Festa de Corpus Christi, 15 de junho

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No final do século XIII surgiu em Lieja, Bélgica, um Movimento Eucarístico cujo centro foi a Abadia de Cornillon fundada em 1124 pelo Bispo Albero de Lieja. Este movimento deu origem a vários costumes eucarísticos, como por exemplo, a Exposição e Bênção do Santíssimo Sacramento, o uso dos sinos durante a elevação na Missa e a Festa do Corpus Christi.

Santa Juliana de Mont Cornillon, naquela época priora da Abadia, foi à enviada de Deus para propiciar esta Festa. A Santa nasceu em Retines perto de Liége, Bélgica em 1193. Ficou órfã muito pequena e foi educada pelas freiras Agostinas em Mont Cornillon. Quando cresceu, fez sua profissão religiosa e mais tarde foi superiora de sua comunidade. Morreu em 5 de abril de 1258, na casa das monjas Cistercienses em Fosses e foi enterrada em Villiers.

Desde jovem, Santa Juliana teve uma grande veneração ao Santíssimo Sacramento. E sempre esperava que se tivesse uma festa especial em sua honra. Este desejo se diz ter intensificado por uma visão que teve da Igreja sob a aparência de lua cheia com uma mancha negra, que significada à ausência dessa solenidade.

Juliana comunicou estas aparições a Dom Roberto de Thorete, o então Bispo de Lieja, também ao Douto Dominico Hugh, mais tarde Cardeal Legado dos Países Baixos e Jacques Pantaleón, nessa época Arquidiácono de Lieja, mais tarde o Papa Urbano IV.

O Bispo Roberto ficou impressionado e, como nesse tempo os Bispos tinham o direito de ordenar festas para suas Dioceses, invocou um sínodo em 1246 e ordenou que a celebração fosse feita no ano seguinte, ao mesmo tempo o Papa ordenou, que um monge de nome João escrevesse o ofício para essa ocasião. O decreto está preservado em Binterim (Denkwürdigkeiten, V.I. 276), junto com algumas partes do ofício.

Dom Roberto não viveu para ser a realização de sua ordem, já que morreu em 16 de outubro de 1246, mas a festa foi celebrada pela primeira vez no ano seguinte a quinta-feira posterior à festa da Santíssima Trindade. Mais tarde um Bispo alemão conheceu os costume e a o estendeu por toda a atual Alemanha.

O Papa Urbano IV, naquela época, tinha a corte em Orvieto, um pouco ao norte de Roma. Muito perto desta localidade está Bolsena, onde em 1263 ou 1264 aconteceu o Milagre de Bolsena: um sacerdote que celebrava a Santa Missa teve dúvidas de que a Consagração fosse algo real, no momento de partir a Sagrada Forma, viu sair dela sangue do qual foi se empapando em seguida o corporal. A venerada relíquia foi levada em procissão a Orvieto em 19 de junho de 1264. Hoje se conservam os corporais -onde se apoia o cálice e a patena durante a Missa- em Orvieto, e também se pode ver a pedra do altar em Bolsena, manchada de sangue.

O Santo Padre movido pelo prodígio, e a petição de vários bispos, faz com que se estenda a festa do Corpus Christi a toda a Igreja por meio da bula “Transiturus” de 8 setembro do mesmo ano, fixando-a para a quinta-feira depois da oitava de Pentecostes e outorgando muitas indulgências a todos que assistirem a Santa Missa e o ofício.

Em seguida, segundo alguns biógrafos, o Papa Urbano IV encarregou um ofício -a liturgia das horas- a São Boaventura e a Santo Tomás de Aquino; quando o Pontífice começou a ler em voz alta o ofício feito por Santo Tomás, São Boaventura foi rasgando o seu em pedaços.

A morte do Papa Urbano IV (em 2 de outubro de 1264), um pouco depois da publicação do decreto, prejudicou a difusão da festa. Mas o Papa Clemente V tomou o assunto em suas mãos e, no concílio geral de Viena (1311), ordenou mais uma vez a adoção desta festa. Em 1317 é promulgada uma recopilação de leis -por João XXII- e assim a festa é estendida a toda a Igreja.

