Mensagem do Pároco

Mensagem do Pároco

Maio, mês de Maria e das mamães todas!

 

Queridos (as), sempre com a saudação de Paz e Bem pra todos. Percebi que fizemos de tudo para vivermos uma Semana Santa com piedade e obras de misericórdia, também, que precisamos motivar a busca da reconciliação-perdão, Sacramento da confissão. Fizemos por setores e notei que vieram poucos e isto me chamou atenção (foi a minha primeira Páscoa em Angelina).

Maio, é o mês dedicado a Maria. Também, é o mês dedicado a todas as mães. Neste mês, lembramos com grande alegria a aparição de Nossa Senhora a aos pastorinhos de Fátima, Portugal; em que ela pede insistentemente: ¨reze o terço todos os dias para alcançarem a paz no mundo e o fim da guerra¨. Cada vez mais, precisamos de oração.

Sempre vou até nossa Senhora em nossa Gruta e deposito minhas intenções, uma delas, o nosso projeto de restauração-pintura da Igreja e do corrimão com 450 metros. De coração agradecido estou, com aqueles (as) que estão assumindo conosco o “sonho” de termos uma Igreja mais viva e eficaz.

Nossa Senhora de Fátima, Rogai por nós!
Frei Paulo C M Borges, OFM

 

 

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Papa em viagem. Confira o programa do primeiro dia no Egito

Papa em viagem. Confira o programa do primeiro dia no Egito

 O Papa Francisco deixou o Vaticano na manhã desta sexta-feira (28/04) e, do aeroporto romano de Fiumicino, partiu para a cidade do Cairo “como peregrino da paz ao Egito da paz“, segundo afirma no Twitter.clipada

Ao sair do Vaticano, encontrou para uma breve saudação 9 migrantes egípcios, acompanhados pelo Esmoleiro de Sua Santidade, o Arcebispo polonês Konrad Krajevskj. Ainda na noite de quinta-feira dirigiu-se à Basílica Santa Maria Maior, centro de Roma, onde confiou sua viagem a “Salus Popoli Romani”.

Depois de 3’15’’ de voo, durante o qual saúda brevemente os jornalistas e a delegação, o Pontífice chegará ao destino, começando assim a sua 18ª viagem apostólica fora da Itália. Em uma estadia de apenas 27 horas, Francisco, segundo Papa a ir ao Egito 17 anos depois da visita de João Paulo II, deve fazer cinco discursos.

Direto do aeroporto, em carro fechado, o Papa se dirige ao Palácio Presidencial em Heliópolis, bairro na zona nordeste da capital construído numa área aonde até o início do século XX havia um deserto. Fora do Palácio, está prevista uma cerimônia com piquetes de honra e a execução dos hinos do Egito e da Santa Sé. O Presidente da República Abdel-Fattah Al-sisi, 63, eleito em 2014, recebe o Pontífice e o acompanha à Sala de Honra para um rápido encontro e troca de presentes. Não há discursos públicos.

Na sequência, ainda em carro fechado, o Papa e sua comitiva se dirigem ao Complexo de Al-Azhar. É a chamada “Esplêndida”, a mais conceituada instituição teológica e de instrução religiosa do Islã sunita no mundo e a mais antiga universidade islâmica, tendo sido construída em 969. Desde a década de ’60, o ateneu também oferece cursos não religiosos, como pedagogia, letras, ciências, medicina, economia, engenharia, etc. As mulheres têm acesso aos estudos, mas em sedes separadas. Hoje, quase 300 mil alunos de todos os países islâmicos estão matriculados na Universidade, que possui um próprio canal Youtube, denominado “Al-Azhar TV”.

Antes de participar da Conferência Internacional sobre a Paz, em andamento no Complexo, Francisco faz uma visita de cortesia ao Reitor da Universidade, que é também o Grão-Imame da Mesquita anexa, Shaykh Ahmad Al-Tayeb. É o segundo encontro entre os dois, depois da visita do Imame ao Vaticano, em 2016.

