10 frases do Papa Francisco que nos situam no “Tempo da Misericórdia de Deus”

10 frases do Papa Francisco que nos situam no “Tempo da Misericórdia de Deus”

clipadaSe você tem dúvidas sobre participar ou não do Congresso Continental das Américas da Divina Misericórdia – ACCOM, leia estas frases. O pontificado de Francisco vem conduzir toda a Igreja – e humanidade – para uma experiência efetiva com a Misericórdia de Deus. Separamos aqui alguns trechos ditos e escritos pelo papa que mostram o quanto precisamos nos decidir por este caminho. Confira:

“O rosto de Deus é o de um pai misericordioso, que sempre tem paciência. Já pensastes na paciência de Deus, na paciência que Ele tem com cada um de nós? É a sua misericórdia. Sempre tem paciência, tanta paciência conosco: compreende-nos, está à nossa espera; não se cansa de nos perdoar, se soubermos voltar para Ele com o coração contrito.” (Angelus, 17 de março de 2013)

“Nada que um pecador arrependido coloque diante da misericórdia de Deus pode ficar sem o abraço do seu perdão. É por este motivo que nenhum de nós pode pôr condições à misericórdia; esta permanece sempre um ato de gratuidade do Pai celeste, um amor incondicional e não merecido. Por isso, não podemos correr o risco de nos opor à plena liberdade do amor com que Deus entra na vida de cada pessoa.” (Misericordia et misera, 2016)

“Precisamos sempre contemplar o mistério da misericórdia. É fonte de alegria, serenidade e paz. É condição da nossa salvação. Misericórdia: é a palavra que revela o mistério da Santíssima Trindade. Misericórdia: é o ato último e supremo pelo qual Deus vem ao nosso encontro. Misericórdia: é a lei fundamental que mora no coração de cada pessoa, quando vê com olhos sinceros o irmão que encontra no caminho da vida. Misericórdia: é o caminho que une Deus e o homem, porque nos abre o coração à esperança de sermos amados para sempre, apesar da limitação do nosso pecado.” (Bula Misericordiae Vultus)

“Com o seu ensinamento e sobretudo com o seu testemunho, a Igreja oferece-nos o amor de Deus, que rompe esta reclusão mortal em nós mesmos que é a indiferença. Mas, só se pode testemunhar algo que antes experimentámos. O cristão é aquele que permite a Deus revesti-lo da sua bondade e misericórdia, revesti-lo de Cristo para se tornar, como Ele, servo de Deus e dos homens.” (Mensagem para a quaresma de 2015)

“Um pouco de misericórdia torna o mundo menos frio e mais justo.” (Angelus, 17 de março de 2013)

“A misericórdia não se pode reduzir a um parêntese na vida da Igreja, mas constitui a sua própria existência, que torna visível e palpável a verdade profunda do Evangelho. Tudo se revela na Misericórdia; tudo se compendia no amor misericordioso do Pai” (Misericordia et misera, 2016)

“As lágrimas da vergonha e do sofrimento transformaram-se no sorriso de quem sabe que é amado. A Misericórdia suscita alegria, porque o coração se abre à esperança duma vida nova.” (Misericordia et misera, 2016)

“A misericórdia é, antes de mais nada, a proximidade de Deus ao seu povo. Uma proximidade que se manifesta principalmente como ajuda e proteção” (2 de abril de 2016)

“Deus misericordioso e piedoso, lento na ira e grande no amor e na fidelidade”. (13 de janeiro de 2016)

“Há momentos em que somos chamados, de maneira ainda mais intensa, a fixar o olhar na misericórdia, para nos tornarmos nós mesmos sinal eficaz do agir do Pai.” (Bula Misericordiae Vultus)

Se você ainda não fez sua inscrição, não perca tempo. Clique aqui: http://www.accom2017.org/br/inscricao

Fonte: ACCOM2017

 

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Padre Joãozinho dá detalhes do I Congresso Continental da Misericórdia nas Américas

Padre Joãozinho dá detalhes do I Congresso Continental da Misericórdia nas Américas

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O Brasil será país sede do I Congresso Continental da Misericórdia nas Américas ( I ACCOM 2017). Aparecida (SP) receberá esse congresso de 22 a 25 de junho de 2017 em que irá refletir sobre a bula do Jubileu Extraordinário da Misericórdia – Misericordiae Vultus –, o rosto Misericordioso de Deus.

