6 coisas que Santa Gianna Beretta Molla ensina sobre a família

6 coisas que Santa Gianna Beretta Molla ensina sobre a família

Para quem está acostumado apenas com santos que vestem hábitos e véus, o exemplo de Santa Gianna Beretta Molla, uma das poucas mulheres casadas proclamadas santas pela Igreja, é de chamar atenção. Ela, que tinha amor pela vida, pelas coisas simples e, principalmente por Deus e sua família, viveu intensamente o mandado de Jesus: dar a vida para que outros tenham vida!

Outro ponto que chamava atenção era o amor apaixonado que nutriu pelo esposo, Pietro Molla, com quem teve quatro filhos, durante os anos em que estiveram juntos. Foram dezenas de cartas de amor escritas e enviadas durante as viagens que ele fazia a trabalho.

Santa Gianna Beretta Molla nasceu em 4 de outubro de 1922 na cidade de Magenta, na Itália, em uma família composta por treze filhos. Vivia em um lar cristão desde os primeiros anos de vida. Mais tarde, Gianna – que tinha gosto por moda e esportes – formou-se em medicina e especializou-se em pediatria com a finalidade de ser missionária no Brasil.

Gianna faleceu em 28 de abril de 1962, dias após o nascimento de Gianna Emanuela, sua última filha. Confira o que ela nos ensina sobre a vida familiar em direção à santidade.

1 – Harmonia entre a missão profissional e familiar

Em tudo harmonizava a vida profissional com a familiar. Ela dedicava tempo para cada realidade de acordo com as necessidades que se apresentavam a cada tempo. Além dos compromissos de fé, adorava esquiar na neve, pintar e ouvir uma boa música. Sobre sua missão profissional relatou: “quem toca o corpo de um paciente, toca o corpo de Cristo”.

2 – Cultivo do romantismo, carinho e amor apaixonado pelo esposo

O relacionamento familiar era sempre alimentado com muito amor, carinho e romantismo ao esposo. Quando Pietro viajava a trabalho e ficava um tempo fora de casa, sempre se comunicavam por meio de cartas amorosas, onde expressavam o quanto se amavam. Confira um trecho: “Pietro, pense em nosso ninho, aquecido pelo nosso amor e alegrado pelas crianças que o Senhor nos dará! É certo que também passaremos por dificuldades, mas se nos amarmos sempre como nos amamos agora, com o auxílio de Deus, saberemos juntos suportá-los. Não é?

 

3 – Vida espiritual intensa e priorizada

Santa Gianna priorizava a vida espiritual de toda a família. Ela possuía o hábito da vida cristã que consistia em oração, missa, eucaristia e participação de retiros espirituais. Era tudo com a devida intensidade. Não abria mão da vida cristã.

4 – Martírio pela vida

Como já foi dito, Santa Gianna abriu mão da própria vida para que sua filha nascesse. Estando grávida do quarto filho, descobriu que tinha um fibroma no útero e que precisaria retirar o órgão, mas caso isso acontecesse provocaria o aborto da criança, fato que em nenhuma hipótese quis submeter-se. Mesmo contrária a opinião de outras pessoas da família, levou a gestação até o final. Passados alguns dias, após o nascimento de Gianna Emanuela, seu martírio se concretizou com sua morte.

5 – O espírito de sacrifício

Após a morte de Santa Gianna, o seu marido, Pietro Molla, descobriu alguns escritos que a santa fazia antes de participar dos retiros onde relatavam a unidade de seu coração com o amor, o sacrifício e  a fé inabalável. Isso demonstrava que ela estava consciente da escolha que fazia em relação à gestação de risco que trazia.

6 – Milagres brasileiros

A canonização de Santa Gianna aconteceu em 16 de maio de 2004, por São João Paulo II, no Vaticano, de quem recebeu o título de “Mãe de Família”. Os milagres para sua beatificação e canonização ocorreram no Brasil. Um em 1977, em Grajau (MA), para onde ela queria ter vindo como missionária com o seu irmão e o outro na cidade de Franca (SP), em 2000.

