Hoje é celebrada Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Hoje é celebrada Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Neste dia 27 de junho é celebrada a Festa de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, padroeira dos Padres Redentoristas e cujo ícone original está no altar principal da Igreja de Santo Afonso, em Roma.

Esta imagem recorda o cuidado da Virgem por Jesus, desde a concepção até a morte, e que hoje continua a proteger os seus filhos que recorrem a Ela.

Diz-se que no século XV, um comerciante rico do Mar Mediterrâneo tinha a pintura do Perpétuo Socorro, embora se desconheça como chegou a suas mãos. Para proteger o quadro de ser destruído, decidiu levá-lo para a Itália e na travessia aconteceu uma terrível tempestade.

O comerciante pegou o quadro, pediu socorro e o mar se acalmou. Estando já em Roma, ele tinha um amigo, a quem mostrou o quadro e lhe disse que um dia todo o mundo renderia homenagem a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.

Depois de um tempo, o comerciante ficou doente e, antes de morrer, fez seu amigo prometer que colocaria a pintura em uma igreja ilustre. No entanto, a esposa do amigo se encantou com a imagem e ele não concretizou a promessa.

Nossa Senhora apareceu ao homem em várias ocasiões pedindo-lhe que cumprisse a promessa, mas por não querer desagradar sua esposa, ficou doente e morreu. Mais tarde, a Virgem falou com a filha de seis anos e lhe deu a mesma mensagem de que desejava que o quadro fosse colocado em uma igreja. A pequena foi e contou à sua mãe.

A mãe se assustou e a uma vizinha que zombou do ocorrido surgiram dores tão fortes que só aliviaram quando invocou arrependida a ajuda da Virgem e tocou o quadro.

Nossa Senhora apareceu novamente para a menina e lhe disse que a pintura devia ser colocada na igreja de São Mateus, que estava entre as basílicas de Santa Maria Maior e São João de Latrão. Finalmente, assim foi feito e se realizaram grandes milagres.

Séculos depois, Napoleão destruiu muitas igrejas, incluindo a de São Mateus, mas um padre agostiniano conseguiu secretamente tirar o quadro e, mais tarde, a pintura foi colocada em uma capela agostiniana em Posterula.

Os Redentoristas construíram a Igreja de Santo Afonso sobre as ruínas da Igreja de São Mateus e, em suas investigações, descobriram que antes havia ali o milagroso quadro do Perpétuo Socorro e que estava com os Agostinianos, graças a um sacerdote jesuíta que conhecia o desejo da Virgem de ser honrada nesse lugar.

Assim, o superior dos Redentoristas solicitou ao Beato Pio IX, que ordenou que a pintura fosse devolvida à Igreja entre Santa Maria Maior e São João de Latrão. Do mesmo modo, encarregou os Redentoristas de fazer com que Nossa Senhora do Perpétuo Socorro fosse conhecida.

Os Agostinianos, uma vez que souberam da história e do desejo do Papa, de bom grado devolveram a imagem mariana para agradar a Virgem.

Hoje em dia, a devoção a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro tem se expandido por vários lugares, construindo-se igrejas e santuários em sua honra. Seu retrato é conhecido e reverenciado em todo o mundo.

Fonte: ACI Digital

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Adoção: a fecundidade do casal para além dos aspectos biológicos

Adoção: a fecundidade do casal para além dos aspectos biológicos

A paternidade e a maternidade vão muito além do conceber e gerar biologicamente um filho. No entanto, essa compreensão nem sempre é alcançada pelas famílias. Ou por já terem gerado ou por passarem pela angústia da infertilidade, muitos casais não chegam a considerar a possibilidade da adoção como uma experiência real para si.

Para além dos aspectos biológicos, adotar é gerar um filho primeiramente na própria alma. É conceber a partir da compaixão pelo outro (a criança adotada), correspondendo o movimento próprio do amor conjugal: a abertura à vida! Sabiamente, São João Paulo II expressou: “Adotar crianças, sentindo-as e tratando-as como verdadeiros filhos, significa reconhecer que as relações entre pais e filhos não se medem somente pelos parâmetros genéticos” (Discurso aos participantes no Encontro Jubilar das Famílias Adotivas promovido pelas Missionárias da Caridade em 05 de setembro de 2000).

Na mesma ocasião o Papa mencionou que na adoção “há uma ‘geração’ que vem através do acolhimento, da atenção, da dedicação”. E que “a relação que daí brota é tão íntima e duradoura, que de maneira nenhuma é inferior à que se funda na pertença biológica”.

Adotar é também uma obra de misericórdia

O Catecismo da Igreja Católica, falando diretamente aos casais que não conseguem ter filhos biológicos, aconselha: “Os esposos a quem Deus não concedeu ter filhos podem, no entanto, ter uma vida conjugal cheia de sentido, humana e cristãmente. Seu Matrimônio pode irradiar uma fecundidade de caridade, acolhimento e sacrifício” (CIC n. 1654).

