4 motivos para você não perder o Congresso Continental da Misericórdia nas Américas

4 motivos para você não perder o Congresso Continental da Misericórdia nas Américas

 

A Misericórdia de Deus ocupa lugar central na relação entre a humanidade e Deus e, por isso, sempre foi motivo de reflexões e esforços por parte da Igreja. De modo particular, se analisarmos as figuras dos três últimos papas, claramente podemos observar a intensidade com a qual o tema vem sido discutido. É possível identificar isso no pontificado de João Paulo II, que assumiu o anúncio da Misericórdia como sua prioridade, em Bento XVI, que nos trouxe riquíssimos documentos e embasamento teológico para o aprofundamento desta característica de Deus até a presente explosão pastoral – profundamente marcada pela Misericórdia de Deus – conduzida pelo Papa Francisco.

Sobre este apogeu da Misericórdia de Deus, Bento XVI escreveu: “Para mim é um sinal dos tempos o fato que a ideia da misericórdia de Deus seja sempre mais central e dominante”. O Congresso Continental da Misericórdia nas Américas – ACCOM, de 22 a 25 de junho, será, sem dúvidas, uma excelente oportunidade para o aprofundamento neste tema que é tão rico e tão necessário nos tempos de hoje.

Por isso, selecionamos aqui alguns bons motivos para que você não fique de fora deste encontro. Confira:

  1. A programação do Congresso: O ACCOM será ponto de encontro de bispos, leigos, religiosos e representantes de instituições que lidam diretamente com as obras de misericórdia. Será um espaço riquíssimo de encontro, partilha, oração e convivência. Quem participar do Congresso, terá a oportunidade de receber formações, acompanhar as conferências e, sobretudo, compreender melhor como, individual e comunitariamente, se pode viver e acolher a misericórdia.
  2. Será a primeira vez que o Brasil recebe a Conferência: É, também, o primeiro que acontecerá no Continente Americano. A ocasião faz parte das celebrações  que marcam os 300 anos do encontro da venerada imagem de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil. Um marco histórico para o nosso país: a misericórdia de Deus e a proteção de Nossa Senhora.
  3. Oportunidade para manter viva a experiência do Jubileu Extraordinário da Misericórdia: Este momento, para a Igreja, marcou um tempo de mudança de cultura, abertura ao outro e missionariedade. Alcançar Misericórdia e ser Misericórdia. Esse apelo é, claramente, atemporal. As palavras do Papa Francisco têm nos movimentado constantemente nesta direção. Participar do ACCOM será, sem dúvida, uma forte experiência de contemplar Jesus Cristo, que “é o rosto da misericórdia do Pai.” (Papa Francisco, Misericordiae Vultus).
  4. Ocasião para obter as indulgências do Ano Mariano: A Penitenciária Apostólica, em nome do Papa Francisco, anunciou recentemente que, aqueles que “penitentes e impulsionados pela caridade” visitarem na forma de peregrinação a Basílica do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP), receberão indulgência plenária. Para alcançar a indulgência plenária, serão necessárias as condições habituais: a confissão sacramental, a comunhão eucarística e a oração na intenção do santo padre. Ou seja, participar do ACCOM já será uma grande graça, mas participar em um tempo tão significativo, como o Ano Mariano e na cidade onde a Basílica da Padroeira do Brasil está localizada, intensificará este momento de fé e experiência de amor.

Fonte: accom2017

Link: goo.gl/BDSSXj

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O que está por trás do aumento mundial dos ataques à liberdade religiosa?

O que está por trás do aumento mundial dos ataques à liberdade religiosa?

Um estudo anual sobre as restrições às religiões mostra uma ligeira reversão de uma tendência descendente

estudo anual feito pelo Pew Research Center descobriu que em 2015 (o ano mais recente para o qual os dados estão disponíveis) a liberdade religiosa sofreu retrocesso em todo o mundo. Pela primeira vez em três anos, as restrições governamentais à religião aumentaram.aleteia

Mais preocupante, segundo o relatório, é o efeito combinado das restrições governamentais e das ações sociais contra os grupos religiosos. Em todo o mundo, o estudo descobriu que 40% dos países foram listados na lista dos países menos hospitaleiros para a liberdade religiosa – isso é superior aos 34% em 2014.

Entre os 25 países mais populosos do mundo, Rússia, Egito, Índia, Paquistão e Nigéria apresentaram os mais altos níveis combinados de restrições governamentais à liberdade religiosa e às hostilidades sociais contra a prática da religião.

Quem está diminuindo a liberdade religiosa?