Sob o tema “Sua Misericórdia se estende de geração em geração sobre os que o temem” o congresso seguirá uma programação com conferências, missas, testemunhos, oração do Terço da Misericórdia e produção cultural.

O assessor teológico do Congresso padre Joãozinho, scj detalhou ao A12.com sobre o conteúdo do congresso.

“Sobre os conferencistas já temos alguns nomes confirmados e outros a confirmar, para a primeira conferência estão confirmados Padre Dante da Argentina e Padre Rodrigo Natal, autor do livro ‘365 dias com a Divina Misericórdia; para a segunda conferência já está confirmada a presença de Padre Zezinho, para a terceira conferência ainda aguardamos confirmação do Padre Jonas Abib e para a quarta conferência receberemos a Irmã Lina Boff”, contou.

As conferências terão subtemas a partir da reflexão central, como “O Pai das Misericórdias”, “Jesus, o Rosto da Misericórdia”, “Espírito Santo, a efusão da Misericórdia” e “Maria, Mãe da Misericórdia”.

Padre Joãozinho ainda comentou a importância de o Congresso acontecer em Aparecida.

“A palavra misericórdia na língua de Jesus, o hebraico e aramaico, significa útero, entranha, colo, lugar onde a vida é gerada e o Santuário de Aparecida é o colo misericordioso do Brasil, por isso o próprio Santuário representa um espaço onde as pessoas veem para receber o colo de Deus e Maria é metáfora do colo de Deus, Maria é Mãe da Misericórdia”, comentou.

O ACCOM terá também a presença do arcebispo de Aparecida (SP) Dom Orlando Brandes, do Cardeal Dom Raymundo Damasceno Assis e do Cardeal Dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro (RJ).

FONTE: a12.com

 

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Igreja terá cinco novos beatos. Entre os veneráveis o Cardeal Van Thuân

Igreja terá cinco novos beatos. Entre os veneráveis o Cardeal Van Thuân

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Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco recebeu em audiência, nesta quinta-feira (04/05), no Vaticano, o Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, ao qual autorizou a promulgação de  decretos relativos a quatro milagres, um martírio e as virtudes heroicas de sete Servos de Deus, dentre os quais o Cardeal vietnamita Francisco Xavier Nguyên Van Thuân.

Milagres

Com o reconhecimento dos quatro milagres serão beatificados os seguintes veneráveis:

Francesco Solano Casey, sacerdote professo da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, nascido em 25 de novembro de 1870 e morto em 31 de julho de 1957;

Maria da Conceição, no século Adelaide de Batz de Trenquelléon, fundadora das Filhas de Maria Imaculada, nascida em 10 de junho de 1789 e morta em 10 de janeiro de 1828;

Chiara Fey, fundadora do Instituto das Servas do Pobre Menino Jesus, nascida em 11 de abril de 1815 e falecida em 8 de maio de 1894;

e Caterina de Maria, no século Giuseppa Saturnina Rodríguez, fundadora da Congregação das Servas do Sacratíssimo Coração de Jesus, nascida em 27 de novembro 1823 e morta em 5 de abril de 1896.

Martírio 

Também será beatificado o Servo de Deus Luciano Botovasoa, leigo e pai de família, da Terceira Ordem de São Francisco, morto por ódio à fé em Vohipeno, Madagascar, em 17 de abril de 1947, para salvar os habitantes de sua aldeia durante uma insurreição.

Virtudes heroicas

Entre os novos veneráveis Servos de Deus, aos quais foram reconhecidas as virtudes heroicas, estão:

Elia dalla Costa, Cardeal da Santa Romana Igreja, Arcebispo de Florença, nascido em 14 de maio de 1872 e falecido em 22 de dezembro de 1961;

Francisco Xavier Nguyên Van Thuân, Cardeal da Santa Romana Igreja, nascido em 17 de abril de 1928 e morto em 16 de setembro de 2002. Van Thuân foi criado cardeal por São João Paulo II, depois de transcorrer vários anos nas prisões do Vietnã.