A adoção responde a pelo menos três ações práticas de obras de misericórdia indicadas pela Igreja: Dar de comer a quem tem fome; dar de beber a quem tem sede; e vestir os nus. “O verdadeiro amor paterno e materno sabe ir além dos laços da carne e do sangue para acolher também crianças de outras famílias, oferecendo-lhes quanto seja necessário para a sua vida e o seu pleno desenvolvimento”, mais uma vez atestou João Paulo II (Encíclica Evangelium Vitae, 93).

Um importante documento que tem orientado os cristãos católicos em diversos âmbitos, reforça: “O amor fraterno se expressa de mil maneiras, mas a adoção é um gesto de profundo humanismo, sensibilidade, coragem e, portanto, uma alta forma de caridade, um gesto de fineza e profundidade humanitária” (Artigo “Família e Questões Relevantes” no Documento de Aparecida).

Os dados da adoção no Brasil

Estima-se que em todo o país há cerca de 8.700 crianças e adolescentes disponíveis para a adoção, e mais de 43 mil famílias cadastradas para adotar. Os dados são do Cadastro Nacional de Adoção (CNA), divulgados no mês de maio de 2018.

O CNA aponta que nos últimos 10 anos mais de 9 mil adoções foram realizadas no Brasil, e que neste ano, entre janeiro e maio, 420 crianças ganharam o direito de entrar para uma família.

O Estado com maior número de adoções é o Paraná (desde 2016) com 125 adoções de janeiro a maio de 2018, seguido do Estado de São Paulo, em segundo lugar no ranking com 69 crianças adotadas no mesmo período.

Quero adotar. O que devo fazer?

O processo de adoção ganhou agilidade desde 2008 quando o Conselho Nacional de Justiça lançou o Cadastro Nacional de Adoção (CNA), uma ferramenta digital que auxilia os juízes das Varas da Infância e da Juventude na condução dos procedimentos dos processos de adoção em todo o Brasil. Cinco minutos é o tempo necessário para que os magistrados realizem o cadastro de crianças para adoção bem como de familiares adotantes.

No entanto, o processo de adoção segue alguns passos:

1) Procure a Vara de Infância e Juventude do seu município. Lá você terá o conhecimento da documentação necessária para abrir um processo de adoção. Inicialmente leve consigo seus documentos pessoais (RG, CPF) e um comprovante de residência;

2)  Com a ajuda de um defensor público ou de um advogado particular, você terá que preencher uma petição para dar início ao processo;

3)  Na terceira etapa, o casal, obrigatoriamente, deve fazer um curso de preparação psicossocial e jurídica para adoção. Após o término do curso, os futuros pais serão submetidos à avaliação psicossocial com entrevistas e visitas domiciliar. Nessa fase, você pode escolher o perfil de crianças que pretende adotar (sexo, faixa etária, com ou sem irmãos, estado de saúde, etc). O resultado dessas avaliações será encaminhado ao Ministério Público e ao juiz da Vara de Infância;

4)  A partir do laudo da equipe técnica da Vara e do parecer emitido pelo Ministério Público, o juiz dará a sentença. Se o seu pedido for acolhido, seu nome será inserido nos cadastros (estadual e nacional), válidos por dois anos em todo o país. Isso significa que, a qualquer momento, você conhecerá seu filho. O tempo de espera depende muito do perfil de criança escolhido;

5)  A Vara de Infância entra em contato com a família candidata à adoção assim que surgir uma criança com as características predeterminadas. Primeiramente é apresentado ao casal o histórico de vida da criança. Havendo interesse, é agendado um encontro para que todos se conheçam. Depois do encontro, a criança é entrevistada (se for capaz de responder, devido a idade) para dizer se quer ou não conhecer melhor a família.

6) Caso a criança aceite, inicia-se o “estágio de convivência” com visitas monitoradas, visita ao abrigo onde ela mora e pequenos passeios para que possam interagir e criar uma proximidade.

7)  Com uma relação estabelecida positivamente entre a criança e os pretendentes da adoção, inicia-se o processo de guarda provisória, que terá validade até a conclusão da ação. A criança passa a morar com seus pais adotivos enquanto que uma equipe técnica continua monitorando a nova família com visitas periódicas.

8)  Após uma avaliação conclusiva, o juiz profere a sentença de adoção. Um novo registro de nascimento da criança é feito, contendo o sobrenome da família. O filho adotivo passa a ter os mesmo direitos de um filho biológico.