O aumento mais acentuado das restrições governamentais foi encontrado na África subsaariana, mas a região do Oriente Médio e do Norte da África continua a gozar da duvidosa distinção de ter o maior número de países (95%) a usar a força do governo ou o assédio contra grupos religiosos. Essa região também tem visto o maior aumento nas restrições governamentais contra a liberdade religiosa desde 2007.

Também notável foi o aumento das restrições governamentais à religião na Europa. De acordo com o estudo, 27 países europeus (60%) viram um aumento no assédio do governo a grupos religiosos em 2015 – comparado a 17 países em 2014.

O estudo também relatou um aumento nas hostilidades sociais contra grupos religiosos na Europa. O número de países que assistiram ao assédio por atores não governamentais contra os judeus aumentou (de 32 para 33), como fez contra os cristãos (de 17 países para 21) e mais dramaticamente contra os muçulmanos (de 26 para 32).

O que está por trás das crescentes ameaças contra a religião na Europa?

Dois países na Europa – França e Rússia – foram apontados pelo relatório, cada um tendo mais de 200 casos de força do governo contra grupos religiosos. No caso da França, foi principalmente devido à punição de indivíduos por violar a proibição de usar o véu em edifícios públicos. A Rússia, segundo o estudo, era culpada de perseguir pessoas, como as Testemunhas de Jeová, pelo exercício da religião.

Muitos dos incidentes de restrições governamentais na Europa foram em resposta à crise de refugiados do continente, de acordo com o estudo. As declarações do primeiro-ministro húngaro Viktor Orban em 2015, críticas a uma política que daria boas-vindas aos imigrantes muçulmanos, são citadas como um incidente de assédio do governo.

A rejeição da Eslováquia às quotas europeias de refugiados e a preferência por refugiados cristãos também é mencionada no relatório como um exemplo de restrição religiosa.

A resposta da Europa aos ataques terroristas (mais notavelmente os ataques na França nos escritórios da revista Charlie Hebdo e na sala de concertos Bataclan) é vista como uma evidência de uma restrição à liberdade religiosa. O relatório observa que o ataque de 2015 da polícia alemã a uma mesquita, por causa de falsos rumores de ser uma fonte de armas para um ataque terrorista planejado, contou como força usada contra um grupo religioso.

A Suíça estava entre os quatro países do mundo com o maior aumento das hostilidades sociais (os outros foram o Níger, as Filipinas e o Nepal). Isto foi devido a um aumento de incidentes antissemitas e anti-islâmicos, incluindo um ataque a um judeu ortodoxo e a profanação de túmulos muçulmanos.

O que está por trás da perda da liberdade religiosa na África subsaariana? 

A África subsaariana foi citada como tendo o maior aumento na força do governo e nas hostilidades sociais contra grupos religiosos devido ao grupo extremista baseado no grupo Boko Haram da Nigéria, de acordo com o relatório.

Os ataques de Boko Haram, que matou dezenas de pessoas em 2015, são considerados “hostilidades sociais” pelo estudo, e a resposta do governo a eles (incluindo a proibição do véu islâmico e burca, para limitar o risco de explosivos ocultos) contribuíram para o aumento do nível de restrições governamentais.

O que falta no relatório?

O relatório reconhece prontamente que a Coréia do Norte, que ele chama de “o mais repressivo [governo] do mundo”, não está incluída porque sua sociedade está fechada a pessoas de fora.

Também admite alguma influência. Paradoxalmente, um país mais livre pode encontrar mais incidentes de repressão do governo do que um repressivo, como é observado no relatório:

Somente quando se trata de violência religiosa e intimidação na sociedade, as fontes relatam mais problemas nos países de livre acesso do que nos de acesso limitado.

Ao medir países uns contra os outros, o estudo nem sempre oferece o quadro completo. Os Estados Unidos, por exemplo, foram vistos como tendo mais incidentes de hostilidades sociais contra a religião do que foram registrados pelo regime repressivo no Irã.

Como pode ser? É possível que a sociedade iraniana seja mais hospitaleira a outras religiões do que a sociedade americana? Não é provável. No Irã, a população não muçulmana caiu drasticamente desde a revolução iraniana. A população judaica no Irã caiu de 80.000 para 9.000 naquele tempo. Isto poderia ser o resultado das dificuldades de relatar dados confiáveis ​​em um regime repressivo. Por outro lado, talvez, se um regime é suficientemente repressivo e conseguiu criar uma cultura religiosa quase monolítica, os extremistas religiosos não veem razão alguma para agir contra as religiões minoritárias.