 

Share
Jornada de solidariedade na Alemanha contra nova onda de antissemitismo

Jornada de solidariedade na Alemanha contra nova onda de antissemitismo

O debate foi estimulado pelo avanço da extrema direita e pelas preocupações com o aumento no fluxo de refugiados

A Alemanha foi palco nesta quarta-feira (25) de ações solidárias com a comunidade judaica, depois de uma série de incidentes que reforçaram o temor de um ressurgimento do antissemitismo no país, 70 anos depois do Holocausto.

Organizou-se uma concentração sob o lema “Berlim usa kipá”, convocada pela comunidade judaica. Outras cidades, como Colônia, Potsdã, Erfurt e Madeburgo, anunciaram sua adesão ao movimento.

Para aqueles que não têm um kipá, o solidéu usado pelos judeus, o jornal berlinense TAZ publica em sua edição de hoje instruções para fazer um em casa, com um modelo em papel.

Ontem, o presidente do Conselho Central de Judeus da Alemanha, Joseph Schsuter, causou polêmica ao aconselhar os judeus a não usarem o kipá nas grandes cidades alemãs por questão de segurança.

Para a ministra da Justiça, Katarina Barley (socialdemocrata), a manifestação é um sinal importante de solidariedade.

“Os judeus não devem ter medo de mostrar que são judeus na Alemanha”, declarou hoje.

Em entrevista ao “Tagesspiegel”, o ministro das Relações Exteriores, Heiko Maas, considerou que qualquer ataque contra um judeu é um ataque contra a sociedade alemã como um todo.

Essa mobilização acontece uma semana depois de um refugiado sírio ter agredido dois jovens que usavam kipá em um bairro nobre de Berlim. Gravado e postado nas redes sociais, o incidente causou comoção em um país atormentado por seu passado nazista.

A chanceler Angela Merkel denunciou um “incidente terrível” e prometeu “reagir”.

O episódio parece ter sido a gota d’água, depois que, alguns dias antes, os rappers Kollegah e Farid Bang, autores de letras bastante polêmicas, foram agraciados com o prestigioso prêmio musical alemão ECHO de álbum de hip hop mais vendido.

O antissemitismo tem várias facetas na Alemanha, diz o TAZ, em editorial publicado hoje.

“Pode se expressar de forma amável, teórica, ou às vezes grosseira. E, às vezes, brutalmente, como na semana passada”, acrescenta, considerando que “chegou o momento” de reagir.

O debate foi estimulado pelo avanço da extrema direita e pelas preocupações com o aumento no fluxo de refugiados, sobretudo, de árabes – mais de um milhão desde 2015 na Alemanha.

O centro Simon Wiesenthal alerta que é preciso ter cuidado, porém, para não atribuir o recente aumento do antissemitismo apenas à população muçulmana, ou árabe.

 

Fonte: Aleteia

Share
Sacramento da Reconciliação: como se preparar bem?

Sacramento da Reconciliação: como se preparar bem?

Para fazer uma boa confissão é necessário antes fazer uma boa preparação. Não sabe por onde começar? Calma, nós vamos te ajudar.

Mas, antes, para te motivar a se preparar bem para o sacramento da reconciliação, conheça os frutos de uma boa e sincera confissão: reconciliação com Deus e com a Igreja, paz interior, serenidade em sua consciência, consolo espiritual, cura emocional e espiritual.

A gravidade do pecado

Todo pecado é uma atitude contrária ao amor de Deus por nós. A Igreja ensina, por meio do Catecismo, que existem duas classes de pecado: os mortais e os veniais.

O pecado mortal atenta gravemente contra o amor de Deus. O catecismo explica: “O pecado mortal requer pleno conhecimento e pleno consentimento. Pressupõe o conhecimento do caráter pecaminoso do ato, de sua oposição à lei de Deus” (CIC 1859). Explicando com palavras mais simples, isso quer dizer que se eu tenho conhecimento de que tal ato é um pecado, que é algo que fere a Deus, que insulta seu amor por mim, e ainda assim o cometo, estou praticando um pecado mortal.

Já o pecado venial é aquele que não nos afasta de Deus, mas que fere nossa comunhão com Ele. São os chamados pecados do cotidiano. Mas precisamos estar atentos também a estes. Uma sequência de pecados veniais podem nos impulsionar ao pecado mortal.