Giovanna Meneghini, fundadora da Congregação das Irmãs Ursulinas do Sagrado Coração de Maria, nascida em 23 de maio de 1868 e falecida em 2 março de 1918;

Vincenza Cusmano, primeira superiora geral da Congregação das Pobres Servas, nascida em 6 de janeiro de 1826 e morta em 2 de fevereiro de 1894;

Alessandro Nottegar, leigo, pai de família, fundador da Comunidade Regina Pacis; nascido em 30 de outubro de 1943 e falecido em 19 de setembro de 1986;

Edvige Carboni, leiga, nascida em 2 de maio de 1880 e morta em 17 de fevereiro de 1952;

e Maria Guadalupe Ortiz de Landázuri y Fernández de Heredia, leiga, da Prelazia da Santa Cruz e Opus Dei; nascida em 12 de dezembro de 1916 e morta em 16 de julho de 1975.

(MJ)

(Fonte: Radio Vaticano)

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O que convenceu uma blogueira ateia a se converter ao catolicismo?

O que convenceu uma blogueira ateia a se converter ao catolicismo?

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Leah Libresco Sargeant, que era uma conhecida blogueira ateia, se converteu em 2012 ao catolicismo depois de desafiar os seus leitores a apresentar uma resposta intelectualmente rigorosa e espiritualmente gratificante às suas perguntas sobre a vida.

Em uma recente entrevista ao jornal ‘National Catholic Register’, Sargeant explicou a sua motivação para se converter ao catolicismo e as mudanças que sentiu posteriormente.

“O que me persuadiu foi definitivamente a força que começou a ter a pergunta: Como chegamos a conhecer a verdade?”, disse Sargeant, que continua escrevendo em seu blog, mas a partir de uma perspectiva católica e, além disso, é editora colaboradora da revista católica ‘America’.

A blogueira sabia que a matemática funcionava de modo totalmente distinto da moralidade, “porque há coisas no mundo físico que são tão evidentes para nós que, obviamente, não requer nenhuma intervenção sobrenatural”, mas que são compreendidas por analogias físicas.

“A moralidade não funciona deste modo”, disse e se deu conta de que “a base da sua argumentação sobre a existência da ética era ainda mais frágil do que a da existência ou não da matemática”. “Então, a pergunta deve ser esta: De onde vem esse tipo de conhecimento já que não é algo que possa ir construindo a partir de blocos de construção que eu encontro ao meu redor?”.

Nos momentos de dúvida, Sargeant indicou que teve três proposições que não encaixavam bem: “(1) Que Deus não existia. (2) Que a moralidade não dependia dos seres humanos, não era algo feito, mas algo transcendente, fora de nós. (3) E que não parecia ter uma maneira de alcançar algo transcendente por conta própria”.

“Você não pode acreditar nas três ao mesmo tempo. Então, a qual dessas renunciar? A proposição pela qual eu tinha definitivamente mais certeza é que a moralidade era transcendente. Estava insegura da terceira, tentando encontrar uma forma de fazê-la. Eu continuava encontrando problemas. De qualquer modo, decidi renunciar a primeira proposição: Que não existe um Deus”, disse a ex-ateia.

Sargeant revelou que foi através de conversas com católicos e com amigos ortodoxos orientais que reconheceu “o Deus que estavam falando com o tipo de Deus que estava evadindo sem perceber”.

Antes da sua conversão, a também autora do livro ‘Arriving at Amen: Seven Catholic Prayers That Even I Can Offer’ (Chegando ao Amém: Sete orações católicas que inclusive eu posso oferecer), havia crescido em uma família que não era religiosa e foi educada com a ideia de que a religião era falsa.

“Muitos exemplos de religião que encontrei não foram convincentes”, disse.

Durante o seu processo de conversão, Sargeant assinalou que uma das coisas que fizeram com que o cristianismo “parecesse razoável” foi ler o livro ‘Mero Cristianismo’, de C.S. Lewis. Também começou a ler ‘Ortodoxia’, de G. K. Chesterton, e ‘Confissões’, de Santo Agostinho.

Este último foi o santo que ela escolheu para a sua confirmação: “Eu o escolhi como um santo da minha confirmação porque, de alguma maneira, ele teve um percurso parecido com o meu. Somos parecidos, pois ele também estava buscando a verdade e a buscou de uma maneira extrema”.

“E eu também tinha certo interesse no maniqueísmo, não por esse nome, mas no sentido de pensar que o mundo físico é inerentemente imoral e só o intelecto e o espírito são interessantes. Pensei que um santo padroeiro que compartilhava as minhas fraquezas seria útil”.

