A história do católico que fundou a Copa do Mundo da FIFA

A história do católico que fundou a Copa do Mundo da FIFA

A Copa do Mundo da FIFA é um dos eventos esportivos internacionais mais esperados e estima-se que dezenas de milhões de telespectadores assistam a edição de 2018. O que poucos sabem é que um católico francês fundou este campeonato.

Trata-se de Jules Rimet, nascido em 14 de outubro de 1873 na aldeia francesa de Theuley. Quando era criança, serviu como coroinha na igreja local e, aos dez anos, mudou-se a Paris, pois a sua família estava procurando uma oportunidade de ter uma melhor qualidade de vida em meio à crise econômica.

Segundo informou o ‘Catholic Herald’, quando em 1891 o Papa Leão XIII lançou a sua encíclica “Rerum Novarum”, o jovem Rimet e seus amigos se sentiram questionados pela preocupação do Pontífice ante a miséria na qual viviam as classes trabalhadoras e pela falta de reformas trabalhistas.

Inspirados pelo texto, o rapaz e seus companheiros fundaram uma organização para oferecer assistência social e médica aos mais pobres. Mesmo já tendo se tornado um exitoso advogado, Rimet continuou fazendo obras de caridade.

O jovem francês também adorava os esportes e tinha a firme convicção de que eles uniam as pessoas, independente da raça e da classe social. Aos 24 anos, fundou um clube esportivo chamado “Red Star”, aberto a qualquer pessoa, independentemente da sua situação econômica.

“Os homens poderão se reunir com confiança, sem ódio em seus corações e sem insultos em seus lábios”, costumava dizer quando compartilhava a sua visão dos esportes.

Naquela época, o futebol ainda era desprezado, pois era considerado um esporte da classe baixa e dos ingleses. Entretanto, Rimet decidiu incluí-lo no seu clube.

Em 1904, o advogado francês ajudou a fundar a Fédération Internationale de Football Association (Federação Internacional de Futebol ou FIFA). Quis organizar um campeonato internacional, mas o início da Primeira Guerra Mundial atrasou os seus planos.

Rimet participou da frente de batalha durante quatro anos e foi premiado com a Cruz de Guerra, uma condecoração militar francesa concedida àqueles que se destacaram por seus atos de heroísmo.

Após o fim da guerra, Rimet se tornou presidente da FIFA em 1921 e permaneceu durante 33 anos no cargo, o período de mandato mais longo na história da federação.

 

Seus ideais sobre o esporte o motivaram a criar em 1928 a Copa do Mundo, que foi disputada dois anos depois pela primeira vez no Uruguai. Jules Rimet levou à América do Sul o troféu que recebeu o seu nome até 1970, quando o desenho da taça foi modificado pelo que é entregue atualmente.


Taça Jules Rimet / Foto: Flickr Revolweb (CC BY-SA 2.0)

O advogado católico liderou a FIFA até 1954 e, em 1956, foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz, por ter fundado a Copa do Mundo.

Rimet faleceu na França em 1956, aos 83 anos.

No livro “Uma História do Futebol em 100 Objetos”, Yves Rimet, seu neto, recordava-o como um “humanista e idealista, que acreditava que o esporte podia unir o mundo. Comparado com as pessoas da sua época, ele percebeu que para ser realmente democrático e envolver as massas, o esporte internacional deveria ser profissional”.

Em entrevista ao jornal ‘The Independent’ em 2006, Yves afirmou que o seu avô “ficaria decepcionado ao ver que, atualmente, o futebol se converteu em um negócio dominado pelo dinheiro. Essa não era a sua visão”.

Fonte: ACI Digital

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Esta equipe da Igreja pode ganhar a “Copa do Mundo” da solidariedade

Esta equipe da Igreja pode ganhar a “Copa do Mundo” da solidariedade

Com o início da Copa do Mundo Rússia 2018, na qual seleções de 32 países buscarão a vitória, a Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN) decidiu apresentar sua própria equipe com objetivo de alcançar um triunfo da solidariedade.

Enquanto “todos os olhos estão na Rússia”, indicou ACN, “decidimos criar nosso próprio time”.