Em seguida, o programa prevê uma reunião com representantes do governo egípcio e um encontro com Tawadros II de Alexandria (papa da Igreja Copta Ortodoxa) na sede do Patriarcado. O bairro cristão do Cairo foi alvo de um grave atentado terrorista em dezembro de 2016, quando uma bomba explodiu na capela de São Pedro, a pouca distância do escritório de Tawadros II, e deixou 29 mortos. Ali, Francisco, o Patriarca e outros líderes de confissões cristãs farão uma oração ecumênica pelas vítimas daquele e dos recentes atentados contra cristãos no Egito.

O primeiro dia da viagem se encerra às 18h40, horário local, com a chegada do Pontífice à Nunciatura, onde será acolhido por um grupo de crianças da Escola Comboniana do Cairo.

(Fonte: radio Vaticano)

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Sugestões para o Ano Nacional Mariano

Sugestões para o Ano Nacional Mariano

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Com o objetivo de ajudar a preparar e celebrar o Ano Nacional Mariano na Arquidiocese, os membros do Secretariado, do Conselho de Pastoral da Comissão das Forças Vivas e o Clero apresentaram as sugestões que seguem:
1.      Aproveitar os momentos de formação para aprofundar o estudo sobre Maria.
2.      Realizar a Peregrinação Arquidiocesana ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida dia 17 de junho. A programação constará de Celebração Eucarística, conferencia e terço.
3.      Incentivar a oração diária do terço nas famílias, especialmente nos meses de maio e outubro em todas as comunidades.
4.      Promover retiros abertos nas paroquias e santuários dedicados a Nossa Senhora.
5.      Realizar a Novena de Nossa Senhora Aparecida se possível em todas as comunidades e paróquias.
6.      Realizar uma noite arquidiocesana de oração mariana nas famílias transmitida pela radio e internet com roteiro próprio. Pode ser na semana da família no dia 15 de agosto.
7.      Refletir sobre as sete dores e sete alegrias de Nossa Senhora.
8.      Envolver os pescadores em suas colônias, especialmente na Festa se Nossa Senhora dos Navegantes.
9.      Elaborar os livretos dos GBF com esse tema.
10.  Incluir a visita da imagem de Nossa Senhora de Fatima em março e a celebração do centenário das aparições em Fátima.
11.  Realizar um encontro com as mulheres das comunidades com o tema mulheres da bíblia e Maria
12.  Fortalecer e ampliar o terço dos homens e promover um encontro arquidiocesano com os homens do terço.
13.  Trabalhar o Ano Mariano na perspectiva missionária, do ir ao encontro e da visitação.
14.  Divulgar a devoção reparadora dos cinco primeiros sábados.
15.  Pensar as atividades para este ano partir do Plano de Pastoral e dos projetos em andamento.
16.  Cada Forania coloque em sua programação uma peregrinação a um Santuário Mariano.
17.  Promover o estudo do documento.Marialis Cultus.
18.  Revitalizar as grutas e realizar peregrinação das paróquias a alguma gruta na própria paróquia.
19.  Programar uma concentração arquidiocesana ou concentrar por Forania.
20.  Aproveitar a peregrinação da Sexta-Feira Santa ao Morro da Cruz com enfoque em Nossa Senhora das Dores.
21.  Os movimentos marianos organizem algum evento, atividades.
22.  As paroquias motivem as visitações aos Santuários Marianos e às igrejas marianas.
23.  Visitação e benção nas casas.
24.  Onde há Cerco de Jericó, poderia acrescentar a meditação de um título de Nossa Senhora para cada dia, incluindo nas missas.
25.  Incentivar a oração do terço nas Famílias.
26.  Abertura do Ano Mariano nas Paróquias ainda em 2016 – sugestão: dia 8/12.
27.  Verificar quais são os movimentos Marianos na Arquidiocese e dar-lhes orientação.
28.  Oportunizar uma maior e melhor reflexão sobre o papel da mulher no plano da salvação; produzir materiais de conscientização do papel da mulher.
29.  Rezar o Terço nos asilos, orfanatos, hospitais, casas de pessoas doentes;
30.  Incentivar, a exemplo do serviço de Maria, nossas lideranças para a prática do serviço na comunidade.
31.  Realizar um dia de retiro com tema mariano no Santuário de Azambuja.
32.  Envolver com maior intensidade as Congregações Religiosas femininas nas celebrações do Ano Mariano.
 
