Papa: a evangelização é obra de todo Povo de Deus

Papa: a evangelização é obra de todo Povo de Deus

O Papa Francisco concluiu sua série de audiências esta sexta-feira (29/09) recebendo os participantes da Plenária do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização.

O dicastério foi o responsável em organizar o Ano Santo da Misericórdia e, agora, em promover seus frutos deste Jubileu na comunidade eclesial.

“Não podemos nos permitir que tanto entusiasmo seja diluído ou esquecido. (…) A Igreja tem a grande responsabilidade de continuar sem cessar a ser instrumento de misericórdia”, afirmou o Papa.

O anúncio da misericórdia, acrescentou, pertence intrinsecamente ao compromisso de todo evangelizador, a todo o Povo de Deus. A propósito do tema da evangelização, Francisco destacou dois aspectos.

O primeiro é a contribuição que os povos e as respectivas culturas oferecem ao caminho do Povo de Deus. “A riqueza que provém da multiplicidade de boas tradições é preciosa para vivificar a ação da graça”, recordou o Pontífice.

O segundo aspecto é o chamado à profunda unidade e humanidade da comunidade dos fiéis, que transcende a disponibilidade pessoal.

E isso vale de modo especial num período como o nosso, em que uma nova cultura está em evolução, fruto da tecnologia, mas que deixa de lado a relação interpessoal e o interesse pelo outro. Portanto, “é importante que saibamos entrar no coração das pessoas, para descobrir o sentido e o amor de Deus, que nos leva a olhar avante com serenidade”, derrotando a indiferença.

 

O Papa então concluiu:

“Queridos irmãos e irmãs, a nova etapa da evangelização que somos chamados a percorrer certamente é obra de toda a Igreja, “povo em caminho rumo a Deus”. Redescobrir este horizonte de significado e de concreta práxis pastoral poderá favorecer o impulso da própria evangelização, sem esquecer o valor social que lhe pertence para uma genuína promoção humana integral.
Francisco fez votos de bom trabalho aos membros do dicastério, em especial em preparação para o primeiro Dia Mundial dos Pobres, que será celebrado em 19 de novembro.

Fonte: RadioVaticano

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Papa à Família Vicentina: a caridade sabe transformar o presente

Papa à Família Vicentina: a caridade sabe transformar o presente

O Papa Francisco enviou uma mensagem de gratidão e encorajamento à Família Vicentina, nesta quarta-feira (27/09), por ocasião do quarto centenário do carisma que deu origem aos institutos e associações que a compõe.

Em agosto de 1617, São Vicente de Paulo fundou as Damas da Caridade, hoje conhecidas como Associação Internacional de Caridades. Ele “viveu sempre a caminho, aberto para a busca de Deus e de si. Num encontro forte com Jesus, nas pessoas dos pobres, sentiu o chamado a não viver mais para si mesmo, mas a servi-Lo sem reservas nos pobres”.

São Vicente de Paulo “fundou as Caridades para que cuidassem dos mais pobres, vivendo em comunhão. Um grão de mostarda, semeado em 1617, que se tornou, ao longo do tempo, uma árvore grande”, escreve o Papa.
“No coração da Família Vicentina está a busca pelos pobres e abandonados”, destaca Francisco, recomendando aos seus membros de “olharem sempre para rocha que deu origem a tudo”, a fim de continuar levando, hoje, às periferias da condição humana, o mesmo frescor das origens.

“Esta rocha é Jesus pobre que pede para ser reconhecido em quem é pobre e sem voz. Uma rocha à qual todos somos chamados a sorver para matar a sede do mundo com a caridade que brota Dele. A caridade está no coração da Igreja. É o motivo de seu agir, a alma de sua missão.”
São Vicente de Paulo continua falando à Igreja. “O seu testemunho nos convida a estar sempre a caminho, nos pede a pequenez do coração, plena disponibilidade e humildade, nos impele à comunhão fraterna entre nós e à missão corajosa no mundo. O seu testemunho nos pede para nos libertar de linguagens complexas, de retóricas autorreferenciais e do apego às seguranças materiais que podem dar uma tranquilidade imediata, mas não infundem a paz de Deus e muitas vezes criam obstáculo para a missão.”