“As famílias cristãs saberão viver uma maior disponibilidade em favor da adoção e do acolhimento de órfãos ou abandonados: enquanto estas crianças, encontrando o calor afetivo de uma família, podem fazer uma experiência da carinhosa paternidade de Deus, testemunhada pelos pais cristãos, e assim crescer com serenidade e confiança na vida, a família inteira enriquecer-se-á dos valores espirituais de uma mais ampla fraternidade”. (João Paulo II. Familiaris Consortio, 41)

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5 dicas dos pais de Santa Terezinha de Lisieux para criar bons filhos!

5 dicas dos pais de Santa Terezinha de Lisieux para criar bons filhos!

Sim, eles foram santos e criaram santos, mas as suas técnicas eram incrivelmente simples, práticas e imitáveis

Seus filhos são difíceis de disciplinar? Eles copiam todos os seus maus hábitos? Você se preocupa com as suas birras e caprichos?

Bom, você não está só. São Louis e Santa Zelie Martinpais de Santa Terezinha de Lisieux, enfrentaram essas mesmas lutas e precisaram discernir o que fazer.

Sim, é verdade, eles eram pais santos de filhos santos, mas exercer a paternidade e a maternidade também foi desafiador para eles, que nem sempre sabiam as respostas mais claras. O que eles fizeram foi perseverar e lutar para atender às necessidades dos filhos num ambiente familiar de grande amor.

Aqui vão cinco dicas úteis inspiradas nesses pais santos:

1 – Reconheça desde o início que cada filho é de Deus e dedique-o a Ele

Zelie tinha o costume de, imediatamente após o nascimento de cada filho, dedicá-lo a Deus com a seguinte oração:

“Senhor, concedei-me a graça de que esta criança seja consagrada a Vós e que nada possa manchar a pureza de sua alma”.

Os frutos dessa dedicação a Deus não eram imediatamente visíveis, é claro, mas ela revela o estilo intencional da sua maternidade. Ela queria que os seus filhos fossem santos aos olhos de Deus e sabia que “agora mesmo” é o melhor momento para começar a viver em santidade – e não “mais tarde”.

 2 – Ame seus filhos com carinho superabundante

É fácil esquecer o quanto nossos filhos precisam de amor – de muito amor. Louis e Zelie amavam seus filhos com imenso carinho e se certificavam de que eles soubessem desse grande amor. Celine Martin, uma das filhas, escreveu sobre seu pai:

“Mesmo sendo duro consigo mesmo, ele sempre foi afetuoso conosco. Seu coração era excepcionalmente tenro para conosco. Ele viveu só para nós. Nenhum coração de mãe poderia superar o dele”.

Louis demonstrava afeto inclusive em gestos pequenos e aparentemente insignificantes, como apelidar as crianças com elogios: Marie era “o diamante”; Pauline, “a pérola fina”; Celine, “a intrépida”; Léonie, “o bom coração”; e Thérèse, ou Santa Terezinha, era “a pequena rainha” ou “o buquê de flores”.

3 – Não desista quando o seu filho é difícil

Zelie tranquilizou seu irmão em uma carta recomendando não se preocupar se um dos filhos pequenos fosse “difícil de administrar”.

O temperamento desafiador de uma criança não a impedirá de se tornar excelente mais tarde e de vir a ser o maior amparo dos pais. Pauline, conforme a mãe recordava, exigiu muita paciência dos pais até os dois anos de idade, mas se tornou a filha mais exemplar. Zelie observa, porém, que não a “estragou com mimos”: por menorzinha que ela fosse, seus caprichos raramente eram atendidos.

E Pauline não foi a única filha da família Martin a criar estresse para os pais. Terezinha e a irmã Léonie também foram fonte de grandes angústias para Zelie. Ela e Louis, no entanto, não desistiram sequer quando seus esforços pareciam infrutíferos.

4 – Seja exemplo de caridade para seus filhos

Nossos filhos são influenciados e tendem a imitar cada um dos nossos movimentos, tanto para o bem quanto para o mal. Louis e Zelie fizeram tudo o que podiam para dar o exemplo de como tratar bem as pessoas. Celine testemunhou em seus escritos o quanto o pai era paciente com os outros, mesmo sendo duro consigo mesmo.

5 – Brinque com seus filhos

Hoje em dia é muito fácil e tentador sentar seu filho diante de uma tela e quase nunca brincar com ele. Mas, muitas e muitas vezes, o que os nossos filhos precisam mesmo é da nossa atenção, inclusive para brincar. Celine escreveu sobre sua mãe:

“Ela brincava conosco de bom grado, apesar do risco de ter de prolongar seus trabalhos até a meia-noite ou mais tarde ainda”.

Louis também se juntava às brincadeiras e muitas vezes produzia pequenos brinquedos para as crianças, além de inventar atividades e cantar junto com elas.