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4 motivos para você não perder o Congresso Continental da Misericórdia nas Américas

4 motivos para você não perder o Congresso Continental da Misericórdia nas Américas

 

A Misericórdia de Deus ocupa lugar central na relação entre a humanidade e Deus e, por isso, sempre foi motivo de reflexões e esforços por parte da Igreja. De modo particular, se analisarmos as figuras dos três últimos papas, claramente podemos observar a intensidade com a qual o tema vem sido discutido. É possível identificar isso no pontificado de João Paulo II, que assumiu o anúncio da Misericórdia como sua prioridade, em Bento XVI, que nos trouxe riquíssimos documentos e embasamento teológico para o aprofundamento desta característica de Deus até a presente explosão pastoral – profundamente marcada pela Misericórdia de Deus – conduzida pelo Papa Francisco.

Sobre este apogeu da Misericórdia de Deus, Bento XVI escreveu: “Para mim é um sinal dos tempos o fato que a ideia da misericórdia de Deus seja sempre mais central e dominante”. O Congresso Continental da Misericórdia nas Américas – ACCOM, de 22 a 25 de junho, será, sem dúvidas, uma excelente oportunidade para o aprofundamento neste tema que é tão rico e tão necessário nos tempos de hoje.

Por isso, selecionamos aqui alguns bons motivos para que você não fique de fora deste encontro. Confira:

  1. A programação do Congresso: O ACCOM será ponto de encontro de bispos, leigos, religiosos e representantes de instituições que lidam diretamente com as obras de misericórdia. Será um espaço riquíssimo de encontro, partilha, oração e convivência. Quem participar do Congresso, terá a oportunidade de receber formações, acompanhar as conferências e, sobretudo, compreender melhor como, individual e comunitariamente, se pode viver e acolher a misericórdia.
  2. Será a primeira vez que o Brasil recebe a Conferência: É, também, o primeiro que acontecerá no Continente Americano. A ocasião faz parte das celebrações  que marcam os 300 anos do encontro da venerada imagem de Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil. Um marco histórico para o nosso país: a misericórdia de Deus e a proteção de Nossa Senhora.
  3. Oportunidade para manter viva a experiência do Jubileu Extraordinário da Misericórdia: Este momento, para a Igreja, marcou um tempo de mudança de cultura, abertura ao outro e missionariedade. Alcançar Misericórdia e ser Misericórdia. Esse apelo é, claramente, atemporal. As palavras do Papa Francisco têm nos movimentado constantemente nesta direção. Participar do ACCOM será, sem dúvida, uma forte experiência de contemplar Jesus Cristo, que “é o rosto da misericórdia do Pai.” (Papa Francisco, Misericordiae Vultus).
  4. Ocasião para obter as indulgências do Ano Mariano: A Penitenciária Apostólica, em nome do Papa Francisco, anunciou recentemente que, aqueles que “penitentes e impulsionados pela caridade” visitarem na forma de peregrinação a Basílica do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP), receberão indulgência plenária. Para alcançar a indulgência plenária, serão necessárias as condições habituais: a confissão sacramental, a comunhão eucarística e a oração na intenção do santo padre. Ou seja, participar do ACCOM já será uma grande graça, mas participar em um tempo tão significativo, como o Ano Mariano e na cidade onde a Basílica da Padroeira do Brasil está localizada, intensificará este momento de fé e experiência de amor.

Fonte: accom2017

Link: goo.gl/BDSSXj

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O que está por trás do aumento mundial dos ataques à liberdade religiosa?

O que está por trás do aumento mundial dos ataques à liberdade religiosa?