Nenhum dos decretos fala da procissão com o Santíssimo como um aspecto da celebração. Porém estas procissões foram dotadas de indulgências pelos Papas Martinho V e Eugênio IV, e se fizeram bastante comuns a partir do século XIV.

A festa foi aceita em Cologne em 1306; em Worms a adoptaram em 1315; em Strasburg em 1316. Na Inglaterra foi introduzida da Bélgica entre 1320 e 1325. Nos Estados Unidos e nos outros países a solenidade era celebrada no domingo depois do domingo da Santíssima Trindade.

Na Igreja grega a festa de Corpus Christi é conhecida nos calendários dos sírios, armênios, coptos, melquitas e os rutínios da Galícia, Calábria e Sicília.

Finalmente, o Concílio de Trento declara que muito piedosa e religiosamente foi introduzida na Igreja de Deus o costume, que todos os anos, determinado dia festivo, seja celebrado este excelso e venerável sacramento com singular veneração e solenidade; e reverente e honorificamente seja levado em procissão pelas ruas e lugares públicos. Nisto os cristãos expressam sua gratidão e memória por tão inefável e verdadeiramente divino benefício, pelo qual se faz novamente presente a vitória e triunfo sobre a morte e ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.

 

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Mensagem do Pároco para Junho

Paz e Bem a todos!  Como o tempo passa rápido, não é mesmo? Estamos já em Junho.

Gostaríamos de informar a toda Comunidade Paroquial que a pintura da Igreja será iniciada dia 05 de junho e estará pronta para a festa de agosto, também informar a todos que estão colaborando com o “carnê fidelidade”, o ultimo mês da colaboração será agosto. Se você ainda não fez sua colaboração, procure – nos e faça parte desse projeto de restauração e pintura da igreja. Temos o projeto do corrimão da gruta e outro projeto já no “forno”, a comunidade da Matriz irá assumir o “Café Nossa Senhora” e todo dinheiro será direcionado para o desenvolvimento do Santuário.

A Solenidade de São Pedro Apóstolo é uma das mais antigas comemorações da Igreja, sendo até mesmo anterior à do Natal, você sabia?  Depois da Virgem Santíssima e de São João Batista, Pedro é um dos Santos que tem mais datas comemorativas no ano litúrgico. Além da tradicional festa de 29 de junho, temos a festa da Cátedra de São Pedro em 22 de fevereiro e a Dedicação da Basílica de São Pedro em 18 de novembro.

O martírio de São Pedro deve ter ocorrido no ano 64 d.c, foi crucificado de cabeça para baixo. Ele é o apóstolo que Jesus Cristo escolheu e investiu da dignidade de ser o primeiro Papa da Igreja ao afirmar: “Tu é Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja”.

Desejo a todos uma boa continuidade no seguimento de N. S. Jesus Cristo.

Atenciosamente,

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Pentecostes é o aniversário da Igreja e nos presenteia com a esperança, afirma o Papa

Pentecostes é o aniversário da Igreja e nos presenteia com a esperança, afirma o Papa

clipadaA poucos dias de Pentecostes e na festa litúrgica da Visitação da Virgem Maria, o Papa Francisco dedicou sua catequese na Audiência Geral desta quarta-feira para ao Espírito do Santo, que “faz com que vivamos cheios de esperança” e assegurou que Pentecostes “é o aniversário da Igreja”.

“O Espírito Santo é o vento que nos impele a ir em frente, que nos mantém em caminho, nos faz sentir peregrinos e forasteiros, e não nos permite acomodarmo-nos e tornarmo-nos um povo ‘sedentário’”, explicou.

O Papa afirmou que “a esperança é como uma vela” que “recolhe o vento do Espírito e o transforma em força motriz que empurra a barca”. “Os homens têm necessidade de esperança para viver, têm necessidade do Espírito Santo para esperar”, acrescentou.