“São homens e mulheres que representam muitos outros ‘jogadores’ dos 140 países onde a ACN apoia os seus projetos pastorais – profissionais que dedicaram as suas vidas, longe dos holofotes ou aplausos das multidões, e lutam com todo o coração para ganhar um troféu ainda mais importante e que consiste em trazer felicidade àqueles confiados aos seus cuidados”.

A “equipe” mundialista da ACN é encabeçada pela “treinadora” Irmã Christine Joseph, que atende as pequenas comunidades cristãs na Índia. “No total, são cerca de 85 mil pequenas comunidades locais com 200 mil animadores ou líderes leigos”, assinala a Fundação pontifícia.

“A maioria dos católicos indianos pertencem às classes mais baixas da sociedade”, destaca. Por isso, a religiosa “percorre milhares de quilômetros” para “os ensinar, para os encorajar, dando o melhor de si”.

Como “goleira”, ACN convocou a Irmã Annie Demerjian. “Assim como a missão básica do goleiro é não permitir que aconteça gols, o dever vital da Irmã Annie é também ser ágil e flexível para afastar centenas de famílias dos ataques em Aleppo, Hasake e Damasco”.

“A sua missão principal é evitar que a fome, a solidão ou a doença ultrapassem a sua defesa e marque um gol, uma vez que ela é a última na linha de defesa”.

Um “zagueiro” é o Arcebispo de Bangui, na República Centro-Africana, Cardeal Dieudonné Nzapalainga. Trata-se, indicou ACN, de uma “posição essencial”, pois o Purpurado “é aquele que devota todas as suas energias para neutralizar a oposição”.

“Onde o ódio e a incompreensão procuram controlar o campo de jogo na República Centro-Africana, um dos países mais pobres do mundo, o Cardeal e Arcebispo de Bangui, capital do país, vai para o campo disposto a pôr a vida em risco e a responder aos ataques violentos dos rebeldes Seleka e Anti-Balaka – grupos radicais que inflamam o conflito inter-religioso no país”.

Outro “zagueiro” da equipe da ACN é o Bispo de Maidiguri (Nigéria), Dom Oliver Doeme.

“O Bispo de Maiduguri é sustentáculo da fé no norte da Nigéria, onde tem defendido e cuidado do seu rebanho. A sua diocese foi uma das que mais sofreu com os ataques do Boko Haram”.

Como “ponta esquerda” está Madre Maria Luján, religiosa argentina que trabalha no Paraguai e, com as irmãs da Congregação de Jesus Verbo e Vítima, “enfrenta todas as espécies de dificuldades. Preparadas para entrar e preencher todas as lacunas, elas respondem de todas as maneiras possíveis – a cavalo, de automóvel, de trator ou bicicleta – nada consegue impedi-las de chegar aos cantos mais remotos e inóspitos onde mais ninguém consegue chegar”.

“Rápidas e engenhosas, inspiradas pela Graça e pela Fé, de olho sempre na bola, seja a 4 mil metros de altura nas montanhas ou a mil quilômetros rio abaixo na floresta”.

Como “ponta direita”, ACN tem Pe. James Channan, um sacerdote dominicano “criativo, com uma grande capacidade de trabalhar em equipe e de driblar os seus rivais”.

“E isso não é fácil num país como o Paquistão, onde os cristãos enfrentam a discriminação e a marginalização. Pe. James é um jogador habilidoso com o objetivo de proteger a minoria cristã assediada no país”, assinalou a Fundação Pontifícia.

Como “volante”, ACN convocou para sua equipe Pe. Georges Jahola, que tem um papel “importante” na “organização da reconstrução das aldeias e cidades cristãs da Planície de Nínive”. O sacerdote “está lidando com a situação com grande destreza, preparado para entrar em campo como construtor, arquiteto, encanador ou eletricista… Como qualquer bom jogador do meio-campo, precisa fazer a jogada fluir bem”.

O “meia atacante” é Pe. Walter Coronel, que realiza seu ministério como missionário na Amazônia Equatoriana.