Um estudo anual sobre as restrições às religiões mostra uma ligeira reversão de uma tendência descendente

estudo anual feito pelo Pew Research Center descobriu que em 2015 (o ano mais recente para o qual os dados estão disponíveis) a liberdade religiosa sofreu retrocesso em todo o mundo. Pela primeira vez em três anos, as restrições governamentais à religião aumentaram.aleteia

Mais preocupante, segundo o relatório, é o efeito combinado das restrições governamentais e das ações sociais contra os grupos religiosos. Em todo o mundo, o estudo descobriu que 40% dos países foram listados na lista dos países menos hospitaleiros para a liberdade religiosa – isso é superior aos 34% em 2014.

Entre os 25 países mais populosos do mundo, Rússia, Egito, Índia, Paquistão e Nigéria apresentaram os mais altos níveis combinados de restrições governamentais à liberdade religiosa e às hostilidades sociais contra a prática da religião.

Quem está diminuindo a liberdade religiosa?

O aumento mais acentuado das restrições governamentais foi encontrado na África subsaariana, mas a região do Oriente Médio e do Norte da África continua a gozar da duvidosa distinção de ter o maior número de países (95%) a usar a força do governo ou o assédio contra grupos religiosos. Essa região também tem visto o maior aumento nas restrições governamentais contra a liberdade religiosa desde 2007.

Também notável foi o aumento das restrições governamentais à religião na Europa. De acordo com o estudo, 27 países europeus (60%) viram um aumento no assédio do governo a grupos religiosos em 2015 – comparado a 17 países em 2014.

O estudo também relatou um aumento nas hostilidades sociais contra grupos religiosos na Europa. O número de países que assistiram ao assédio por atores não governamentais contra os judeus aumentou (de 32 para 33), como fez contra os cristãos (de 17 países para 21) e mais dramaticamente contra os muçulmanos (de 26 para 32).

O que está por trás das crescentes ameaças contra a religião na Europa?

Dois países na Europa – França e Rússia – foram apontados pelo relatório, cada um tendo mais de 200 casos de força do governo contra grupos religiosos. No caso da França, foi principalmente devido à punição de indivíduos por violar a proibição de usar o véu em edifícios públicos. A Rússia, segundo o estudo, era culpada de perseguir pessoas, como as Testemunhas de Jeová, pelo exercício da religião.

Muitos dos incidentes de restrições governamentais na Europa foram em resposta à crise de refugiados do continente, de acordo com o estudo. As declarações do primeiro-ministro húngaro Viktor Orban em 2015, críticas a uma política que daria boas-vindas aos imigrantes muçulmanos, são citadas como um incidente de assédio do governo.

A rejeição da Eslováquia às quotas europeias de refugiados e a preferência por refugiados cristãos também é mencionada no relatório como um exemplo de restrição religiosa.

A resposta da Europa aos ataques terroristas (mais notavelmente os ataques na França nos escritórios da revista Charlie Hebdo e na sala de concertos Bataclan) é vista como uma evidência de uma restrição à liberdade religiosa. O relatório observa que o ataque de 2015 da polícia alemã a uma mesquita, por causa de falsos rumores de ser uma fonte de armas para um ataque terrorista planejado, contou como força usada contra um grupo religioso.

A Suíça estava entre os quatro países do mundo com o maior aumento das hostilidades sociais (os outros foram o Níger, as Filipinas e o Nepal). Isto foi devido a um aumento de incidentes antissemitas e anti-islâmicos, incluindo um ataque a um judeu ortodoxo e a profanação de túmulos muçulmanos.

O que está por trás da perda da liberdade religiosa na África subsaariana? 

A África subsaariana foi citada como tendo o maior aumento na força do governo e nas hostilidades sociais contra grupos religiosos devido ao grupo extremista baseado no grupo Boko Haram da Nigéria, de acordo com o relatório.

Os ataques de Boko Haram, que matou dezenas de pessoas em 2015, são considerados “hostilidades sociais” pelo estudo, e a resposta do governo a eles (incluindo a proibição do véu islâmico e burca, para limitar o risco de explosivos ocultos) contribuíram para o aumento do nível de restrições governamentais.