Fonte: Aleteia

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5 coisas que São João Batista nos ensina sobre evangelizar

5 coisas que São João Batista nos ensina sobre evangelizar

São João Batista é um dos santos mais conhecidos no Brasil, em especial na região nordeste do país, onde os moradores dedicam praticamente o mês de junho inteiro às festividades em honra  ao santo.

Ele nasceu em 24 de junho, em Ain Karim, a oeste de Jerusalém, em uma família sacerdotal, ou seja, que servia ao Senhor no Templo e que foi educada nos princípios bíblicos. Seus pais, Zacarias e Isabel, prima de Maria, a Mãe de Jesus, conceberam na velhice e na condição de esterilidade de sua mãe. Seu nome significa “filho da misericórdia” e já designava o que ele seria quando crescesse.

Por volta do 15º ano de Tibério (28-29 d.C.), João assume sua missão de pregar e batizar os discípulos nas águas do rio Jordão. É a partir daí que ele vive uma intensa evangelização que perdura até a chegada de Jesus, a quem batizou e revelou como o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Cf. Jo 1, 29).

Veja o que João Batista nos ensina sobre a evangelização e como evangelizar.

1 – Preparar os caminhos do Senhor

Antes mesmo de João Batista encontrar-se com Jesus para batizá-lo ele já preparava os discípulos para que seguissem os passos do Mestre. Isso causou um certo estranhamento nas autoridades da época, mas ao ser interrogado se ele era o Cristo, respondeu ser uma voz que clama no deserto “Endireitai o caminho do Senhor” (Cf. Jo 1, 23).

O discípulo e missionário de Jesus deve saber inserir nos caminhos do Senhor todos aqueles que estão sendo evangelizados. Isto é necessário para que a pessoa evangelizada não confunda a ação de Deus em sua vida como a ação do evangelizador e, assim, Cristo seja o protagonista de toda a obra.

João aplainava os caminhos, também nós, devemos abrir os caminhos da fé àqueles que estão perdidos no mundo, que estão presos ao pecado e não conseguem perceber a ação misericordiosa de Cristo que está à sua volta.

2 – Evangelizar com humildade

Ainda diante da pergunta feita a João Batista, descrita no ítem acima, percebemos que ele nos ensina outra via de evangelização, a da humildade.

Um cristão deve trazer dentro de si a graça da humildade para exercer bem a sua missão de evangelizar sem trazer para si próprio sentimentos de orgulho, de prepotência e de auto satisfação pelos resultados positivos alcançados com a evangelização.

O profeta chegou a obter êxito em sua missão porque viveu muito bem o reconhecimento de quem ele era e a quem anunciava, o Cristo, que viria libertar  a humanidade das amarras do pecado.

3 – Batizar na evangelização

Sabemos que o batismo pregado por João se dava nas águas do Jordão e convocava todos à conversão. E na evangelização, qual seria o batismo que teríamos que pregar? É o próprio João quem nos responde: “Eu vos batizei com água; ele, porém, vos batizará no Espírito Santo” (Mc 1, 8). Somente o batismo no Espírito tem poder para transformar o coração do homem de hoje.

É urgente o apelo de Deus à conversão, a mudança de atitudes e de vida. Contudo,  essa transformação não ocorrerá mediante a imposição de regras e de valores. A conversão se dá pela vivência particular do amor misericordioso de Deus. É pela via da misericórdia que devemos evangelizar, assim como nos ensinou São João Paulo II: “o mundo será evangelizado pela misericórdia”.

4 – Evangelizar e partilhar

Além de preparar os caminhos e batizar os discípulos, o profeta os ensinou sobre a necessidade da partilha. Diante da pergunta “Que devemos fazer?”, feita pela multidão que o ouvia falar o apelo de conversão, relata que “quem tem duas túnicas dê uma ao que não tem; e quem tem o que comer, faça o mesmo” (Lc 3, 10-11).

Com esse ensino, João Batista nos apresenta uma proposta de evangelização muito clara: a partilha. Quem quer seguir Jesus e anunciá-lo deve desprender-se do que tem e dar aos pobres. Foi essa a proposta feita por Jesus ao jovem rico que já vivia todos os mandamentos, mas estava limitado pela posse de bens (Cf. Mt 19,16-30), algo que também João já pregava.