São João Paulo II, quando papa, nos lembrou também da dimensão devocional do sacramento da reconciliação: “o âmbito de utilização do sacramento da Reconciliação não pode reduzir-se apenas às situações de pecado grave: afora as considerações de ordem dogmática que poderiam ser feitas a este respeito, recordamos que a confissão periodicamente renovada, assim chamada «de devoção», acompanhou sempre na Igreja a ascensão à santidade.” (Carta Apostólica sobre o Sacramento da Penitência, 1997).

São muitas as graças, não é mesmo?! Saiba, então, como se preparar para a confissão.

Peça a unção do Espírito Santo

Busque um local silencioso, onde você possa permanecer a sós com Deus. Faça uma oração ao Espírito Santo e, em seguida, peça a Ele que te mostre a verdade sobre si mesmo. Busque olhar para dentro de si e examine sua consciência cuidadosamente.

Faça uma lista

Muitos reclamam que chegam diante do padre e se esquecem dos pecados que cometeram, para evitar isso, no momento em que estiver examinando sua consciência, faça uma lista com seus pecados. Mas seja objetivo, anote algumas palavras, em tópicos. A lista é para facilitar sua confissão garantindo que você não se esqueça de nenhum pecado.

Peça a Deus a graça do arrependimento

Não basta reconhecer seus pecados, é preciso arrepender-se de tê-los cometido. Sem o arrependimento a confissão não é válida. Por isso peça a Deus a graça do arrependimento.

Antes ou depois de pôr em prática esses 3 passos  – bem simples, por sinal – verifique em sua paróquia quais os horários da confissão. E não esqueça de levar sua listinha.

Antes de entrar no confessionário, mais uma vez peça o auxílio do Espírito Santo para se manter sereno. Com o coração contrito conte, de maneira objetiva e sem justificativas, os seus pecados. Ouça atentamente o que o sacerdote lhe disser – lembre-se, nesse momento é Jesus quem fala por meio dele – e pratique a penitência que ele te indicar.

 

Share
Bispo italiano relata o comovente encontro do Papa com Thomas, o pai de Alfie

Bispo italiano relata o comovente encontro do Papa com Thomas, o pai de Alfie

Francisco, emocionado, expressou toda a sua admiração pela coragem do jovem pai inglês de 21 anos que batalha pela vida do filho

A notícia surpreendeu e comoveu o mundo: Thomas Evans, o pai do bebê Alfie, chegou na manhã desta quarta-feira ao Vaticano para se encontrar com o Papa Francisco.

Quem organizou esse encontro emocionante foi dom Francesco Cavina, bispo da diocese de Carpi, no centro da Itália (não confundir com a ilha de Capri, que fica no sul do país).

O bispo de Carpi esteve presente no encontro e testemunhou as emoções e a intensidade do colóquio, no qual o Papa expressou toda a sua admiração pela coragem do jovem pai inglês de 21 anos.

Thomas, também chamado apenas de Tom, vem lutando bravamente, junto com a mulher, Kate, pela vida do pequeno Alfie, o bebê de quase 2 anos internado no Alder Hey Children’s Hospital de Liverpool. Alfie sofre de uma doença neurodegenerativa desconhecida e os médicos britânicos pedem a suspensão do tratamento para, segundo eles, “melhor defender o seu interesse” – o que soa perfeitamente absurdo para quem entende que ser morto não é do “melhor interesse” de ninguém.

Tom e Kate querem transferir o filho ao Hospital Bambino Gesù, do Vaticano, que se declarou disposto a acolhê-lo para assisti-lo com humanidade e dignidade enquanto a sua vida puder durar. A transferência para Roma, no entanto, foi negada pelos médicos e pelos juízes britânicos. Está sendo aguardado agora o último pronunciamento da Corte Suprema do Reino Unido.

A entrevista com dom Francesco

Dom Francesco relatou ao site informativo oficial Vatican News os detalhes do encontro de Tom com o Papa Francisco. Eis a conversa:

Dom Francesco: O encontro foi decidido na manhã de ontem, depois que eu recebi um pedido de Liverpool questionando se era possível o Santo Padre receber o pai de Alfie, Thomas, pois havia a sentença da Corte de Apelação que reafirmou a decisão do Tribunal de Primeira Instância, de que a ventilação artificial deveria ser desligada, deixando a criança morrer. Devo dizer que, 20 minutos depois, o Santo Padre expressou o seu desejo de encontrar-se com Thomas.