O que falta no relatório?

O relatório reconhece prontamente que a Coréia do Norte, que ele chama de “o mais repressivo [governo] do mundo”, não está incluída porque sua sociedade está fechada a pessoas de fora.

Também admite alguma influência. Paradoxalmente, um país mais livre pode encontrar mais incidentes de repressão do governo do que um repressivo, como é observado no relatório:

Somente quando se trata de violência religiosa e intimidação na sociedade, as fontes relatam mais problemas nos países de livre acesso do que nos de acesso limitado.

Ao medir países uns contra os outros, o estudo nem sempre oferece o quadro completo. Os Estados Unidos, por exemplo, foram vistos como tendo mais incidentes de hostilidades sociais contra a religião do que foram registrados pelo regime repressivo no Irã.

Como pode ser? É possível que a sociedade iraniana seja mais hospitaleira a outras religiões do que a sociedade americana? Não é provável. No Irã, a população não muçulmana caiu drasticamente desde a revolução iraniana. A população judaica no Irã caiu de 80.000 para 9.000 naquele tempo. Isto poderia ser o resultado das dificuldades de relatar dados confiáveis ​​em um regime repressivo. Por outro lado, talvez, se um regime é suficientemente repressivo e conseguiu criar uma cultura religiosa quase monolítica, os extremistas religiosos não veem razão alguma para agir contra as religiões minoritárias.

Conclusão

As descobertas do estudo fornecem uma documentação útil e muito necessária da ameaça à liberdade religiosa que continua a existir em todo o mundo. A reviravolta na repressão governamental e social da religião na Europa serve como lembrança do impacto que o terrorismo assume sobre uma sociedade livre. Confrontado com um horrível ano de ataques terroristas, as liberdades que a Europa procura proteger são sacrificadas, de acordo com os resultados deste relatório.

 

(Fonte : aleteia.org)

 

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Cristãos e muçulmanos marcham juntos na Semana Santa pela paz no Iraque

Cristãos e muçulmanos marcham juntos na Semana Santa pela paz no Iraque

 

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Cristãos e muçulmanos realizaram juntos uma marcha de 140 quilômetros no norte do Iraque para pedir a paz. No sábado antes do Domingo de Ramos, os fiéis, junto com o patriarca caldeu Rafael Sako, começaram a percorrer o caminho de Erbil a Alqosh.

Foram do Curdistão à planície do Nínive, perto da região de Mosul, onde ainda ocorrem fortes combates entre o Estado Islâmico e a coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos.

Atualmente a planície do Nínive é uma das regiões em que os jihadistas foram completamente expulsos. Apesar disso, os cristãos ainda resistem a voltar por causa do medo e porque suas casas e pertences desapareceram devido à ação terroristas.

Com esta peregrinação começou a “Semana da Paz”, como foi denominada pelo próprio Patriarca Sako. E a Igreja caldeia proclamou 2017 como o “ano da paz”, um desejo que foi proposto com força durante a Semana Santa.

“Temos que conseguir a paz. Nós, líderes religiosos e políticos, somos chamados a tomar decisões responsáveis”?, disse o Patriarca.

Participaram da marcha aproximadamente uma centena de fiéis e o percurso entre Erbil e a planície de Nínive durou toda a Semana Santa.

Foi uma marcha aberta a todos, uma grande ocasião para mostrar a unidade das comunidades cristãs do Iraque. Mas também para colocar a atenção novamente no lugar onde o cristianismo nasceu.

Também foi organizada uma Via Sacra entre a cidade de Tesqopa e Bagovh, uma procissão que durou aproximadamente duas horas. A primeira é uma cidade “fantasma” desde 2011, quando os ataques do autodenominado Estado islâmico obrigaram todos os cristãos a fugir.

Com projetos como este, a Igreja caldeia buscou dar ênfase especial à Reconciliação na Semana Santa. No dia 3 de abril, uma delegação liderada pelo Patriarca Sako visitou os campos de refugiados de Hamman al Halil e Assan Cham, que estão longe de Mosul, levando ajuda humanitária para 4 mil muçulmanos.