5 – Evangelizar é enfrentar provações e perseguições

O martírio na vida de João se fez notória desde que ele foi morar no deserto. Era claro que sua vida seria marcada por grandes provas. Lá ele se alimentava de mel silvestre e gafanhotos. Mais tarde, sua morte é caracterizada por um martírio cruel. Herodes, por ocasião de seu aniversário, ofereceu um banquete aos grandes da corte da Galileia. Convida a filha de Herodíades, sua mulher, para dançar para os convidados. Após a dança, ele lhe faz uma promessa de conceder-lhe o que ela pedisse. Influenciada pela mãe a jovem pede a cabeça de João Batista em uma bandeja. (Cf. Mc 6,17- 29)

O que aconteceu com São João Batista, ocorre atualmente com muitos cristãos, obviamente, não da mesma maneira. Nos deparamos, quase que diariamente, com notícias sobre cristãos perseguidos. De acordo com o Documento Perseguidos e esquecidos – Relatório sobre os cristãos oprimidos por causa da fé entre 2015 e 2017”, elaborado pela Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), nos últimos dois anos houve um aumento expressivo em países do Oriente Médio como Iraque e Síria, onde têm acontecido um verdadeiro genocídio aos cristãos.

Há também outras mazelas que martirizam toda a Igreja, como os  crescentes investimentos em  filosofias que tendem a diminuir e a menosprezar o gênero humano ou com claras  ideologias que abertamente dizem “não” ao evangelho e ao cristianismo.

Para nós, os “João Batistas” de hoje, resta-nos nos deixarmos martirizar em nome de Cristo. Esse martírio significa viver amando mais a Deus do que a si próprio e dar-se mais ao outro em amor, misericórdia e perdão. E, como São João Batista, dizer: “Importa que ele cresça e que eu diminua” (Jo 3, 30).

Agora que você conheceu um pouco mais sobre São joão Batista e sua forma de evangelizar, que tal partir para a evangelização? Peça a intercessão deste grande santo e anuncie o evangelho.

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Fotos para sensibilizar o rico país que… aborta quase 100% dos bebês Down

Fotos para sensibilizar o rico país que… aborta quase 100% dos bebês Down

Riqueza, segurança, qualidade de vida… e preconceito, eugenia e “exemplo de erradicação” de seres humanos

A fotógrafa islandesa Sigga Ella tem uma tia com síndrome de Down. Isto é muito significativo num país em que o índice de abortos de bebês diagnosticados com a condição se aproxima de 100%.

Para combater o preconceito e a eugenia de que os portadores da síndrome têm sido alvos na rica Islândia, Sigga Ella resolveu produzir uma série de retratos chamada First and foremost I am – “Antes de tudo e mais do que tudo, eu sou”.

síndrome de Down IslândiaSigga Ella – Divulgação

A fotógrafa clicou 21 portadores de síndrome de Down com idades entre 9 meses e 60 anos. O número 21 é simbólico, já que a condição se origina de uma trissomia no cromossomo 21. Ela espera que as fotos ajudem a destacar “a beleza e a diversidade da humanidade” e façam pensar: será que um futuro sem essa diversidade é mesmo desejável?

síndrome de Down IslândiaSigga Ella – Divulgação

O título da série veio de um artigo escrito por Halldora Jonsdottir, uma portadora da síndrome, publicado em um jornal do país. Jonsdottir, de 30 anos, aparece em uma das fotos de Ella. As fotos foram tiradas em 2013 e 2014, estiveram em exposição num museu da capital islandesa, Reykjavik, e depois foram apreciadas em outros museus da Europa.

síndrome de Down IslândiaSigga Ella – Divulgação

Exportando o horror eugenista

O caso islandês chegou a ser citado como “exemplo” num país relativamente vizinho e de nome parecido: a Irlanda. Em janeiro de 2017, o obstetra Peter McParland, diretor do National Maternity Hospital, elogiou a Islândia por alcançar uma quase “erradicação” da síndrome de Down através do aborto e declarou que esse é o “futuro” que aguarda também a Irlanda.

A espantosa e indignante declaração foi feita durante uma conferência na Assembleia Cidadã, um órgão consultivo que produz informes para uso do Parlamento.

Pouco mais de um ano após essa aberrante exposição de eugenia e preconceito, que passou impune e quase indolor, a Irlanda ampliou o assim chamado “direito” ao aborto há poucas semanas, em maio de 2018, mediante referendo popular.

Fonte: Aleteia via Sempre Família

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A história do católico que fundou a Copa do Mundo da FIFA

A história do católico que fundou a Copa do Mundo da FIFA

A Copa do Mundo da FIFA é um dos eventos esportivos internacionais mais esperados e estima-se que dezenas de milhões de telespectadores assistam a edição de 2018. O que poucos sabem é que um católico francês fundou este campeonato.

Trata-se de Jules Rimet, nascido em 14 de outubro de 1873 na aldeia francesa de Theuley. Quando era criança, serviu como coroinha na igreja local e, aos dez anos, mudou-se a Paris, pois a sua família estava procurando uma oportunidade de ter uma melhor qualidade de vida em meio à crise econômica.

Segundo informou o ‘Catholic Herald’, quando em 1891 o Papa Leão XIII lançou a sua encíclica “Rerum Novarum”, o jovem Rimet e seus amigos se sentiram questionados pela preocupação do Pontífice ante a miséria na qual viviam as classes trabalhadoras e pela falta de reformas trabalhistas.