Conclusão

As descobertas do estudo fornecem uma documentação útil e muito necessária da ameaça à liberdade religiosa que continua a existir em todo o mundo. A reviravolta na repressão governamental e social da religião na Europa serve como lembrança do impacto que o terrorismo assume sobre uma sociedade livre. Confrontado com um horrível ano de ataques terroristas, as liberdades que a Europa procura proteger são sacrificadas, de acordo com os resultados deste relatório.

 

(Fonte : aleteia.org)

 

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Cristãos e muçulmanos marcham juntos na Semana Santa pela paz no Iraque

Cristãos e muçulmanos marcham juntos na Semana Santa pela paz no Iraque

 

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Cristãos e muçulmanos realizaram juntos uma marcha de 140 quilômetros no norte do Iraque para pedir a paz. No sábado antes do Domingo de Ramos, os fiéis, junto com o patriarca caldeu Rafael Sako, começaram a percorrer o caminho de Erbil a Alqosh.

Foram do Curdistão à planície do Nínive, perto da região de Mosul, onde ainda ocorrem fortes combates entre o Estado Islâmico e a coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos.

Atualmente a planície do Nínive é uma das regiões em que os jihadistas foram completamente expulsos. Apesar disso, os cristãos ainda resistem a voltar por causa do medo e porque suas casas e pertences desapareceram devido à ação terroristas.

Com esta peregrinação começou a “Semana da Paz”, como foi denominada pelo próprio Patriarca Sako. E a Igreja caldeia proclamou 2017 como o “ano da paz”, um desejo que foi proposto com força durante a Semana Santa.

“Temos que conseguir a paz. Nós, líderes religiosos e políticos, somos chamados a tomar decisões responsáveis”?, disse o Patriarca.

Participaram da marcha aproximadamente uma centena de fiéis e o percurso entre Erbil e a planície de Nínive durou toda a Semana Santa.

Foi uma marcha aberta a todos, uma grande ocasião para mostrar a unidade das comunidades cristãs do Iraque. Mas também para colocar a atenção novamente no lugar onde o cristianismo nasceu.

Também foi organizada uma Via Sacra entre a cidade de Tesqopa e Bagovh, uma procissão que durou aproximadamente duas horas. A primeira é uma cidade “fantasma” desde 2011, quando os ataques do autodenominado Estado islâmico obrigaram todos os cristãos a fugir.

Com projetos como este, a Igreja caldeia buscou dar ênfase especial à Reconciliação na Semana Santa. No dia 3 de abril, uma delegação liderada pelo Patriarca Sako visitou os campos de refugiados de Hamman al Halil e Assan Cham, que estão longe de Mosul, levando ajuda humanitária para 4 mil muçulmanos.

Diversas igrejas cristãs no Iraque estão trabalhando para construir uma comissão para a reconstrução de Nínive. Quatrocentas famílias já voltaram a Teleskof e Bakofah, mas ainda há muitas casas danificadas, embora 1200 tenham sido totalmente reconstruídas.

Em janeiro deste ano, o porta-voz do Ministério das Relações Religiosas da região autônoma do Curdistão, Mariwan Naqshbandi, indicou que durante os dois anos em que o Estado Islâmico (ISIS) dominou a planície do Nínive e Mosul foram destruídos pelo menos 100 locais de culto. A maioria destes eram igrejas cristãs.

(Fonte – acidigital.com)

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Por que hoje a Igreja Católica celebra a “Segunda-feira do Anjo”?

Por que hoje a Igreja Católica celebra a “Segunda-feira do Anjo”?

Hoje, Segunda-feira da Páscoa, a Igreja celebra a chamada “Segunda-feira do Anjo”, que recebe este nome porque foi precisamente um anjo que, no sepulcro, anunciou às mulheres que Jesus tinha ressuscitado.noticia clipada

A Rádio Vaticano recorda a explicação dada por São João Paulo II em 1994.

“Por que se chama assim?”, perguntou o Pontífice, colocando em evidência a necessidade de destacar a figura daquele anjo, que disse das profundezas do sepulcro: “Ele ressuscitou”.

Estas palavras “eram muito difíceis de pronunciar, de expressar, para uma pessoa. Além disso, as mulheres que foram ao sepulcro, o encontraram vazio, mas não puderam dizer ‘ressuscitou’; só afirmaram que o sepulcro estava vazio. Mas o anjo disse: ‘Ele não está aqui, ressuscitou’”.

Assim narra o Evangelho de Mateus: “Mas o anjo, respondendo, disse às mulheres: Não tenhais medo; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia. Ide pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dentre os mortos. E eis que ele vai adiante de vós para a Galileia; ali o vereis. Eis que os disse”. (Mt 28, 5-7)

Os anjos são servidores e mensageiros de Deus. Como criaturas puramente espirituais, têm inteligência e vontade: são criaturas pessoais e imortais. Superam a perfeição de todas as criaturas visíveis.