“Missionário na região da Amazônia, em áreas distantes da civilização e ameaçadas pelas cheias, Padre Walter recebeu a missão de seu bispo em coordenar a ajuda a milhares de vítimas do terremoto de 2 anos atrás. Agora que o pior passou está a dedicar-se à recuperação e reconstrução de capelas e igrejas, que são sempre o foco de nova esperança perante tamanho sofrimento”.

Na posição de “meia atacante”, ACN colocou também Dom Franjo Komarica, Bispo de Banja Luka (Bósnia e Herzegovina). “Ele se dedica a fortalecer a dimensão vertical, o contato com Deus (espiritual), mas também trabalha na dimensão horizontal, na caridade com os irmãos (ação), a fim de manter a presença católica do país viva. Um jogo complicado, difícil, mas que ele está disposto a fazer de tudo pela vitória. Dom Franjo não tem medo de falar a verdade ou ir à luta quando se joga de forma desigual”.

O “atacante” de Ajuda à Igreja que Sofre é Pe. Shields, um missionário norte-americano que “é o único sacerdote católico na Sibéria Oriental”.

“Está a cerca de 1.300 km da missão católica mais próxima e tem dedicado a sua vida à luta pelos mais esquecidos”.

“Ordenado no Alasca, o Pe. Shields trabalha nos últimos vinte anos na Rússia e a sua estratégia de jogo baseia-se na oração contemplativa diante do Santíssimo. Uma vez por semana, permanece um dia inteiro em oração no seu pequeno eremitério”, assinala ACN.

Como segunda “atacante”, ACN tem a Irmã Catarina, que, “na Papua-Nova Guiné, juntamente com as outras quatro religiosas da sua comunidade, “não só joga, como é uma notável finalizadora”.

“No coração da floresta tropical, na Diocese de Bereina, ela criou uma equipe de especialistas na educação de crianças e de jovens adultos. Muitos já aprenderam a ler, a escrever e a fazer contas graças ao trabalho incansável destas religiosas, que sabem armar contra o adversário e finalizar o jogo de forma limpa. Elas já estão ali há bastante tempo, mas não se deixam abater pelo trabalho duro e pelo cansaço”.

Finalmente, Ajuda à Igreja que Sofre assegurou que o “centro avante” são os “benfeitores”.

“Sem uma equipe equilibrada e unida, ninguém pode ganhar o jogo. E enquanto o resto da equipe prepara o plano de jogo, trabalha a sua estratégia e resiste aos ataques do time adversário, há mais uma coisa que é necessária – a sua ajuda!”.

“A sua oração, o seu conhecimento dos nossos projetos e o seu apoio podem ser, muitas vezes, o toque final necessário para o sucesso. Por isso, vamos jogar juntos! Junte-se à ACN nesta Copa do Mundo e ajude-nos a vencer!”, incentiva ACN.

Para colaborar com Ajuda à Igreja que Sofre e suas diversas iniciativas em todo o mundo, pode acessar AQUI.

Fonte: ACI Digital

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Conheça 13 craques católicos que estão na Copa da Rússia

Conheça 13 craques católicos que estão na Copa da Rússia

Eles fazem questão de demonstrar a fé para o mundo inteiro

A Copa do Mundo 2018 já está aí. E muita gente quer escalar o time dos sonhos – com alguns substitutos, por via das dúvidas – que vai entrar em campo para colocar sua nação no caminho da glória do futebol.

Além do talento no campo, alguns jogadores se destacam pela fé que eles demostram e o desejo de compartilhá-la com o mundo inteiro. E são várias as formas de que eles se utilizam para fazer isso: em declarações públicas, fazendo peregrinações ou ajudando instituições de caridade. Em qualquer uma delas, esses jogadores sabem quem é a verdadeira fonte de inspiração (em campo e fora dele).

Veja as fotos abaixo para conhecer esses atletas talentosos e o papel que a religião tem em suas vidas.

NOTA: Embora a Itália não tenha chegado à Copa da Rússia, estamos dando uma menção especial ao notável goleiro Gianluigi Buffon, por sua participação em cinco Copas do Mundo consecutivas – de certa forma, ele “está” na Copa da Rússia também, já que o povo italiano é tão apaixonado por futebol quanto o brasileiro! Forza Italia!