Nesse sentido, “transbordar na esperança significa nunca se desencorajar, significa esperar ‘contra toda esperança’, ou seja, esperar também quando faltam motivos humanos para esperar, como foi para Abraão quando Deus lhe pediu para sacrificar seu único filho, Isaac, e como foi, mais ainda, para a Virgem Maria sob a cruz de Jesus”.

Francisco sublinhou que “o Espírito Santo torna possível esta esperança invencível dando-nos testemunho interior de que somos filhos de Deus e seus herdeiros”.

O Papa também explicou que o Espírito Santo “faz com que sejamos semeadores de esperança” e “consoladores e defensores dos irmãos”.

“São sobretudo os pobres, os excluídos, os não amados a ter necessidade de alguém que se faça para eles ‘paráclitos’, ou seja, consolador e defensor”. E “o Espírito Santo alimenta a esperança não só no coração dos homens, mas também em toda a criação”.

O Santo Padre aproveitou para pedir que se respeite pela criação, porque “não se pode desfigurar um quadro sem ofender o artista que o criou”.

“Que a próxima festa de Pentecostes – que é o aniversário da Igreja – nos encontre em oração, com Maria, a Mãe de Jesus e nossa. E o dos do Espírito Santo nos faça transbordar na esperança”, concluiu o Pontífice.

(Fonte: acidigital.com)

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Papa: que Deus converta os corações dos terroristas

Papa: que Deus converta os corações dos terroristas

Após a oração do Regina Coeli, o Papa Francisco recordou o atentado perpetrado na última sexta-feira (26/05), no Egito, contra os cristãos coptas que iam de ônibus ao Mosteiro de São Samuel.clipada

“Manifesto novamente a minha proximidade ao querido irmão, Papa Tawadros II, e a toda nação egípcia, que dois dias atrás sofreu outro ataque feroz de violência. As vítimas, dentre as quais crianças, são fiéis que iam ao santuário para rezar e foram mortas depois de se recusarem a renegar sua fé cristã. Que Deus acolha na paz estas testemunhas corajosas, esses mártires, e converta os corações dos terroristas.”

O Pontífice recordou também o atentado perpetrado na última segunda-feira em Manchester, na Inglaterra.

“Rezamos também pelas vítimas do atentado horrível de segunda-feira passada, em Manchester, onde muitas vidas jovens foram ceifadas cruelmente. Estou próximo aos familiares e a todos aqueles que choram por causa dessas mortes.”

O Papa lembrou também que neste domingo se celebra o Dia Mundial das Comunicações Sociais sobre o tema “Não tenhas medo, que Eu estou contigo. Comunicar esperança e confiança no nosso tempo”.

“Os meios de comunicação social oferecem a possibilidade de partilhar e difundir instantaneamente as notícias de forma generalizada. Estas notícias podem ser boas ou ruins, verdadeiras ou falsas. Rezemos para que a comunicação, em todas as suas formas, seja realmente construtiva, a serviço da verdade, repudiando preconceitos, e difundindo esperança e confiança em nosso tempo.”

A seguir, o Papa saudou também os grupos de folclore bávaros que vieram a Roma para a grande parada no centenário da festa da Padroeira da Baviera, e os fiéis poloneses que participaram da peregrinação ao Santuário de Piekary.

Francisco saudou também os Missionários Combonianos que celebram 150 anos de fundação, e incentivou as associações de voluntariado que promovem a doação de órgãos, “ato nobre e digno de apreço”.

Saudou também os trabalhadores da TV Mediaset Roma, desejando que “a sua situação de trabalho possa se resolver, tendo como finalidade o bem verdadeiro da empresa, não limitando-se somente ao lucro, mas respeitando os direitos de todas as pessoas envolvidas. Primeiro, o direito ao trabalho”.

Por fim, o Papa saudou e agradeceu aos cidadãos de Gênova por tê-lo acolhido com afeto em sua visita, no último sábado (27/05), a esta cidade. “Que o Senhor os abençoe abundantemente e que Nossa Senhora da Guarda os proteja”.