Vatican News: Como foi este encontro de hoje?

Este encontrou durou cerca de 20 minutos e foi de grande emoção. O Santo Padre era consciente do que o pai de Alfie relatou e, a certo ponto, disse: “Eu o admiro pela coragem que o senhor tem, é jovem, mas tem muita coragem para defender a vida do seu filho”. E disse que, de certa forma, a coragem desse pai é semelhante ao amor de Deus, que não se resigna a nos perder. Penso que foi o momento mais comovente.

Vatican News: E as palavras de Thomas?

Ele contou a sua dor, porque este era o desejo dele, dividir com o Santo Padre essa dor. E depois explicou o que está se passando com o hospital que deveria dar os cuidados a Alfie e que não permite que a família dê um tratamento em outro hospital. E ainda relatou ao Santo Padre coisas que ele certamente já conhecia, o que dizem os juízes, ou seja, que a vida do menino seria “inútil”. Thomas rebateu dizendo que “Alfie é filho de Deus e, porque é filho de Deus, tem direitos. Se foi Deus quem lhe deu esta vida, que seja também Deus quem a tire no momento certo“. É exatamente por isso que ele está lutando e está pronto para combater até o fim.

Vatican News: Então o Papa reiterou o apoio ao pai de Alfie. Mas o que saiu desta reunião?

Desta reunião saiu que o Santo Padre me instruiu a manter relações com a Secretaria de Estado para que o Hospital Bambino Gesù faça todo o possível para acolher Alfie nos seus serviços de saúde. E é isso o que estamos tentando fazer agora. Existem grandes dificuldades do ponto de vista legislativo e jurídico. Vamos ver se é possível superá-las.

Vatican News: Quais são as esperanças do pai de Alfie?

O pai de Alfie, devo dizer, saiu muito revigorado. No final da reunião, quando estávamos sozinhos, ele ficou muito emocionado e disse: “Eu não acredito! Não acredito no que o Santo Padre me disse!“, só pela emoção que ele experimentou. Para chegar aqui, hoje, eles fizeram uma viagem absurda: tiveram que ir a Atenas e, depois, de Atenas a Roma: eles praticamente viajaram toda a noite. Estavam fisicamente cansados. Penso que nem tudo está resolvido. Temos que dizer assim.

Se não encontrarmos uma disposição por parte dos juízes e dos hospitais britânicos, tudo ficará muito mais difícil e correremos o risco de permanecer num impasse, como o que já estamos vivendo agora. Nós temos que continuar a orar. Acredito que tudo o que foi alcançado neste período, mesmo a mobilização que ocorreu envolvendo muitas pessoas, é fruto da oração. Temos que dizer, realmente, que o poder da oração é capaz de superar todos os obstáculos que podem ser colocados, para que a dignidade da pessoa seja respeitada.

Vatican News: Como o senhor vê este assunto?

Humanamente falando, é uma coisa inacreditável. Do ponto de vista do bom senso, me parece que estamos além de toda lógica humana. Dois pais estão pedindo para transferir o filho de um hospital para outro, eu não entendo por que isso deveria ser evitado: se não é na Itália, que seja em qualquer outro hospital na própria Inglaterra. É difícil entender uma coisa dessas.

Fonte: Aleteia

Share
Santuário de Angelina realiza Missa e Encontro de Motociclistas

Santuário de Angelina realiza Missa e Encontro de Motociclistas

O Santuário de Angelina realiza no dia 1º de maio a 14ª Missa e Encontro de Motociclistas de Santa Catarina. O encontro começa às 8h30 com a concentração dos participantes em frente ao Centro de Distribuição do Supermercado Imperatriz, localizado na BR 282 – km 5, próximo ao posto Boca da Serra, Palhoça/SC. Às 9h30 ocorre a saída dos motoqueiros rumo a Angelina.
Ao chegarem ao destino, por volta das 11h, terá início a Santa Missa em ação de graças, seguida de um delicioso almoço que será oferecido no restaurante do Santuário, por apenas R$ 23,00 reais. O cardápio será churrasco, galeto e outras delícias.
Os organizadores do encontro, com apoio da Moto Panther, pede a doação de 1Kg de alimento não perecível como contribuição.