O testemunho desse santo, “nos exorta a investir na criatividade do amor, com «um coração que vê»”, ressalta Francisco citando um trecho da Encíclica Deus caritas est do Papa emérito Bento XVI.
“A caridade não se contenta de bons hábitos do passado, mas sabe transformar o presente. Isso é muito necessário hoje, na complexidade mutável da sociedade globalizada, onde certas formas de esmolas e ajuda, não obstante motivadas por intenções generosas, correm o risco de alimentar formas de exploração e ilegalidade, e não trazer benefícios reais e duradouros”, frisa ainda o Papa.

Que o exemplo de São Vicente de Paulo nos estimule “a dar espaço e tempo aos pobres, aos novos pobres de hoje e aos muitos pobres de hoje, a fazer nossos os seus pensamentos e seus desconfortos, pois um cristianismo sem contato com quem sofre torna-se um cristianismo desencarnado, incapaz de tocar a carne de Cristo. Portanto, encontrar os pobres, dar preferência e voz aos pobres para que a sua presença não seja silenciada pela cultura do efêmero”.
O Papa conclui a mensagem, desejando que o II Dia Mundial dos Pobres, a ser celebrado, em 19 de novembro próximo, ajude a Igreja na “vocação de seguir Jesus pobre”, tornando-se “cada vez mais e melhor um sinal concreto da caridade de Cristo para os últimos e necessitados”, e reagindo contra a “cultura do descarte e do desperdício”.

Fonte: Radio Vaticano

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Imagem de Nossa Senhora terá coroa e mantos especiais para os 300 anos de Aparecida

Imagem de Nossa Senhora terá coroa e mantos especiais para os 300 anos de Aparecida

Já estão prontos os mantos especiais que serão colocados na imagem da padroeira do Brasil durante as comemorações dos 300 anos de Aparecida. Eles foram belamente confeccionados por religiosas do Carmelo de Santa Teresinha, que também fica na cidade de Aparecida, São Paulo.

Depois de rezarem a oração jubilar dos 300 anos, as irmãs entregaram dois mantos ao prefeito de Igreja do Santuário Nacional, Pe. Eduardo Ribeiro.

A confecção dos mantos levou 30 dias e foi feito por três religiosas. O resultado não poderia ser melhor. Os bordados fazem referências aos pescadores que encontraram a imagem da Virgem no Rio Paraíba do Sul, em 1717.

A Irmã Teresa Margarida do Coração de Jesus contou ao portal A12 que, para fazer o bordado, inspirou-se em uma canção de Nossa Senhora, cuja letra diz “nas curvas de um M, no rio brasileiro, Maria aparece à luz do Cruzeiro”.

Para as religiosas, é motivo de alegria poder colaborar todos os anos na festa da Padroeira com a confecção dos mantos. “É um pouquinho de nós, do nosso trabalho que a gente oferta para Nossa Senhora”, completou Ir. Teresa.

A Coroa Jubilar

A Coroa Jubilar de Nossa Senhora Aparecida, que também será usada na festa dos 300 anos, foi desenvolvida pela joalheria H.Stern e apresenta, além das cores da bandeira do Brasil, símbolos que remetem à natureza brasileira e também a Nossa Senhora Aparecida.

O Santuário coletou terra em todos os estados brasileiros e colocou pequenas porções do material dentro da coroa.

“Nós queremos lembrar todo o povo brasileiro, que somos feitos da terra, por isso somos frágeis, e se somos frágeis precisamos de cuidados, somos cuidados por Deus. Ele coloca mediações para cuidar de nós e Maria é uma dessas mediações”, disse o missionário redentorista, Pe. Rodrigo Arnoso.

Fonte : Aleteia

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Bispos do México anunciam coleta por danificados por terremoto

Bispos do México anunciam coleta por danificados por terremoto

Os Bispos da Conferência Episcopal Mexicana (CEM) anunciaram a realização de uma coleta nacional em 23 e 24 de setembro, a favor das vítimas do terremoto de magnitude 7, 1, que provocou a morte de mais de 200 pessoas.