Lionel Messi, Argentina

O atacante disse que, se a Argentina ganhar a Copa, ele fará uma peregrinação de 50 quilômetros até o Santuário de San Nicolás, em sua terra natal. O jogador tem uma grande tatuagem de Jesus em seu braço direito.

 

 

Sergio Aguero, Argentina

O atacante vai se juntar a Messi na peregrinação, mas acrescentou um desafio: ambos vão correr a distância até San Nicolas.

 

 

Manuel Neuer, Alemanha

O goleiro apoia um grupo católico que ajuda a combater a pobreza infantil e um grupo de jovens liderado por frades capuchinhos.

 

 

James Rodriguez, Colômbia

O meia-atacante tem uma tatuagem de Jesus em sua canela e sempre compartilha nas redes sociais que seu sucesso é dedicado a Deus.

 

 

Jakub Błaszczykowski, Polônia

Quando criança, a tragédia atingiu este meia. O pai dele assassinou a sua mãe, mas ele permanece firme na fé e foi embaixador da Jornada Mundial da Juventude em 2016.

 

 

Cristiano Ronaldo, Portugal

O craque costuma rezar antes dos jogos, coleciona rosários enviados pelos fãs e, ao contrário de muitos jogadores, não faz tatuagens porque é um exímio doador de sangue.

 

 

Andres Iniesta, Espanha

Antes da Copa do Mundo de 2010, o meia prometeu que, se a sua equipe vencesse, ele faria uma peregrinação pelo Caminho de Santiago de Compostela.

 

 

Sergio Ramos, Espanha

O zagueiro e capitão da seleção espanhola tem uma tatuagem da Virgem Maria no braço esquerdo.

 

 

Gianluigi Buffon, Itália

O goleiro de 40 anos fez uma peregrinação a Medjugorje, na Bósnia, depois da Eurocopa 2012.

 

 

Radamel Falcao, Colômbia

O atacante é muito devoto, estuda a Bíblia e reza antes de cada jogo. Costuma envolver os companheiros nestes estudos.

 

 

Olivier Giroud, França

O atacante católico tem uma tatuagem do Salmo 23 (em latim): “O Senhor é meu pastor, nada me faltará”. Ele já disse várias vezes que religião lhe traz paz.

 

 

Vedran Corluka, Croácia

Fugindo de sua terra natal, a Bósnia, durante a guerra, o meia voltou ao seu país para ajudar a financiar e reconstruir a igreja da vila em que ele morava. Ele também usa uma pulseira com ícones católicos.

 

Edinson Cavani, Uruguai

Em uma entrevista, o atacante disse que se considera “um atleta de Cristo”. Ele explicou “Eu jogo para Ele, para dar-lhe glória, para agradecer a Ele por me dar a habilidade de jogar futebol”.

 

 

Fonte: Aleteia

 

 

 

 

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Hoje é festa de Santo Antônio de Pádua, o “santo de todo o mundo”

Hoje é festa de Santo Antônio de Pádua, o “santo de todo o mundo”

Em 13 de junho, a Igreja celebra a festa de um dos santos mais conhecidos e venerados no mundo, Santo Antônio de Pádua, também chamado Santo Antônio de Lisboa, cidade onde nasceu, e que segundo a tradição é invocado para encontrar objetos perdidos, o que se deve a um problema que teve com um noviço, e ainda como o santo casamenteiro, devido à ajuda dada a uma jovem pobre.

Foi declarado Doutor da Igreja por Pio XII em 1946, ficando conhecido como o “Doutor do Evangelho”.

 

Santo Antônio nasceu em Portugal em 1195 em uma família nobre. Desde criança, consagrou-se à Santíssima Virgem. Em sua juventude, foi atacado por paixões sensuais, mas com a ajuda de Deus as dominou, encontrando sua força nas visitas ao Santíssimo Sacramento.

Foi admitido nos franciscanos no início de 1221, participou em Assis do capítulo geral da ordem desse ano e, mais tarde, foi enviado para pregar em várias cidades, obtendo um grande êxito na conversão dos hereges.