SERVIÇO

Data: 1º de maio de 2018
Local: Santuário de Angelina
Horários: 08h30 – início da concentração, em frente ao CD do Supermercado Imperatriz, em Palhoça/SC. Às 09h30, saída rumo a Angelina. Às 11h, Missa, seguida de almoço.
Valor do almoço: R$23,00
Ingressos: Entrada franca e colaboração com 1kg de alimento não perecível
Informações: (48) 3274-1185

Assista o vídeo!

Share
Arrepiante! O Papa abraça o menino em prantos: “Meu papai ateu está no céu?”

Arrepiante! O Papa abraça o menino em prantos: “Meu papai ateu está no céu?”

O pequeno de 10 anos levou a Itália e o mundo às lágrimas neste domingo ao perguntar ao Papa sobre o destino de seu papai ateu, falecido recentemente

Emanuele, ou Manuel em italiano, é um menino de 10 anos que comoveu um país inteiro quando, de voz embargada, começou a chorar diante do Papa Francisco neste domingo, 15 de abril de 2018, durante uma visita do Santo Padre à paróquia de São Paulo da Cruz, na periferia de Roma.

Ao ver o pranto do menino, o Papa pediu com afeto que ele fizesse a sua pergunta ao seu ouvido. As imagens que mostram pontífice vestido de branco recordam mais do que nunca um avô que abraça e consola. Francisco então pediu permissão ao menino para revelar às pessoas o que ele tinha lhe perguntado ao ouvido.

“Meu papai ateu está no céu?”

O papa explicou que Emanuele chorava porque seu pai tinha morrido recentemente; o menino contou que, apesar de ateu, ele o havia levado à igreja para ser batizado, assim como aos seus outros quatro filhos. E, depois de contar isso a Francisco, o pequeno perguntou ao Papa se o seu papai estava no céu.

O Papa compartilhou o relato com as pessoas ali presentes e comentou:

“Que bonito quando um filho diz que o seu papai era bom! Um bonito testemunho sobre aquele homem, quando os seus filhos podem dizer que ele era um homem bom! Se esse homem foi capaz de ter filhos assim, é verdade que era um grande homem!”

Muitos dos fiéis seguravam o nó na garganta. O Pontífice então destacou a misericórdia de Deus, “que tem um coração de papai”, inclusive em relação a esse homem que “não tinha o dom da fé, que não era crente”, mas levou “os seus filhos para serem batizados”.

E, olhando para Emanuele, disse ao menino:

“Quem diz quem vai para o céu é Deus! Mas como será o coração de Deus diante de um pai assim? (…) Será que Deus abandona os seus filhos quando eles são bons?”

E o coro dos fiéis respondeu em alta voz: “Não!

Francisco acrescentou:

“Bom, Emanuele, esta é a resposta. Deus certamente estava orgulhoso do seu papai, porque é mais fácil batizar os filhos quando se acredita do que quando não se tem o dom da fé. E sem dúvida Deus gostou muito de ver isso”.

O Papa ainda convidou Emanuele a rezar a Deus e recordar sempre o seu papai:

“Fale com o seu papai, reze ao seu papai. Obrigado, Emanuele, pela sua valentia”.

Fonte: Aleteia

Share
Vaping e cigarro eletrônico: a nova ameaça aos seus filhos na escola

Vaping e cigarro eletrônico: a nova ameaça aos seus filhos na escola

O “vaping”, a nova maneira de fumar, chegou às escolas, e os pais precisam agir

Você já ouviu falar de vaping?

Bem, você deveria… especialmente se você tem um filho no ensino médio. Essa é a melhor idade para começar a construir suas defesas contra esse novo e difuso hábito prejudicial que é tão popular entre os adolescentes de hoje. E para você que pensa que falou o discurso do “não use drogas” tantas vezes que seus filhos estão imunes às suas influências, pense novamente.

Vaping, a “nova maneira de fumar”, onde as crianças usam um dispositivo alimentado por bateria que vaporiza produtos químicos com sabor de doces, nicotina, ou THC (o principal componente psicoativo da maconha) – ou uma mistura de todos os três – para que possa ser inalado, está em todos os lugares. E é fácil de usar… o que faz com que pareça ainda mais inofensivo para as crianças e os adolescentes. Isso está no banheiro onde seus filhos frequentam várias vezes por dia entre as aulas. Está no vestiário antes de um jogo. Está no cinema, nas casas de amigos e em passeios da escola, e pode até ser colocado no bolso da mochila do seu filho ou no estojo deles.