Em um comunicado publicado em seu site, os prelados mexicanos incentivaram a solidariedade, “através de uma coleta econômica, que podemos promover em nossas dioceses e comunidades. Sugerimos que se realize no fim de semana, nos dias 23 e 24 de setembro”.

Os bispos assinalaram que, com a atitude de generosidade dos últimos dias, pode-se constatar que “sem dúvidas que, quando tiramos de um mal a oportunidade de fazer um bem, o nosso coração se renova e cresce”.

“Nós, membros da Igreja Católica que peregrina no México, continuamos em oração e ação em favor das vítimas dos terremotos ocorridos em 7 e 19 de setembro, assim como pelas inundações provocadas pelos furacões e que atingiram fortemente grande parte do país , principalmente os Estados de: Morelos, Tlaxcala, Puebla, Guerrero, Oaxaca, Chiapas, Baixa Califórnia Sul, Estado do México e Cidade do México”.

 

Os prelados recordam que a prioridade permanece sendo “o resgate das pessoas presas sob os escombros. Não há dúvida que é belo constatar o apreço pela vida humana, especialmente quando se valoriza e respeita sempre e em todas as suas etapas”.

O trabalho de serviço da Igreja

Os bispos explicaram que “o trabalho coordenado e vinculado da Igreja é muito importante e está sendo realizado com todo o seu empenho, em duas formas”.

Nas dioceses afetadas: bispos, sacerdotes e leigos se organizam para atender de maneiras diferentes a emergência, disponibilizando paróquias e seminários como refúgios e centros de coleta, além de mobilizar outros recursos diocesanos para o cuidado das pessoas e, posteriormente, a reabilitação dos locais eclesiais.

Nas outras dioceses: diversos irmãos bispos de toda a República se solidarizaram, emitindo comunicados diocesanos, encorajando seus fiéis a apoiarem de várias formas, com oração, fazendo coletas especiais nas paróquias e canalizando tudo através de Cáritas Nacional (Mexicana).

“Os sacerdotes e as religiosas, junto com suas comunidades, estão acompanhando espiritualmente e atendendo psicologicamente os necessitados, assim como oferecendo apoio material nos lugares onde há a maior necessidade”, indicaram.

Além disso, os bispos recordaram que, em 19 de setembro, criaram um centro de operações em conjunto com a equipe da Cáritas Nacional para atender esta emergência.

“Continuamos encomendando a Santa Maria de Guadalupe, a quem invocamos como refúgio e auxílio de nosso povo, conscientes de que o seu Filho jamais nos abandona”, concluíram.

Fonte: Acidigital

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Os santos mártires da Coreia e sua impactante lição aos católicos leigos

Os santos mártires da Coreia e sua impactante lição aos católicos leigos

É graças aos leigos que a fé em Cristo se implantou e resiste no povo coreano apesar de perseguições devastadoras

A Igreja celebra no dia 20 de setembro os santos André Kim e seus 102 companheiros mártires da Coreia.

Sim, você leu certo: nada menos que 103 mártires, que foram canonizados por São João Paulo II em 1984, durante a sua viagem apostólica à Coreia do Sul.

A peculiar história da fé cristã na Coreia
Hoje estamos tristemente acostumados com a existência de duas Coreias, mas nem sempre foi assim. O país já foi um só. E, na sua história religiosa, a Coreia constitui uma interessantíssima peculiaridade quanto à “modalidade” de evangelização que recebeu: os primeiros missionários do país não eram membros do clero, mas sim leigos!

Enquanto a maior parte do Oriente começou a ser evangelizada por sacerdotes e religiosos enviados em missão pelas suas respectivas ordens, a Coreia viveu um processo diferente. No século XVII, membros da nobreza coreana entraram em contato com o catolicismo durante viagens à China e ao Japão. A fé já tinha criado raízes em ambos aqueles países. Com base no que tinham observado e aprendido sobre o catolicismo em livros escritos em chinês, aqueles nobres coreanos tentaram praticar essa mesma fé recém-descoberta ao retornarem à Coreia. Um deles, Yi Seung-hun, foi batizado em Pequim e voltou para casa em 1784 para fundar uma comunidade cristã. Este é o evento que marca o estabelecimento da Igreja católica na Coreia.