(Fonte: Radio Vaticano)

 

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Papa: “Cristãos olhem para o Céu e anunciem Jesus ao mundo”

Papa: “Cristãos olhem para o Céu e anunciem Jesus ao mundo”

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Nesta Sexta-feira (26/05), o Papa Francisco presidiu a missa matutina na capela da Casa Santa Marta e na homilia, afirmou que “as Escrituras nos indicam três pontos de referência no caminho cristão”.

 O primeiro é a memória. Jesus ressuscitado diz aos discípulos que o precedam na Galileia: este foi o primeiro encontro com o Senhor. E “cada um de nós tem a sua própria Galileia”, aquele lugar aonde Jesus se manifestou pela primeira vez, o conhecemos e “tivemos a alegria e o entusiasmo de segui-lo”. Para ser um bom cristão, precisamos sempre nos lembrar do primeiro encontro com Jesus ou dos seguintes”. Esta é “a graça da memória”, que “no momento da provação, me dá a certeza”.

O segundo ponto de referência é a oração. Quando Jesus sobe ao Céu, ele não se separa de nós: “fisicamente sim, mas fica sempre ligado, para interceder por nós. Mostra ao Pai as chagas, o preço que pagou por nós e pela nossa salvação”. Assim, “devemos pedir a graça de contemplar o Céu, a graça da oração, a relação com Jesus na oração que neste momento nos ouve, está conosco”:

“Enfim, o terceiro: o mundo. Antes de ir, Jesus diz aos discípulos: ‘Ide mundo afora e façam discípulos’. Ide. O lugar dos cristãos é o mundo no qual anunciar a Palavra de Jesus, para dizer que fomos salvos, que Ele veio para nos dar a graça, para nos levar com Ele diante do Pai”.

Esta é – observou Francisco – a “topografia do espírito cristão”, os três lugares de referência de nossa vida: a memória, a oração e a missão; e as três palavras de nosso caminho: Galileia, Céu e Mundo:

“Um cristão deve agir nestas três dimensões e pedir a graça da memória: “Que não me esqueça do momento que me elegeu, que não esqueça do momento em que nos encontramos”, dizendo ao Senhor. Depois, rezar e olhar ao Céu, porque Ele está ali para interceder. Ele intercede por nós. E depois, sair em missão… não quer dizer que todos devem ir ao exterior; ir em missão é viver e dar testemunho do Evangelho; é fazer saber aos outros como é Jesus. Mas fazer isso com o testemunho e com a Palavra, porque se eu falar como Jesus e como a vida cristã, mas viver como um pagão, não adianta. A missão não funciona”.

Se, ao contrário, vivermos na memória, na oração e em missão – concluiu Francisco – a vida cristã será bela e também alegre:

“E esta é a última frase que Jesus nos diz no Evangelho de hoje: “Naquele dia, no dia em que viverem a vida cristã assim,  vocês saberão tudo e ninguém poderá lhes tirar a alegria”. Ninguém, porque terei a memória do encontro com Jesus e a certeza que Jesus está no Céu e intercede por mim, está comigo, eu rezo e tenho a coragem de dizer, de sair de mim, dizer aos outros e dar testemunho com a minha vida que o Senhor ressuscitou, está vivo. Memória, oração e missão. Que o Senhor nos dê a graça de entender esta topografia da vida cristã e seguir adiante com alegria, aquela alegria que ninguém pode nos tirar”.

 

Fonte: Radio Vaticano

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Milagres: a Igreja consulta a Medicina

Milagres: a Igreja consulta a Medicina

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Perguntamos antes de tudo: quais as características do autêntico milagre?

A etimologia da palavra milagre se prende a miraculum, i, do Latim, e quer dizer “algo admirável ou despertador de admiração”. Na Teologia, se liga a semeion (grego) e significa sinal: um sinal de Deus para confirmar algo por Ele apresentado aos homens. É sua assinatura única e infalsificável.