Os produtos de cigarro eletrônico comercializados para crianças são pequenos e muitas vezes disfarçados como uma caneta ou USB. A fabricante de cigarros eletrônicos Juul é extremamente popular entre os menores de idade por seu design elegante e discreto (tanto que sua marca se tornou sinônimo de vaping – Juuling). O vapor é geralmente indetectável, sendo que ao abrir rapidamente a janela pode eliminar qualquer vestígio dos fumos tóxicos. Fabricantes de produtos e profissionais de marketing sabiam exatamente o que estavam fazendo quando projetaram esses produtos para tentar laçar a próxima geração de crianças para a nicotina e outras substâncias, apesar de suas declarações oficiais e condenação do uso de seus produtos por qualquer pessoa com menos de 18 anos.

Mas não acredite que seu filho não consiga colocar as mãos nessas coisas. Eles conseguem – e muito facilmente. Muitas vezes através de outras crianças na escola; todos na turma sabem o que são. Seus filhos provavelmente já foram apresentados a isso, na esperança de que eles possam querer comprar seus próprios aparelhos, que podem custar de US$ 30 a US$ 50 no “mercado escolar”. Os recipientes de recarga custam apenas US$ 5.

Ana Rule, professora de saúde ambiental e engenharia na Universidade Johns Hopkins e autora de um estudo sobre e-cigs e adolescentes, disse ao Business Insider:

“As pessoas que estão comercializando esses novos dispositivos alegam que seu foco principal é reduzir o risco de fumantes, e nisso eu posso concordar, pois vaping provavelmente representa uma redução no risco de fumar”.

“Mas eles não conseguem lidar com o aumento do risco para este enorme mercado que estão criando entre adolescentes e jovens adultos que nunca fumaram e nunca consideraram fumar”, acrescentou.

Enquanto algumas crianças se viciam com a injeção de nicotina ou óleo de THC (que é cerca de quatro vezes mais potente que o normal), não é apenas o aspecto de dependência com o qual você precisa se preocupar.

Há toda uma cultura perturbadora em torno do estilo “vaping”, incluindo maneiras para otimizar seu dispositivo e truques, incluindo soprar as maiores “nuvens” de vapor possíveis – há até mesmo algo chamado Vape Cloud Championship. Basta pesquisar no Google e você encontrará inúmeros vídeos com milhões e milhões de visualizações. A pressão dos colegas para usar essas coisas é enorme, e as crianças são atraídas pela “diversão” que foi criada em torno de um hábito com tantos perigos potenciais. “Todo mundo está fazendo isso”, é a mensagem que as crianças estão recebendo, “não tem problema…”.

Os fabricantes de Vape são rápidos em dizer que o vaping é uma alternativa segura ao fumo, porque não há fumaça de verdade (mas substâncias cancerígenas podem estar presentes em alguns dos cartuchos, dependendo da marca). O que eles deixam de reconhecer é que nossos pulmões foram projetados para inalar uma coisa: o ar. Qualquer outra coisa – água, produtos químicos, drogas – obviamente não é natural e é, portanto, potencialmente perigosa. Muitas receitas de vape contêm produtos químicos que foram proibidos pelo FDA (Food and Drug Administration) em produtos alimentícios, como o diaceytl, ingrediente que desde então foi proibido na pipoca de micro-ondas porque deu aos operários uma doença respiratória incurável conhecida como “pulmão de pipoca”.

Infelizmente, o vaping é novo demais para ter estudos de longo prazo mostrando os efeitos do uso. Vai levar anos até que os médicos possam produzir os dados que serão mais persuasivos do que um pai e uma mãe preocupados lendo uma lista de considerações.

Então converse com seus filhos constantemente, reze e observe-os (uma busca aleatória na mochila de vez em quando também não faz mal). Esses recursos podem ajudá-lo a se familiarizar com esse novo cenário assustador, para que você possa tomar providências se precisar:

Hidden in Plain Site (Escondido em um Local Simples). Este link mostra fotos de itens comuns do dia a dia usados ​​para o uso de drogas e vaping para você verificar no quarto do seu filho.

