisco se dirigiu ao adro diante da Basílica para proferir a catequese, anunciando seu tema: ‘as crianças, dom para a Humanidade’. E acrescentou, improvisando: “São também as grandes excluídas, pois às vezes nem as fazem nascer”.

Atenção da sociedade às crianças

cateq 1“Uma sociedade se julga pelo modo em que trata suas crianças, se é livre ou escrava de interesses internacionais”, iniciou o Papa, afirmando que “Deus não tem dificuldade em se explicar às crianças, e elas não têm problemas em entender Deus”. Francisco explicou que o termo ‘pequenos’ indica todas as pessoas que dependem da ajuda e dos cuidados de outros, e citou dois trechos do Evangelho de Mateus que ilustram como as crianças são “uma riqueza para a humanidade e para a Igreja”.

“Elas nos lembram constantemente que a condição necessária para ingressar no Reino de Deus é não se considerar autossuficientes, mas sempre necessitados de ajuda, de amor e de perdão; todos precisamos disto”.

Todos somos filhos

O Pontífice tocou ainda outro ponto: “as crianças nos lembram que somos sempre filhos”, independentemente de nossa idade, de nossa situação, de nossa condição social; somos sempre “radicalmente dependentes”, visto que nós não “nos demos a vida, mas a recebemos. O grande dom da vida é o primeiro presente que recebemos”.

Dentre as riquezas que as crianças oferecem à Humanidade, Francisco citou “o seu modo de ver a realidade, com confiança e pureza”: elas confiam sempre, espontaneamente, na mãe e no pai, em Jesus e Maria, pois dentro de si não são ainda contaminadas, não são ‘calejadas’, não têm o coração endurecido. “As crianças guardam pureza e simplicidade interior”, disse o Papa, completando. “As crianças não são diplomáticas. Dizem o que sentem e veem, não têm duas ‘caras’”.

A ternura infantil

Além disso, as crianças são portadoras da capacidade de receber e de dar ternura: ternura é ter um coração de carne e não de pedra; é poesia, é ‘sentir’ as coisas e os eventos e não tratá-los como simples objetos a serem usados.

Falsidade dos adultos

Crianças também possuem a capacidade de sorrir e de chorar. “Algumas, quando me veem sorriem; outras choram, porque pensam que eu, vestido de branco, sou o médico que veio para lhes dar a vacina. Nós adultos temos que aprender de novo a sorrir e a chorar, e a nos questionar sobre isso. São duas coisas que nos ‘paralisam’”.

Então, prosseguiu o Papa, “é por isso que Jesus nos convida a sermos como crianças, porque “o Reino dos céus é delas e de quem se parece com elas”. Concluindo, Francisco deduziu que “as crianças trazem alegria, esperança; certamente acarretam preocupações e por vezes, problemas, mas é melhor uma sociedade preocupada e problemática do que uma sociedade triste e cinzenta, sem crianças!”.

“Quando vemos que o índice de natalidade de uma sociedade é de 1%, significa que ela é triste e cinza”, terminou.

Antes de se despedir, o Papa concedeu a todos a sua benção.

Fonte: Rádio Vaticano

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Santuário de Angelina realiza retiro para lideranças

Os coordenadores de pastorais e movimentos do Santuário de Angelina terão duas oportunidades para fazer o retiro para lideranças.

A Paróquia vai realizar dois encontros, o primeiro no dia 21 de março e o segundo no dia 28 de março.

Para o retiro do dia 21 o Santuário orienta que participem os liturgistas, os ministros e os coordenadores de coroinhas. Para o dia 28 são convidados os catequistas, os animadores de Grupos Bíblicos em Família, do dízimo e Conselho de Pastoral Comunitário.

Os dois retiros serão conduzidos pela Irmã Zulmira, da Diocese de Lages, os eventos serão realizados no Convento das Irmãs Franciscanas de São José, em Angelina, das 8h às 17h.

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Semana Santa no Santuário de Angelina

semanasanta2011

29/03 – Domingo de Ramos

Com a celebração do Domingo de Ramos inicia-se solenemente a Semana Santa, fazendo memória da entrada de Jesus em Jerusalém.

Neste dia realiza-se a coleta da Campanha da Fraternidade, destinada à entidades que promovem a vida.
08h – Benção dos Ramos com procissão e Missa na Igreja Matriz.
10h – Missa na Matriz.


31/03 – Terça-feira – Misericórdia

A cruz de Cristo é o grande mistério de doação e amor. Nosso coração se envolve de compaixão, amor. Gratidão e misericórdia. Num gesto de conversão e arrependimento, participamos do Sacramento da Misericórdia de Deus.
19h – Missa na Igreja Matriz com a benção e distribuição do pão de Santo Antônio.


01/04 – Quarta-feira – Encontro

19h – Concentração e saída com o Senhor dos Passos na residência de Dona Isaura (homens) e Nossa Senhora das Dores na figueira (mulheres). Encontro em frente à Igreja Matriz com canto de Verônica.


