Dia de Santa Catarina marca encerramento dos encontros de formação da liturgia

Dia de Santa Catarina marca encerramento dos encontros de formação da liturgia

O Santuário de Angelina celebrou o dia de Santa Catarina, na última quarta-feira (25), numa Missa solene às 19h na Matriz, com a participação de vários fiéis e também representantes da sociedade civil.

No dia 25, dia de Santa Catarina, aconteceu também o encerramento dos encontros de formação das equipes de liturgia do Santuário. O encontro foi dinamizado pela coordenadora Neizete May Koerich, que após uma dinâmica da partilha agradeceu os trabalhos e a dedicação de todos os liturgistas durante o ano e os animou para as celebrações de Natal e fim de ano que estão por vir, para que sejam preparadas com muita alegria, acolhida e envolvimento de todos.

Deixamos aqui nosso agradecimento a coordenadora Neizete, pela dedicação e amor que conduziu todas as liturgias.

Seu trabalho foi incansável, mas temos certeza que tudo foi para o louvor e glória do Senhor.

Muito obrigado!

Coordenação da Pastoral Paroquial

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Santuário encerra Tríduo em preparação para a Festa da Padroeira

Santuário encerra Tríduo em preparação para a Festa da Padroeira

O 1º domingo do Advento, tempo de preparação para o Natal, marcou o 3º e último dia de Tríduo em preparação a Festa da Padroeira Nossa Senhora da Imaculado Conceição, no Santuário de Angelina.

As comunidades responsáveis foram as do setor Matriz, que se envolveram na liturgia e com os anjos que conduziram a entronização da imagem de Nossa Senhora.

A coordenação paroquial agradece todas as comunidades e lideranças que durante estes três domingos se mobilizaram para que o tríduo acontecesse na melhor forma de prece, louvor e agradecimento a Nossa Senhora por tantas graças e bençãos recebidas durante todo o ano.

“Que subam nossos cantos a Santa Mãe de Deus! Maria é nossa mãe, merece o nosso amor!”

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Arquidiocese lança página com subsídios para o Jubileu da Misericórdia

Arquidiocese lança página com subsídios para o Jubileu da Misericórdia

A Arquidiocese de Florianópolis lançou na quarta-feira, 25 de novembro, a página do Jubileu Extraordinário da Misericórdia.

Através do endereço eletrônico arquifln.org.br/jubileudamisericordia você fica por dentro de toda movimentação deste Ano Santo, proclamado pelo Papa Francisco, na Arquidiocese de Florianópolis.

Uma oportunidade para não somente celebrar a chegada deste tempo de graça, como também cantar e bendizer a Deus misericordioso.

Na página estão disponíveis os hinos que podem ser executados nas Missas, encontros, formações e no dia-a-dia das comunidades e paróquias.

Hinos disponibilizados:

  • “Exaltemos a Misericórdia”, com letra e música do consagrado Bernardo E. S. Júnior (Comunidade Abbá Pai);
  • “Misericordiosos como o Pai”, com letra e música do Pe. Ney Brasil Pereira;
  • MisericordesSicut Pater”, Hino Oficial para o Jubileu, lançado pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, e traduzido para a língua portuguesa, tendo letra do Pe. Eugênio Costa, e música de Paul Inwood, com tradutor desconhecido;

 

Os hinos foram gravados no Estúdio BF Criações, têm produção musical e teclados na condução de Bruno Freitas, e como intérpretes João Augusto de Farias e Ana Caroline Decker de Freitas.

Com arranjo simplificado, o principal objetivo foi produzir algo didático e que alcance a todos os ministérios de música com mais facilidade e rapidez.

Acesse, divulgue e compartilhe! Ouça os hinos e, assim, você já entra no clima do Jubileu da Misericórdia.