O resplendor da sua glória testemunha isso: Cristo é o centro do mundo dos anjos e estes lhe pertencem, ainda mais, porque os tornou mensageiros do seu plano de salvação.

A partir de hoje, até o final da Páscoa no dia de Pentecostes, se reza a oração do Regina Coeli em vez da Oração do Ângelus.

O Sumo Pontífice Emérito Bento XVI, em 2009, assinalou que o “Alegrai-vos” Maria pronunciado pelo anjo é um convite à alegria: “Gaude et laetare, Virgem Maria, aleluia, quia Surrexit Dominus vere, aleluia”, “Alegrai-vos e exultai, Virgem Maria, aleluia, pois o Senhor ressuscitou verdadeiramente, aleluia”.

(Fonte: acidigital.com)

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Programação do Tríduo Pascal

Programação do Tríduo Pascal

Confira a programação do Tríduo Pascal no Santuário de Angelina

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13/04 – QUINTA-FEIRA SANTA – ¨Lava pés¨

Missas:

Matriz – 20:00hrs

Rancho Queimado – 19:00hrs

Rancho de Tábuas – 19:00hrs

Confissões na Igreja Matriz após a missa.

Cada comunidade poderá organizar a sua adoração ao Santíssimo Sacramento.

14/04 – SEXTA-FEIRA SANTA – ¨Paixão do Senhor¨

Confissões na Igreja Matriz das 08hrs as 11hrs

Celebrações:

Matriz às 15hrs

Betânia às 15hrs

Garcia às 15hrs

15/04 – SÁBADO SANTO – ¨Vigília Pascal¨

Missas:

Matriz – 20:00 hrs

Rancho Queimado – 19:00hrs

Rancho de Tábuas – 19:00hrs

16/04 – DOMINGO DE PÁSCOA RESSURREIÇÃO DE CRISTO

07:30 – Irmãs Franciscanas

10:00 – Matriz

10:00 – Betânia

10:00 – Garcia

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Audiência: Jesus é a semente da nossa esperança

Audiência: Jesus é a semente da nossa esperança

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Nesta Quarta-feira Santa (12/04), o Papa concedeu audiência geral aos fiéis na Praça São Pedro. Sol e temperatura de primavera aqueceram o encontro e, em sua cateque, Francisco recordou o ingresso de Jesus em Jerusalém, celebrado no Domingo de Ramos.

“Quem podia imaginar que aquele que entrou triunfante na cidade teria sido humilhado, condenado e morto na cruz?”, questionou Francisco aos fiéis. “As esperanças daquele povo se desmancharam diante da cruz; mas nós cremos que precisamente Nele, crucificado, a nossa esperança renasceu. Que esperança é essa?”.

A frase que pode nos ajudar a entender esta esperança foi pronunciada justamente por Jesus depois de entrar em Jerusalém: Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto”.

A esperança tem a forma de uma semente

Jesus, explicou o Papa, trouxe ao mundo uma nova esperança, com o formato de uma semente: se fez pequeno, como um grão de trigo; deixou a sua glória celeste para vir entre nós: “caiu na terra”. Mas não era suficiente.

“Se alguém de vocês me perguntar: como nasce a esperança? Da cruz. Olhe para a cruz, olhe para cristo crucificado e dali virá a esperança que jamais desaparece.”

A transformação da Páscoa

Para produzir fruto, Jesus viveu o amor até o fim, deixando-se romper pela morte como uma semente sob a terra. Justamente ali, no ponto extremo do seu abaixamento – que é também o ponto mais alto do amor – brotou a esperança. Assim, na Páscoa, Jesus transformou o nosso pecado em perdão, a nossa morte em ressurreição, o nosso medo em confiança. Esta é a transformação da Páscoa. “Eis o porquê ali, sobre a cruz, nasceu e renasce sempre a nossa esperança.”

“A esperança supera tudo, porque nasce do amor de Jesus”, prosseguiu Francisco. Quando escolhemos a esperança de Jesus, aos poucos descobrimos que o melhor modo de viver é o da semente, do amor humilde. Não há outro modo de vencer o mal e dar esperança ao mundo.

Cruz: única lógica que pode vencer o mal

Parece uma lógica falida, porque quem ama perde poder. Já para nós, possuir sempre nos leva a querer sempre mais. “Quem é voraz jamais está satisfeito”, recordou o Papa. E Jesus diz de modo claro: “Quem ama a própria vida a perde”, ou seja: quem ama o próprio e vive por seus interesses, se enche de si e se perde. Quem ao invés aceita, é disponível e serve os outros, salva si mesmo e se torna semente de esperança para o mundo.