Como as pessoas procuravam estar perto dele e alguns arrancavam pedaços de seu hábito, foi designado um grupo de homens para protegê-lo após os sermões. Às vezes, pregava em praças e mercados. Bastava sua presença para que os pecadores caíssem de joelhos a seus pés.

Mudou-se para Pádua, onde havia trabalhado anteriormente. Denunciou e combateu o vício da usura, mas gradualmente a saúde de Santo Antônio foi se deteriorando e se retirou para descansar na floresta. Sentindo que sua vida estava chegando ao fim, pediu para voltar para Pádua, mas só chegou aos limites da cidade.

Em 13 de junho de 1231, recebeu os últimos sacramentos, entoou um canto à Virgem e antes de partir para a Casa do Pai, disse sorrindo: “Vejo vindo Nosso Senhor”.

Foi canonizado pelo Papa Gregório IX, sem que tivesse transcorrido um ano de sua morte. E foi declarado Doutor da Igreja pelo Papa Pio XII.

 

Um homem desafiou Santo Antônio a provar que Jesus estava na Eucaristia e deixou sem comer por três dias sua mula. Levou o animal ao templo e mostrou-lhe um pasto fresco, mas a mula escolheu ir com o santo, que estava ao lado com uma hóstia consagrada, e ajoelhou-se.

Santo casamenteiro e dos objetos perdidos

 

Muitos fiéis recorrem a Santo Antônio quando querem encontrar um marido ou uma esposa. Segundo consta, o título de santo casamenteiro se deve a um episódio, no qual uma jovem pobre teria pedido a bênção do então Frei Antônio porque não conseguia realizar o casamento por causa da baixa condição financeira de sua família, a qual não teria dinheiro para pagar o dote, as vestimentas e o enxoval. O frei abençoou a moça e pediu que confiasse; passados alguns dias, a mulher recebeu tudo o que precisava e conseguiu se casar.

Além disso, o santo é invocado para encontrar objetos perdidos, talvez porque certo dia um noviço fugiu do convento com um saltério que ele usava. Santo Antônio orou para recuperar o seu livro e o noviço se viu diante de uma aparição terrível e ameaçadora que o obrigou a regressar e devolver o que roubou.

Diz-se também que em uma ocasião, enquanto orava, apareceu-lhe o menino Jesus e o santo segurou-o em seus braços e por esta razão, até hoje, é representado sustentando o menino Deus. Santo Antônio é patrono das mulheres estéreis, dos pobres, dos viajantes, dos pedreiros, dos padeiros, entre outros. Devido à sua caridade com os pobres, com frequência se representa Santo Antônio oferecendo pão a indigentes. Santo Antônio também é considerado um dos doutores da Igreja, sendo chamado de “Doutor do Evangelho”, pela riqueza da sua pregação.

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Papa: por que a inveja é um veneno mortal

Papa: por que a inveja é um veneno mortal

“Fiquem atentos, vocês, porque este comportamento destrói famílias, amizades, comunidades e até mesmo a sociedade”

 

“Pode acontecer que a forte inveja pela bondade ou pelas boas ações de alguém leve uma pessoa a acusar falsamente outra. Este é o verdadeiro veneno mortal: a malícia premeditada que destrói a boa fama do outro”.

Diante da Praça São Pedro completamente tomada por fiéis, romanos e turistas, o Papa Francisco fez a sua reflexão deste domingo (10/06) comentando o Evangelho de Marcos. Como explicou, a liturgia do dia apresenta dois tipos de incompreensão que Jesus enfrentou: a dos escribas e a de seus próprios familiares, uma “advertência para todos nós”.

“Deus nos liberte desta terrível tentação… e se examinando nossa consciência, percebermos que esta semente maligna esta germinando dentro de nós, corramos a confessá-lo no sacramento da Penitência, antes que cresça e produza efeitos ruins. Isso é incurável”.

Francisco recordou que os escribas eram homens instruídos na lei e nas Sagradas Escrituras e encarregados de explicá-las ao povo. Alguns deles foram enviados à Galileia, onde a fama de Jesus começava a se alastrar, “para desacreditá-lo, serem fofoqueiros e destruí-lo”.

