Gruta de Angelina: A Virgem Maria que em três sonhos indicou o local

Gruta de Angelina: A Virgem Maria que em três sonhos indicou o local

Em minhas noites insones fico sempre a pensar sobre o que eu devo pesquisar e escrever – sempre fui um curioso das coisas, querendo entender sobre tudo.

Mesmo não sendo católico, desde criança todos os rituais dessa Igreja me fascinavam: a sua liturgia, de certa maneira, é-me nostálgica! Os meus amigos já sabem que sempre tenho o hábito de conhecer as igrejas das cidades por onde passo. Dias desses, após levar minha madrinha ao Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Angelina, aproveitei enquanto ela fazia seus exames para subir à Gruta e fotografá-la, já que em outros momentos eu só fazia isso nos dias em que esta sempre está com muitos fiéis.

E diante dessa cidade tão bonita, diante de uma bela gruta, somados aos muitos amigos que tenho nessa cidade, foi-me como o sonho do Frei Zeno: tive um estalo – era preciso que eu estudasse melhor e conhecesse toda a história desse tão belo cartão-postal, símbolo da fé.

Sempre faço minhas orações diante dela e participo das peregrinações na Semana Santa. Esse ano, influenciado pelas disciplinas do meu curso de graduação em museologia, eu fui como pesquisador: passei a noite analisando o povo que chegava à Gruta, li as placas de graças alcançadas, as missas ao ar livre, etc. Quem tiver a vontade de fazer tal experiência antropológica eu recomendo. Certamente irá se admirar, assim como eu, com as manifestações de fé, de encorajamento, de superação e de respeito.

Mas era preciso mais do que isso. Eu precisava dispor mais do meu tempo pesquisando sobre a gruta. E como sempre, tudo o que pesquisei eram-me informações demasiadamente técnicas. Eu prefiro textos com emotividade, onde o leitor vire o ator e se insira no contexto. Era preciso que eu escrevesse poesias sobre a gruta! Mas poesia é uma arte difícil: deve-se sentir pertencido para que ela seja tocante… Então parti em busca desse pertencimento!

Lembrei-me de um livro que li na ocasião em que eu estudava na antiga Escola Técnica Federal, hoje Instituto Federal de Santa Catarina. Trata-se da obra O Poder da Fé & a Paranormalidade, de Pedro Grisa. Ali há um capítulo – O Sonho de Frei Zeno – dedicado à História da gruta. Segue trechos para apreciação. Espero que gostem!

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A Gruta Nossa Senhora de Lourdes, em Angelina (SC), foi construída em 1902 por Frei Zeno Walbroehl, padre franciscano nascido na Alemanha em 1866, que veio para o Brasil para realizar, juntamente com outros confrades, importantes trabalhos missionários.

A narrativa a seguir, relatada diretamente por Frei Hugolino Back(—–), apresenta os fatos que se relacionam com a escolha do local e a construção da referida Gruta, a qual já se convencionou chamar “O Milagre de Frei Zeno”.

O local da gruta

Segundo contam os moradores mais antigos de Angelina e localidades adjacentes, o local da Gruta de Nossa Senhora de Lourdes foi escolhido pela própria Virgem Maria.

Frei Zeno veio para o Brasil em 1891, com 25 anos de idade, apenas ordenado sacerdote, juntando-se ao grupo de missionários que já haviam se estabelecido na localidade de Teresópolis, região que hoje integra o município de Águas Mornas (SC).

Ali trabalhou alguns anos, quando então adoeceu, vítima de tuberculose (doença ainda não controlável pela ciência médica naquela época).

Para buscar melhores recursos e mudar de clima foi transferido para Petrópolis (RJ). Mas, quanto mais o tempo passava, mais ele piorava e, numa certa noite, os padres pensavam que ele iria morrer.

Frei Zeno, enfraquecido pela doença, dizia a si mesmo que não podia entender por que deveria morrer tão jovem, já que queria tanto trabalhar nas missões do Brasil. Aproveitou o pouco de vida que lhe restava para fazer uma promessa a Virgem Maria, dizendo: “Se eu ficar curado vou construir uma gruta a Nossa Senhora de Lourdes e vou continuar meu trabalho missionário”.