Finalmente, disse que uma das mudanças importantes na sua vida depois da sua conversão foi a oração, especialmente a do Santo Rosário, porque lhe permitia recitá-lo em qualquer momento e lugar, o que a ajudava a se concentrar.

“A própria Virgem Maria me deu uma maneira de rezar que é agradável a Deus. E é bom ter algo que sempre pode fazer por e com Deus sem estar se perguntando interiormente se você está indo bem”, concluiu.

Fonte: acidigital.com

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Mensagem do Pároco

Mensagem do Pároco

Maio, mês de Maria e das mamães todas!

 

Queridos (as), sempre com a saudação de Paz e Bem pra todos. Percebi que fizemos de tudo para vivermos uma Semana Santa com piedade e obras de misericórdia, também, que precisamos motivar a busca da reconciliação-perdão, Sacramento da confissão. Fizemos por setores e notei que vieram poucos e isto me chamou atenção (foi a minha primeira Páscoa em Angelina).

Maio, é o mês dedicado a Maria. Também, é o mês dedicado a todas as mães. Neste mês, lembramos com grande alegria a aparição de Nossa Senhora a aos pastorinhos de Fátima, Portugal; em que ela pede insistentemente: ¨reze o terço todos os dias para alcançarem a paz no mundo e o fim da guerra¨. Cada vez mais, precisamos de oração.

Sempre vou até nossa Senhora em nossa Gruta e deposito minhas intenções, uma delas, o nosso projeto de restauração-pintura da Igreja e do corrimão com 450 metros. De coração agradecido estou, com aqueles (as) que estão assumindo conosco o “sonho” de termos uma Igreja mais viva e eficaz.

Nossa Senhora de Fátima, Rogai por nós!
Frei Paulo C M Borges, OFM

 

 

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Papa em viagem. Confira o programa do primeiro dia no Egito

Papa em viagem. Confira o programa do primeiro dia no Egito

 O Papa Francisco deixou o Vaticano na manhã desta sexta-feira (28/04) e, do aeroporto romano de Fiumicino, partiu para a cidade do Cairo “como peregrino da paz ao Egito da paz“, segundo afirma no Twitter.clipada

Ao sair do Vaticano, encontrou para uma breve saudação 9 migrantes egípcios, acompanhados pelo Esmoleiro de Sua Santidade, o Arcebispo polonês Konrad Krajevskj. Ainda na noite de quinta-feira dirigiu-se à Basílica Santa Maria Maior, centro de Roma, onde confiou sua viagem a “Salus Popoli Romani”.

Depois de 3’15’’ de voo, durante o qual saúda brevemente os jornalistas e a delegação, o Pontífice chegará ao destino, começando assim a sua 18ª viagem apostólica fora da Itália. Em uma estadia de apenas 27 horas, Francisco, segundo Papa a ir ao Egito 17 anos depois da visita de João Paulo II, deve fazer cinco discursos.

Direto do aeroporto, em carro fechado, o Papa se dirige ao Palácio Presidencial em Heliópolis, bairro na zona nordeste da capital construído numa área aonde até o início do século XX havia um deserto. Fora do Palácio, está prevista uma cerimônia com piquetes de honra e a execução dos hinos do Egito e da Santa Sé. O Presidente da República Abdel-Fattah Al-sisi, 63, eleito em 2014, recebe o Pontífice e o acompanha à Sala de Honra para um rápido encontro e troca de presentes. Não há discursos públicos.

Na sequência, ainda em carro fechado, o Papa e sua comitiva se dirigem ao Complexo de Al-Azhar. É a chamada “Esplêndida”, a mais conceituada instituição teológica e de instrução religiosa do Islã sunita no mundo e a mais antiga universidade islâmica, tendo sido construída em 969. Desde a década de ’60, o ateneu também oferece cursos não religiosos, como pedagogia, letras, ciências, medicina, economia, engenharia, etc. As mulheres têm acesso aos estudos, mas em sedes separadas. Hoje, quase 300 mil alunos de todos os países islâmicos estão matriculados na Universidade, que possui um próprio canal Youtube, denominado “Al-Azhar TV”.