“Estes escribas chegaram com uma acusação terrível. Diziam que Jesus estava possuído por Belzebu e que expulsava os demônios pelo príncipe dos demônios. Isto queria dizer mais ou menos ‘este homem é um endiabrado’. De fato, Jesus curava muitos doentes… mas queriam fazer crer que Ele o fazia com o Espírito de Satanás”.

Jesus não tolerou isso e reagiu com palavras fortes, pois os escribas, talvez sem se dar conta, estavam caindo no pecado mais grave: negar e blasfemar o Amor de Deus que existe e atua em Jesus.

“O pecado contra o Espírito Santo é o único pecado imperdoável, porque parte do fechamento do coração à misericórdia de Deus que age em Jesus”.

Acrescentando espontaneamente, o Papa exortou:

“Fiquem atentos, vocês, porque este comportamento destrói famílias, amizades, comunidades e até mesmo a sociedade”.

 

Em seguida, Francisco evidenciou outra incompreensão sofrida por Jesus: a de seus familiares, “que estavam preocupados porque a sua nova vida de itinerante lhes parecia uma loucura e ele não tinha nem tempo para comer”. Quando o procuram para levá-lo de volta a Nazaré, Jesus olha para as pessoas que estavam à sua volta e afirma: “Eis minha mãe e meus irmãos!”. “Aquele que faz a vontade de Deus é irmão, irmã e mãe para mim”.

“Jesus formou uma nova família, não mais baseada em relações naturais, mas na fé Nele, em seu amor que nos acolhe e nos une, no Espírito Santo. Todos aqueles que acolhem a palavra de Jesus são filhos de Deus e irmãos entre si”, destacou Francisco, segundo quem “aquela resposta de Jesus não foi uma falta de respeito por sua mãe e seus parentes; ao contrário. Para Maria, foi o maior reconhecimento, porque precisamente ela é a perfeita discípula que obedeceu totalmente à vontade de Deus”.

Fonte: Aleteia via Vatican News

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Santos do Mês de Junho

Santos do Mês de Junho

01/06 – Santo Justino

02/06 – Santos Marcelino e Pedro

03/06 – Santos Carlos Lwanga e companheiros

04/06 – Santo Francisco Caracciolo

05/06 – Santo Bonifácio

06/06 – Santo Norberto

07/06 – Santo Antônio Maria Gianelli

08/06 – Santo Medardo

09/06 – Santo Efrém

10/06 – Eduardo Poppe

11/06 – Santo Barnabé

12/06 – Santo João de Sahagun

13/06 – Santo Antônio de Pádua

14/06 – Iolanda da Polônia

15/06 – Santo Vito

16/06 – Santos Julita e Ciro

17/06 – Santo Ranieri de Pisa

18/06 – Santo Gregório João Barbarigo

19/06 – Santo Romualdo

20/06 – Margarida Ebner

21/06 – Santo Luís Gonzaga

22/06 – Santo Tomás More

23/06 – Santo José Cafasso

24/06 – Natividade de São João Batista

25/06 – Santo Guilherme de Vercelli

26/06 – Santos João e Paulo

27/06 – Santo Cirilo de Alexandria

28/06 – Santo Irineu de Lion

29/06 – Santos Pedro e Paulo

30/06 – Os primeiros mártires da Santa Igreja Romana

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Hoje é celebrado o Dia Mundial de Oração pela Santificação dos Sacerdotes

Hoje é celebrado o Dia Mundial de Oração pela Santificação dos Sacerdotes

Na Solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a Igreja também celebra o Dia Mundial de Oração pela Santificação dos Sacerdotes, convocado pelo Santo Padre através da Congregação para o Clero.

“Peçamos também sacerdotes santos, formados ‘segundo o Sagrado Coração de Cristo’”, dizia São João Paulo II, o qual estabeleceu que este dia de oração seja realizado no dia do Coração de Jesus.