Ao tratarmos do tema, perguntamos antes de tudo: quais as características do autêntico milagre? – Respondemos: para se ter um autêntico milagre é preciso que se trate de fato:

1) Real – O episódio apresentado como possível milagre há de ser um caso autêntico, histórico, passível de pesquisas e comprovações. Isso é imprescindível, uma vez que a mente humana é fértil na criação ou interpretação de casos – reais ou não – tidos como maravilhosos. Enquadram-se aqui os ditos populares “Quem conta um conto, aumenta um ponto” ou “De boca em boca, a formiga vira elefante”.

2) Inexplicável pelas ciências contemporâneas ao fato – O fato real deve ser submetido ao exame de cientistas da área em foco, sejam eles de quais correntes filosóficas ou religiosas forem, desde que ajam com honestidade e real espírito científico perante a questão. Caso obtenham explicações plausíveis, já não se tem um milagre, mas tão somente um caso digno de notoriedade.

Há fatos que a Ciência jamais conseguirá explicar ou reproduzir, assim como a ressurreição de um morto há vários dias, as cicatrizações instantâneas, a transformação de água em vinho etc. Serão sempre milagres. Importa, no entanto, no conceito de milagre, que apenas a ciência contemporânea ao fato não consiga explicá-lo.

3) Realizado em autêntico contexto religioso – Para a Igreja não basta ter um fato real e inexplicável pelas ciências contemporâneas a ele. É preciso que tal fato seja realizado em um contexto de fé pura e autêntica em resposta à prece humilde dos fiéis ou em confirmação a uma doutrina da qual se tem dúvida.

Caso, porém, ocorram fatos estupendos em outros ambientes que não os da fé verdadeira, já não se tem um milagre, mas um prodígio diabólico ou – o que é mais comum – um fenômeno parapsicológico. Sim, isso é lógico e muito coerente, pois dado que o milagre é a assinatura infalsificável de Deus, Ele não pode assinar em favor dos erros, mas tão somente onde está a sua Igreja e a sua doutrina verdadeira. Fora daí não há milagres! Certo é que o milagre pode também ocorrer a pessoas que não têm fé, exatamente para que venham a tê-la. Nesse caso o contexto inicial é a falta de fé, mas o resultado é a fé – o descrente, diante do milagre, pode passar a crer.

Para que seja reconhecido pela Igreja um milagre de cura, tal como é exigido em um processo de beatificação ou canonização de um servo de Deus, são necessários os seguintes itens: a) Trate-se de uma doença orgânica grave causadora de profundas alterações no organismo do doente e que, depois de bem diagnosticada, é tida como totalmente incurável pelos recursos disponíveis à medicina contemporânea; b) Tenham sido ineficientes todos os recursos terapêuticos conhecidos aplicados; c) Verifique-se a cura do doente em tão breve espaço de tempo que supere as expectativas da Medicina para aquele caso, podendo, por isso, ser a recuperação considerada instantânea; d) A pessoa curada comece a andar, alimentar-se e trabalhar em um prazo recorde e sem sequelas, pois a longo prazo a natureza também faz seus prodígios e e) Seja a cura duradoura, capaz de ser comprovada por sucessivas avaliações médicas em prazos longos: 5, 6, 10 anos.

Fique claro o seguinte dado importante: a Medicina não declara que o fato é um milagre. Diz apenas que “a ocorrência estupenda não pode ser elucidada pelos atuais conhecimentos da Medicina”. A autoridade eclesiástica competente, no caso o Bispo da Diocese na qual o fato portentoso se deu, é quem faz a declaração de que houve um milagre. Por que é assim? – Porque sempre pelo efeito (uma cura que foge aos padrões médicos conhecidos) se supõe a Causa direta (Deus).

Vanderlei de Lima é eremita na Diocese de Amparo; Igor Precinoti é médico, pós-graduado em Medicina Intensiva (UTI), especialista em Infectologia e doutorando em Clínica Médica pela USP.