Inspirados pelo texto, o rapaz e seus companheiros fundaram uma organização para oferecer assistência social e médica aos mais pobres. Mesmo já tendo se tornado um exitoso advogado, Rimet continuou fazendo obras de caridade.

O jovem francês também adorava os esportes e tinha a firme convicção de que eles uniam as pessoas, independente da raça e da classe social. Aos 24 anos, fundou um clube esportivo chamado “Red Star”, aberto a qualquer pessoa, independentemente da sua situação econômica.

“Os homens poderão se reunir com confiança, sem ódio em seus corações e sem insultos em seus lábios”, costumava dizer quando compartilhava a sua visão dos esportes.

Naquela época, o futebol ainda era desprezado, pois era considerado um esporte da classe baixa e dos ingleses. Entretanto, Rimet decidiu incluí-lo no seu clube.

Em 1904, o advogado francês ajudou a fundar a Fédération Internationale de Football Association (Federação Internacional de Futebol ou FIFA). Quis organizar um campeonato internacional, mas o início da Primeira Guerra Mundial atrasou os seus planos.

Rimet participou da frente de batalha durante quatro anos e foi premiado com a Cruz de Guerra, uma condecoração militar francesa concedida àqueles que se destacaram por seus atos de heroísmo.

Após o fim da guerra, Rimet se tornou presidente da FIFA em 1921 e permaneceu durante 33 anos no cargo, o período de mandato mais longo na história da federação.

 

Seus ideais sobre o esporte o motivaram a criar em 1928 a Copa do Mundo, que foi disputada dois anos depois pela primeira vez no Uruguai. Jules Rimet levou à América do Sul o troféu que recebeu o seu nome até 1970, quando o desenho da taça foi modificado pelo que é entregue atualmente.


Taça Jules Rimet / Foto: Flickr Revolweb (CC BY-SA 2.0)

O advogado católico liderou a FIFA até 1954 e, em 1956, foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz, por ter fundado a Copa do Mundo.

Rimet faleceu na França em 1956, aos 83 anos.

No livro “Uma História do Futebol em 100 Objetos”, Yves Rimet, seu neto, recordava-o como um “humanista e idealista, que acreditava que o esporte podia unir o mundo. Comparado com as pessoas da sua época, ele percebeu que para ser realmente democrático e envolver as massas, o esporte internacional deveria ser profissional”.

Em entrevista ao jornal ‘The Independent’ em 2006, Yves afirmou que o seu avô “ficaria decepcionado ao ver que, atualmente, o futebol se converteu em um negócio dominado pelo dinheiro. Essa não era a sua visão”.

Fonte: ACI Digital

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Esta equipe da Igreja pode ganhar a “Copa do Mundo” da solidariedade

Esta equipe da Igreja pode ganhar a “Copa do Mundo” da solidariedade

Com o início da Copa do Mundo Rússia 2018, na qual seleções de 32 países buscarão a vitória, a Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN) decidiu apresentar sua própria equipe com objetivo de alcançar um triunfo da solidariedade.

Enquanto “todos os olhos estão na Rússia”, indicou ACN, “decidimos criar nosso próprio time”.

“São homens e mulheres que representam muitos outros ‘jogadores’ dos 140 países onde a ACN apoia os seus projetos pastorais – profissionais que dedicaram as suas vidas, longe dos holofotes ou aplausos das multidões, e lutam com todo o coração para ganhar um troféu ainda mais importante e que consiste em trazer felicidade àqueles confiados aos seus cuidados”.

A “equipe” mundialista da ACN é encabeçada pela “treinadora” Irmã Christine Joseph, que atende as pequenas comunidades cristãs na Índia. “No total, são cerca de 85 mil pequenas comunidades locais com 200 mil animadores ou líderes leigos”, assinala a Fundação pontifícia.

“A maioria dos católicos indianos pertencem às classes mais baixas da sociedade”, destaca. Por isso, a religiosa “percorre milhares de quilômetros” para “os ensinar, para os encorajar, dando o melhor de si”.

Como “goleira”, ACN convocou a Irmã Annie Demerjian. “Assim como a missão básica do goleiro é não permitir que aconteça gols, o dever vital da Irmã Annie é também ser ágil e flexível para afastar centenas de famílias dos ataques em Aleppo, Hasake e Damasco”.

“A sua missão principal é evitar que a fome, a solidão ou a doença ultrapassem a sua defesa e marque um gol, uma vez que ela é a última na linha de defesa”.

Um “zagueiro” é o Arcebispo de Bangui, na República Centro-Africana, Cardeal Dieudonné Nzapalainga. Trata-se, indicou ACN, de uma “posição essencial”, pois o Purpurado “é aquele que devota todas as suas energias para neutralizar a oposição”.