 Tríduo Pascal

Os três dias que mudaram a história da humanidade…

02/04 – Quinta-feira – Ceia do Senhor
“Deveis lavar os pés uns dos outros” (Jo 13, 14)
– Instituição da Eucaristia.
– Novo Mandamento.
– Instituição do Sacerdócio.

09h – Missa do Crisma na Catedral de Florianópolis.
19h – Missa Solene da Ceia do Senhor na Igreja Matriz. Após, adoração ao Santíssimo até às 23h.
23h – Encenação da Paixão de Cristo na Igreja Matriz (Grupo de Blumenau).
Durante a madrugada os padres atenderão confissões e bênçãos na Igreja e na Gruta.


03/04 – Sexta-feira – Paixão

“Tudo está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o Espírito”. (Jo 19, 30)

08 às 11h30 – Atendimento de confissões na Igreja.
15h – Igreja Matriz:
– Ação litúrgica da Paixão de Cristo.
– Anúncio da Paixão de Cristo.
– Oração Universal.
– Adoração da Cruz.
– Distribuição da Eucaristia.
17h – Procissão com o Senhor Morto na praça da cidade.


04/04 – Sábado – Aleluia

Solene Vigília da Ressurreição do Senhor

“Por que estais procurando entre os mortos aquele que está vivo? Ele não está aqui. Ressuscitou!”
A Igreja permanece em silêncio por todo o dia até que chegue a noite mais clara que o dia, iluminada pela Luz da Ressurreição. O Cristo vive no meio de nós e nos dá novo ânimo e coragem.

19h – Solene Vigília da Ressurreição na Igreja Matriz.
– Benção do fogo.
– Canto do Exulte.
– Benção das águas.
– Renovação das promessas do batismo.
– Canto do Aleluia.
– Eucaristia.


05/04 – Domingo – Ressurreição

“Vi Cristo ressuscitado, o túmulo abandonado, os anjos da cor do sol. Dobrando no chão o lençol…”

10h – Missa da Páscoa da Ressurreição na Igreja Matriz.

Cristo Ressuscitou! Aleluia!

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Papa Francisco convoca Ano Santo da Misericórdia

misericordia_papa“Pensei muitas vezes no modo como a Igreja pode tornar mais evidente a sua missão de ser testemunha da misericórdia. É um caminho que começa com uma conversão espiritual; e devemos fazer este caminho. Por isso decidi proclamar um Jubileu Extraordinário que tenha no seu centro a misericórdia de Deus. Será um Ano Santo da Misericórdia”, disse o papa Francisco, no dia 13 de março, durante celebração da penitência, na Basílica de São Pedro, no Vaticano.

O papa anunciou o Ano Santo da Misericórdia, que terá início no dia 8 de dezembro deste ano, na solenidade da Imaculada Conceição e, concluirá em novembro de 2016.

“Sede misericordiosos como o Pai” será o lema do Jubileu Extraordinário, versículo retirado do Evangelho de São Lucas. A iniciativa convida os fiéis do mundo inteiro a celebrarem o sacramento da Reconciliação.

De acordo com comunicado da Santa Sé, a abertura do próximo jubileu irá acontecer no 50º aniversário do encerramento do Concílio Vaticano II e, “adquire um significado particular, impelindo a Igreja a continuar a obra começada com o Vaticano II”.

O Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, responsável pela organização das celebrações deste jubileu, recorda em nota oficial que o papa Francisco tinha afirmado no início de 2015 que se vivia “o tempo da misericórdia”. O lema episcopal do papa Francisco é ‘miserando atque eligendo’, que recorda passagem do Evangelho de São Mateus: “olhou-o com misericórdia e escolheu-o”.

Com informações e foto da Rádio Vaticano.

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Francisco relembra o conclave: “Foi uma surpresa para mim”

papa_franciscoMigrações e tráfico de drogas, reforma da Cúria e desafios do Sínodo sobre a Família foram os tópicos da entrevista concedida por Francisco à Televisão mexicana Televisa, publicada nesta sexta-feira, 13, segundo aniversário de Pontificado do Papa argentino. Mas o Papa também relembrou os momentos do conclave que o elegeu e sua amizade com o Cardeal Cláudio Hummes.

Guadalupe e a visita ao México

A jornalista Valentina Alazraki foi recebida na sala da Casa Santa Marta dominada pela imagem de Nossa Senhora de Guadalupe, de quem todo o continente latino-americano é devoto. “A Virgem é fonte de unidade cultural que conduz à santidade em meio a tanto pecado, tanta injustiça, tanta exploração e tanta morte”, disse o Papa, explicando a escolha deste local. A entrevista começou com a pergunta: “Por que não foi programada uma etapa no México quando fará a viagem, em setembro, aos EUA, para o Dia Mundial das Famílias?”.

“Pensava em entrar nos EUA pela fronteira mexicana, mas passar por Ciudad Juarez ou Morelia sem visitar Nossa Senhora de Guadalupe deixaria os mexicanos muito frustrados. Além disso, o México não pode ser visto com pressa, ou de passagem; seria necessária pelo menos uma semana, mas prometo que farei esta viagem como o país merece”, respondeu o Pontífice.