Contudo, a cruz é uma passagem obrigatória, mas não é a meta: a meta é a glória, como nos mostra a Páscoa. É como uma mulher que, para dar à luz, sofre no parto. “É o que fazem as mães: dão outra vida. Sofrem, mas ficam felizes porque dão outra vida, dão sentido à dor. O amor é o motor que move a nossa esperança”, repetiu três vezes Francisco, que concluiu:

Lição de casa: contemplar o Crucifixo

“Queridos irmãos e irmãs, nesses dias deixemo-nos envolver pelo mistério de Jesus que, como grão de trigo, morrendo nos doa a vida. Ele é a semente da nossa esperança. Quero lhes dar uma lição de casa: Nos fará bem contemplar o Crucifixo e dizer-lhe: Contigo nada está perdido. Contigo posso sempre esperar. Tu és a minha esperança”. E convidou os fiéis a repetirem a última frase juntos: “Tu és a minha esperança”.

 

Fonte: Radio Vaticano

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Disseram-lhe que tinha câncer e que deveria abortar, mas se negou e recebeu um “milagre”

Disseram-lhe que tinha câncer e que deveria abortar, mas se negou e recebeu um “milagre”

Quando Courtney Mitchell tinha 20 semanas de gravidez, a sua médica lhe disse que estava com câncer e que para salvar a sua vida deveria abortar, mas ela se negou e afirma que recebeu “um milagre”.

Courtney já tinha um bebê de 9 meses, quando recebeu a notícia junto com o seu esposo, Chris.imagem clipada

“Estava com 20 semanas de gravidez, do meu filho Eli, quando recebemos a notícia”, escreveu Courtney em um artigo publicado no site Life Action News, explicando que está fazendo exames de rotina para saber o sexo do bebê.

“Em um momento, estávamos eufóricos e nos abraçando, nos alegrando pois íamos ter o nosso segundo filho, mas, em seguida o nosso mundo parou completamente”.

A doutora disse ao casal que Eli tinha menos de 1% de possibilidade de sobrevivência e, caso sobrevivesse, sofreria de triploidia, um distúrbio cromossômico raro, que pode causar hidrocefalia.

Porém, havia mais complicações. Diagnosticaram que a mãe estava com câncer na placenta e “que chegaria ao meu cérebro, aos pulmões e ao fígado, enquanto Eli estivesse no meu útero”.

“Corria o risco de convulsões e derrames cerebrais, cegueira e finalmente a morte”, recordou.

A médica que a atendeu aconselhou que abortasse “imediatamente e começasse a quimioterapia o mais rápido possível”.

Courtney sempre se considerou pró-vida e foi “criada por uma mãe que fez parte da geração que começou a protestar e rezar do lado de fora das clínicas de aborto”. Entretanto, duvidava nos casos de violação, incesto ou risco de vida da mãe.

“Então, quando passei por uma dessas situações, com o ventre inchado, sentindo pequenos chutes e movimento e uma doutora me dizia que provavelmente morreria se continuasse com a gravidez, eu tive que enfrentar aquilo que exatamente acreditava sobre as ‘áreas escuras’”.

Chegou até mesmo a considerar “por meio segundo. Eu, uma pró-vida”.

Entretanto, “recordei aquelas pequenas mãozinhas e pezinhos que tinha acabado de ver se mexendo no ultrassom. Recordei os chutes e o movimento. Esse também era meu filho”, lembrou.

“As palavras do Salmo 139,16 vieram à minha mente: ‘Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia’”.

“Eu sabia que os dias de Eli estavam nas mãos de Deus, sem importar quantos seriam, escritos em Seu livro. Quem era eu para cortá-los? Meus dias também estavam nesse livro e nada, nem mesmo o câncer ou a gravidez de alto risco poderia terminá-los, somente se o Senhor o permitisse”.

Com 30 semanas de gestação, os médicos realizaram uma cesariana e Elijah Lewis Mitchell nasceu pesando 1 quilo e 100 gramas.

Depois de analisar o bebê e a placenta de Courtney, a doutora disse: “Poderíamos ter nos equivocado no seu diagnóstico”.

“Ela disse que eu estava livre do câncer e poucas semanas depois, as análises genéticas de Eli estavam normais. Estávamos completamente curados!”, recorda e assinala: “Estávamos surpreendidos com tudo o que o Senhor havia feito”.

Courtney explicou que compartilha a sua história, “porque acredito que realmente precisamos olhar para estes casos excepcionais nos darmos conta do que cremos. Porque você nunca sabe quando você, ou alguém próximo a você, poderia passar por uma dessas situações”.