Diversas igrejas cristãs no Iraque estão trabalhando para construir uma comissão para a reconstrução de Nínive. Quatrocentas famílias já voltaram a Teleskof e Bakofah, mas ainda há muitas casas danificadas, embora 1200 tenham sido totalmente reconstruídas.

Em janeiro deste ano, o porta-voz do Ministério das Relações Religiosas da região autônoma do Curdistão, Mariwan Naqshbandi, indicou que durante os dois anos em que o Estado Islâmico (ISIS) dominou a planície do Nínive e Mosul foram destruídos pelo menos 100 locais de culto. A maioria destes eram igrejas cristãs.

(Fonte – acidigital.com)

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Por que hoje a Igreja Católica celebra a “Segunda-feira do Anjo”?

Por que hoje a Igreja Católica celebra a “Segunda-feira do Anjo”?

Hoje, Segunda-feira da Páscoa, a Igreja celebra a chamada “Segunda-feira do Anjo”, que recebe este nome porque foi precisamente um anjo que, no sepulcro, anunciou às mulheres que Jesus tinha ressuscitado.noticia clipada

A Rádio Vaticano recorda a explicação dada por São João Paulo II em 1994.

“Por que se chama assim?”, perguntou o Pontífice, colocando em evidência a necessidade de destacar a figura daquele anjo, que disse das profundezas do sepulcro: “Ele ressuscitou”.

Estas palavras “eram muito difíceis de pronunciar, de expressar, para uma pessoa. Além disso, as mulheres que foram ao sepulcro, o encontraram vazio, mas não puderam dizer ‘ressuscitou’; só afirmaram que o sepulcro estava vazio. Mas o anjo disse: ‘Ele não está aqui, ressuscitou’”.

Assim narra o Evangelho de Mateus: “Mas o anjo, respondendo, disse às mulheres: Não tenhais medo; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia. Ide pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dentre os mortos. E eis que ele vai adiante de vós para a Galileia; ali o vereis. Eis que os disse”. (Mt 28, 5-7)

Os anjos são servidores e mensageiros de Deus. Como criaturas puramente espirituais, têm inteligência e vontade: são criaturas pessoais e imortais. Superam a perfeição de todas as criaturas visíveis.

O resplendor da sua glória testemunha isso: Cristo é o centro do mundo dos anjos e estes lhe pertencem, ainda mais, porque os tornou mensageiros do seu plano de salvação.

A partir de hoje, até o final da Páscoa no dia de Pentecostes, se reza a oração do Regina Coeli em vez da Oração do Ângelus.

O Sumo Pontífice Emérito Bento XVI, em 2009, assinalou que o “Alegrai-vos” Maria pronunciado pelo anjo é um convite à alegria: “Gaude et laetare, Virgem Maria, aleluia, quia Surrexit Dominus vere, aleluia”, “Alegrai-vos e exultai, Virgem Maria, aleluia, pois o Senhor ressuscitou verdadeiramente, aleluia”.

(Fonte: acidigital.com)

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Programação do Tríduo Pascal

Programação do Tríduo Pascal

Confira a programação do Tríduo Pascal no Santuário de Angelina

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13/04 – QUINTA-FEIRA SANTA – ¨Lava pés¨

Missas:

Matriz – 20:00hrs

Rancho Queimado – 19:00hrs

Rancho de Tábuas – 19:00hrs

Confissões na Igreja Matriz após a missa.

Cada comunidade poderá organizar a sua adoração ao Santíssimo Sacramento.