Antes de participar da Conferência Internacional sobre a Paz, em andamento no Complexo, Francisco faz uma visita de cortesia ao Reitor da Universidade, que é também o Grão-Imame da Mesquita anexa, Shaykh Ahmad Al-Tayeb. É o segundo encontro entre os dois, depois da visita do Imame ao Vaticano, em 2016.

Em seguida, o programa prevê uma reunião com representantes do governo egípcio e um encontro com Tawadros II de Alexandria (papa da Igreja Copta Ortodoxa) na sede do Patriarcado. O bairro cristão do Cairo foi alvo de um grave atentado terrorista em dezembro de 2016, quando uma bomba explodiu na capela de São Pedro, a pouca distância do escritório de Tawadros II, e deixou 29 mortos. Ali, Francisco, o Patriarca e outros líderes de confissões cristãs farão uma oração ecumênica pelas vítimas daquele e dos recentes atentados contra cristãos no Egito.

O primeiro dia da viagem se encerra às 18h40, horário local, com a chegada do Pontífice à Nunciatura, onde será acolhido por um grupo de crianças da Escola Comboniana do Cairo.

(Fonte: radio Vaticano)

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Sugestões para o Ano Nacional Mariano

Sugestões para o Ano Nacional Mariano

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Com o objetivo de ajudar a preparar e celebrar o Ano Nacional Mariano na Arquidiocese, os membros do Secretariado, do Conselho de Pastoral da Comissão das Forças Vivas e o Clero apresentaram as sugestões que seguem:
1.      Aproveitar os momentos de formação para aprofundar o estudo sobre Maria.
2.      Realizar a Peregrinação Arquidiocesana ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida dia 17 de junho. A programação constará de Celebração Eucarística, conferencia e terço.
3.      Incentivar a oração diária do terço nas famílias, especialmente nos meses de maio e outubro em todas as comunidades.
4.      Promover retiros abertos nas paroquias e santuários dedicados a Nossa Senhora.
5.      Realizar a Novena de Nossa Senhora Aparecida se possível em todas as comunidades e paróquias.
6.      Realizar uma noite arquidiocesana de oração mariana nas famílias transmitida pela radio e internet com roteiro próprio. Pode ser na semana da família no dia 15 de agosto.
7.      Refletir sobre as sete dores e sete alegrias de Nossa Senhora.
8.      Envolver os pescadores em suas colônias, especialmente na Festa se Nossa Senhora dos Navegantes.
9.      Elaborar os livretos dos GBF com esse tema.
10.  Incluir a visita da imagem de Nossa Senhora de Fatima em março e a celebração do centenário das aparições em Fátima.
11.  Realizar um encontro com as mulheres das comunidades com o tema mulheres da bíblia e Maria
12.  Fortalecer e ampliar o terço dos homens e promover um encontro arquidiocesano com os homens do terço.
13.  Trabalhar o Ano Mariano na perspectiva missionária, do ir ao encontro e da visitação.
14.  Divulgar a devoção reparadora dos cinco primeiros sábados.
15.  Pensar as atividades para este ano partir do Plano de Pastoral e dos projetos em andamento.
16.  Cada Forania coloque em sua programação uma peregrinação a um Santuário Mariano.
17.  Promover o estudo do documento.Marialis Cultus.
18.  Revitalizar as grutas e realizar peregrinação das paróquias a alguma gruta na própria paróquia.
19.  Programar uma concentração arquidiocesana ou concentrar por Forania.
20.  Aproveitar a peregrinação da Sexta-Feira Santa ao Morro da Cruz com enfoque em Nossa Senhora das Dores.
21.  Os movimentos marianos organizem algum evento, atividades.
22.  As paroquias motivem as visitações aos Santuários Marianos e às igrejas marianas.
23.  Visitação e benção nas casas.
24.  Onde há Cerco de Jericó, poderia acrescentar a meditação de um título de Nossa Senhora para cada dia, incluindo nas missas.
25.  Incentivar a oração do terço nas Famílias.
26.  Abertura do Ano Mariano nas Paróquias ainda em 2016 – sugestão: dia 8/12.
27.  Verificar quais são os movimentos Marianos na Arquidiocese e dar-lhes orientação.
28.  Oportunizar uma maior e melhor reflexão sobre o papel da mulher no plano da salvação; produzir materiais de conscientização do papel da mulher.
29.  Rezar o Terço nos asilos, orfanatos, hospitais, casas de pessoas doentes;
30.  Incentivar, a exemplo do serviço de Maria, nossas lideranças para a prática do serviço na comunidade.
31.  Realizar um dia de retiro com tema mariano no Santuário de Azambuja.
32.  Envolver com maior intensidade as Congregações Religiosas femininas nas celebrações do Ano Mariano.
 