Surgeon General’s Tip Sheet. Este PDF para impressão é um ótimo recurso para iniciar a conversa com seus filhos se você suspeitar que eles estão usando ou pensando em experimentar.

CDC E-Cigarette Fact Sheet (Informativo sobre o E-Cigarro). O que é, o que faz, como funciona, os riscos gerais à saúde de usar esse dispositivo – que é considerado uma “preocupação de saúde pública”.

Se você está preocupado que seu filho possa estar usando vaping, um bom primeiro passo é entrar em contato com o conselheiro de abuso de substâncias da sua escola, se a escola tiver um (se não tiver, converse com a coordenação pedagógica). A menos que seu filho, ou outra criança, esteja em perigo iminente, sua conversa provavelmente será mantida em sigilo, e você poderá discutir os próximos passos para dar em relação aos seus filhos, incluindo aconselhamento e intervenção. Como o próprio ato de fumar, o vaping pode ser uma porta de entrada que leva a comportamentos e substâncias mais perigosas.

Fonte: Aleteia

Share
Domingo da Misericórdia: o que este dia significa para nós?

Domingo da Misericórdia: o que este dia significa para nós?

O Domingo da Misericórdia foi instituído no calendário litúrgico da Igreja pelo Papa João Paulo II.  Desde o ano 2000, quando o Papa publicou o decreto, as paróquias e as comunidades de todo o mundo celebram no segundo domingo da páscoa a Festa da Misericórdia Divina.

Mas, o que levou João Paulo II a isso? O que significa o Domingo da Misericórdia?

O Papa atendeu a um pedido de Jesus

        Quando institui para toda a Igreja o Domingo da Misericórdia, João Paulo II expressou: “Cristo ensinou-nos que o homem não só recebe e experimenta a misericórdia de Deus, mas é também chamado a ter misericórdia para com os demais” (Homilia de 30 de abril de 2000). A intenção do Papa, então, é a de que todos aprendam a ser misericordiosos como Cristo? Sim, mas isso não é tudo.

        João Paulo II estava atendendo a um pedido do próprio Jesus que, no ano de 1931, manifestou a uma religiosa polonesa, Irmã Faustina Kowalska, que o domingo após a Páscoa deveria recordar a humanidade que Deus é misericordioso. Faustina Kowalska, reconhecida santa por João Paulo II na mesma data em que ele estabeleceu o Domingo da Misericórdia, anotou as palavras de Jesus: “Desejo que o primeiro domingo depois da Páscoa seja a Festa da Misericórdia (…). Nesse dia, os sacerdotes devem falar às almas desta Minha grande e insondável misericórdia”.[1]

        Jesus ainda fez outro pedido à santa. Ele ordenou que ela providenciasse a pintura de uma imagem. Essa imagem deveria retratar Jesus conforme ela o via e sob os pés Dele traria a inscrição: Jesus, eu confio em Vós. Essa é a imagem de Jesus Misericordioso –  alguns a conhecem por Imagem da Misericórdia – que a partir dos anos 80 espalhou-se rapidamente pelo mundo, assim como a devoção a Divina Misericórdia, composta pelo Terço e a novena à Divina Misericórdia – orações também ensinadas por Jesus à religiosa polonesa.

        Mas, o que João Paulo II pensava sobre tal imagem? Ao analisar a força de expressão de Jesus Misericordioso, o Papa explicou: “A sua mensagem de misericórdia continua a alcançar-nos através do gesto das suas mãos estendidas rumo ao homem que sofre” (Homilia de 30 de abril de 2000).

O que o Domingo da Misericórdia é para o cristão

O evangelista Mateus já havia relatado no princípio do cristianismo:Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia” (Mt 5,7). Disso só podemos compreender que o Domingo da Misericórdia é fonte de bênçãos para nós.

        O próprio Jesus expressou isso quando pediu que a Imagem da Misericórdia fosse venerada no domingo da Misericórdia. Ele determinou: “Por meio dessa Imagem concederei muitas graças às almas; que toda alma tenha, por isso, acesso a ela. (…)   Desejo conceder indulgência plenária às almas que se confessarem e receberem a santa Comunhão na Festa da Minha misericórdia”[2].