Naquela noite de 1899, Frei Zeno, em estado febril, teve um sonho que mostrava, como se fosse uma visão, o lugar onde ele deveria construir a gruta. Era um morro coberto de árvores, com um paredão de pedras, de cujo topo descia uma grande cascata de águas cristalinas. Mas ele não sabia onde ficava esse lugar.

Milagrosamente, no dia seguinte, Frei Zeno estava curado.

Foi, então, transferido para Guaratinguetá (SP) e logo após para Santo Amaro da Imperatriz (SC), onde recebeu, juntamente com outros padres, o encargo de visitar as capelas da Paróquia de Santo Amaro, que era, na época, uma grande paróquia, depois desmembrada em outras, como São Bonifácio e Angelina, a qual tem como sede o Santuário de Nossa Senhora de Lourdes.

Naquele tempo, todas as viagens às capelas eram feitas a cavalo, pois não havia outra condução. Os padres ficavam dois ou três dias em cada capela, depois seguiam para outra e, geralmente, após um mês de visitas, retornavam à sede, ou seja, à Casa Paroquial de Santo Amaro.

Quando Frei Zeno chegou, pela primeira vez, em Angelina, sonhou que era lá que deveria construir a Gruta de Nossa Senhora de Lourdes.

No dia seguinte, saiu com um grupo de homens à procura do local que lhe fora mostrado no sonho.

Acharam muitos lugares bonitos, porque Angelina é uma região montanhosa, rica em quedas d’água. Mas nenhum desses locais correspondia àquele que Frei Zeno havia visto no sonho, em Petrópolis, quando estava à beira da morte.

Passados mais ou menos seis meses, Frei Zeno retorna a Angelina, em visita à capela. Já na primeira noite, sonha novamente que era lá que deveria construir a gruta. Pela manhã, saíram, mais uma vez, à procura do local, e também não encontraram.

Um ano depois, Frei Zeno, voltando a Angelina, fica surpreso ao ver o sonho se repetir; então, percebe a insistência de Nossa Senhora em ver sua gruta construída nessa localidade. Parecia que a Virgem estava cobrando a promessa que ele tinha feito quando estava doente.

No dia seguinte, bem cedo, conversando com alguns homens olha o rio que passa atrás da capela e depois para o morro coberto de mata, logo adiante. Então, pergunta-lhes se há um rio naquele morro.

Os homens dão uma boa risada e dizem com certeza que lá não existe nenhum rio. Porém um deles conta que, quando chove muito, escuta-se um ronco de água vindo do alto do morro.

Frei Zeno pede aos homens que peguem foices e facões para irem à procura do lugar com que ele havia sonhado. Atravessam o rio que passa artás da capela (hoje Santuário de Angelina), entram no mato e logo encontram um riacho que desce o morro e entra no rio.

Começam a subir pela beira do riacho e encontraram várias quedas d’água, uma mais bonita que a outra. Perto de cada uma, os homens perguntam a Frei Zeno se aquele é o lugar do seu sonho. O Frei diz que não, e continuam subindo. Os homens já começam a desanimar e a duvidar se havia mesmo ess lugar que Frei Zeno procurava.

Continuam subindo riacho acima e chegam quase no topo do morro. Diante de uma linda queda d’água, Frei Zeno começa a gritar:

– É este o lugar!… É este o lugar que eu vi!… É este o lugar que eu vi!

Assim, fica claro que esse lugar foi escolhido por Nossa Senhora como o local predestinado por Deus para distribuir suas grandes graças aos homens.

O local escolhido para a Gruta de Nossa Senhora de Lourdes, em Angelina, é descrito por Frei Elziário Schmitt, com uma impressionante riqueza de detalhes.

“Já quase no alto do pico, encontraram um grande corredor, entre flancos de pedra, coberto de vegetação, uns 15 metros de largo com 10 de comprido, fechado aos fundos por um paredão com 12 metros de alto. Escachoando em espumas pelo flanco direito, descia o maravilhoso salto da floresta, caindo num tanque cristalino de rocha – um grande espetáculo, há quantos mil anos, onde o sol, em filigranas brancas, descia pelas franças de todas as árvores de lá do alto, queimando de esplendor, lá embaixo, as cintilações inquietas, frescas e floridas, de uma gruta fenomenal, aberta sem a mão do homem, há muitas centenas de séculos esperando por Nossa Senhora. E muito mais bonita do que no sonho…”

O sonho se concretiza

 

Frei Zeno, emocionado com a descoberta do local que Nossa Senhora lhe mostrara em sonho, no ardor de seu entusiasmo escreve à sua mãe relatando os milagrosos acontecimentos vivenciados por ele. Fala das dificuldades que antevê no cumprimento definitivo de sua promessa.