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4 motivos para você não perder o Congresso Continental da Misericórdia nas Américas

4 motivos para você não perder o Congresso Continental da Misericórdia nas Américas

 

A Misericórdia de Deus ocupa lugar central na relação entre a humanidade e Deus e, por isso, sempre foi motivo de reflexões e esforços por parte da Igreja. De modo particular, se analisarmos as figuras dos três últimos papas, claramente podemos observar a intensidade com a qual o tema vem sido discutido. É possível identificar isso no pontificado de João Paulo II, que assumiu o anúncio da Misericórdia como sua prioridade, em Bento XVI, que nos trouxe riquíssimos documentos e embasamento teológico para o aprofundamento desta característica de Deus até a presente explosão pastoral – profundamente marcada pela Misericórdia de Deus – conduzida pelo Papa Francisco.

Sobre este apogeu da Misericórdia de Deus, Bento XVI escreveu: “Para mim é um sinal dos tempos o fato que a ideia da misericórdia de Deus seja sempre mais central e dominante”. O Congresso Continental da Misericórdia nas Américas – ACCOM, de 22 a 25 de junho, será, sem dúvidas, uma excelente oportunidade para o aprofundamento neste tema que é tão rico e tão necessário nos tempos de hoje.

Por isso, selecionamos aqui alguns bons motivos para que você não fique de fora deste encontro. Confira:

  1. A programação do Congresso: O ACCOM será ponto de encontro de bispos, leigos, religiosos e representantes de instituições que lidam diretamente com as obras de misericórdia. Será um espaço riquíssimo de encontro, partilha, oração e convivência. Quem participar do Congresso, terá a oportunidade de receber formações, acompanhar as conferências e, sobretudo, compreender melhor como, individual e comunitariamente, se pode viver e acolher a misericórdia.
  2. Será a primeira vez que o Brasil recebe a Conferência: É, também, o primeiro que acontecerá no Continente Americano. A ocasião faz parte das celebrações  que marcam os 300 anos do encontro da venerada imagem de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil. Um marco histórico para o nosso país: a misericórdia de Deus e a proteção de Nossa Senhora.
  3. Oportunidade para manter viva a experiência do Jubileu Extraordinário da Misericórdia: Este momento, para a Igreja, marcou um tempo de mudança de cultura, abertura ao outro e missionariedade. Alcançar Misericórdia e ser Misericórdia. Esse apelo é, claramente, atemporal. As palavras do Papa Francisco têm nos movimentado constantemente nesta direção. Participar do ACCOM será, sem dúvida, uma forte experiência de contemplar Jesus Cristo, que “é o rosto da misericórdia do Pai.” (Papa Francisco, Misericordiae Vultus).
  4. Ocasião para obter as indulgências do Ano Mariano: A Penitenciária Apostólica, em nome do Papa Francisco, anunciou recentemente que, aqueles que “penitentes e impulsionados pela caridade” visitarem na forma de peregrinação a Basílica do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP), receberão indulgência plenária. Para alcançar a indulgência plenária, serão necessárias as condições habituais: a confissão sacramental, a comunhão eucarística e a oração na intenção do santo padre. Ou seja, participar do ACCOM já será uma grande graça, mas participar em um tempo tão significativo, como o Ano Mariano e na cidade onde a Basílica da Padroeira do Brasil está localizada, intensificará este momento de fé e experiência de amor.

Fonte: accom2017

Link: goo.gl/BDSSXj

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O que está por trás do aumento mundial dos ataques à liberdade religiosa?

O que está por trás do aumento mundial dos ataques à liberdade religiosa?