“A misericórdia será sempre maior do que qualquer pecado, e ninguém pode colocar um limite ao amor de Deus que perdoa”, Papa Francisco.

arquifln.org.br/jubileudamisericordia

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Santuário de Angelina em preparação para a Festa de Nossa Senhora da Imaculada Conceição

Santuário de Angelina em preparação para a Festa de Nossa Senhora da Imaculada Conceição

A preparação para a Festa de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, no Santuário de Angelina, está a todo vapor. Nos dias 15 e 22 de novembro ocorreram as primeiras celebrações do tríduo, reunindo centenas de fiéis de várias cidades, sobretudo da Grande Florianópolis. A próxima celebração acontecerá no dia 29, esperando pela Grande Festa que será celebrada nos dias 05, 06 e 08 de dezembro.

O tríduo ocorre nos três domingos que antecedem a festa. Liturgistas, Ministros e coroinhas das comunidades da Paróquia atuam na celebração.

No 1º dia as Comunidades do setor de Barra Clara estiveram preparando a celebração presidida pelo vigário paroquial Frei Luis Antonio Aliberti.

No 2º dia a Santa Missa foi presidida pelo vigário paroquial Frei Cid Tadeu Passos com a participação do diácono Francisco de Assis Schwinden e animação da Associação Coral de São Pedro de Alcântara.
A liturgia ficou por conta dos fiéis do setor de Rancho Queimado.

Além da participação dos fiéis da região, vários peregrinos de Joinville, Brusque, Alfredo Wagner e Lageado celebraram Nossa Senhora no Santuário.

 

 

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Exposição de pinturas abre a comemoração em homenagem à padroeira do Estado

Exposição de pinturas abre a comemoração em homenagem à padroeira do Estado

Uma exposição de quadros da pintora Vera Sabino, abre as homenagens à Santa Catarina de Alexandria, padroeira do Estado, da Arquidiocese e co-padroeira de Florianópolis, celebrada no dia 25 de novembro.

A abertura aconteceu nesta segunda-feira, 16, às 19h45, na Catedral Metropolitana.

Programação da festa de Santa Catarina

De 16 a 24 de novembro acontece a novena em preparação para a festa. Durante estes dias, às 18h, os devotos são convidados a rezar o Ângelus e as Vésperas. Às 18h30, Celebrações Eucarísticas com diferentes paróquias da Ilha como responsáveis pela organização. O Ângelus e as Vésperas só não acontecem no sábado e domingo.

De terça a sexta-feira, 17 a 20, apresentações culturais, artísticas e folclóricas compõem a programação, às 19h45. No sábado, 21, Missa, às 17h30, e domingo, 22, às 19h30.

Para a terça-feira, 24, ficou a entrega do Prêmio de Iniciativa Solidária Dom Afonso Niehues, no Auditório da Catedral, às 20h. O prêmio é voltado para instituições que contribuíram para a cultura da solidariedade e, também, evidencia e valoriza os diversos trabalhos sociais realizados nas comunidades e municípios da Arquidiocese.

E na quarta-feira, 25, a grande festa em honra a Santa Catarina de Alexandria. Tem início às 06h30, com as Laudes e a Celebração Eucarística. Às 10h30, visita e oração dos colégios católicos e, às 11h30, Hora Sexta, Ângelus e Celebração Eucarística. A tradicional novena de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro ocorre às 15h e, logo após, continuam as visitas dos colégios católicos. Às 18h, Ângelus e Vésperas e, às 18h30, Dom Wilson Tadeu Jönck, scj, preside a Missa solene. “Gostaríamos de tornar essa data um momento de festa e congraçamento do povo catarinense”, comentou o Arcebispo.

A Santa

Catarina viveu em Alexandria, cidade do Egito, no início dos anos 300. Filha de um rei pagão, era famosa por sua fortuna, educação e cultura. Foi martirizada na juventude, após resistir ao governador Maximino, homem cruel que mandou matá-la. A roda de dentes de ferro, que devia dilacerar seu corpo, foi despedaçada por intervenção divina, motivo pelo qual teve que ser decapitada. As relíquias foram levadas para o Monte Sinai, onde se situa o mosteiro que leva o seu nome.