Mas grande é a sua surpresa e incontida é sua alegria ao receber a resposta de sua carta, na qual a mãe comunica que, em sinal de gratidão à Imaculada Conceição por ter salvo a vida de seu filho padre, enviará uma réplica da imagem de Nossa Senhora que está no Santuário de Lourdes, na França.

Tomado de novo entusiasmo, Frei zeno põe mãos à obra, recebendo todo o apoio de seus confrades e da comunidade católica da Angelina na construção da gruta.

Como o local era de difícil acesso, foi necessário abrir um caminho para chegar até lá. Foi construída, então, uma estrada com catorze voltas. É interessante observar que o número de voltas foi exatamente o mesmo que o das estações da Via Sacra.

Quem comandou a construção da estrada e da gruta foi Frei Bucardo Sasse e Frei Josefá Immenkoetter.

A imagem de Nossa Senhora, medindo 1,95m de altura, doada, pela mãe de Frei Zeno, chega a Florianópolis de navio no início de 1902.

Frei Zeno reúne um grupo de pessoas das redondezas de Angelina para ir a Florianópolis buscar a tão esperada imagem. Naquele tempo, para vir de Angelina a Florianópolis levava-se mais ou menos dois dias de viagem, a cavalo ou de carroça. Eram mais de 50 quilômetros de estrada estreita, de chão batido e cheia de curvas.

A imagem de Nossa Senhora foi transportada num carro de boi conduzido pelo Sr. Adão Nicolau Schmitt, pai de Frei Elziário.

Em Angelina, permaneceu durante cinco anos na capela de São Carlos Borromeu, num altarzinho feito especialmente para ela.

Somente em 15 de agosto de 1907 a imagem da Virgem é transferida para o alto do morro e colocada no nicho de pedras construída ao lado da queda d’água que cai de uma altura 12 metros.

Logo após a transferência da imagem de Nossa Senhora para a gruta, são encomendados, também da Alemanha, os quadros da Via Sacra, que chegam ao porto de Desterro embalados em quatro grandes caixotes de madeira. Para facilitar o transporte até Angelina, as caixas são abertas e os catorze blocos de gesso, medindo 85cm de altura por 60cm de largura, são levados em carroças com a ajuda dos colonos da região.

É importante observar que, apesar da fragilidade do material utilizado nas estátuas, tanto a imagem da Virgem Maria quanto as catorze estações da Via Sacra chegaram a Angelina intactas, sem a menor rachadura ou arranhão, missão quase impossível levando-se em conta a longa e difícil trajetória percorrida por elas, tanto na viagem marítima como no difícil transporte terrestre.

O sonho de Frei Zeno torna-se uma realidade e sua promessa é cumprida.

A gruta e as Vocações Sacerdotais

A intenção de Frei Zeno era, de modo especial, que através da Gruta de Nossa Senhora de Lourdes surgissem muitas vocações sacerdotais e religiosas. O município de Angelina tornou-se uma grande sementeira de vocações religiosas.

Frei Zeno trabalhou longos anos na pastoral das Paróquias do Sul, realizando seu trabalho missionário com dedicação e entusiasmo, com muita fé e confiança na Virgem Santíssima.

Faleceu em 1925, em Petrópolis (RJ), com idade de 59 anos. Seus restos mortais foram recentemente transladados para Angelina, onde foi construída uma capelinha em homenagem ao idealizador e fundador da Gruta de Nossa Senhora de Lourdes, que hoje representa um grande marco histórico e religioso da região.

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Foi-me numa forma de “sinal” que obtive o entusiasmo em falar, pesquisar e escrever sobre a Gruta! Como mencionei anteriormente, essas liturgias me fascinam!

Atualmente a Gruta é um referencial da cidade de Angelina, constituindo-se em Patrimônio. E essas histórias devem ser passadas adiante para que angelinenses e demais visitantes conheçam-na a fim de não acabarem sendo esquecidas. Preservar a arte, a cultura e as tradições de uma cidade é o primeiro passo para se adquirir uma Identidade, e essa, Angelina tem! Forte abraço, visitem a Gruta e tenham paz! É isso!