Mas o catolicismo não teve um começo fácil no país. O governo, influenciado pela ideologia do neoconfucionismo, se opôs à fé cristã. A crença católica de que todos os seres humanos possuem dignidade igual era vista como uma ameaça para o sistema hierárquico social. Além disso, era considerado crime ter contato com estrangeiros. Esta lei significava, portanto, que as comunicações entre os católicos coreanos e o vigário apostólico de Pequim eram nada menos que “criminosas”.

As consequências dessa hostilidade a Cristo são fáceis de imaginar – afinal, esse quadro se repete na história desde o próprio Cristo… Estima-se que cerca de 10.000 católicos foram martirizados na Coreia só durante aquela perseguição, que durou mais de 100 anos. Demorou até 1895 para que o país finalmente reconhecesse a liberdade de religião – e ela voltaria a ser suprimida brutalmente na atual Coreia do Norte assim que o regime comunista foi imposto ao sofrido povo daquela nação, persistindo essa realidade até hoje (e com um número de católicos assassinados que ainda não é possível conhecer ao certo).

Foi nesse contexto de perseguição e martírio que nasceu André.

Santo André Kim Tae-Gon
Santo André Kim Tae-Gon nasceu em Solmoe em 1821, de família nobre. Quando ainda era criança, sua família se mudou para Kolbaemasil a fim de fugir da perseguição. Seu pai, Santo Inácio Kim, foi martirizado em 1839.

André foi batizado aos 15 anos e, algum tempo depois, entrou no seminário de Macau, na China. Foi ordenado sacerdote em 1845 em Xangai, tornando-se o primeiro sacerdote católico nascido na Coreia.

Quando voltou à sua terra para tentar facilitar a entrada de missionários no país, reencontrou a mãe mendigando por comida.

Apesar do quadro de extrema adversidade, André se dedicou a difundir a fé cristã na Coreia pregando o Evangelho e batizando as pessoas que se convertiam por intermédio das suas palavras e do seu testemunho.

Por mais que fosse prudente visando não ser descoberto, André acabou preso quando tentou levar missionários franceses da China para a Coreia. Depois de alguns meses no cárcere, ele enfrentou a pena de morte por decapitação em 1846. Enquanto entregava a alma às mãos de Deus e partia rumo ao Seu abraço eterno, Santo André Kim Tae-Gon declarou:

“Minha vida imortal está em seu ponto inicial. Convertam-se ao cristianismo se desejarem a felicidade depois da morte”.
Com ele, os perseguidores ainda executaram outros 102 cristãos, também canonizados pela Igreja por terem morrido mártires em nome de Cristo.

E não são os únicos: em agosto de 2014, durante a sua viagem apostólica à Coreia do Sul, o Papa Francisco ainda beatificaria mais 124 mártires do país: o beato Paulo Yun Ji-chung e seus 123 companheiros.

A história insiste em não aprender que, desde os primórdios da Igreja, “o sangue dos mártires é semente de cristãos“.

 

Fonte: Aleteia

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Não rezar pelos políticos é pecado, diz o Papa

“Não podemos deixar os governantes sozinhos: devemos acompanhá-los com a oração”, adverte Francisco

O Papa Francisco celebrou a missa na Capela da Casa Santa Marta, nesta segunda-feira (18/09), e em sua homilia pediu aos cristãos para rezarem pelos seus governantes, não obstante as coisas más que fazem.

O Pontífice pediu também aos governantes para rezar, caso contrário, correm o risco de fecharem-se no próprio grupo. O governante que tem a consciência de ser subalterno ao povo e a Deus, reza.

A reflexão de Francisco parte da Primeira Leitura de hoje e do Evangelho. Na primeira leitura, São Paulo aconselha a Timóteo a rezar pelos governantes. No Evangelho, há um governante que reza: é o oficial romano que tinha um empregado que estava doente. Amava o povo, não obstante fosse estrangeiro, e amava o empregado, pois, de fato, se preocupava.