Oração pelos Sacerdotes (de Santa Teresa do Menino Jesus)

 

Ó Jesus, Sumo e Eterno Sacerdote, conservai os vossos sacerdotes sob a proteção do Vosso Coração Amabilíssimo, onde nada de mal lhes possa suceder.

Conservai puros e desapegados dos bens da terra os seus corações, que foram selados com o caráter sublime do Vosso Glorioso Sacerdócio.

Fazei-nos crer no seu amor e fidelidade para Convosco e preservai-os do contágio do mundo.

Dai-lhes também, juntamente com o poder que têm de transubstanciar o pão e o vinho em Vosso Corpo e Sangue, o poder de transformar os corações dos homens.

Abençoai os seus trabalhos com copiosos frutos e concedei-lhes um dia a coroa da vida eterna.

Amém!

Fonte: ACI Digital

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Como escolher os padrinhos de Batismo do meu filho?

Como escolher os padrinhos de Batismo do meu filho?

Entenda o papel e a importância dos padrinhos de Batismo, muito além dos compromissos sociais e familiares

 

Recordo com alegria e gratidão a época em que eu era pároco. Houve momentos muito gratificantes e até emotivos. Quando eu conversava com os pais que iam pedir o Batismo para seu filho recém-nascido, via neles a emoção de ser pais e, às vezes, não encontravam sequer palavras para exprimir o que sentiam.

Sempre busquei que a acolhida fosse o mais cálida possível, pois este é um momento especial para a família. Além e parabenizá-los, eu lhes apresentava o programa de preparação que a paróquia tinha para os pais e padrinhos, já que o Batismo é um momento decisivo na vida dos filhos. Quase todos aceitavam a proposta e resolviam as dificuldades de horário que às vezes surgem para participar dos encontros.

Mas também havia gente que não entendia a necessidade de uma preparação dos pais, e muito menos dos padrinhos. Às vezes, escolhiam padrinhos que não tinham recebido a Crisma ou não tinham a indispensável experiência de fé para desempenhar a missão que a Igreja confia a um padrinho de Batismo; então, era necessário muito esforço para que entendessem.

Quando os padres e catequistas me falam das dificuldades que encontram na pastoral pré-batismal, eu entendo perfeitamente. Com estas palavras, quero incentivá-los a continuar cuidando desses momentos de evangelização que realizam por meio das catequeses de preparação para este e outros sacramentos.

É preciso levar em consideração os critérios e orientações que a Igreja oferece para receber os sacramentos e, de maneira particular, compreender o que significa ser padrinho de Batismo. Os pais garantem solenemente, na celebração batismal, sua decisão de transmitir a fé aos seus filhos, e de fazer isso com a ajuda dos padrinhos.

Pais e padrinhos precisam dar exemplo de vida cristã àquele que será batizado, dentro de casa e participando na vida da Igreja – sobretudo da Missa dominical. Para isso, a paróquia oferece esse meio de formação, as catequeses pré-batismais, e recorda aos pais que é preciso escolher padrinhos idôneos, tanto por sua maturidade humana e cristã como pela sua disposição a colaborar com eles na educação do batizado na fé.

Esta idoneidade dos padrinhos se concretiza em: pertencer à Igreja Católica, ter feito a Primeira Comunhão e recebido a Crisma, levar uma vida congruente com a fé e a missão que assumem e não ter se afastado da Igreja por um ato formal de apostasia.

Recomendo aos pais que notifiquem a paróquia sobre sua intenção de batizar seus filhos com antecedência suficiente para que possam se organizar e participar das catequeses pré-batismais. Seria belíssimo e os ajudaria muito a viver o nascimento do filho como um dom de Deus, se participassem destas catequeses antes de o filho nascer, durante a gestação.

Tenho certeza de que os sacerdotes continuarão acolhendo cordialmente os pais e os ajudarão a superar as situações conflituosas que às vezes surgem. E que convidem os paroquianos adultos a receber a Crisma, caso ainda não o tenham feito, pois ela completa o Batismo e proporciona o dom do Espírito Santo para crescer na vida cristã.

Fonte: Aleteia via artigo de Dom Alfonso Milián Sorribas, publicado originalmente por SIC

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