“Não tenho dúvidas nenhuma de que, se não fosse pelo Senhor e por saber o que eu sei sobre a vida no útero, teria abortado o meu filho naquele dia. Os médicos que eu respeitava me diziam para que eu fizesse isso”, escreveu.

“Assim, tenho uma recém-descoberta compaixão pelas mulheres que estão passando por estas circunstâncias. É uma decisão difícil. Parece impossível. Mas quero que saibam que você pode fazer”, assegura e assinala: “Você pode dar ao seu bebê uma oportunidade de vida. Prometo que esta será uma escolha da qual você nunca se arrependerá”.

(Fonte: Acidigital)

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Canonização dos primeiros mártires da América teria grande impacto sobre as famílias

Canonização dos primeiros mártires da América teria grande impacto sobre as famílias

 

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– A próxima canonização das crianças mártires de Tlaxcala, no México, os primeiros mártires da América, poderia ter um profundo impacto nas famílias, assegurou o Arcebispo mexicano que acompanhou a causa nos últimos anos.

O atual Arcebispo de Tijuana, Dom Francisco Moreno Barrón, foi até há pouco menos de um ano Bispo de Tlaxcala, e com essa responsabilidade pastoral liderou durante os últimos anos o esforço para chegar ao final do processo de canonização dos Beatos Cristóbal, Antonio e Juan.

Em declarações ao Grupo ACI, Dom Moreno Barrón destacou que a canonização das crianças mártires mexicanas “é um momento de graça, de bênção para a Igreja universal” e um apelo para que “valorizemos a família como um dom de Deus”.

“Espero que em outros países, como no Peru e nos Estados Unidos, e em outros lugares, também sejam promovidos como padroeiros da infância nestes tempos difíceis, que as crianças são maltratadas, abusadas e que realmente falta um respeito integral e uma promoção dos mesmos na Igreja e na sociedade”, disse.

As crianças mártires de Tlaxcala foram assassinadas por ódio à fé entre 1527 e 1529, enquanto evangelizavam e combatiam a idolatria em suas comunidades, depois de receber a catequese e o batismo dos missionários franciscanos e dominicanos. Apenas três décadas antes, em 1492, Cristóvão Colombo havia chegado à América.

No caso do Beato Cristóbal, foi assassinado pelo seu próprio pai, que o espancou e depois o queimou, furioso pelo trabalho de evangelização do seu filho. Antonio e Juan foram espancados até a morte por membros da sua comunidade.

Os três tinham aproximadamente 12 anos quando morreram.

O Arcebispo assegurou que a canonização será um “presente para a Igreja universal”, que deve acolher “com grande alegria, uma gratidão especial a Deus”, e ao mesmo tempo deve assumir o compromisso “de promover estas crianças, especialmente, entre muitos meninos e meninas que poderão imitá-los em sua vida humana e cristã”.

Dom Moreno Barrón explicou que não foi necessário nenhum milagre para aprovação da canonização das três crianças, porque o processo foi seguido “por caminho da fama de santidade”.

“Não esqueçamos que se trata de crianças mártires. E o martírio lhes dá acesso à santidade”, disse.

O Prelado mexicano indicou que o Papa Francisco levou em consideração que os cardeais e bispos membros da Congregação para as Causas dos Santos, que analisaram a profundidade da documentação sobre os três beatos, foram a favor da canonização.

Só falta esperar que o Papa Francisco anuncie a data para a canonização, no próximo consistório, disse o Arcebispo.

Dom Moreno Barrón destacou que “são os primeiros mártires da América e, no dia que essas crianças forem canonizadas, será uma bênção não só para Tlaxcala, mas para todo o México, a América e o mundo inteiro”.

Esta canonização, sublinhou, “será um impulso muito forte para descobrir o chamado à santidade de uma maneira especial das crianças, adolescentes e jovens”.

Por sua parte, o Pe. Cristóbal Gaspariano, porta-voz da Diocese de Tlaxcala, assegurou que recebeu a notícia da canonização “com grande alegria” e assinalou que “são anos de trabalho” para promover a causa e ensinar a vida deles para as crianças da região.

“As paróquias organizaram comissões de Crianças Mártires em todas as paróquias, onde cada dia 23 do mês celebra uma Missa”, disse e explicou que no dia 23 de setembro se celebra a festa dos três beatos.

“Também realizamos peregrinações com cada paróquia ao santuário das crianças mártires” em um evento que reúne cerca de 10 mil pessoas. “Muitos vão vestidos com a roupa típica das crianças mártires”.

“Há anos vivemos esta experiência”, assinalou.