“Onde o ódio e a incompreensão procuram controlar o campo de jogo na República Centro-Africana, um dos países mais pobres do mundo, o Cardeal e Arcebispo de Bangui, capital do país, vai para o campo disposto a pôr a vida em risco e a responder aos ataques violentos dos rebeldes Seleka e Anti-Balaka – grupos radicais que inflamam o conflito inter-religioso no país”.

Outro “zagueiro” da equipe da ACN é o Bispo de Maidiguri (Nigéria), Dom Oliver Doeme.

“O Bispo de Maiduguri é sustentáculo da fé no norte da Nigéria, onde tem defendido e cuidado do seu rebanho. A sua diocese foi uma das que mais sofreu com os ataques do Boko Haram”.

Como “ponta esquerda” está Madre Maria Luján, religiosa argentina que trabalha no Paraguai e, com as irmãs da Congregação de Jesus Verbo e Vítima, “enfrenta todas as espécies de dificuldades. Preparadas para entrar e preencher todas as lacunas, elas respondem de todas as maneiras possíveis – a cavalo, de automóvel, de trator ou bicicleta – nada consegue impedi-las de chegar aos cantos mais remotos e inóspitos onde mais ninguém consegue chegar”.

“Rápidas e engenhosas, inspiradas pela Graça e pela Fé, de olho sempre na bola, seja a 4 mil metros de altura nas montanhas ou a mil quilômetros rio abaixo na floresta”.

Como “ponta direita”, ACN tem Pe. James Channan, um sacerdote dominicano “criativo, com uma grande capacidade de trabalhar em equipe e de driblar os seus rivais”.

“E isso não é fácil num país como o Paquistão, onde os cristãos enfrentam a discriminação e a marginalização. Pe. James é um jogador habilidoso com o objetivo de proteger a minoria cristã assediada no país”, assinalou a Fundação Pontifícia.

Como “volante”, ACN convocou para sua equipe Pe. Georges Jahola, que tem um papel “importante” na “organização da reconstrução das aldeias e cidades cristãs da Planície de Nínive”. O sacerdote “está lidando com a situação com grande destreza, preparado para entrar em campo como construtor, arquiteto, encanador ou eletricista… Como qualquer bom jogador do meio-campo, precisa fazer a jogada fluir bem”.

O “meia atacante” é Pe. Walter Coronel, que realiza seu ministério como missionário na Amazônia Equatoriana.

“Missionário na região da Amazônia, em áreas distantes da civilização e ameaçadas pelas cheias, Padre Walter recebeu a missão de seu bispo em coordenar a ajuda a milhares de vítimas do terremoto de 2 anos atrás. Agora que o pior passou está a dedicar-se à recuperação e reconstrução de capelas e igrejas, que são sempre o foco de nova esperança perante tamanho sofrimento”.

Na posição de “meia atacante”, ACN colocou também Dom Franjo Komarica, Bispo de Banja Luka (Bósnia e Herzegovina). “Ele se dedica a fortalecer a dimensão vertical, o contato com Deus (espiritual), mas também trabalha na dimensão horizontal, na caridade com os irmãos (ação), a fim de manter a presença católica do país viva. Um jogo complicado, difícil, mas que ele está disposto a fazer de tudo pela vitória. Dom Franjo não tem medo de falar a verdade ou ir à luta quando se joga de forma desigual”.

O “atacante” de Ajuda à Igreja que Sofre é Pe. Shields, um missionário norte-americano que “é o único sacerdote católico na Sibéria Oriental”.

“Está a cerca de 1.300 km da missão católica mais próxima e tem dedicado a sua vida à luta pelos mais esquecidos”.

“Ordenado no Alasca, o Pe. Shields trabalha nos últimos vinte anos na Rússia e a sua estratégia de jogo baseia-se na oração contemplativa diante do Santíssimo. Uma vez por semana, permanece um dia inteiro em oração no seu pequeno eremitério”, assinala ACN.

Como segunda “atacante”, ACN tem a Irmã Catarina, que, “na Papua-Nova Guiné, juntamente com as outras quatro religiosas da sua comunidade, “não só joga, como é uma notável finalizadora”.

“No coração da floresta tropical, na Diocese de Bereina, ela criou uma equipe de especialistas na educação de crianças e de jovens adultos. Muitos já aprenderam a ler, a escrever e a fazer contas graças ao trabalho incansável destas religiosas, que sabem armar contra o adversário e finalizar o jogo de forma limpa. Elas já estão ali há bastante tempo, mas não se deixam abater pelo trabalho duro e pelo cansaço”.

Finalmente, Ajuda à Igreja que Sofre assegurou que o “centro avante” são os “benfeitores”.