Um estudo anual sobre as restrições às religiões mostra uma ligeira reversão de uma tendência descendente

estudo anual feito pelo Pew Research Center descobriu que em 2015 (o ano mais recente para o qual os dados estão disponíveis) a liberdade religiosa sofreu retrocesso em todo o mundo. Pela primeira vez em três anos, as restrições governamentais à religião aumentaram.aleteia

Mais preocupante, segundo o relatório, é o efeito combinado das restrições governamentais e das ações sociais contra os grupos religiosos. Em todo o mundo, o estudo descobriu que 40% dos países foram listados na lista dos países menos hospitaleiros para a liberdade religiosa – isso é superior aos 34% em 2014.

Entre os 25 países mais populosos do mundo, Rússia, Egito, Índia, Paquistão e Nigéria apresentaram os mais altos níveis combinados de restrições governamentais à liberdade religiosa e às hostilidades sociais contra a prática da religião.

Quem está diminuindo a liberdade religiosa?

O aumento mais acentuado das restrições governamentais foi encontrado na África subsaariana, mas a região do Oriente Médio e do Norte da África continua a gozar da duvidosa distinção de ter o maior número de países (95%) a usar a força do governo ou o assédio contra grupos religiosos. Essa região também tem visto o maior aumento nas restrições governamentais contra a liberdade religiosa desde 2007.

Também notável foi o aumento das restrições governamentais à religião na Europa. De acordo com o estudo, 27 países europeus (60%) viram um aumento no assédio do governo a grupos religiosos em 2015 – comparado a 17 países em 2014.

O estudo também relatou um aumento nas hostilidades sociais contra grupos religiosos na Europa. O número de países que assistiram ao assédio por atores não governamentais contra os judeus aumentou (de 32 para 33), como fez contra os cristãos (de 17 países para 21) e mais dramaticamente contra os muçulmanos (de 26 para 32).

O que está por trás das crescentes ameaças contra a religião na Europa?

Dois países na Europa – França e Rússia – foram apontados pelo relatório, cada um tendo mais de 200 casos de força do governo contra grupos religiosos. No caso da França, foi principalmente devido à punição de indivíduos por violar a proibição de usar o véu em edifícios públicos. A Rússia, segundo o estudo, era culpada de perseguir pessoas, como as Testemunhas de Jeová, pelo exercício da religião.

Muitos dos incidentes de restrições governamentais na Europa foram em resposta à crise de refugiados do continente, de acordo com o estudo. As declarações do primeiro-ministro húngaro Viktor Orban em 2015, críticas a uma política que daria boas-vindas aos imigrantes muçulmanos, são citadas como um incidente de assédio do governo.

A rejeição da Eslováquia às quotas europeias de refugiados e a preferência por refugiados cristãos também é mencionada no relatório como um exemplo de restrição religiosa.

A resposta da Europa aos ataques terroristas (mais notavelmente os ataques na França nos escritórios da revista Charlie Hebdo e na sala de concertos Bataclan) é vista como uma evidência de uma restrição à liberdade religiosa. O relatório observa que o ataque de 2015 da polícia alemã a uma mesquita, por causa de falsos rumores de ser uma fonte de armas para um ataque terrorista planejado, contou como força usada contra um grupo religioso.

A Suíça estava entre os quatro países do mundo com o maior aumento das hostilidades sociais (os outros foram o Níger, as Filipinas e o Nepal). Isto foi devido a um aumento de incidentes antissemitas e anti-islâmicos, incluindo um ataque a um judeu ortodoxo e a profanação de túmulos muçulmanos.

O que está por trás da perda da liberdade religiosa na África subsaariana? 

A África subsaariana foi citada como tendo o maior aumento na força do governo e nas hostilidades sociais contra grupos religiosos devido ao grupo extremista baseado no grupo Boko Haram da Nigéria, de acordo com o relatório.

Os ataques de Boko Haram, que matou dezenas de pessoas em 2015, são considerados “hostilidades sociais” pelo estudo, e a resposta do governo a eles (incluindo a proibição do véu islâmico e burca, para limitar o risco de explosivos ocultos) contribuíram para o aumento do nível de restrições governamentais.

O que falta no relatório?

O relatório reconhece prontamente que a Coréia do Norte, que ele chama de “o mais repressivo [governo] do mundo”, não está incluída porque sua sociedade está fechada a pessoas de fora.

Também admite alguma influência. Paradoxalmente, um país mais livre pode encontrar mais incidentes de repressão do governo do que um repressivo, como é observado no relatório:

Somente quando se trata de violência religiosa e intimidação na sociedade, as fontes relatam mais problemas nos países de livre acesso do que nos de acesso limitado.