14/04 – SEXTA-FEIRA SANTA – ¨Paixão do Senhor¨

Confissões na Igreja Matriz das 08hrs as 11hrs

Celebrações:

Matriz às 15hrs

Betânia às 15hrs

Garcia às 15hrs

15/04 – SÁBADO SANTO – ¨Vigília Pascal¨

Missas:

Matriz – 20:00 hrs

Rancho Queimado – 19:00hrs

Rancho de Tábuas – 19:00hrs

16/04 – DOMINGO DE PÁSCOA RESSURREIÇÃO DE CRISTO

07:30 – Irmãs Franciscanas

10:00 – Matriz

10:00 – Betânia

10:00 – Garcia

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Audiência: Jesus é a semente da nossa esperança

Audiência: Jesus é a semente da nossa esperança

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Nesta Quarta-feira Santa (12/04), o Papa concedeu audiência geral aos fiéis na Praça São Pedro. Sol e temperatura de primavera aqueceram o encontro e, em sua cateque, Francisco recordou o ingresso de Jesus em Jerusalém, celebrado no Domingo de Ramos.

“Quem podia imaginar que aquele que entrou triunfante na cidade teria sido humilhado, condenado e morto na cruz?”, questionou Francisco aos fiéis. “As esperanças daquele povo se desmancharam diante da cruz; mas nós cremos que precisamente Nele, crucificado, a nossa esperança renasceu. Que esperança é essa?”.

A frase que pode nos ajudar a entender esta esperança foi pronunciada justamente por Jesus depois de entrar em Jerusalém: Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto”.

A esperança tem a forma de uma semente

Jesus, explicou o Papa, trouxe ao mundo uma nova esperança, com o formato de uma semente: se fez pequeno, como um grão de trigo; deixou a sua glória celeste para vir entre nós: “caiu na terra”. Mas não era suficiente.

“Se alguém de vocês me perguntar: como nasce a esperança? Da cruz. Olhe para a cruz, olhe para cristo crucificado e dali virá a esperança que jamais desaparece.”

A transformação da Páscoa

Para produzir fruto, Jesus viveu o amor até o fim, deixando-se romper pela morte como uma semente sob a terra. Justamente ali, no ponto extremo do seu abaixamento – que é também o ponto mais alto do amor – brotou a esperança. Assim, na Páscoa, Jesus transformou o nosso pecado em perdão, a nossa morte em ressurreição, o nosso medo em confiança. Esta é a transformação da Páscoa. “Eis o porquê ali, sobre a cruz, nasceu e renasce sempre a nossa esperança.”

“A esperança supera tudo, porque nasce do amor de Jesus”, prosseguiu Francisco. Quando escolhemos a esperança de Jesus, aos poucos descobrimos que o melhor modo de viver é o da semente, do amor humilde. Não há outro modo de vencer o mal e dar esperança ao mundo.

Cruz: única lógica que pode vencer o mal

Parece uma lógica falida, porque quem ama perde poder. Já para nós, possuir sempre nos leva a querer sempre mais. “Quem é voraz jamais está satisfeito”, recordou o Papa. E Jesus diz de modo claro: “Quem ama a própria vida a perde”, ou seja: quem ama o próprio e vive por seus interesses, se enche de si e se perde. Quem ao invés aceita, é disponível e serve os outros, salva si mesmo e se torna semente de esperança para o mundo.

Contudo, a cruz é uma passagem obrigatória, mas não é a meta: a meta é a glória, como nos mostra a Páscoa. É como uma mulher que, para dar à luz, sofre no parto. “É o que fazem as mães: dão outra vida. Sofrem, mas ficam felizes porque dão outra vida, dão sentido à dor. O amor é o motor que move a nossa esperança”, repetiu três vezes Francisco, que concluiu:

Lição de casa: contemplar o Crucifixo

“Queridos irmãos e irmãs, nesses dias deixemo-nos envolver pelo mistério de Jesus que, como grão de trigo, morrendo nos doa a vida. Ele é a semente da nossa esperança. Quero lhes dar uma lição de casa: Nos fará bem contemplar o Crucifixo e dizer-lhe: Contigo nada está perdido. Contigo posso sempre esperar. Tu és a minha esperança”. E convidou os fiéis a repetirem a última frase juntos: “Tu és a minha esperança”.

 

Fonte: Radio Vaticano

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Disseram-lhe que tinha câncer e que deveria abortar, mas se negou e recebeu um “milagre”

Disseram-lhe que tinha câncer e que deveria abortar, mas se negou e recebeu um “milagre”

Quando Courtney Mitchell tinha 20 semanas de gravidez, a sua médica lhe disse que estava com câncer e que para salvar a sua vida deveria abortar, mas ela se negou e afirma que recebeu “um milagre”.