(Fonte: Aleteia)

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Terço reúne fiéis de diversos países em intenção ao I Congresso da Misericórdia no continente americano

Terço reúne fiéis de diversos países em intenção ao I Congresso da Misericórdia no continente americano

 

Momento de fé foi realizado no Cristo Redentor, no Rio, e transmitido pela Rádio Catedral.cliping

Em intenção ao I Congresso Continental da Misericórdia nas Américas (ACCOM), no último dia 03 de fevereiro, foi rezado o Terço da Misericórdia no Cristo Redentor, na cidade do Rio de Janeiro. Nas intenções, estava o Congresso e também os diversos pedidos de oração colocados pelos fiéis.

O momento de oração reuniu pessoas de diversos países, como Peru, Chile, Estados Unidos e Alemanha. Estiveram presentes também o secretário geral do I ACCOM, Padre João Sophick, o sub-secretário, Izaias Carneiro, Padre Valnei e a cantora Maíra Jaber. Além desses, também participaram deste importante momento de fé representantes da Comunidade Coração Novo, Aliança de Misericórdia, Associação Solidários Amigos de Betânia, Servos da Divina Misericórdia e Movimento Contemplativo Missionário Pe. de Foucauld. Após o terço, os padres presentes abençoaram os fiéis com a benção de São Brás. Tudo foi transmitido ao vivo pela Rádio Catedral.

O I ACCOM 2017 tem como tema “Sua misericórdia se estende de geração em geração sobre os que o temem. (Lc 1,50)” e pretende refletir a Misericórdia como estilo de ser Igreja para favorecer o caminho da Nova Evangelização no continente americano. O Congresso também é um dos eventos que marcam as celebrações comemorativas do terceiro centenário da aparição da imagem de Nossa Senhora Aparecida e os dez anos do Documento de Aparecida. Inscrições e mais informações sobre o evento em http://www.accom2017.org/br/.

 

Fonte: ACCOM2017.org

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10 frases do Papa Francisco que nos situam no “Tempo da Misericórdia de Deus”

10 frases do Papa Francisco que nos situam no “Tempo da Misericórdia de Deus”

clipadaSe você tem dúvidas sobre participar ou não do Congresso Continental das Américas da Divina Misericórdia – ACCOM, leia estas frases. O pontificado de Francisco vem conduzir toda a Igreja – e humanidade – para uma experiência efetiva com a Misericórdia de Deus. Separamos aqui alguns trechos ditos e escritos pelo papa que mostram o quanto precisamos nos decidir por este caminho. Confira:

“O rosto de Deus é o de um pai misericordioso, que sempre tem paciência. Já pensastes na paciência de Deus, na paciência que Ele tem com cada um de nós? É a sua misericórdia. Sempre tem paciência, tanta paciência conosco: compreende-nos, está à nossa espera; não se cansa de nos perdoar, se soubermos voltar para Ele com o coração contrito.” (Angelus, 17 de março de 2013)

“Nada que um pecador arrependido coloque diante da misericórdia de Deus pode ficar sem o abraço do seu perdão. É por este motivo que nenhum de nós pode pôr condições à misericórdia; esta permanece sempre um ato de gratuidade do Pai celeste, um amor incondicional e não merecido. Por isso, não podemos correr o risco de nos opor à plena liberdade do amor com que Deus entra na vida de cada pessoa.” (Misericordia et misera, 2016)

“Precisamos sempre contemplar o mistério da misericórdia. É fonte de alegria, serenidade e paz. É condição da nossa salvação. Misericórdia: é a palavra que revela o mistério da Santíssima Trindade. Misericórdia: é o ato último e supremo pelo qual Deus vem ao nosso encontro. Misericórdia: é a lei fundamental que mora no coração de cada pessoa, quando vê com olhos sinceros o irmão que encontra no caminho da vida. Misericórdia: é o caminho que une Deus e o homem, porque nos abre o coração à esperança de sermos amados para sempre, apesar da limitação do nosso pecado.” (Bula Misericordiae Vultus)