“Este homem sentiu a necessidade de rezar”, disse o Papa. Não somente porque amava, mas também porque “tinha a consciência de não ser o patrão de tudo, de não ser a última instância”. Sabia que acima dele, há outro que comanda. Havia subalternos, soldados, mas ele também estava na condição de subordinado. E isso o levou a rezar.

“O governante que tem essa consciência, reza. Se não reza, fecha-se na própria “autorreferencialidade” ou na de seu partido, naquele círculo do qual não se sai. É um homem fechado em si mesmo. Porém, quando vê os problemas verdadeiros, tem a consciência de ser subalterno, que existe outro que tem mais poder que ele. Quem tem mais poder do que o governante? O povo, que lhe deu o poder, e Deus, do qual vem o poder através do povo. Quando um governante tem a consciência de ser subordinado, reza.”

O Papa Francisco ressaltou a importância da oração do governante, “porque é a oração para o bem comum do povo que lhe foi confiado”.

Recordou, a esse propósito, a conversa com um governante que todos os dias passava duas horas em silêncio diante de Deus, não obstante tivesse muitos afazeres. É preciso pedir a Deus a graça de governar bem como Salomão que não pediu a Deus ouro ou riquezas, mas sabedoria para governar.

Os governantes, diz Francisco, devem pedir ao Senhor essa sabedoria. “É tão importante que os governantes rezem” – reitera – pedindo ao Senhor que não cancele a “consciência de ser subalterno” a Deus e do povo: “que a minha força esteja ali e não no pequeno grupo ou em mim”.

E a quem poderia se opor dizendo ser agnóstico ou ateu, o Papa diz: “Se você não pode rezar, confronte-se”, “com a sua consciência”, com “os sábios do seu povo”, mas “não fique sozinho com o pequeno grupo do seu partido”, ressalta. “Isto – reitera – é ser auto-referencial”.

Na primeira leitura, Paulo convida a rezar pelos reis, “para que – afirma – possamos levar uma vida calma, pacífica, digna e dedicada a Deus”. Francisco observa que, no entanto, quando um governante faz algo que não gostamos, ele é criticado ou, de outra forma, louvado. É deixado sozinho com o seu partido, com o Parlamento”:

“’Não, eu o votei – eu o votei’ – ‘Eu não o votei, problema seu’. Não, não podemos deixar os governantes sozinhos: devemos acompanhá-los com a oração. Os cristãos devem rezar pelos governantes. “Mas, Padre, como vou rezar por ele que faz tantas coisas ruins?”. Ele precisa mais do que nunca da oração. Reze, faça penitência pelo governante. A oração de intercessão – isso é tão bonito que Paulo diz – é para todos os reis, para todos aqueles que estão no poder. Por quê? “Porque podemos levar uma vida calma e tranquila”. Quando o governante é livre e pode governar em paz, todo o povo irá se beneficiar disso”.

E o Papa conclui pedindo que se faça um exame de consciência sobre a oração pelos governantes:

“Peço-lhes um favor: cada um de vocês pegue hoje cinco minutos, não mais. Se você é um governante, se pergunte: “Eu rezo por aquele que me deu o poder através do povo?” Se não é um governante, “rezo pelos governantes? Sim, por esse e por aquele sim, porque gosto deles; por aqueles outros, não”. Esses têm mais necessidade do que os outros! “Rezo por todos os governantes?” E se você perceber, quando faz exame de consciência para se confessar, que não reza pelos governantes, leve isso à confissão. Porque não rezar pelos governantes é um pecado”.

(Rádio Vaticano)

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Estado Islâmico mantém sólido apoio na internet, apesar das derrotas militares

Estado Islâmico mantém sólido apoio na internet, apesar das derrotas militares

O grupo Estado Islâmico (EI) conserva uma “sólida base de claros apoios” na internet, apesar das derrotas no militares na Síria e no Iraque, informou a Europol, a agência europeia de polícias.

“Os grupos jihadistas utilizam igualmente pequenas plataformas e fóruns para difundir propaganda terrorista”, afirmou a Europol.