        Portanto, aqueles que no primeiro domingo após a páscoa participam da celebração da Festa da Misericórdia em estado de graça – ter se confessado recentemente, recebido a sagrada eucaristia e rezado pelas intenções do Papa (este último requisito foi determinado pela Igreja) –  receberão o maior presente espiritual que a Igreja pode conceder a um cristão: o perdão total dos seus pecados – consequência da indulgência que o próprio Jesus quis conceder nesse dia.

João Paulo II – o Papa da Misericórdia

        Há muitos fatos que tornaram possível São João Paulo II ser reconhecido como o Papa da Misericórdia.  Afinal o decreto do Domingo da Misericórdia é apenas um dos seus legados para a Igreja. Bem antes deste acontecimento, em 1980 João Paulo II – que havia começado recentemente o seu pontificado – publicou a primeira e única encíclica papal destinada a falar exclusivamente da Misericórdia Divina. Nesta encíclica ele expressou: “Cristo, ao revelar o amor-misericórdia de Deus, exigia ao mesmo tempo dos homens que se deixassem guiar na própria vida pelo amor e pela misericórdia”[3].

        Quando ainda era Cardeal, em 1967, ele concluiu o processo informativo da causa de beatificação da Irmã Faustina. Teria o Espírito Santo soprado ao seu ouvido que tempos depois também seria ele quem celebraria em 1993 a beatificação e em 2000 a canonização da religiosa?! Como são lindos os desígnios de Deus.

E o mais belo ainda foi o dia da sua partida para a pátria celeste. Aquele que certa vez confessou: Desde o princípio do meu ministério na Sé de São Pedro, em Roma, considerava esta mensagem [da Misericórdia Divina] como minha tarefa primordial”, faleceu na noite de sábado do segundo domingo da páscoa, ou seja, dentro da liturgia do Domingo da Misericórdia.

Share
Campanha faz alerta sobre o discurso de ódio nos meios de comunicação

Campanha faz alerta sobre o discurso de ódio nos meios de comunicação

Na Europa, anunciantes retiraram seus investimentos dos veículos que disseminam o ódio aos seguidores do islã e do cristianismo

Muitos meios de comunicação ao redor do mundo e, principalmente na Europa, estão abusando de um descontrolado discurso antiimigratório, com desinformação e distorção.

O Observatório da Islamofobia nos Meios de Comunicação denuncia que, no Reino Unido, os meios de comunicação legitimam delitos de ódio. Em que se baseiam? Em frases “hostis”, “títulos imprecisos” e “informações perigosas”.

Diante da situação, foi lançada uma campanha com o tema “Não financie o discurso do ódio”, em que os cidadãos do Reino Unido são convidados a não comprar alguns jornais, entre eles o The SunDaily MailDaily Express. Os anunciantes também são incentivados a não investir nesses veículos.

O problema do sensacionalismo dos meios de comunicação já foi abordado em outros casos, não somente diante da islamofobia, mas também no que se refere aos cristãos.

Algumas empresas como a Lego, por exemplo, já retiraram suas publicidades de veículos como o Daily Mail e não planejam fazer nenhuma ação comercial com o jornal no futuro.

 O que acontece com o cristianismo?

O Observatório de Intolerância contra os Cristãos advertiu, em outras ocasiões, a dificuldade de uma cobertura justa e equitativa das questões cristãs na imprensa. O órgão lamentou a falta de notícias sobre a perseguição aos cristãos e afirmou que os meios ressaltam negativamente que refugiados pertencem ao cristianismo.

Vale lembrar que o papa Francisco, em sua mensagem para as Comunicações Sociais, em 2017, exortou uma comunicação “construtiva, que, rejeitando os preconceitos, fomente uma cultura do encontro, que ajude a olhar a realidade com autêntica confiança”.

Intolerância e discriminação aos cristãos são termos usados para descrever a negação de igualdade de direitos aos cristãos e sua marginalização. O termo “intolerância” se refere à dimensão social; já a palavra “discriminação” diz respeito à esfera legal.

A Comissão de Direitos Humanos da ONU fala em antissemitismo, islamofobia e cristofobia – termo que começou a ser debatido em 2004.

Fonte: Aleteia

Share