“Com o seu ensinamento e sobretudo com o seu testemunho, a Igreja oferece-nos o amor de Deus, que rompe esta reclusão mortal em nós mesmos que é a indiferença. Mas, só se pode testemunhar algo que antes experimentámos. O cristão é aquele que permite a Deus revesti-lo da sua bondade e misericórdia, revesti-lo de Cristo para se tornar, como Ele, servo de Deus e dos homens.” (Mensagem para a quaresma de 2015)

“Um pouco de misericórdia torna o mundo menos frio e mais justo.” (Angelus, 17 de março de 2013)

“A misericórdia não se pode reduzir a um parêntese na vida da Igreja, mas constitui a sua própria existência, que torna visível e palpável a verdade profunda do Evangelho. Tudo se revela na Misericórdia; tudo se compendia no amor misericordioso do Pai” (Misericordia et misera, 2016)

“As lágrimas da vergonha e do sofrimento transformaram-se no sorriso de quem sabe que é amado. A Misericórdia suscita alegria, porque o coração se abre à esperança duma vida nova.” (Misericordia et misera, 2016)

“A misericórdia é, antes de mais nada, a proximidade de Deus ao seu povo. Uma proximidade que se manifesta principalmente como ajuda e proteção” (2 de abril de 2016)

“Deus misericordioso e piedoso, lento na ira e grande no amor e na fidelidade”. (13 de janeiro de 2016)

“Há momentos em que somos chamados, de maneira ainda mais intensa, a fixar o olhar na misericórdia, para nos tornarmos nós mesmos sinal eficaz do agir do Pai.” (Bula Misericordiae Vultus)

Se você ainda não fez sua inscrição, não perca tempo. Clique aqui: http://www.accom2017.org/br/inscricao

Fonte: ACCOM2017

 

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Padre Joãozinho dá detalhes do I Congresso Continental da Misericórdia nas Américas

Padre Joãozinho dá detalhes do I Congresso Continental da Misericórdia nas Américas

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O Brasil será país sede do I Congresso Continental da Misericórdia nas Américas ( I ACCOM 2017). Aparecida (SP) receberá esse congresso de 22 a 25 de junho de 2017 em que irá refletir sobre a bula do Jubileu Extraordinário da Misericórdia – Misericordiae Vultus –, o rosto Misericordioso de Deus.

Sob o tema “Sua Misericórdia se estende de geração em geração sobre os que o temem” o congresso seguirá uma programação com conferências, missas, testemunhos, oração do Terço da Misericórdia e produção cultural.

O assessor teológico do Congresso padre Joãozinho, scj detalhou ao A12.com sobre o conteúdo do congresso.

“Sobre os conferencistas já temos alguns nomes confirmados e outros a confirmar, para a primeira conferência estão confirmados Padre Dante da Argentina e Padre Rodrigo Natal, autor do livro ‘365 dias com a Divina Misericórdia; para a segunda conferência já está confirmada a presença de Padre Zezinho, para a terceira conferência ainda aguardamos confirmação do Padre Jonas Abib e para a quarta conferência receberemos a Irmã Lina Boff”, contou.

As conferências terão subtemas a partir da reflexão central, como “O Pai das Misericórdias”, “Jesus, o Rosto da Misericórdia”, “Espírito Santo, a efusão da Misericórdia” e “Maria, Mãe da Misericórdia”.

Padre Joãozinho ainda comentou a importância de o Congresso acontecer em Aparecida.

“A palavra misericórdia na língua de Jesus, o hebraico e aramaico, significa útero, entranha, colo, lugar onde a vida é gerada e o Santuário de Aparecida é o colo misericordioso do Brasil, por isso o próprio Santuário representa um espaço onde as pessoas veem para receber o colo de Deus e Maria é metáfora do colo de Deus, Maria é Mãe da Misericórdia”, comentou.

O ACCOM terá também a presença do arcebispo de Aparecida (SP) Dom Orlando Brandes, do Cardeal Dom Raymundo Damasceno Assis e do Cardeal Dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro (RJ).

FONTE: a12.com

 

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