O Pe. Gaspariano disse que “hoje está faltando na Igreja Católica, em geral, que a criança que fez seus sacramentos tenha este espírito missionário, como dizemos na América Latina, que seja um discípulo missionário”.

“Acredito que é um bom momento para retomar o que foi dito em Aparecida, com o exemplo dessas crianças e impulsionemos outra vez esse trabalho pastoral tão necessário na nossa igreja”.

Dom Francisco Moreno Barrón recordou que o hoje Papa Emérito Bento XVI, durante a sua visita a Guadalajara (México), em 2012, recordou as crianças mártires de Tlaxcala “na praça e os apresentou como exemplo às crianças do México”.

“E, recentemente, os Bispos do México, decidimos por unanimidade proclamá-los os padroeiros da infância mexicana. Esta documentação foi enviada a Roma e já recebemos a ratificação disso”, assinalou.

(Fonte: acidigital.com)

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Papa: “Como Abraão, esperar contra toda esperança”

m_papa franciscoCidade do Vaticano (RV) – A catequese proferida pelo Papa na audiência geral desta quarta-feira (29/03) foi inspirada no episódio narrado por Paulo na Carta aos Romanos. Segundo Francisco, este trecho é um ‘grande dom’, porque mostra Abraão como ‘pai da esperança’ e preanuncia a Ressurreição: a vida nova que vence o mal e até a morte.

“Abraão não vacilou na fé, apesar de ver o seu físico desvigorado por sua idade e considerando o útero de Sara já incapaz de conceber”, diz o trecho lido em várias línguas aos 13 mil fiéis presentes na Praça São Pedro.

O Apóstolo nos ensina que somos chamados a viver esta experiência, a ‘esperar contra toda esperança’; a acreditar no Deus que salva, que chama à vida e nos tira do desespero e da morte. “Que aquele hino a Deus, que liberta e regenera, se torne profecia para nós”, disse o Papa, prosseguindo:

“Deus ‘ressuscitou dos mortos a Jesus’ para que nós também possamos passar Nele da morte à vida. Pode-se bem dizer que Abraão  se tornou ‘pai de muitos povos’, porque resplandece como o anúncio de uma nova humanidade, resgatada por Cristo do pecado e conduzida para sempre ao abraço do amor de Deus”.

A esperança cristã vai além da esperança humana

Paulo nos ajuda a compreender a íntima relação entre fé e esperança. A esperança cristã não se baseia em raciocínios, previsões e garantias humanas; ela se manifesta quando não há mais nada em que esperar, exatamente como o fez Abraão ante sua morte iminente e a esterilidade de Sara, sua esposa. Era o fim para eles… não podiam ter filhos… mas Abraão acreditou, teve esperança”.

A grande esperança se fundamenta na fé e precisamente por isso é capaz de ir além de qualquer esperança. Não se baseia em nossa palavra, mas na Palavra de Deus, explicou Francisco à multidão.

“E é neste sentido que somos chamados a seguir o exemplo de Abraão, que mesmo diante da evidencia de uma realidade que o levaria à morte, confia em Deus, plenamente convencido de que Ele tem poder para cumprir o que prometeu”.

Improvisando, a pergunta aos fiéis

Dirigindo-se à Praça, o Papa perguntou aos fiéis: “Estamos convencidos realmente de que Deus nos quer bem? Que ele pode cumprir o que prometeu? Qual seria o seu preço? Abrir o coração! A força de Deus ensinará o que é a esperança. Este é o único preço: abrir o coração á fé… e Ele fará o resto!”.

“Eis, portanto, o paradoxo e ao mesmo tempo, o elemento mais forte, mais elevado, da nossa esperança! Ela é fundada em uma promessa que do ponto de vista humano parece ser incerta e imprevisível, mas que se manifesta até mesmo diante da morte, quando quem a promete é o Deus da Ressurreição e da vida”.

Firmes na esperança

“Queridos irmãos e irmãs, peçamos ao Senhor a graça de permanecer firmes não apenas em nossas seguranças, em nossas capacidades, mas na esperança que brota da promessa de Deus. Assim, a nossa vida terá uma nova luz, na certeza de que Aquele que ressuscitou o seu Filho ressuscitará a nós também, tornando-nos uma só coisa com Ele, junto de todos os nossos irmãos na fé”.

O Papa encerrou o encontro concedendo a bênção aos fiéis

 

(Fonte: Radio Vaticano)

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Em Milão, Papa afirma que Igreja Católica tem de ser capaz de «encarar» os desafios de frente

Em Milão, Papa afirma que Igreja Católica tem de ser capaz de «encarar» os desafios de frente

m_papa - zenit(ZENIT – Roma).- O Santo Padre deixou o Vaticano, na manhã deste sábado e se dirigiu ao aeroporto romano de Fiumicino, para mais uma Viagem Pastoral: a visita à cidade de Milão. A primeira etapa da visita do papa à capital financeira da Itália começou na periferia. Nas “Case Bianche” ele passou cerca de uma hora cumprimentando os moradores e depois entrou na casa de três famílias.