 

Fonte:

GRISA, Pedro. O Poder da fé & Paranormalidade. São Paulo:1997. Edipappi

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Quantas vezes Maria mãe de Jesus é citada na Bíblia e em quais livros?

Quantas vezes Maria mãe de Jesus é citada na Bíblia e em quais livros?

A resposta precisa, quanto ao número exato que aparece o título “Maria Mãe de Jesus” na Bíblia, não consegui localizar no material pesquisado. Por exemplo para o Antigo Testamento aparece, indicações sobre a Maria Mãe de Jesus, não com precisão de termos. Indicamos um número geral de versículos que aparecem no Novo Testamento com nome Maria Mãe de Jesus que totalizam 152 vezes, mas neste número estão incluídas referências de Maria tais como: no evangelho de João onde encontramos o nome “mulher” para a Mãe de Jesus, ou no apocalipse “mulher vestida de Sol” etc, assim Lourdes, deixo para você estes textos que citam Maria, não todos os textos bíblicos para não ficar pesado para a leitura do texto.

Maria mãe de Jesus Bíblia

Por vezes, pensa-se que Maria não é muito evocada na Bíblia…

Mostraremos que as citações diretas, no Novo Testamento, são muito mais numerosas do que pensamos e que têm um significado muito peculiar na vida de Cristo.

As alusões indiretas à Maria são numerosas e muito importantes. Assim que o Antigo Testamento está repleto de figuras, imagens e profecias sobre Maria. Estas citações sobre Maria atravessam todo o Antigo Testamento, do Pentateuco aos Profetas, passando pelos Livros Históricos e Sapienciais!

Maria pertence ao Novo Testamento.

Ela nasceu no tempo do Novo Testamento. Todos os relatos específicos e diretos que falam dela estão no Novo Testamento. Enumeremos textos dos livros do Novo Testamento sobre Maria. Eles são muitos, mas os que aqui aparecem julgo suficientes para destacarmos a importância de Maria na vida de Jesus.

Maria no evangelho de João

João menciona a Mãe de Jesus em três ocasiões: uma indiretamente, na encarnação do Filho de Deus (Jo 1, 14), e as duas de uma maneira direta: as Bodas de Caná (Jo 2, 1-12) e na Morte de Jesus (Jo 19, 25-27).

) Jo 1,14: Prólogo) em forma indireta.

“E o Verbo divino se fez carne, e habitou entre nós, e nos vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai cheio de graça e de verdade.” ( João 1,14) Bíblia de Jerusalém.

2) Jo 2, 1-12 (as Bodas de Cana da Galiléia)

“1 No terceiro dia, houve um casamento em Caná da Galiléia, e a mãe de Jesus estava lá.”(João 2,1) Bíblia de Jerusalém.

João não menciona o nome “Maria”. Ele refere-se à Maria chamando-a de “Mulher” ou “Mãe de Jesus” (seis vezes). A explicação é simples: João gosta de apresentar certas pessoas como modelos de seguidores do projeto de Jesus.

3) Jo 19, 25-27 (Maria junto à cruz)

25 Perto da cruz de Jesus permaneciam  em pé,, sua mãe, e a irmã de sua mãe,  Maria, mulher de Clopas, e Maria Madalena.

26 Jesus, então, vendo a sua mãe, e perto dela o discípulo a quem amava, disse a sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho.

27 Depois disse ao discípulo: “Eis aí tua mãe!”. E a partir dessa hora o discípulo a recebeu em sua casa.”(João 19,25-27) Bíblia de Jerusalém.

Maria no evangelho de Lucas e Atos dos Apóstolos

Segundo os estudiosos do tema, Lucas é o evangelista que mais fala de Maria. Encontramos no Novo Testamento 152 versículos sobre Maria dos quais 90 são de Lucas (1 versículo aparece no livro dos Atos e 89 no terceiro evangelho).

O evangelista Lucas apresenta muitas qualidades de Maria de Jesus. Ela é o exemplo da seguidora de Jesus, acolhendo a Palavra de Deus com fé, guarda e medita em seu coração e põe em prática.