Ao medir países uns contra os outros, o estudo nem sempre oferece o quadro completo. Os Estados Unidos, por exemplo, foram vistos como tendo mais incidentes de hostilidades sociais contra a religião do que foram registrados pelo regime repressivo no Irã.

Como pode ser? É possível que a sociedade iraniana seja mais hospitaleira a outras religiões do que a sociedade americana? Não é provável. No Irã, a população não muçulmana caiu drasticamente desde a revolução iraniana. A população judaica no Irã caiu de 80.000 para 9.000 naquele tempo. Isto poderia ser o resultado das dificuldades de relatar dados confiáveis ​​em um regime repressivo. Por outro lado, talvez, se um regime é suficientemente repressivo e conseguiu criar uma cultura religiosa quase monolítica, os extremistas religiosos não veem razão alguma para agir contra as religiões minoritárias.

Conclusão

As descobertas do estudo fornecem uma documentação útil e muito necessária da ameaça à liberdade religiosa que continua a existir em todo o mundo. A reviravolta na repressão governamental e social da religião na Europa serve como lembrança do impacto que o terrorismo assume sobre uma sociedade livre. Confrontado com um horrível ano de ataques terroristas, as liberdades que a Europa procura proteger são sacrificadas, de acordo com os resultados deste relatório.

 

(Fonte : aleteia.org)

 

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Cristãos e muçulmanos marcham juntos na Semana Santa pela paz no Iraque

Cristãos e muçulmanos marcham juntos na Semana Santa pela paz no Iraque

 

juntospelapaz

Cristãos e muçulmanos realizaram juntos uma marcha de 140 quilômetros no norte do Iraque para pedir a paz. No sábado antes do Domingo de Ramos, os fiéis, junto com o patriarca caldeu Rafael Sako, começaram a percorrer o caminho de Erbil a Alqosh.

Foram do Curdistão à planície do Nínive, perto da região de Mosul, onde ainda ocorrem fortes combates entre o Estado Islâmico e a coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos.

Atualmente a planície do Nínive é uma das regiões em que os jihadistas foram completamente expulsos. Apesar disso, os cristãos ainda resistem a voltar por causa do medo e porque suas casas e pertences desapareceram devido à ação terroristas.

Com esta peregrinação começou a “Semana da Paz”, como foi denominada pelo próprio Patriarca Sako. E a Igreja caldeia proclamou 2017 como o “ano da paz”, um desejo que foi proposto com força durante a Semana Santa.

“Temos que conseguir a paz. Nós, líderes religiosos e políticos, somos chamados a tomar decisões responsáveis”?, disse o Patriarca.

Participaram da marcha aproximadamente uma centena de fiéis e o percurso entre Erbil e a planície de Nínive durou toda a Semana Santa.

Foi uma marcha aberta a todos, uma grande ocasião para mostrar a unidade das comunidades cristãs do Iraque. Mas também para colocar a atenção novamente no lugar onde o cristianismo nasceu.

Também foi organizada uma Via Sacra entre a cidade de Tesqopa e Bagovh, uma procissão que durou aproximadamente duas horas. A primeira é uma cidade “fantasma” desde 2011, quando os ataques do autodenominado Estado islâmico obrigaram todos os cristãos a fugir.

Com projetos como este, a Igreja caldeia buscou dar ênfase especial à Reconciliação na Semana Santa. No dia 3 de abril, uma delegação liderada pelo Patriarca Sako visitou os campos de refugiados de Hamman al Halil e Assan Cham, que estão longe de Mosul, levando ajuda humanitária para 4 mil muçulmanos.

Diversas igrejas cristãs no Iraque estão trabalhando para construir uma comissão para a reconstrução de Nínive. Quatrocentas famílias já voltaram a Teleskof e Bakofah, mas ainda há muitas casas danificadas, embora 1200 tenham sido totalmente reconstruídas.

Em janeiro deste ano, o porta-voz do Ministério das Relações Religiosas da região autônoma do Curdistão, Mariwan Naqshbandi, indicou que durante os dois anos em que o Estado Islâmico (ISIS) dominou a planície do Nínive e Mosul foram destruídos pelo menos 100 locais de culto. A maioria destes eram igrejas cristãs.

(Fonte – acidigital.com)

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