A relativa regressão da propaganda “oficial” do EI no último mês abriu mais espaço para o conteúdo gerado pelos usuários pró-EI, segundo um comunicado da agência com sede em Haia.

“Isto mostra que o EI conserva sua sólida base de claros apoios no entorno virtual da internet”, completa.

A Europol publicou as conclusões após uma sessão de trabalho de dois dias com especialistas da Bósnia-Herzegovina, República Tcheca, Estônia e Hungria sobre a investigação e identificação dos conteúdos publicados on-line pelos grupos jihadistas.

“As organizações jihadistas e seus partidários continuam abusando de diversas plataformas para expandir sua propaganda”, completa a Europol, embora tenham sido obrigadas a “passar para plataformas menores”.

A Grã-Bretanha já anunciou um plano para reprimir o conteúdo extremista na internet após os recentes atentados de Londres e Manchester. A primeira-ministra Theresa May deseja o desenvolvimento de instrumentos para identificar e retirar automaticamente os conteúdos “perigosos”.

O “califado” autoproclamado do EI está muito debilitado pela série de reveses nos campos de batalha no Iraque e na Síria.

(AFP)

Fonte: Aleteia

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Encontro aconteceu um dia depois da libertação do sacerdote

Encontro aconteceu um dia depois da libertação do sacerdote

O missionário salesiano indiano, Thomas Uzhunnalil, que estava há mais de um ano e meio sequestrado no Iêmen, foi libertado e viajou para o Vaticano para se encontrar com o Papa Francisco. O Pe. Tom quis agradecer pelo esforço pessoal que o pontífice fez durante esse tempo.

“Em primeiro lugar, expressamos nossa profunda gratidão a Deus, pois esta história terminou de forma positiva. É preciso também agradecer ao governo indiano, por ter empreendido todos os seus esforços pela libertação do Pe. Tom Uzhunnalil […] E ainda temos que agradecer ao esforço pessoal do Papa Francisco, que usou toda a sua influência para a libertação”, disse à agência Fides o secretário geral da Conferência Episcopal da Índia, Thedore Mascarenhas.

O Pontífice recebeu Pe. Tom na sua residência, a Casa Santa Marta. Quando o encontrou, o missionário se ajoelhou diante do Papa, que rapidamente o ajudou a se levantar. Francisco o abraçou e disse que continuará rezando por ele, como fez durante o seu cativeiro. Em seguida, o sacerdote salesiano beijou as mãos do pontífice.

De acordo com o jornal do Vaticano L’Osservatore Romano, durante sua conversa com o Papa, Pe. Tom explicou que sua maior tristeza durante o cativeiro foi não poder celebrar a Eucaristia, “embora todos os dias repetisse dentro de mim, no meu coração, todas as palavras da celebração”, indicou.

Além disso, ele afirmou diante do Papa que, agora que já está livre, continuará “rezando por todos os que estiveram espiritualmente ao meu lado”. Em especial, disse que se lembra das quatro religiosas e dos doze idosos mortos no ataque dos terroristas.

Entenda o caso

Pe. Uzhunnalil foi sequestrado em 4 de março de 2016, depois que um grupo de jihadistas do Estado Islâmico invadiu um asilo de idosos e pessoas com deficiências que era administrado por religiosas das Missionárias da Caridade em Áden, no Iêmen.

Durante a invasão, os terroristas assassinaram quatro religiosas, doze idosos e sequestraram o sacerdote salesiano.

Nesses 18 meses, o mundo inteiro rezou por sua libertação e foram realizadas várias manifestações em prol de sua liberdade. Também foram divulgados vários vídeos, em que os sequestradores mostravam o Pe. Tom fraco, doente e lendo mensagens contra a sua vontade.

Surgiram também vários boatos, inclusive a história de que o padre teria sido crucificado na Sexta-feira Santa.

O Reitor Mor dos salesianos, Pe. Angel Fernández Artime, diz que não sabe se foi realizado algum tipo de pagamento pelo resgate.

Com informações de ACI Digital

Fonte: Aleteia

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Mensagem do Pároco

Caríssimos(as) irmãos(as),

Paz e Bem!