O “SIM” de Maria dado a Deus na sua juventude em Nazaré é renovado durante toda a sua vida.

Não vamos citar os 90 versículos que aparecem Maria em Lucas, para não se tornar o texto cansativo.

Maria no evangelho de Marcos

Maria aparece duas vezes no evangelho de Marcos. Poucas citações, mas muito significativas onde ela é apresentada como a discípula faz parte da família de Jesus e cumpre a vontade do.

1)) Mc 3, 20-21. 31-35: a família de Jesus.

2) Mc 6, 1-6: Jesus de Nazaré (o santo de casa não faz milagres)

a) Mc 6, 3: O “Filho de Maria”

“3 Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, de José, de Judas e de Simão? e suas irmãs não estão aqui entre nós? E escandalizavam-se dele.”(Marcos 6,3) Bíblia de Jerusalém.

Maria no Evangelho de Mateus

O Evangelho de Mateus amplia bastante a imagem de Maria.

Ela aparece na narrativa da origem e da infância de Jesus (Mt 1-2) e em alguns textos referentes à vida pública de Jesus (Mt 12, 46-50 e Mt 13, 53-58).

1– Genealogia de Jesus (Mt 1, 1-25)

18 Aorigem de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, comprometida em casamento com José, antes que coabitassem achou-se grávida pelo Espírito Santo.

20 Enquanto assim decidia, eis que anjo do Senhor manifestou-se a ele dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, pois o que nela foi gerado vem do Espírito Santo; (Mateus 1,18 e 20ss) Bíblia de Jerusalém.

Assim, a mensagem do relato resume-se em: o nascimento de Jesus se deve à ação do Espírito Santo em Maria.

José ao receber Maria em sua casa e assumir Jesus dando-lhe o nome (de Jesus), sela definitivamente o vínculo histórico da descendência messiânica.

2– Adoração dos magos e fuga para o Egito (Mt 2, 10-23)

11 Ao entrar na casa, viram o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o homenagearam. Em seguida abriram seus cofres, ofereceram-lhes presentes: ouro incenso e mirra….

14 Ele se levantou, tomou mãe e o menino durante a noite, e partiu para o Egito….

21 Ele se levantou, tomou o menino e sua mãe e entrou na terra de Israel.”( Mateus 2,11 e 14 e 21) Bíblia de Jerusalém.

3 – Maria na vida pública de Jesus.

a) Mt 12, 46-50: a família de Jesus e os seguidores

b) Mt 13, 53-58: O profeta rejeitado em sua pátria

Maria no livro do Apocalipse 12

Encontramos a figura de Maria Mãe de Jesus no capítulo 12, principalmente porque tem algumas referências sobre uma “mulher vestida de sol”.

O Capítulo pode muito bem ser dividido em três partes que apresentam três cenas com os seguintes personagens:

1ª Cena : Ap 12, 1-6

“1 Um sinal grandioso apareceu no céu: uma mulher vestida com o sol, tendo a lua sob os pés, e sobre a cabeça uma coroa de doze estrelas”. ( Apocalipse 12,1) Bíblia de Jerusalém.

2ª Cena: Ap 12, 7-12

3ª Cena: Ap 12, 13-17

“13 Ao ver que fora expulso para a terra, o dragão pôs-se  perseguiu a mulher que dera à luz o filho varão.”(Apocalipse 21,13ss) Bíblia de Jerusalém.

Maria no Novo Testamento- segundo Gálatas

– Gálatas.

Por conter a informação mais antiga sobre Maria, analisaremos um único versículo referente ao estudo mariano. Gal 4, 4. Eis o texto:

“Quando, porém chegou a plenitude dos tempos, enviou Deus seu Filho, nascido de uma mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filial.”

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Lista dos principais preparativos para o casamento

Lista dos principais preparativos para o casamento

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O casamento é a realização de um sonho e, em geral, provoca correria dos casais e até de familiares nos dias que antecedem a cerimônia. Tudo para que nada dê errado. Para fugir dessa correria de última hora, nós elaboramos uma lista modelo, com os principais itens para ajudar você nesses preparativos, saindo tudo conforme foi planejado. Leia mais

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Vocação: O Padre é amigo de Deus e amigo dos Homens!

Vocação: O Padre é amigo de Deus e amigo dos Homens!

Começo perguntando, você tem um amigo padre?