Vera Sabino

Vera Sabino é autodidata e teve o primeiro contato com as tintas aos 08 anos de idade. Aos 14, ganhou o 1º lugar no Prêmio Desenho do Salão de Artes Plásticas para Novos, em Curitiba. A primeira exposição individual foi em Florianópolis, aos 18 anos. É reconhecida internacionalmente, com participação em mais de 60 exposições, sendo duas na França e uma nos Estados Unidos. Para Vera, a marca registrada é a técnica que utiliza, com tinta acrílica e Eucatex.

Serviço

Exposição de pinturas de Santa Catarina, por Vera Sabino

Catedral

A partir do dia 16/11

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Papa Francisco expressa solidariedade aos franceses

Papa Francisco expressa solidariedade aos franceses

Durante a oração do Angelus, neste domingo, 15 de novembro, o papa Francisco manifestou solidariedade ao presidente da França, François Hollande, e a todos os cidadãos, em particular às famílias dos que perderam a vida e aos feridos, durante os ataques ocorridos em Paris, na última sexta-feira.

Francisco reafirmou que “o caminho da violência e do ódio não resolve os problemas da humanidade”. Disse, ainda, que “usar o nome de Deus para justificar esse caminho é uma blasfêmia”.

O papa convidou todos a se unirem a sua oração, confiando as vítimas indefesas da tragédia à misericórdia de Deus, e pediu proteção a Nossa Senhora para a nação francesa, a Europa e o mundo inteiro.

Telegrama

Também por ocasião da tragédia em Paris, o papa Francisco havia enviado um telegrama, por meio do secretário de Estado, cardeal Pietro Parolin, ao arcebispo de Paris, cardeal André Vingt Trois.

No texto, o papa expressou solidariedade às famílias das vítimas e ao povo francês. Pediu “a Deus para que acolha as vítimas na paz da sua luz e proporcione conforto e esperança aos feridos e suas famílias”. Assegurou proximidade espiritual a todas as pessoas que participaram das operações de socorro.

Ao final, condenou “a violência que nada resolve” e concedeu a bênção apostólica às famílias que sofreram com os ataques e a todos os franceses.

Fonte: Site CNBB

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Apresentado texto-base da CF ecumênica de 2016

Apresentado texto-base da CF ecumênica de 2016

O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) publicou o texto-base da Campanha da Fraternidade Ecumênica  (CFE) de 2016,  que será realizada em parceria com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), com o objetivo de debater com a sociedade questões do saneamento básico a fim de garantir desenvolvimento, saúde integral e qualidade de vida aos cidadãos.

O tema escolhido para a reflexão é “Casa comum, nossa responsabilidade” e o lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5.24). A proposta está em sintonia com a Encíclica do papa Francisco, “Laudato Si”. 

“Nesse tema e lema, duas dimensões básicas para a subsistência da vida são abarcadas a um só tempo: o cuidado com a criação e a luta pela justiça, sobretudo dos países pobres e vulneráveis. Nessa Campanha da Fraternidade Ecumênica, queremos instaurar processos de diálogos que contribuam para a reflexão crítica dos modelos de desenvolvimento que têm orientado a política e a economia”, explica a coordenação geral, representada pelo bispo da Igreja Anglicana e presidente do Conic, dom Flávio Irala, e a secretária-geral, pastora Romi Márcia Bencke. 

Ainda, na apresentação do texto-base, a organização diz que a reflexão da CEF 2016 será “a partir de um problema específico que afeta o meio ambiente e a vida de todos os seres vivos, que é a fragilidade e, em alguns lugares, a ausência dos serviços de saneamento básico em nosso país”. 