Courtney já tinha um bebê de 9 meses, quando recebeu a notícia junto com o seu esposo, Chris.imagem clipada

“Estava com 20 semanas de gravidez, do meu filho Eli, quando recebemos a notícia”, escreveu Courtney em um artigo publicado no site Life Action News, explicando que está fazendo exames de rotina para saber o sexo do bebê.

“Em um momento, estávamos eufóricos e nos abraçando, nos alegrando pois íamos ter o nosso segundo filho, mas, em seguida o nosso mundo parou completamente”.

A doutora disse ao casal que Eli tinha menos de 1% de possibilidade de sobrevivência e, caso sobrevivesse, sofreria de triploidia, um distúrbio cromossômico raro, que pode causar hidrocefalia.

Porém, havia mais complicações. Diagnosticaram que a mãe estava com câncer na placenta e “que chegaria ao meu cérebro, aos pulmões e ao fígado, enquanto Eli estivesse no meu útero”.

“Corria o risco de convulsões e derrames cerebrais, cegueira e finalmente a morte”, recordou.

A médica que a atendeu aconselhou que abortasse “imediatamente e começasse a quimioterapia o mais rápido possível”.

Courtney sempre se considerou pró-vida e foi “criada por uma mãe que fez parte da geração que começou a protestar e rezar do lado de fora das clínicas de aborto”. Entretanto, duvidava nos casos de violação, incesto ou risco de vida da mãe.

“Então, quando passei por uma dessas situações, com o ventre inchado, sentindo pequenos chutes e movimento e uma doutora me dizia que provavelmente morreria se continuasse com a gravidez, eu tive que enfrentar aquilo que exatamente acreditava sobre as ‘áreas escuras’”.

Chegou até mesmo a considerar “por meio segundo. Eu, uma pró-vida”.

Entretanto, “recordei aquelas pequenas mãozinhas e pezinhos que tinha acabado de ver se mexendo no ultrassom. Recordei os chutes e o movimento. Esse também era meu filho”, lembrou.

“As palavras do Salmo 139,16 vieram à minha mente: ‘Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia’”.

“Eu sabia que os dias de Eli estavam nas mãos de Deus, sem importar quantos seriam, escritos em Seu livro. Quem era eu para cortá-los? Meus dias também estavam nesse livro e nada, nem mesmo o câncer ou a gravidez de alto risco poderia terminá-los, somente se o Senhor o permitisse”.

Com 30 semanas de gestação, os médicos realizaram uma cesariana e Elijah Lewis Mitchell nasceu pesando 1 quilo e 100 gramas.

Depois de analisar o bebê e a placenta de Courtney, a doutora disse: “Poderíamos ter nos equivocado no seu diagnóstico”.

“Ela disse que eu estava livre do câncer e poucas semanas depois, as análises genéticas de Eli estavam normais. Estávamos completamente curados!”, recorda e assinala: “Estávamos surpreendidos com tudo o que o Senhor havia feito”.

Courtney explicou que compartilha a sua história, “porque acredito que realmente precisamos olhar para estes casos excepcionais nos darmos conta do que cremos. Porque você nunca sabe quando você, ou alguém próximo a você, poderia passar por uma dessas situações”.

“Não tenho dúvidas nenhuma de que, se não fosse pelo Senhor e por saber o que eu sei sobre a vida no útero, teria abortado o meu filho naquele dia. Os médicos que eu respeitava me diziam para que eu fizesse isso”, escreveu.

“Assim, tenho uma recém-descoberta compaixão pelas mulheres que estão passando por estas circunstâncias. É uma decisão difícil. Parece impossível. Mas quero que saibam que você pode fazer”, assegura e assinala: “Você pode dar ao seu bebê uma oportunidade de vida. Prometo que esta será uma escolha da qual você nunca se arrependerá”.

(Fonte: Acidigital)

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