O sacerdote é um amigo de trincheira, ouvi um padre experiente falar isso em um retiro e fiquei meditando. Veio na minha cabeça a imagem de uma guerra e aquelas trincheiras formadas por sacos de areia que escondem vários soldados ou aquelas trincheiras feitas por grandes buracos no chão para que eles possam se proteger e contra atacar.

Pensei também em tantos filmes belíssimos de guerra que eu já assistir e aquele soldado que arrisca a vida para salvar o pelotão e até mesmo para salvar aquele único amigo machucado que ficou para trás. Ser amigo de trincheira é não ter nada a perder a não ser o amigo, é saber agir junto e ao mesmo tempo ser rápido para agir sozinho em favor do outro. Companheiro combatente onde a única verdade não é minha reputação ou voltar para casa, realizar meus sonhos, a única verdade que habita o coração combatente do amigo sacerdote é salvar a vida, mesmo que não seja a sua. O Sacerdote é o homem da Palavra de Deus, o homem do sacramento, o homem do “mistério da fé”. E por tudo isso, o padre pode ser um excelente companheiro de caminhada.

Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor. Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai (João 15,15). Amizade verdadeira é aquela que segue a estratégia do conhecimento, os meus amigos padres seguiam as trilhas do coração, primeiro do coração de Deus, achando sempre um atalho para o coração do amigo. Como o bom pastor conhece até a voz (cf. Jo 10). Crescer nesta amizade é não ter medo de arriscar, acreditar sempre que o outro pode fazer mais e melhor.Neste caminho se exercita bastante a fé, a paciência, o discernimento e a confiança de quem espera o amigo ter mais capacidade de superar do que de vencer. Procura viver a misericórdia porque antes de tudo toca na sua miséria, este soldado amigo não precisa se camuflar, porque a verdade é a sua maior defesa. Grande experiência de fé e vida no ser humano é ter um amigo padre!

A amizade sacerdotal é uma escola, digamos que seja um discipulado onde hora se é discípulo e hora você é mestre. O padre é uma pessoa escolhida por Deus primeiro e que tem a capacidade de te conhecer e lapidar alma e coração, mas ele também é lapidado. O padre tem necessidade também de autênticas e verdadeiras amizades que o acolham na sua humanidade e fragilidade, mas também que o lembrem sempre da sua grande vocação de homem de Deus.

Outro dia ouvi esta frase de um amigo e filho: “Que bom padre, estava sentindo falta de nossas conversas, como já disse neste tempo que te conheci, a sua amizade foi uma das melhores coisas que me aconteceu aqui, um presente de Deus. Pode contar comigo pro que der e vier!” A riqueza de se ter um amigo padre é a certeza de ser apresentado para o grande e verdadeiro amigo que é Deus e a possibilidade de se devolver à dignidade de filho, de amigo de Deus a pessoa do amigo. O padre precisa ser antes de tudo amigo de Deus para poder ser amigo dos homens.

Oração: Obrigado Senhor pelo dom da amizade, ela é uma vocação tão rica e necessária para os nossos dias. Dai aos nossos sacerdotes a graça de serem profundamente amigos do Coração de Jesus e Maria para que eles saibam ser amigos e companheiros do teu povo. Concede também Senhor que os nossos padres encontrem em meio ao seu trabalho pessoas amigas que possam ser para eles um sinal de Tua presença confortadora. Que pela fé e pelo poder do Divino Espírito Santo sacerdotes e leigos descubram a graça da direção espiritual através da amizade e possamos viver como as primeiras comunidades: “eles tinham um só coração e uma só alma”.

Fonte: Canção Nova

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Avós: fonte de sabedoria

Avós: fonte de sabedoria

O Arcebispo metropolitano de São Paulo, Cardeal Dom Odilo Scherer, fala sobre Sant’Ana e São Joaquim, os avós de Jesus, celebrado pela Igreja no dia 26 de julho.

Dom Odilo recordou que os avós são muito importantes na família por serem um elo entre as gerações e por carregarem em si muita sabedoria, conhecimento sobre os acontecimentos importantes da vida, cultura e fé.

“É muito importante valorizar os avós e as pessoas mais idosas, escutá-las, ouvi-las, aproveitar as experiências delas”, incentivou o arcebispo.

Fonte: Canção Nova

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