O texto-base está organizado em cinco partes, a partir do método ver, julgar e agir. Ao final, são apresentados os objetivos permanentes da Campanha, os temas anteriores e os gestos concretos previstos durante a Campanha 2016. 

Campanha cruza fronteiras

Uma das novidades da Campanha é a parceria com a Misereor – entidade episcopal da Igreja Católica da Alemanha que trabalha na cooperação para o desenvolvimento na Ásia, África e América Latina. 

Desde 1958, a Misereor contribui para fortalecer a voz dos povos do Sul, que lutam e buscam caminhos que possam conduzir ao bem-viver dos homens e mulheres. A CFE está em sintonia, também, com o Conselho Mundial das Igrejas e com o papa Francisco. 

Integram a Comissão da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016: Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia, Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (Ceseep), Visão Mundial, Aliança de Batistas do Brasil, Diretoria do Conic, Misereor. 

(CM-CNBB com informações do Conic)

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Todos os Santos

Todos os Santos

Todos_os_santos 01A Igreja celebra duas realidades que se aproximam e são carregadas de ensinamentos para todos os cristãos. A Comemoração dos Fiéis defuntos, no dia dois de novembro, consta do Calendário Litúrgico da Igreja Católica. Com alegria constatamos que outras confissões cristãs e também outros grupos religiosos aproveitam a data da Igreja e relembram suas pessoas falecidas. “Para os que creem, a vida não é tirada, mas transformada; e desfeito o nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível”, como rezamos na Liturgia de Finados. Tomando consciência da passagem pela morte, olhamos para frente e para o alto, com a Solenidade de todos os Santos. Na plenitude da vida em Deus está nossa esperança e nosso futuro!

A proposta da Igreja para todos os cristãos é a santidade, e alguém já cantava “ou santos, ou nada!”. No entanto, habituados demais ao ritmo algumas vezes modorrento da vida cotidiana, pode acontecer que percamos o rumo, não dando ao Senhor da vida todas as respostas aos seus apelos, ajeitando-nos na mediocridade. Vale a pena provocar-nos na estrada da santidade!

Ser santos! É proposta de Deus e de sua Igreja para todos. Não fomos feitos para o pecado e para a maldade. Primeiro passo é ter no coração um grande ideal, uma meta a alcançar, buscando o que agrada a Deus, o que faz bem para as pessoas e para nós mesmos, não cedendo ao derrotismo que se encontra à espreita. São João Paulo II, na Exortação Apostólica Novo Millenio Ineunte (NMI), recordou preciosos ensinamentos da Igreja: “Não hesito em dizer que o horizonte para que deve tender todo o caminho pastoral é a santidade… É preciso redescobrir, em todo o seu valor programático, a Constituição dogmática Lumen Gentium (Cf. Lumen Gentium, capítulo 5), intitulado vocação universal à santidade… A redescoberta da Igreja como mistério, ou seja, como um povo unido pela unidade do Pai e do Filho e do Espírito Santo, não podia deixar de implicar um reencontro com a sua santidade, entendida no seu sentido fundamental de pertença àquele que é o Santo por excelência, o três vezes Santo (Cf. Is 6, 3). Professar a Igreja com
o santa significa apontar o seu rosto de Esposa de Cristo, que a amou entregando-se por ela precisamente para a santificar (Cf. Ef 5, 25-26). Este dom de santidade, por assim dizer, objetiva é oferecido a cada batizado. Mas, o dom gera, por sua vez, um dever, que há de moldar a existência cristã inteira: Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação (1 Ts 4, 3). É um compromisso que diz respeito não apenas a alguns, mas os cristãos de qualquer estado ou ordem são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade.” (NMI 30).

Ser Santos! Olhar para a plêiade de testemunhas qualificadas, a Virgem Maria, os Apóstolos e Mártires, Virgens e Confessores, homens e mulheres, crianças, jovens e adultos que oferecem às sucessivas gerações de cristãos a veemente proclamação de que o Evangelho é verdadeiro e possível de ser vivido. E basta olhar ao nosso redor, para descobrir pessoas admiráveis, sim, gente que podemos seguir pelo seu comportamento ilibado, por acreditar seriamente nos ensinamentos da Escritura e da Igreja. Não faltam mestres e mestras! Olhe para o lado!