“A Igreja precisa sempre ser restaurada porque é feita de todos nós, que somos pecadores. Deixemo-nos sermos restaurados por Deus, por sua misericórdia. Deixemo-nos limpar nossos corações”, disse o pontífice.

“São vocês que me acolhem ao chegar a Milão! Este é um grande presente para mim: entrar na cidade e encontrar rostos, famílias, uma comunidade. Agradeço-lhes pelos presentes que me deram: uma estola, sinal tipicamente sacerdotal, e uma estátua de Nossa Senhora, que representa aquela posta no ponto mais alto sobre a Catedral”.

Ao se despedir dos moradores do bairro “Casas Brancas” na periferia de Milão, Francisco se dirigiu à famosa Catedral da Cidade para o encontro com os sacerdotes e consagrados.

A capital lombarda é cosmopolita: quase 14% da população é de origem estrangeira. A cidade continua sendo um dos principais centros industriais da Europa.

Na sequência, o papa foi para a catedral de Milão para dialogar com sacerdotes e consagradosre desafios sociais, diaconato como serviço e missão nas periferias.

Respondendo sobre a secularização e a sociedade multiétnica, multirreligiosa e multicultural de Milão, Francisco disse que uma das primeiras coisas que lhe vem em mente é a palavra “desafio”. Todas as épocas históricas, desde o início do cristianismo, foram submetidas a numerosos desafios, tanto na comunidade eclesial como na social.

“Não devemos temer os desafios, aliás é bom que existam, porque são sinais de uma fé e de uma comunidades vivas que buscam o Senhor. Devemos temer quando uma fé não representa um desafio; elas fazem com que a fé não se torne ideologia”.

Depois, referindo-se à realidade multicultural, multireligiosa e multiétnica, contida na pergunta do Padre Gabriel Gioia, o Pontífice disse que a Igreja, em toda a sua história, sempre teve algo para nos ensinar em relação à cultura da diversidade: as dioceses, os presbíteros, as comunidades, as congregações.

A Igreja é “una” nos seus aspectos multiformes. O Evangelho é “uno”. Não devemos confundir unidade com deformidade; é preciso, com a graça do Espírito Santo, fazer discernimento de tudo aquilo que nos conduz à ressurreição e à vida, não a uma cultura de morte.

No final da manhã deste sábado em Milão o Papa Francisco visitou a prisão San Vittore, onde estão reclusas 900 pessoas. Depois de percorrer os diferentes pavilhões e saudar os presos, almoçou com cerca de cem deles, tendo sentado em sua mesa algumas latino-americanas

Percorreu os diversos setores da prisão até chegar na “Rotonda”, a parte central do complexo prisional, que serve de praça para os reclusos e onde pode saudar e ouvir uma ampla explanação.

“Me sinto em casa”, disse Francisco aos presos e um representante pediu ao Papa para rezar por eles para “que seus erros possam ser perdoados” e “as pessoas não olhem para eles com desprezo”. O almoço foi preparado por detentas que frequentam o curso da chamada “Escola Livre de Cozinha”.

Foi colocado à disposição do Papa, segundo seu desejo, o quarto do Capelão para um breve repouso, fato não realizado pela falta de tempo, visto que presidiria logo após a Santa Missa no Parque de Monza, distante 20 km.

No Parque de Monza, diante de um público estimado em 1 milhão de pessoas, o Papa Francisco presidiu na tarde do sábado, , a Santa Missa na Solenidade da Anunciação.

O Papa disse que Deus continua a procurar aliados, continua a procurar homens e mulheres capazes de acreditar, capazes de fazer memória, de sentir-se parte de seu povo para cooperar com a criatividade do Espírito”.

No Estádio São Siro o Papa foi acolhido por jovens crismandos, numa atmosfera de grande festa, por familiares e catequistas. Respondendo às perguntas, aconselhou os pais a transmitirem a fé pelo exemplo, a brincarem com os filhos e aconselhou os jovens a ouvirem seus avós

Uma multidão de 80 mil jovens acolheu o Papa no Estádio de São Siro, em Milão, aos gritos de “Francisco, Francisco”, naquele que foi seu último compromisso em terras ambrosianas antes de retornar a Roma. Uma verdadeira festa da fé, com muita música, cores e danças.

(Fonte: Zenit)

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