“Sem uma equipe equilibrada e unida, ninguém pode ganhar o jogo. E enquanto o resto da equipe prepara o plano de jogo, trabalha a sua estratégia e resiste aos ataques do time adversário, há mais uma coisa que é necessária – a sua ajuda!”.

“A sua oração, o seu conhecimento dos nossos projetos e o seu apoio podem ser, muitas vezes, o toque final necessário para o sucesso. Por isso, vamos jogar juntos! Junte-se à ACN nesta Copa do Mundo e ajude-nos a vencer!”, incentiva ACN.

Para colaborar com Ajuda à Igreja que Sofre e suas diversas iniciativas em todo o mundo, pode acessar AQUI.

Fonte: ACI Digital

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Conheça 13 craques católicos que estão na Copa da Rússia

Conheça 13 craques católicos que estão na Copa da Rússia

Eles fazem questão de demonstrar a fé para o mundo inteiro

A Copa do Mundo 2018 já está aí. E muita gente quer escalar o time dos sonhos – com alguns substitutos, por via das dúvidas – que vai entrar em campo para colocar sua nação no caminho da glória do futebol.

Além do talento no campo, alguns jogadores se destacam pela fé que eles demostram e o desejo de compartilhá-la com o mundo inteiro. E são várias as formas de que eles se utilizam para fazer isso: em declarações públicas, fazendo peregrinações ou ajudando instituições de caridade. Em qualquer uma delas, esses jogadores sabem quem é a verdadeira fonte de inspiração (em campo e fora dele).

Veja as fotos abaixo para conhecer esses atletas talentosos e o papel que a religião tem em suas vidas.

NOTA: Embora a Itália não tenha chegado à Copa da Rússia, estamos dando uma menção especial ao notável goleiro Gianluigi Buffon, por sua participação em cinco Copas do Mundo consecutivas – de certa forma, ele “está” na Copa da Rússia também, já que o povo italiano é tão apaixonado por futebol quanto o brasileiro! Forza Italia!

Lionel Messi, Argentina

O atacante disse que, se a Argentina ganhar a Copa, ele fará uma peregrinação de 50 quilômetros até o Santuário de San Nicolás, em sua terra natal. O jogador tem uma grande tatuagem de Jesus em seu braço direito.

 

 

Sergio Aguero, Argentina

O atacante vai se juntar a Messi na peregrinação, mas acrescentou um desafio: ambos vão correr a distância até San Nicolas.

 

 

Manuel Neuer, Alemanha

O goleiro apoia um grupo católico que ajuda a combater a pobreza infantil e um grupo de jovens liderado por frades capuchinhos.

 

 

James Rodriguez, Colômbia

O meia-atacante tem uma tatuagem de Jesus em sua canela e sempre compartilha nas redes sociais que seu sucesso é dedicado a Deus.

 

 

Jakub Błaszczykowski, Polônia

Quando criança, a tragédia atingiu este meia. O pai dele assassinou a sua mãe, mas ele permanece firme na fé e foi embaixador da Jornada Mundial da Juventude em 2016.

 

 

Cristiano Ronaldo, Portugal

O craque costuma rezar antes dos jogos, coleciona rosários enviados pelos fãs e, ao contrário de muitos jogadores, não faz tatuagens porque é um exímio doador de sangue.

 

 

Andres Iniesta, Espanha

Antes da Copa do Mundo de 2010, o meia prometeu que, se a sua equipe vencesse, ele faria uma peregrinação pelo Caminho de Santiago de Compostela.

 

 

Sergio Ramos, Espanha

O zagueiro e capitão da seleção espanhola tem uma tatuagem da Virgem Maria no braço esquerdo.

 

 

Gianluigi Buffon, Itália

O goleiro de 40 anos fez uma peregrinação a Medjugorje, na Bósnia, depois da Eurocopa 2012.

 

 

Radamel Falcao, Colômbia

O atacante é muito devoto, estuda a Bíblia e reza antes de cada jogo. Costuma envolver os companheiros nestes estudos.

 

 

Olivier Giroud, França

O atacante católico tem uma tatuagem do Salmo 23 (em latim): “O Senhor é meu pastor, nada me faltará”. Ele já disse várias vezes que religião lhe traz paz.

 

 

Vedran Corluka, Croácia

Fugindo de sua terra natal, a Bósnia, durante a guerra, o meia voltou ao seu país para ajudar a financiar e reconstruir a igreja da vila em que ele morava. Ele também usa uma pulseira com ícones católicos.

 

Edinson Cavani, Uruguai

Em uma entrevista, o atacante disse que se considera “um atleta de Cristo”. Ele explicou “Eu jogo para Ele, para dar-lhe glória, para agradecer a Ele por me dar a habilidade de jogar futebol”.

 

 

Fonte: Aleteia

 

 

 

 

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