Problemas do México são semelhantes aos de outros países

Depois de lembrar ser filho de imigrantes e tocar no drama dos refugiados na América Central e também no Mediterrâneo, Francisco chamou os católicos à sua responsabilidade junto aos últimos e, falando do problema do narcotráfico, disse que “aonde há pobreza e miséria, o crime encontra espaço”. Lembrou os 43 jovens massacrados por traficantes na região de Morelia, meses atrás e, como sempre com franqueza, criticou a incapacidade dos religiosos de envolver os leigos, por causa de um clericalismo excessivo.

Questionado se gosta de ser Papa, ele riu e respondeu: “Me faz falta sair do Vaticano livremente, ir a uma pizzaria sem ser reconhecido…”, e lamentou que não terá muito tempo à disposição.

Mais uma vez, admitiu ter a sensação de que o seu Pontificado será breve, de poucos anos, mas deixou uma brecha aberta: “posso estar enganado”. Em relação à possibilidade de “se aposentar” como o fazem os Bispos, o Papa disse não concordar, mas ressalvou que “a decisão de Bento XVI foi corajosa”.

Um dos momentos mais informais do encontro foi o seu relato do início do conclave que o elegeu:

“Os jornalistas diziam que eu era um ‘cabo eleitoral’, que indicaria alguém; e eu fiquei em paz. Começou a primeira votação, na terça-feira à noite, a segunda foi na quarta de manhã cedo e a terceira logo antes do almoço. As votações são um fenômeno interessante. Há sempre candidatos fortes, mas muitos não sabem em quem votar. Elegem-se seis ou sete nomes, que são os “votos-depósito”, provisórios. Eu tinha recebido alguns votos… (risos) …

Depois do almoço, algo aconteceu. Na refeição, notei alguns sinais, raros. Perguntaram como estava de saúde, estas coisas… e quanto voltamos à tarde, a partida estava decidida. Nas duas votações seguintes, tudo acabou. Para mim também foi uma surpresa. Na primeira votação, depois do almoço, quando vi que a situação era irreversível, estava ao meu lado – e quero contar porque isto é amizade – o Cardeal Hummes, que para mim é um ‘grande’. Com a sua idade, é o Presidente da Comissão Episcopal para a Amazônia. E lá vai ele, de barco pelos rios, visitar as igrejas… Ele estava ao meu lado e já, na metade da primeira votação da tarde, me dizia: “Não se preocupe, é obra do Espírito Santo”. Eu achava graça. Depois, na segunda votação, quando os votos somaram dois terços, veio o aplauso – como em todos os conclaves – e a conta dos votos. Aí ele me beijou e disse: “Não se esqueça dos pobres”. Isso ficou rodando na minha cabeça e foi o que me levou à escolha do nome Francisco, depois”.

Fonte: Rádio Vaticano

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Jornada Arquidiocesana da Juventude reunirá centenas de jovens em Santa Catarina

jornadaDesde o ano de 1986, sob instituição de São João Paulo II, a Igreja celebra no domingo de ramos, o Dia Mundial da Juventude. Cada diocese do mundo é chamada a organizar uma concentração com os jovens pertencentes às paróquias, movimentos, pastorais, novas comunidades daquele território, fazendo acontecer as Jornadas Diocesanas da Juventude. E a cada três anos, os jovens se reúnem em uma concentração mundial.

No ano de 2013, a Igreja no Brasil sediou dos dias 23 a 28 de julho, no Rio de Janeiro (RJ), a Jornada Mundial da Juventude que acolheu em torno de 4,5 milhões de jovens dos mais diversos países. Sem dúvida, este evento criou nos jovens de todo o mundo um forte ardor missionário, impulsionado pelas palavras do Papa Francisco, “Ide, sem medo, para servir!”

Em comunhão com toda a igreja, a Arquidiocese de Florianópolis, através do Setor Juventude, organiza a quarta edição da Jornada Arquidiocesana da Juventude. Neste ano, a Paróquia São Cristóvão, no bairro Cordeiros, em Itajaí (SC), foi escolhida para acolher os jovens que terão uma programação cheia de atrações.

Programação

Os jovens se reunirão no dia 28 de março, sábado de ramos, a partir das 17h. O evento tem início com a animação do Ministério Glória Eterna, seguido da apresentação de dança do Ministério Jovens Adoradores. Depois, às 18h30, o Arcebispo de Florianópolis, Dom Wilson Tadeu Jönck, scj, preside a Missa com a presença da comunidade local.

Dando continuidade apresenta-se o Ministério Amados do Eterno e em seguida, os jovens terão um momento de bate-papo com Dom Wilson que presidirá também a adoração ao Santíssimo Sacramento. Para encerrar a programação, show nacional com o cantor Diego Fernandes.

Para mais informações entre em contato com o Setor Juventude da Arquidiocese através do www.facebook.com/juventudearquifloripa ou ainda pelo e-mail setorjuventude@arquifln.org.br.