Como franciscano é sempre bom iniciar com esta saudação que soa tão bem aos nossos ouvidos, não é mesmo?

Celebramos no mês de Agosto festas em várias comunidades (Morro Mineiro, Mato Francês, Matriz de Angelina, Rio Fortuna e Rancho Queimado). Sempre é bom não perdermos o “ponto inicial” (santa Clara de Assis) da vivência cristã. Vejo que muitos ficam preocupados na preparação da festa de sua comunidade, sendo verdadeira “Marta” e não vivem a contemplação “Maria”, não vão sequer à missa do seu padroeiro e isto me causa preocupação como pastor deste rebanho.

Neste mês, a Igreja Católica no Brasil celebra a Bíblia, fonte inesgotável da nossa fé. Período para exercitarmos a leitura da Palavra de Deus e aprofundarmos seus ensinamentos e acima de tudo, para “falar com Deus”. São Jerônimo ensinava: “Quando rezamos falamos com Deus, quando lemos a bíblia, Deus fala conosco”. Deus tem falado com você, em sua vida?  Na vivência de comunidade?

Gostaria de destacar que já terminamos os 450 metros de corrimãos no caminho da nossa Gruta, estamos na fase final da manutenção do espaço das lojinhas do Santuário e até o final de setembro, teremos a Igreja de Angelina (patrimônio desta paróquia e acima de tudo, instrumento para evangelização que deve ser utilizado com carinho e preservado para uso de todos) pintada e restaurada, tudo para o Louvor à Deus.

Quantas conquistas já conseguimos como comunidade e paróquia e juntos ainda temos muitos a fazer, tanto no campo administrativo e patrimonial como no campo pastoral. Mas “juntos somos sempre mais”. E quando a obra é de Deus e para Deus sempre prospera e cresce… Nem os ventos contrários nos impedirá de anunciar o Reino.

Dia 09 e 10 de Setembro, a Comunidade N. Sra das Dores, Garcia, estará em festa, vamos todos participar deste momento tão importante.

Despeço-me desejando a você e sua família um mês abençoado. Conte com minhas orações sempre.

Frei Paulo Cézar Magalhães Borges

Pároco

 

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Papa Francisco parte até a Colômbia em Viagem Apostólica

Papa Francisco parte até a Colômbia em Viagem Apostólica

Papa Francisco embarcou na manhã desta quarta-feira, 06 de setembro, para Bogotá na Colômbia. A chegada está prevista para 18h30, horário de Brasilia.

Na breve cerimônia de boas-vindas no aeroporto o Papa será acolhido pelo Presidente colombiano, Juan Manuel Santos Calderón. Também participam da cerimônia autoridades políticas e civis, bispos e cerca de mil fiéis.

 

Na sequência o Papa se transfere de papamóvel diretamente à Nunciatura Apostólica. Ali, o aguarda um grupo de fiéis, com cantos e danças tradicionais. Na capela, oferecerá flores a Nossa Senhora, concluindo assim seu primeiro dia de viagem.

Até domingo, 10 de setembro, estão previstos 12 discursos em quatro cidades: Bogotá, Villavicencio, Medellín e Cartagena.

O Pontífice declara-se “honrado” em visitar a Colômbia, “terra rica de história, cultura, fé, homens e mulheres que trabalharam com determinação e perseverança para torná-la um local em que reine a harmonia e a fraternidade, em que o Evangelho é conhecido e amado”, disse em carta.

Francisco é o terceiro Papa que visita a Colômbia. Antes dele, Paulo VI em 1968 e João Paulo II em 1986.

Tradição

Um dia antes de partir, como de costume, Francisco foi à Basílica de Santa Maria Maior para rezar diante da imagem da Virgem Salus Populi Romani. Já na manhã desta quarta, ainda na sua residência na Casa Santa Marta, o Papa saudou duas famílias (no total de 10 pessoas) que tiveram suas casas destruídas por um incêndio na periferia de Roma durante o verão. As famílias estão recebendo um auxílio, em nome do Santo Padre, da Esmolaria Apostólica.

Fonte: A12

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