Ser Santos! Olhar para o lado é também descobrir ao nosso redor pessoas que estão na mesma luta em que nos encontramos. Há grupos de cristãos que evangelizam com a liberdade de contar as próprias experiências, dando seu testemunho. Não se trata de pessoas perfeitas e “arrumadinhas”, mas gente que pode cair milhões de vezes e recomeçar, sempre olhando para a meta da perfeição e da santidade. Uma das coisas que aprenderam é que seus limites e qualidades, oferecidos e contados com respeito, tornam-se parte do tesouro da Igreja!

Ser Santos! Olhar para dentro, no íntimo da própria consciência, descobrindo-se como tabernáculo em que Deus quer habitar Ser Santos! Não das guaridas às sugestões do maligno, mas corrigir imediatamente os rumos das próprias escolhas, estabelecendo intenções boas e retas em todas as ações, não se permitindo duplicidade, fingimento e mentira. Há um espaço dentro de cada pessoa indevassável, onde só ela e Deus podem entrar. Ser santos é deixar a casa interior sempre arrumada!

Olhar para frente! Deus, quando nos perdoa, e ele perdoa sempre, não brinca conosco. Todas as pessoas que fizeram a experiência autêntica do valor do Sacramento da Reconciliação sabem o quanto é libertador ouvir as palavras da Absolvição e sentir que Deus cancelou suas culpas, queimando-as na fornalha da Misericórdia infinita que se encontra em seu Filho, Jesus Cristo. De fato, na Cruz foi pregada nossa vida passada, lavada no Sangue de Cristo. Olhar para frente significa ainda melhorar sempre e cada vez mais, pois quem permanece parado, já está regredindo!

Ser Santos! Olhar para baixo, não para pisar nas pessoas, mas mantendo a ordem de valores e escolhas pensada por Deus. Bens materiais, dinheiro, propriedades e qualquer tipo de apego devem passar por um processo de purificação. Ocupando lugar em nosso coração, seremos estragados por dentro! Aprendemos com o Evangelho: “Não ajunteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem e os ladrões assaltam e roubam. Ao contrário, ajuntai para vós tesouros no céu, onde a traça e a ferrugem não destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. Pois onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração” (Mt 6, 19-21). Se estes valores são colocados ao nosso lado, tomam o lugar das pessoas a serem amadas como irmãs e irmãos. Se ficam acima de nós, desastre completo, pois tomam posse do lugar de Deus!

Ser Santos. É ainda São João Paulo II que toma a palavra: “A recordação desta verdade elementar, para fazer dela o fundamento da programação pastoral poderia parecer, à primeira vista, algo de pouco operativo. Pode-se porventura programar a santidade? Na verdade, colocar a programação pastoral sob o signo da santidade é uma opção carregada de consequências. Significa exprimir a convicção de que, se o Batismo é um verdadeiro ingresso na santidade de Deus através da inserção em Cristo e da habitação do seu Espírito, seria um contrassenso contentar-se com uma vida medíocre, pautada por uma ética minimalista e uma religiosidade superficial. Perguntar a um catecúmeno: Queres receber o Batismo? significa ao mesmo tempo pedir-lhe: Queres fazer-te santo? Significa colocar na sua estrada o radicalismo do Sermão da Montanha: Sede perfeitos, como é perfeito vosso Pai celeste” (Mt 5,48; NMI 31).

A Festa de todos os Santos seja celebrada na Terra e nos Céus! E se acrescente também o nosso nome aos que dela participam!

Dom Alberto Taveira Corrêa

Arcebispo de Belém (PR)

Fonte: CNBB

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